Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 7 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Depois da visão da apostasia religiosa nos selos, João vê quatro anjos que seguram os ventos da contenda, guerra e derramamento de sangue. Por quê? Jesus, o Arcanjo (encarregado dos anjos) vem do Oriente e fala em alta voz que os anjos retenham a destruição até que os servos de Deus sejam selados intelectual e espiritualmente na verdade de Deus. Só então esses ventos deverão ser soltos, liberando o caminho para o caos que virá após o fechamento da porta da graça. “Depois destas coisas” (v. 9) sinaliza este selamento especial do povo de Deus, para Si mesmo no final do tempo, durante o sexto selo, antes da segunda vinda de Cristo. Somente aqueles que forem selados com o selo de Deus serão capazes de se manterem em pé após o encerramento da porta da graça. Fortalecidos pelo Espírito Santo, eles guardam todos os Dez Mandamentos e têm o testemunho de Jesus. Eles guardam o sábado do sétimo dia, em lealdade a Ele, o qual é o selo do fim dos tempos*.

João ouve o número dos que foram selados: 144.000. 12.000 de cada uma das doze tribos de Israel. Os 144.000 não se referem à nação literal de Israel, mas ao Israel espiritual, um grupo especial de crentes do tempo do fim que Deus usará para dar ao mundo a última revelação do Seu amor. Eles demonstram que, pela graça de Deus, é possível guardar todos os Dez Mandamentos. Com o selo de Deus iluminando seus rostos, eles são o testemunho final do mundo que foi convidado a escolher entre a adoração de Deus e a adoração da besta. Esses fiéis estarão vivos quando Jesus vier.

São mostrados a João dois grupos especiais de pessoas que fazem parte dos redimidos de todas as idades. Os 144.000 demonstram vidas em completa devoção a Jesus Cristo unicamente pela Sua graça, e desmentem as acusações de Satanás de que é impossível guardar os Dez Mandamentos de Deus. O segundo grupo inclui os martirizados por sua fé e a quem foi prometido o manto da justiça de Cristo, e que nunca mais sofrerão fome, sede, ou frio.

Ao contemplarem esses dois grupos, os anjos ao redor do trono, os vinte e quatro anciãos, e os seres vivos se prostram diante do trono e louvam a Deus (v 12).

Hoje é o tempo para você fazer um pacto com Jesus para ser selado como um de seus especiais 144.000, que no tempo do fim demonstrarão lealdade total a Deus. Que por Sua graça você reflita plenamente o caráter de Jesus.

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Médico, Medicina do Trabalho
Greeneville, TN. EUA.


* NT: A observância do sábado é um sinal exterior de uma lealdade interior (ver Ez 20:12, 20; Is 8:16; 51:6-7; I Jo 2:3, 4; Êx 20:8-11; Ap 14:12;  Mt 5:17, 18; Prov 30:5, 6; ap 22:18, 19; Êx 31:13; 5.  Ver tb. Lc 4:16, 31; 23:52-56; Mc 16:1-2). Aqueles que amam a Deus de todo o coração consideram um dever e privilégio observar o dia criado e escolhido por Ele para Sua adoração.



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/7/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 7 
Comentário em áudio 



Romanos 11 by Jeferson Quimelli
9 de março de 2015, 1:00
Filed under: Aliança, fidelidade de Deus, Israel | Tags: , ,

Comentário devocional:

Paulo conclui neste capítulo seu apelo evangélico à nação judaica. Embora seja verdade que Israel perdera seu status como povo escolhido quando rejeitaram a Cristo, isto não significa que Deus tenha rejeitado os judeus individualmente. Os que creem são parte do povo da graça de Deus. Paulo lembra aos seus leitores que ele é um membro da tribo de Benjamin e que a graça de Deus o salvou. Nos dias de Paulo havia muitos judeus que haviam crido em Cristo e, portanto, estavam entre aqueles que haviam sido salvos pela graça e não pelas obras.

Paulo mostra que Israel não alcançara a glória que almejara. Mas o que Cristo fez na cruz cumpriu os propósitos de Deus e os judeus que aceitam Seu sacrifício fazem parte do cumprimento de Seu plano (vs. 7-14). Ele cita Isaías 29:10 e Salmo 69:22 para mostrar que os judeus estavam cegos e adormecidos e tornaram-se uma pedra de tropeço. Esta queda, no entanto, levou à salvação dos gentios. E é o propósito de Deus usar Sua obra salvadora através dos gentios para provocar ciúmes aos judeus, de modo que eles aceitem Jesus como o Messias.

Paulo, então, mostra que os judeus incrédulos são como ramos que foram quebrados da oliveira. Os gentios foram enxertados para substituí-los. No entanto, se os judeus voltarem a crer eles podem ser naturalmente enxertados, porque não são ramos de oliveira selvagem, como os gentios. Se eles acreditarem na verdade de Cristo, será muito natural que eles sejam enxertados no Cristianismo (vs. 15-24). Por outro lado, se Deus não poupou os ramos naturais (judeus) por causa de sua incredulidade, os gentios, que são os ramos selvagens enxertados, serão tratados da mesma maneira por Deus, como Ele fez com os judeus incrédulos se deixarem de crer.

Paulo encerra o capítulo dizendo que o novo Israel espiritual é uma oliveira, composta por judeus que acreditam em Cristo e gentios que foram enxertados. Este novo Israel é salvo pelo Libertador que vem de Sião e os transforma a partir da impiedade de Jacó. Aqueles que são salvos são libertos do pecado, a partir da nova aliança (vs. 25-36). Veja também Jr 31:31-34 e Hb 8:10-13.

Seja um judeu ou gentio, todos carecem da misericórdia de Deus porque todos pecaram. As profundezas das riquezas e conhecimento de Deus são insuperáveis! Sua sabedoria, conhecimento e juízos são insondáveis. Vemos que Deus tem feito todo o possível para salvar a todos, seja judeu ou gentio, e é justo no Seu trato com aqueles que O rejeitam. Como seres humanos, não podemos compreender plenamente os caminhos de Deus, mas sabemos que Ele nos ama e que podemos confiar nEle.

Norman McNulty, M. D.
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/11/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Romanos 11 
Comentário em áudio



Romanos 11 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
9 de março de 2015, 0:00
Filed under: Israel, restauração, Trabalho de Deus | Tags: , ,

1 Porque eu também. Paulo mostra que nem todos os judeus foram rejeitados. Ele mesmo era israelita e foi aceito por Deus. Ele sabia por experiência que as bênçãos prometidas lhe pertenciam. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 664.

Tribo de Benjamim. Por esta referência, Paulo afirma que era do próprio núcleo da nação judaica. As tribos de Judá e Benjamin estiveram unidas por ocasião da revolta das dez tribos do Norte (1Rs 12:21) e mantiveram a continuidade teocrática da nação judaica depois do exílio em Babilônia. Assim , um descendente da tribo de Benjamin era, de fato, “hebreu de hebreus”. CBASD, vol. 6, p. 664.

5 Eleição da graça. Deus escolhe, para constituir o remanescente, aqueles que aceitam a graça. Eles não obtêm esse direito por causa das obras, mas porque aceitaram livremente a graça. CBASD, vol. 6, p. 665.

7 A eleição. Ou, os eleitos. Pode ser comparado com a expressão “a circuncisão”, ou seja, os que foram circuncidados. Paulo enfatiza que os salvos devem sua condição inteiramente á graça e á eleição divinas. CBASD, vol. 6, p. 665.

10 Escureçam-se-lhes os olhos. O escurecimento dos olhos é usado como figura da cegueira espiritual. Assim, embora possuíssem claras revelações da vontade de Deus, os judeus permaneceram ignorantes acerca do significado e propósito das mesmas. CBASD, vol. 6, p. 666.

12 Riqueza para o mundo. Os judeus foram chamados para ser missionários de Deus ao mundo, mas falharam na tarefa. O mundo gentio ouviu falar das “insondáveis riquezas”, e muitos aceitaram a Cristo. CBASD, vol. 6, p. 667.

15 Reconciliação ao mundo. Paulo considerava seu ministério como uma obra de reconciliação. Após a rejeição da nação de Israel, o evangelho de Cristo se espalhou a todas as nações do mundo. CBASD, vol. 6, p. 668.

16 Raiz. Paulo usa uma segunda metáfora para expressar a mesma ideia. Se a raiz é santa, a árvore inteira também é santa. CBASD, vol. 6, p. 669.

20 Não te ensoberbeças. Ou, “pare de pensar em coisas elevadas”, no sentido de ficar convencido. O cristão gentio não possuía mais méritos do que o judeu. Portanto, não tinha motivos pra ser vaidoso. CBASD, vol. 6, p. 670. 

23 Eles também. Deus não só tem a vontade, mas também o poder de restaurar os que foram cortados da oliveira. CBASD, vol. 6, p. 671. 

25 Plenitude. “A plenitude dos gentios” pode ser entendida como referência aos gentios que aceitam as disposições da salvação. CBASD, vol. 6, p. 672. 

29 Irrevogáveis. Deus não mudou de ideia em relação a Israel, mas um remanescente dele será salvo. Deus não Se arrepende de ter chamado a descendência de Abraão e lhe ter dado dons. As pessoas podem falhar, e Deus pode mudar de método, mas nunca abandona Seu propósito. CBASD, vol. 6, p. 673.

33 Profundidade. O salmista declara que “os Teus juízos [são] como um abismo profundo” (Sl 36:6). Paulo alcança o clímax de seu raciocínio. Tudo começou com a condenação de todos os pecadores e termina com misericórdia a todos. CBASD, vol. 6, p. 674.

36 Porque dEle. Este versículo dá a razão pela qual não se pode fazer de Deus um devedor. Pois todas a coisas foram criadas por Ele. Tudo o que vive deve a contínua existência e atividade Àquele que “opera tudo em todos”. E todas as coisas são dirigidas para a elaboração de Seus propósitos e a glória de Seu nome. CBASD, vol. 6, p. 675.

A Ele, pois seja a glória. Com essa breve, mas sublime doxologia, Paula chega ao fim de mais uma seção doutrinaria e argumentativa de sua epístola. CBASD, vol. 6, p. 675.

Compilação: Tatiana W



Amós 9 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Este capítulo, a última das visões que Amós registrou, tem claramente duas seções: primeiro a destruição de Israel (vv.1-10) e, segundo, a restauração de Israel (vv.11-15).

Amós vê o Supremo Regente do Céu pronto a punir o seu povo rebelde. De pé, junto ao altar, o Senhor ordenou ao anjo destruidor que ferisse as ombreiras das portas e quebrasse os pilares. A intenção da ordem é que toda a estrutura seja destruída, o que implica a morte de todos – ninguém escapará (v.1).  Será inútil tentar fugir porque o Senhor encontrará os impenitentes no alto de Monte Carmelo, o mais alto lugar, ou no fundo do mar ou seja, o lugar mais baixo da Terra (vv.2-3). Os ímpios israelitas não estarão a salvo da espada, nem mesmo na terra do cativeiro (v.4). 

Israel seria a nação escolhida somente se obedecesse à Palavra de Deus e proclamasse o Seu nome a todas as nações. Neste sentido, Israel e a Etiópia são igualmente importantes para Ele. Ele é Aquele que tirou Israel do Egito e colocou na terra de Canaã, onde Ele havia permitido que os filisteus de Caftor e os sírios de Quir vivessem. As decisões do Senhor são definitivas, de modo que o cativeiro de Israel é inevitável.

No entanto, Deus graciosamente promete salvar um remanescente (vv-7-8). Israel será lançado, por assim dizer, na “peneira” da aflição para distinguir os verdadeiros seguidores de Deus daqueles que se apegam ao pecado. Todos os ímpios existentes entre o povo de Deus, que se rebelaram contra os Seus caminhos, serão destruídos.

Amós agora se volta do castigo do povo de Deus para a brilhante e gloriosa promessa de restauração futura. Quando Judá e Israel não conseguiram viver à altura do que Deus havia prometido fazer em benefício deles, aquilo que Deus tinha planejado somente poderia ser cumprido em parte quando os fiéis retornassem do exílio babilônico. 

A história mostra que as brechas espirituais nas paredes foram apenas parcialmente reparadas e as ruínas espirituais só foram restauradas até certo ponto. Quando o povo judeu rejeitou seu Salvador, as bênçãos e promessas a Israel foram repassadas à semente espiritual de Abraão, os seguidores de Jesus Cristo.

Os versículos 13-15 descrevem em linguagem impressionante a profusão de bênçãos que poderiam ter sido derramadas sobre o Israel literal, mas agora serão concedidas ao verdadeiro Israel de Deus. A promessa feita a Abraão de que sua descendência herdaria a terra de Canaã foi apenas parcialmente cumprida quando Josué conduziu os filhos de Israel para a Terra Prometida. O cumprimento final desta maravilhosa promessa acontecerá quando a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, repleta com os salvos de todas as épocas, descer do céu e se estabelecer permanentemente na terra, em Canaã. Esse dia não está longe!

Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/9/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Amós 9 

Comentário em áudio 



Joel 2 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O profeta Joel escreve sobre o “Dia do Senhor”, que há de vir sobre o seu povo e faz  um convite ao arrependimento, reavivamento e reforma. Depois de descrever a terrível invasão de gafanhotos e dos exércitos estrangeiros, o profeta diz: “Então o Senhor mostrou zelo por sua terra e teve piedade do seu povo.” (2:18). E também transmite promessas de libertação, sustento, uma chuva próxima (temporã) e uma mais distante (serôdia) (2:23), e restauração (2:25-27).

A profecia tem três aplicações: (1) ao antigo Israel que vivia no tempo dos profetas (ver Ez. 39:29); (2) ao Israel espiritual (a igreja) no tempo do Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado sobre o seu povo (Atos 2:16-21); e (3) para os últimos dias da história da Terra (GC 611, AA 54-55).

A terminologia aqui aponta para “os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar.” (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54).

Hoje, enquanto aguardamos a breve volta de Jesus, somos convidados a experimentar a chuva do Espírito Santo dos últimos dias (serôdia). Esse derramamento do Espírito Santo será mais abundante do que o anterior e fará com que filhos e filhas profetizem, velhos tenham sonhos e jovens tenham visões. Até os servos e as servas experimentarão este poder (2: 28-29). 

A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. “E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (2:32a NVI). “Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental” (DTN, 287).

Estamos prontos para receber o Espírito Santo ou estamos satisfeitos e complacentes com o nosso estado espiritual atual? Temos consagrado a Deus o nosso corpo e a nossa mente? O que existe na minha ou na sua vida que precisa ser entregue a Deus a fim de que Ele possa fazer em nossas vidas o que Ele prometeu? Jesus está voltando! O maior presente que Ele prometeu é o Seu Espírito. A sua vida está cheia do Espírito Santo? 

Martin Klingbeil
Southern Adventist University

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/2/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Joel 2

Comentário em áudio



Isaías 27 by Jeferson Quimelli
22 de março de 2014, 0:00
Filed under: acontecimentos finais | Tags: ,

Comentário devocional:

Isaías ainda está focando o fim dos tempos e a batalha divina de Cristo. “Naquele dia” o Senhor “castigará o Leviatã, a serpente veloz” (v.1b NVI). Lúcifer, ou Satanás, é a serpente veloz. Isto acontecerá no final do Milênio.” Deus o matará com “Sua espada severa, longa e forte” (v.1a NVI). Esta expressão parece demonstrar uma espada muito poderosa. Mas, na verdade, o Messias Guerreiro só precisa falar. Sua Palavra é Sua espada. O Leviatã é uma serpente torcida (v.1d ARA), porque ele torceu a Palavra de Deus para Eva no Jardim do Éden. A serpente na época era um animal voador e a mais bela das criaturas e Satanás a escolheu para abordar Eva.

No dia do julgamento executivo, Cristo tomará os espinheiros e roseiras bravas e as queimará completamente (v. 4). Neste capítulo, Cristo explica a Isaías que Ele tem uma vinha (v. 2) da qual Ele é o agricultor. “Eu, o Senhor, sou o seu Vigia” (v. 3a NVI). Ele é o protetor dela, a rega, e durante o tempo de angústia a protegerá “de dia e de noite para impedir que lhe façam dano” (v. 3b-c) .

O Senhor busca incessantemente os espinhos e abrolhos espirituais – enquanto há tempo – para que façam amizade com Ele (v. 5). Ele cuidará deles de tal maneira que eles se tornarão parte da vinha de Deus: “Que façam as pazes comigo” (v. 5c NVI), deseja o Senhor. O tempo de salvação antes do tempo do fim será um tempo em que Deus fará com que aqueles que vêm a Ele floresçam e deem frutos. O Israel espiritual encherá o mundo de frutos (v. 6). Mas antes que Cristo volte, um juízo investigativo acontece no céu para examinar cada vida para ver se é seguro mantê-la na terra restaurada.

Isaías então olha por cima do ombro para a platéia atrás dele e diz-lhes que as suas imagens de madeira e altares de incenso não ficarão inteiras e em pé. A cidade de adoração dos deuses será “abandonada, desabitada e esquecida como o deserto” (v. 10a NVI). Quanto aos adoradores destes deuses, o Senhor diz que são “um povo sem discernimento” e entendimento espiritual (v. 11c). 

Isso é sério. Sempre foi a intenção de Deus de que todos tivessem acesso a ele, bem como um relacionamento. Como Ele diz em Oséias: “No lugar onde se dizia a eles:’Vocês não são meu povo’, eles serão chamados ‘filhos do Deus vivo’” (Os 1:10 NVI) (ver tb Rom. 9:6, 24-25).

João, o Revelador, escreveu: “Depois disso olhei, e diante de mim estava uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, com vestes brancas e segurando palmas. E clamavam em alta voz: “A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro”(Apoc 7:9,10 NVI).

Querido Deus,
Que nenhum de nós, que somos parte de sua vinha, seja encontrado seco e inútil. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-27/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto original: Isaías 27 




%d blogueiros gostam disto: