Reavivados por Sua Palavra


II Corintios 7 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
6 de abril de 2015, 0:00
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1 Purifiquemo-nos. As pessoas são incapazes de se purificar, pois não há poder inerente ao ser humano para eliminar o pecado (Rm 7:22-24). O crente pode ser santificado apenas ao permitir que Deus trabalhe nele e por meio dele (Fp 2:12 e 13). O cristão deve utilizar os meios apontados por Deus para a purificação. Deus desperta a vontade para que as pessoas a exerçam. A armadura de Cristo está disponível para todos os cristãos, no entanto, eles têm a responsabilidade de vesti-la. O poder e a graça de Deus são ineficazes em alguém que tem vontade e mente passiva. Deus está com aquele que combate “o bom combate da fé”, e lhe concederá vitória. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 970.

2 Exploramos. Talvez os oponentes tenham acusado Paulo de negligência em relação à grande coleta que solicitou em favor dos pobres em todas as igrejas de Jerusalém. A recusa de alguns dos coríntios em abrir o coração a Paulo e aceitá-lo estava em evidente contraste com a livre associação deles com os falsos apóstolos. Se eles sentiam afeto por pessoas que praticavam o erro, a corrupção e a fraude, por que não deveriam sentir afeto por alguém que não havia feito nenhuma dessas coisas? CBASD, vol. 6, p. 972.

5 Fomos atribulados. Paulo retoma a narrativa da qual ele se desviou desde 2 Coríntios 2:13. Nenhuma igreja fundada por Paulo deu-lhe tantos motivos para aflição e sofrimento como a de Corinto. Muito desse sofrimento foi devido aos falsos apóstolos, que tinham seguido Paulo até Corinto e deliberadamente começaram a destruir sua obra, desacreditar seu apostolado e ridicularizar seu evangelho e sua pessoa. Eles criticavam seu caráter e o acusavam de mau uso do dinheiro, de covardia e falsidade e de usurpaçao de autoridade. Também tentaram impor certas exigências rituais aos conversos gentios, em contradição à posição da igreja. CBASD, vol. 6, p. 973.

Temores por dentro. Isto é, incerteza quanto a resolução das crises. Isso não significa que Paulo estivesse abatido pelo temor. CBASD, vol. 6, p. 973.

10 Tristeza segundo Deus. Isto é, do modo prescrito por Deus ou aceitável a Deus. Não é a tristeza por ser descoberto ou a antecipação de ser punido. É a genuína tristeza, arrependimento, separação do pecado e determinação para resistir, a partir dali, pela graça de Deus, à tentação que conduziu ao pecado. CBASD, vol. 6, p. 974.

12 Não foi por causa. Ao redigir a carta anterior, Paulo demonstrou grande preocupação pelo bom nome da igreja. Ele temia que os pagãos vissem o cristianismo com desprezo e que os judaizantes chamassem a atenção desse desavergonhado caso de incesto como resultado de seu ministério. Mas a igreja lidara com firmeza com o transgressor e ele se arrependera. Assim, o bom nome da igreja fora protegido, e a preocupação de Paulo se voltou para o bem-estar espiritual das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 976.

16 Confiarem vós. Ou, “coragem acerca de vós”. Este versículo é considerado por muitas autoridades como uma transição ou elo entre o que Paulo escreveu nos capítulos anteriores e o que vem a seguir. Essas palavras descartam todos os erros e mal-entendidos do passado e expressam verdadeira reconciliação. Ao mesmo tempo, oferecem uma introdução adequada ao assunto da grande coleta para os cristãos pobres da Judeia, que Paulo promove entre as igrejas gentílicas. CBASD, vol. 6, p. 977.



Ezequiel 36 by jquimelli

Comentário devocional:

Como outros livros proféticos, o livro de Ezequiel segue um padrão básico de três partes. Na primeira seção, o julgamento vem sobre Israel por causa de sua persistência no pecado (Ezequiel 1 a 24). Na segunda seção, o julgamento recai também sobre as outras nações ao redor de Israel (Ezequiel 25 a 32). E na parte final, Deus promete a restauração do Seu povo (Ezequiel 33 a 48).

Ezequiel 36 tem como foco a restauração do povo de Deus. Este é um capítulo chave para a compreensão das principais idéias e conceitos teológicos da seção que vai do capítulo 33 ao 48. O tema central é que o pecado de Israel e o julgamento posterior não só destruíram a nação, mas também envergonharam o nome de Deus. Como o Senhor é o Deus de Israel, a infidelidade do seu povo profanou o Seu nome perante outras nações. Então, Deus removerá essa vergonha. Ele abençoará e renovará Israel para que as pessoas e as nações vizinhas saibam que Ele é o Senhor. (verso 23).

Deus trará o povo de Israel de volta para a sua terra, purificado, e lhe dará um novo coração e um novo espírito (verso 26). O que é surpreendente é que, segundo Ezequiel, Deus faz tudo isso não porque Israel se arrependeu, mas porque os atos da graça de Deus levarão Israel a arrepender-se de seus pecados. Deus faz tudo isso porque Ele deseja que Seu povo saiba quem Ele realmente é e o que Ele pode fazer por eles.

Isto me faz lembrar o texto de Romanos 5:8: “quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.” Você tem agradecido pela graça de Deus concedida a você? Você tem permitido que essa graça lhe atraia para perto dEle fazendo com que você abandone qualquer pecado conhecido?

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/36/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 36 

Comentário em áudio 




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