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Comentário devocional:
Neste capítulo o Senhor diz a Oséias: “Vá, trate novamente com amor sua mulher, apesar de ela ser amada por outro e ser adúltera” (Os. 3:1a, NVI). Assim como Gomer havia abandonado a Oséias, assim também Israel havia abandonado a Deus. A ação de Oséias é uma ilustração viva da disposição divina de ir atrás de Israel e Seu povo de volta apesar de sua infidelidade.
Segundo os escritos de Moisés, um marido podia se separar de sua esposa, caso ela se envolvesse em fornicação ou adultério (Deut. 24:1; Mateus 19:9). No entanto, mesmo em caso de adultério e fornicação, o marido que ainda amava a sua esposa, podia trazê-la de volta e restaurar seu relacionamento com ela. Os israelitas haviam abandonado a Deus, mas o marido celestial ainda amava a Israel e queria restaurar o relacionamento com sua esposa.
Deus quer curar a infidelidade de Seu povo. Quando uma pessoa, seja marido ou mulher, demonstra-se incapaz de ser fiel a um relacionamento, o resultado é uma vida de sofrimentos e dificuldades. Todos corremos o risco de sermos infiéis a Deus, de darmos a Ele o segundo lugar em nossas vidas e aos outros “deuses” o primeiro lugar. Ao percebermos em nós esta situação, lembremos que o nosso Senhor é também nosso médico e pode devolver ao nosso coração a capacidade de amá-Lo como Ele merece ser amado.
Quão gratos podemos ser por termos um Deus amoroso e paciente em Seu trato conosco! Apesar de nossas falhas Ele vem atrás de nós e nos propõe um novo começo. Basta aceitarmos!
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Oseias 3
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Comentário devocional:
Oséias 2:1 é uma continuação da bênção de Deus e da prometida prosperidade de Israel mencionadas em 1:10. Judá e Israel seriam novamente um só povo. O profeta Oséias poderia dizer a qualquer homem israelita: “meu irmão”, e a qualquer mulher israelita: “minha irmã”, pois eles se sentiriam como integrantes de uma família.
Esse era o desejo de Deus para eles, mas estas promessas eram condicionais, dependiam da cooperação deles para com os planos de Deus.
Oséias 2:2-13 descreve o comportamento vergonhoso do povo israelita (vv. 5, 10) e sua ignorância acerca do seu Deus (v. 8). A nação israelita não confiava no Deus com quem estava casada, e decidiu depender de nações que considerava mais fortes (Jeremias 2:25).
As maneiras de Deus para trazer sua esposa Israel de volta para Si mesmo eram: 1º) impedi-la de alcançar relacionamentos significativos com outras nações (vv. 6, 7), para que ela dissesse: “Irei e tornarei para o meu primeiro marido, porque melhor me ia então do que agora”(v. 7). 2º) privar o povo de seus prazeres, de modo que eles se lembrassem que o verdadeiro doador era o seu Deus, não seus amantes. Se não retornassem a Deus, eles perderiam o seu pão, água, lã, linho, bebidas (v. 5), grãos, vinho, azeite, prata, ouro (v. 8), uvas e figos (v. 12). Eles não teriam mais suas celebrações e festas (vv. 11, 13).
Oséias 2:14-23 retrata o modo de Deus levar Israel ao arrependimento e a uma condição de esperança. No começo Deus levaria Israel a um estado carente e problemático, de modo que escutasse a Deus. Uma atitude de ouvir a Deus é uma “porta de esperança” (v. 15 ARA e NVI). O forte desejo de Deus para restaurar a condição espiritual e o bom relacionamento com ele é demonstrado pelo uso de palavras tais como, vou atrai-la”, “falarei ao coração (ARA) / falarei com carinho (NVI)”, que também tem sentido de “sedução” (2:14). Deus queria trazer Israel de volta à mesma condição e estado de espírito que tinham quando saíram do Egito, cantando de alegria (v. 15).
Até o tempo de Oséias Deus permitiu que Israel o chamasse pela palavra comum Baal, que tinha o significado de “Mestre”. Entretanto, Deus queria que Israel entendesse sua relação com Ele como “marido e mulher” em vez de uma relação “mestre-servo” (vv. 16, 17). Deus queria estabelecer uma aliança matrimonial eterna com Seu povo, baseada na fidelidade, justiça, equidade, misericórdia e compaixão (vv. 19, 20).
Se Israel mantivesse um relacionamento correto com Deus, os céus e a terra responderiam e a terra forneceria comida para eles (vv. 21, 22). Que Deus misericordioso nós temos!
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Oseias 2
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16 já não me chamará: Meu Baal (ARA) [NVI: meu senhor; NKJV: meu mestre; Clear Word: feitor]. Ba’al, em heb. quer dizer “senhor”, “dono” e “marido”. Tinha havido tanta adoração aos baalins, que agora Deus nem queria que existisse a palavra Ba’al no sentido inocente de marido, que doravante passaria a ser designado pela palavra ‘ish, “homem”, “marido”. Bíblia Shedd.
16, 17 marido … senhor … baalins. Jogo de palavras. Das duas palavras hebraicas usadas em referência ao “marido”, uma (“senhor”) é idêntica ao nome do deus Baal. Haverá reação tão vigorosa contra a adoração a Baal, que essa palavra traduzida por “senhor” já não será aplicada ao Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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Que tal lermos juntos o livro de Oséias?
Para assistir ao resumo do livro, clique aqui
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Comentário devocional:
Ao tempo de Jeroboão II, em tempos de paz, o reino do norte prosperou e o território de Israel ampliou seu território a um tamanho quase igual àquele do tempo de Salomão (2 Reis 14:25).
Neste tempo em que Elias e Eliseu trabalharam fielmente para Deus, Ele escolheu mais dois profetas, Amós e Oséias, para trabalhar em favor do Reino do Norte de Israel. Oséias foi o último profeta a falar com as pessoas de lá. A idólatra e corrompida adoração dos bezerros de ouro e Baal foram predominantes, e os males sociais se tornaram intoleráveis durante o período próspero de Jeroboão II (793-753 aC). Neste período, durante cerca de 30 anos, as mensagens de Oséias foram dadas ao norte de Israel (755-725 aC).
Perto do fim do longo reinado de Jeroboão II (793-753BC), Deus falou para Oséias tomar (de volta) a esposa adúltera (1, 2). Esta foi uma ilustração do amor de Deus para Israel. No início Israel era a pura esposa de Deus (2, 7), como, provavelmente, também era a esposa de Oséias. Deus queria ter Israel de volta, assim como Oséias aceitou de volta sua esposa. Deus aceitaria o retorno da arrependida esposa Israel (“Voltarei a estar com o meu marido como no início”, 2:7 NVI). Então Oséias deveria aceitar a esposa de volta e amá-la, assim como às crianças que dela nasceram
Deus disse a Oséias para dar a seu primeiro filho o nome Jezreel (1:4). Mais tarde, Jeú matou Jezabel, mulher de Acabe, e todos os que ficaram da casa de Acabe, em Jezreel (2 Rs 9: 30-37; 10:14). Assim, o nome do filho de Oséias, “Jezreel” [“Deus espalha”, NVI] representava um sinal de que Deus iria punir Israel, incluindo Jeú que não obedeceu a Deus nem se afastou dos pecados de Jeroboão (2 Reis 10:31). A filha de Oséias, lo’-ruhamah, significa “Desfavorecida” [Ou: “Não-amada”, NVI]. Isto profeticamente representava a destruição do reino do Norte de Israel pela Assíria. Aqueles que desobedecem a Deus são lo-ami, “Não meu povo”, o nome de outro filho de Oséias.
No entanto, Deus aceita com amor todos aqueles que estão dispostos a retornar para Ele, e, unidos como um só ao Seu povo, viver sob Sua proteção e prosperar (1:10-11).
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Oseias 1
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Ezequiel 20 começa com a vinda dos anciãos de Judá a Ezequiel a fim de consultar a Deus. Porém Deus não aceita ser interrogado por eles por causa de obstinada recusa deles em andar nos Seus caminhos (v. 1-4). Em vez de responder a pergunta dos anciãos, Deus deixou-lhes uma tocante mensagem nos versos 5 a 44.A primeira parte da resposta divina é uma revisão da história de Israel a partir do período egípcio até a sua estadia na Terra Prometida. A mensagem destaca os hábitos rebeldes de Israel e a fidelidade e a bondade de Deus para com a nação (vv. 5-31). A história é descrita em quatro etapas: (1) no Egito (vv. 5-9), (2) a geração adulta no deserto (vv. 10-17), (3) a segunda geração no deserto (vv. 18 – 26), (4) e em Canaã (vv. 27-29).
Desde a sua concepção como nação, Israel tem constantemente se rebelado contra Deus. Dois dos pecados que se destacam são a idolatria e a profanação do sábado. Israel foi infiel, contaminando-se com ídolos em vez de dedicar-se inteiramente a Deus. Ela profana o sábado por não entender que o seu objetivo é servir como um sinal de que pertence ao Senhor (v. 12).
A segunda parte da mensagem fala da apostasia de Israel no tempo de Ezequiel, e inclui purificação e restauração (vv. 30-44). O povo de Deus não era menos idólatra do que os seus antepassados; eles estavam repetindo os mesmos pecados, incluindo o sacrifício dos filhos no fogo (v. 31). Mas Deus vai trazê-los de volta de seu cativeiro e pleiteará com eles face a face, como Ele uma vez confrontou seus antepassados no deserto. Ele limpará a nação dos idólatras e rebeldes e, em seguida, renovará a sua aliança com os remanescentes (vv. 32-38). Após o período de castigo e purificação, Deus trará os israelitas de volta dos vários países para onde foram espalhados para uma terra restaurada, onde a verdadeira adoração será restabelecida e ídolos não serão mais adorados (vv. 40-44).
Apesar da repetida apostasia de Israel no passado bem como nos dias de Ezequiel, Deus permanece fiel a seu povo. Na verdade, Ele tem grandes planos para a sua futura restauração.
A longanimidade e a paciência de Deus para com o ser humano é vista claramente em Seu trato com o rebelde povo de Israel. Ele não lida conosco como merecemos, pelo contrário, trata-nos com amor, porque esta é a Sua natureza.
Chawngdinpuii Chawngthu
Universidade Adventista Spicer
Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/20/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 20
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Este capítulo chave reconta a misericórdia e fidelidade divinas em meio à rebelião de Israel e provê a base para o julgamento de Deus. Andrews Study Bible.
3 juro pela Minha vida. Juramento divino que revela a intenção inalterável de Deus. Bíblia NVI Vida.
Vós não Me consultareis. Deus nunca retém a luz do inquisidor honesto; mas, se este se recusa a andar na luz revelada, é presunção pedir mais luz. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 708.
4 Julgá-los-ei? O conteúdo deste capítulo é como um processo jurídico contra a nação, no qual as acusações seguem o curso da história nacional. … A data do discurso seria por volta de julho de 591 a.C. (v.1), quatro anos antes da destruição de Jerusalém. Bíblia Shedd.
6 terra onde mana leite e mel. Sua verdadeira beleza achava-se em ter sido selecionada para ser habitação de Deus (Dt 12.5,11). Bíblia NVI Vida.
8 rebelaram-se contra Mim. A história não menciona diretamente essa revolta no Egito. Contudo, a propensão do povo para os costume idólatras do Egito confirma isso (ver Js 24.14; cf PP 259). Quando chegou a oportunidade para sair do Egito, muitos relutaram em fazê-lo. CBASD, vol. 4, p. 708.
11. Viverá por eles. Deus esperava que a obediência fosse motivada pelo amor e por uma apreciação inteligente do caráter divino. CBASD, vol. 4, p. 708.
12 sábados como sinal. A observância do sábado por Israel tinha por finalidade servir de sinal de que era o povo santo de Deus (ver Êx 31.13-17). Ezequiel ressalta o sábado (v. 22.8,26; 23.38; 44.24; 45.16; 46.30) da mesma maneira que Jeremias (Jr 17.19-27; cf Ne 13.17-18). Bíblia NVI Vida.
O sábado é, com frequência, citado como um exemplo importante que representa a lei inteira (22.8, 26; 23.38; 44.24; cf Ne 13.18; Is 56.2,4,6; Jr 17.19-27). Bíblia de Genebra.
Isto não significa que o sábado foi instituído no Sinai, pois existia desde a criação (Gn 2.1-3); mas foi ali ordenado novamente. … As pessoas podem arrazoar que os propósitos salutares do sábado poderiam ser alcançados em qualquer outro dia. Contudo, Deus especificou um dia determinado e ordenou que fosse santificado e conservado livre de empreendimentos mundanos e prazeres pessoais (Is 58:13). CBASD, vol. 4, p. 708.
13 profanaram. Pela não observância do repouso sabático (v. Jr 17.21-23), ou por não o observarem segundo o modo e o espírito pretendido por Deus (v. Am 8.5). Bíblia NVI Vida.
20 sinal. Houve uma época na qual as autoridades inglesas exigiam que os que vinham receber seus vencimentos de auxílio por desemprego tinham que comparecer cada dia num dia e horário diferentes, como prova de que não assumiram outros interesses. Da mesma forma, o estar sempre disponível para as coisas de Deus, no dia de descanso marcado, é um sinal de que o homem não se deixou iludir pelos prazeres e ambições do mundo, tais como usar este dia para passeios, para horas extras de serviço, ou para tagarelices vãs entre os familiares e o vizinhos. Bíblia Shedd.
O sábado … devia conservar Deus sempre na lembrança (ver PR, 182). Se o sábado tivesse sido lembrado como Deus planejou, os pensamentos e as afeições do ser humano teriam sido levados ao Criador como objeto de reverência e adoração, e nunca teria havido um idólatra ou ateu. CBASD, vol. 4, p. 709.
26 o que abre a madre. O primogênito, que os pagãos sacrificavam a Moloque e a Baal como oferta queimada. Bíblia Shedd.
29 lugar alto. Heb bamah, que significa qualquer lugar ao ar livre usado como santuário da idolatria. No versículo há um trocadilho, pois ba’ significa “vir” e mah “que?”. Bíblia Shedd.
32 como as nações. A tentação de perder seu caráter incomparável estava sempre diante de Israel (v. 1Sm 8.5). Bíblia NVI Vida.
O profeta desvenda as aspirações secretas dos que o consultam e diz categoricamente que suas ambições não serão alcançadas. … Talvez acreditassem que, se eles estivessem nas mesma condição dos pagãos, tendo responsabilidade menores, Yahweh os deixaria em paz. … Deus lida com as pessoas segundo a luz e os privilégios que receberam. Ele não retira esses privilégios nem abandona facilmente aqueles para quem planejou um elevado destino. O que ele planeja e executa é para o bem dos envolvidos, como eles próprios, por fim, vão admitir. CBASD, vol. 4, p. 709.
35. deserto dos povos. O exílio entre as nações seria, para Israel, igual a uma volta ao deserto pelo qual já viajara a caminho da terra prometida (v. Os 2.14). Bíblia NVI Vida.
37 passar debaixo do Meu cajado. Uma figura que representa o pastor que conta e separa seu rebanho (Lv 27:32; Jr 33:13). CBASD, vol. 4, p. 711.
39. Cada um sirva. Ver Js 24:15. Se depois de advertidas, as pessoas ainda se recusam em obedecer, não há nada mais que Deus possa fazer. A coerção é contrária ao caráter divino. Portanto, ele não as impede de servir aos ídolos. CBASD, vol. 4, p. 711.
40 Santo Monte. Jerusalém, especialmente a área do templo. Bíblia Shedd.
O remanescente fiel adoraria no santo monte de Deus. A glória da graça de Deus é que ele trata conosco com misericórdia e não segundo os nossos pecados merecem (20.44; Ed 9.13; Jó 33.27; Sl 103.10; Lm3.22-23, 31-33). Bíblia de Genebra.
43 terão nojo de si mesmos. Arrependimento total (v. 6.9; 16.63; Lc 15.17-19). Bíblia NVI Vida.
Este é o sinal de que a pessoa está verdadeiramente arrependida. … A aversão pelos próprios pecados é um dos antídotos mais eficientes contra uma posterior repetição deles. A razão pela qual se recorre tão repetidamente aos mesmos erros é que não se tem tristeza pelos pecados. CBASD, vol. 4, p. 711.
44 não segundo. A salvação é e sempre será uma dádiva imerecida. A conduta ímpia só merece a morte. CBASD, vol. 4, p. 712.
45 veio a mim. Na Bíblia hebraica, os v. 45 a 49 formam a abertura do capítulo 21. … As palavras “volve os rosto” (v. 46) parecem ligar esta seção ao cap. 21, pois a mesma frase ocorre em 21:2. CBASD, vol. 4, p. 712.
46 para o sul. Em direção a Judá e Jerusalém, objeto de todas as profecias de Ezequiel nesses capítulos. Qualquer invasão babilônica atravessaria a Palestina de norte a sul (v. 26.7). Bíblia NVI Vida.
47 acenderei em ti um fogo. Linguagem figurada comum em referência a forças invasoras. Bíblia de Genebra.
toda árvore verde. Isto é, pessoas de todas as classes, toda a população. CBASD, vol. 4, p. 712.
do Neguebe até o norte. Expressa totalidade e não direção, significando toda a nação, de fronteira a fronteira. Bíblia NVI Vida.
48 não se apagará. O fogo seria tão feroz que ninguém poderia extingui-lo. Portanto, arderia até completar sua obra de destruição. CBASD, vol. 4, p. 712.
49. proferidor de parábolas. Ezequiel ressente-se do fardo de ser considerado falso profeta, cujas predições nunca se cumprem [ver tb. Jn 3.10-4.3]. Bíblia Shedd.
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Comentário devocional:
Existe uma tendência humana para nos compararmos – e as circunstâncias que nos cercam – com os outros. E quando fazemos isto, temos a tendência de nos vermos como melhores do que os outros. Somos tentados a pensar em termos de “nós” em oposição a “eles”. E tendemos a nos colocar no topo, especialmente quando achamos que somos abençoados e outros não.
Os vinte e cinco líderes de Judá que Ezequiel viu avaliaram a sua situação em Jerusalém como muito melhor que a de seus compatriotas que estavam no exílio. Afinal, eles estavam na Cidade Santa, a cidade de Davi , e os exilados estavam longe, vivendo em cativeiro. Parecia, pelas aparências, que aqueles que tinham a liberdade de andar pelas ruas de Jerusalém tinham o favor de Deus (“nós somos a carne”, a parte boa do sacrifício, v. 3) e os que estavam na Babilônia, não. Foram julgados por Deus e receberão a Sua ira.
Quando você está convencido de que está certo e Deus clareia o seu entendimento, mostrando que você está errado, isto pode ser um grande choque. Esta inversão da maneira de pensar aparentemente foi um choque para Ezequiel. Ele pede enfaticamente: “Ah! Soberano Senhor! Destruirás totalmente o remanescente de Israel?” (v. 13). Em outras palavras: “Se essas pessoas que estão em Jerusalém estão enfrentando julgamento, que se dirá de nós? Teremos alguma chance?”
A mensagem de Deus através de Ezequiel é preocupante. Aqueles que estavam em rebelião contra Ele ou que cultivavam uma religião apenas passiva receberiam o julgamento de Deus. A glória de Deus havia abandonado aqueles que professavam ser algo que não eram e sua situação parecia muito sombria.
Mas – e isso é muito importante – a glória de Deus não os havia deixado completamente. A sentença contra essas pessoas não significava o fim do povo de Deus. Um remanescente sempre existiu. Havia um remanescente dos fiéis de Deus (alguns em Babilônia e outros em Judá) e, em pouco tempo, eles iriam experimentar a restauração.
Note que quando a Shekinah, a glória da presença de Deus, fez o Seu caminho para fora do Templo e de Jerusalém, fez uma última parada (v. 22, 23) acima da montanha que fica a leste da cidade. Essa elevação, mais tarde conhecido como o Monte das Oliveiras, não é apenas o lugar onde Jesus se reuniria com seus discípulos para orar, mas é o lugar onde Jesus subiria ao Céu, depois de Sua ressurreição. É o lugar onde, quando Ele voltar com o seu povo depois do milênio, Seus pés irão tocar novamente a terra e o monte se dividirá em dois, abrindo um lugar para a Nova Jerusalém descer (Zc 14:4 e O Desejado de Todas as Nações, p. 829).
Assim como no tempo de Ezequiel, hoje também existem aqueles que presumem ter a salvação por uma religião formal ou professam uma coisa enquanto vivem outra. Mas existe ainda um remanescente. Para estes, a salvação só é recebida por ter a glória de Deus, a Sua presença, no templo de seu coração.
Jesus está ansioso para residir em seu coração e libertar você do pecado. Você vai convidá-lo a entrar? Se você o fez, isto é uma ótima notícia! Louvado seja o Senhor!
Pr. Eric Bates
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/11/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 11
Comentário em áudio
Filed under: Amor de Deus, fidelidade de Deus | Tags: cuidado de Deus, fidelidade
Comentário devocional:
No capítulo final do livro de Lamentações, uma oração sobe ao céu. A súplica: “Lembra-Te” (v. 1) demonstra apego a Deus. No sofrimento que se seguiu à destruição de Jerusalém e do seu templo, na escuridão que parecia separar os sobreviventes do Senhor, alguém disse: “Lembra-Te”.
Jeremias conhece a Escritura. Ele sabe que quando Deus se lembra, coisas acontecem para o seu povo (cf. Gn 8:1; 19:29; 30:22; Ex 2:24; 6:5). A miséria da catástrofe é equilibrada pela eternidade do Senhor: “Tu, Senhor, reinas para sempre.” (v. 19 NVI).
O tempo de Deus é certo; Sua justiça é transformadora; Sua paciência é eterna. Ele não pode Se esquecer (v. 20), porque Ele nos ama como uma mãe que cuida de seu bebê (Is 49:14, 15). Mas é só Ele que pode nos transformar. ” Restaura-nos para ti, Senhor”, escreve Jeremias: “renova os nossos dias como os de antigamente” (v. 21 NVI).
No meio de nossas lutas particulares e em nossos momentos pessoais de escuridão, Lamentações nos lembra que Deus não está ausente. Ele está ao nosso redor. Sua disciplina é sempre transformadora; Sua paciência e longanimidade são eternas (Ex. 34:6, 7); Deus, na verdade, está ansioso de vir ao nosso socorro!
“Lembre-se” hoje, da bondade de Deus e da salvação que Ele oferece gratuitamente a todos.
Gerald A. Klingbeil
Universidade de Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/lam/5/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Lamentações 5
Comentário em áudio
Filed under: Amor de Deus, profecias | Tags: biblia, Palavra de Deus, profetas
Comentário devocional:
Jeremias teve um longo ministério, de cerca de 44 anos, dos dias de Josias até os últimos dias do Rei Zedequias, que reinou 11 anos. Os últimos dias registrados de Jeremias ocorreram depois da morte de Nabucodonosor. Em seu ministério Deus lhe mostrou a condição do povo de Deus, antes e depois do exílio. Apesar de suas advertências e admoestações, as pessoas continuaram rebeldes e desobedientes, para grande frustração do profeta e de Deus.
Neste capítulo, Deus falou com Jeremias em 605 aC, pouco antes da primeira invasão de Nabucodonosor (v. 1). Este era o sétimo ano de serviço de Jeremias para o Senhor. O profeta deveria escrever em um rolo todas as profecias e as mensagens que Deus lhe havia dado até aquele dia (v. 2). A vontade de Deus era que quando o rolo fosse lido perante o rei e seus príncipes, que todos se arrependessem, para que, assim, o Senhor perdoasse “a iniqüidade e o pecado deles” (v. 3, NVI).
Deus revelou uma mensagem a Jeremias, que ditou a Baruque, seu escriba (v. 4). Baruque, então, foi enviado para ler a mensagem na casa do Senhor no dia do jejum, quando muitas pessoas de toda Judá estariam em Jerusalém (v. 6-9).
Apesar de participarem do jejum, o coração do rei, dos líderes e de todo o povo estava endurecido. Baruque leu as palavras do Senhor à entrada da porta da casa do Senhor (v. 10). Alguns dos príncipes não estavam lá, mas Micaías, filho de Gemarias, estava e ouviu as palavras do Senhor (v. 11).
Micaías foi até a “câmara do escriba” e contou aos príncipes o que Jeremias havia dito (v. 13). Então eles mandaram o jovem Jeudi pedir que Baruque fosse até eles e lhes lesse o livro (v. 14, 15). Todos ficaram chocados com as palavras do Senhor através de Jeremias e “entreolharam-se com medo” (v. 16 NVI). Eles estavam convencidos de que Baruque e Jeremias estavam no caminho certo, e pediram que eles se escondessem (v. 19).
Em seguida, Jeudi foi convidado pelo rei para trazer e ler o livro perante ele (v. 21). O rei estava se aquecendo diante do fogo porque era inverno (v. 22). A medida de ouvia a mensagem, o rei, com uma faca, cortava o trecho lido do rolo e jogava a Palavra de Deus no fogo (v. 23). Entretanto, “O rei e todos os seus conselheiros que ouviram todas aquelas palavras não ficaram alarmados nem rasgaram as suas roupas” (v. 24 NVI). Ninguém é tão surdo como aquele que se recusa a ouvir.
O rei ordenou a seu próprio filho e seus amigos prenderem Jeremias e Baruque “mas o Senhor os tinha escondido” (v. 26).
Deus falou para Jeremias produzir uma outra cópia de seu texto através de Baruque, o escriba (vs. 28, 32). Deus acrescentou ao texto anterior palavras extras a respeito da punição do rei e dos seus servos, bem como dos seus descendentes.
Nosso Deus usou homens e mulheres capazes para escrever Sua Palavra e tudo que escreveram é historicamente correto. Seus textos apelavam para o arrependimento do povo e demonstravam a paciência de um amoroso Deus. Deus tenta, de diferentes maneiras, que todos se convertam. A punição divina é consequência direta das ações dos homens.
“Querido Deus, permita que não estejamos rasgando e queimando a Sua Palavra através do nosso desprezo e nossas más ações. Ao ouvirmos os Seus apelos que possamos nos colocar em harmonia com Seu plano divino. Salva-nos de nós mesmos, Senhor. Amém”.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/36/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 36
Filed under: Amor de Deus, correção, Israel, pecado | Tags: escolhas, obediência, salvação
Comentário devocional:
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/