Reavivados por Sua Palavra


Mateus 26 by jquimelli
27 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: comunhão, equilíbrio, Israel, submissão | Tags: , ,

Comentário devocional:

Mateus 26 discorre sobre as horas finais da vida terrena de nosso Senhor. Neste capítulo encontramos a conspiração para matar Jesus, a Páscoa, a Ceia do Senhor, a traição e prisão de Jesus e a negação de Pedro. O simbolismo da Páscoa e da Ceia do Senhor são altamente familiares, portanto, vamos nos concentrar na dinâmica da conspiração para matar a Jesus.

Durante os mais de três anos de ministério público de Jesus, os líderes religiosos O haviam testado de todas as formas, mas não haviam conseguido enganá-lo ou apanhá-lo em contradição. Jesus viveu uma vida de inquestionável pureza moral e, no entanto, os sacerdotes e líderes religiosos, os autoproclamados guardiões da teologia e da moralidade judaica, fazem planos para matá-Lo, um homem inocente. Eles procedem deste modo porque Jesus foi percebido como uma ameaça ao poder deles sobre as pessoas. Que contrassenso! Os professores da moralidade divinamente revelada serem moralmente tão corrompidos!

Quando a religião torna-se uma ferramenta para o auto-engrandecimento e o poder, estabelece-se uma identidade ideológica que o seu possuidor se dispõe a defender ferrenhamente. Neste ponto, essa identidade se torna mais dominante na tomada de decisão moral do que a realidade ou mesmo a revelação divina. Qualquer ameaça a essa identificação será recebida com resistência feroz. O ensinamento de Jesus acerca do poder pessoal de que o maior deveria tornar-se servo é totalmente oposto a essa teologia e ética que favorece a dominação. 

Os ensinos e exemplo de Jesus seriamente desafiou a identidade sacerdotal como peritos revestidos de autoridade do céu, com poder sobre o povo. Para esses líderes religiosos, preservar a sua imagem como líderes espirituais e suas estruturas institucionais era tão importante que justificava o uso de todos os meios possíveis, morais ou imorais. 

Ao enfrentarmos discussões desafiadoras na igreja, devemos ser cuidadosos para que a identidade pessoal e empresarial não substitua o espírito dócil, que busca fazer a vontade do Senhor, qualquer que seja o custo. 

Somente a comunhão diária e a submissão de todos os aspectos de nossa vida ao Salvador nos permitirão colocar os conceitos e valores do reino de Deus acima dos nossos, para a Sua glória e a salvação de muitos. 

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul

 

Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/26/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Mateus 25 

Comentário em áudio 



Lamentações 4 by jquimelli
26 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, restauração | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Panelas de barro não são feitas para cair. Lembro-me, como se fosse hoje, quando uma das minhas filhas, ainda jovem, carregava uma pilha perigosamente instável de pratos de porcelana em direção à nossa pia da cozinha. Quando pensei em lhe advertir do perigo, já era tarde demais. O prato que estava em cima começou a se mover e, deslizando, caiu e quebrou-se no chão da nossa cozinha.

A argila é um material maravilhoso. Um oleiro habilidoso pode fazer nela desenhos incríveis e depois de endurecidos pelo fogo podemos usá-los como pratos, copos ou vasos por muito tempo, anos até. No entanto, se sofrerem um só tombo os objetos de cerâmica se quebram.

Jeremias e os outros sobreviventes da queda de Jerusalém devem ter se sentido como potes de barro quebrados. “Como os preciosos filhos de Sião, que antes valiam seu peso em ouro, hoje são considerados como vasos de barro, obra das mãos de um oleiro!” (v. 2 NVI). O sentimento de satisfação de fazer parte de uma cidade conhecida como o “povo escolhido de Deus”, tudo isto desapareceu quando a cidade e o templo arderam em chamas.

Como podemos sobreviver quando o tapete debaixo dos nossos pés é retirado? Depois de uma situação trágica assim, como podemos recuperar o nosso verdadeiro valor? Há apenas um caminho: precisamos correr para os braços do nosso Criador que cuidou tão profundamente de nós a ponto de se tornar um de nós e morrer em nosso lugar! 

Paulo também utiliza esta figura de vasos de barro em 2 Coríntios 4:7: “Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós” (NVI). Não é o vaso, o utensílio, que é essencial – é o seu conteúdo, Cristo em nós.

Descubra a sua verdadeira identidade e valor caminhando diariamente com o Senhor, mesmo que hoje você esteja passando por um vale escuro. 

Gerald A. Klingbeil
Universidade Andrews, USA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/lam/4/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Lamentações 4 

Comentário em áudio 




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