Reavivados por Sua Palavra


Mateus 12 by Jeferson Quimelli
13 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: amor, Amor de Deus, descanso, sábado | Tags: , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo, Jesus está ensinando e ministrando ao povo na sinagoga, especificamente aos fariseus. Os fariseus não estão abertos aos Seus ensinamentos e O estão testando. Jesus diz que é “é permitido fazer o bem no sábado” (v. 12 NVI) Ele está falando aos fariseus na linguagem que eles entendem. Aos judeus tinham sido dados os Dez Mandamentos e os livros de Moisés. Havia também “tradições” que acompanhavam essas leis e às pessoas comuns tinha sido ensinado que deveriam seguir estas tradições para o bem de sua fé. Aos olhos dos fariseus, Jesus estava abertamente quebrando o sábado. Ele estava “fazendo um trabalho” em um dia de descanso.

Jesus e os discípulos tinham ministrado às pessoas e estavam com fome. Ao entrarem em um campo, arrancaram espigas e as comeram. Jesus curou um homem com uma mão deformada e expulsou um demônio de um homem. Todas essas ações foram consideradas como impróprias para o sábado pelos fariseus. Eles estavam cegos de raiva a respeito de Jesus e tão focados na rigidez de suas regras que perderam a bela mensagem de amor e deixaram de perceber a importância dos milagres de Jesus e o poder do Messias.

Não conseguimos imaginar Jesus falando aos discípulos: “Se vocês tivessem realmente se preparado para este dia, teriam trazido comida consigo! Vocês deveriam ter trazido com vocês um bocado de pão embalado na sexta-feira!” Não, Ele não disse isso. Ele deixou-os colher as espigas do cereal, provavelmente milho. O foco não estava na “atividade ou trabalho”, mas na missão e na intenção. 

Quando os fariseus criticaram Jesus por ter expulsado o demônio, acusando-O de trabalhar para Satanás, Jesus disse: “Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá. Se Satanás expulsa Satanás, está dividido contra si mesmo. Como, então, subsistirá seu reino?” (vv 25, 26, NVI).

A tradição, às vezes, pode ser um obstáculo entre nós e Deus. De acordo com Jesus, o foco não está em regras e formalidades, mas no amor na prática. Devemos “Amar ao Senhor com todo nosso coração e amar ao próximo como a nós mesmos”.  

Se desenvolvermos um relacionamento íntimo com Deus e permitirmos que o Seu Espírito trabalhe através de nós, seremos como Jesus e praticaremos obras de amor. Peçamos a Deus que nos conceda esta experiência. 

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Mateus 12

Comentário em áudio  



Mateus 7 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli

1 não julgueis. Não se proíbe o uso de critérios sãos. O que é proibido é o espírito de crítica, que aumenta o erro alheio. Bíblia Shedd.

Jesus se refere em em especial ao fato de julgar as intenções de outra pessoa, não ao fato de julgar se seus atos são certos ou errados. … Jesus não se refere à percepção da qual o cristão deve distinguir o certo e o errado (Ap 3:18; cf. T5, 233), mas sim ao hábito da crítica e da censura, em geral, injusta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol 5, p. 369.

3 cisco … viga. Exemplo de hipérbole nos ensinos de Jesus. … Seu propósito é deixar uma lição bem clara. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 trave. O cristão que descobre o erro do irmão irá corrigi-lo “com espírito de brandura” (Gl 6:1), considerando que ele próprio pode ter sido tentado e pode ter caído naquele mesmo ponto, ou pode cair no futuro. CBASD, vol 5, p. 369.

5 verás claramente. Somente quando a pessoa está disposta a sofrer, se preciso for, para ajudar um irmão errante, ela deixa de ser cega para ajudá-la. CBASD, vol 5, p. 370.

6 o que é santo. O obreiro do evangelho não deve perder tempo com aqueles que “só fariam do evangelho um objeto de contenção e ridículo”. CBASD, vol 5, p. 370.

7 pedi. Esta passagem nos encoraja a sermos persistentes em buscar a Deus e Ele nos dará todas as dádivas que Ele sabe que precisamos. Andrews Study Bible.

12 Longe de pagar o mal com o mal, devemos fazer o bem a todos. Foi assim que Deus respondeu à rebelião dos homens oferecendo-lhes a salvação pela graça (Ef 2.8, 9).  Bíblia Shedd.

Apenas aqueles que fazem da regra áurea sua lei para a vida e a praticam podem esperar ser admitidos no reino da glória. A atitude para com  o próximo é um indicativo infalível da atitude para com Deus (ver 1Jo 3:14-16). … A regra áurea toma o egoísmo supremo (o que gostaríamos que os outros nos fizessem) e o transforma em suprema abnegação (o que devemos fazer para os outros). Essa é a glória do cristianismo. CBASD, vol 5, p. 371.

esta é a Lei. Cristo nega de forma enfática que o princípio apresentado na regra áurea seja algo novo; é a própria essência da lei, dada por Moisés (a Torah), e o que os profetas escreveram; em outras palavras, todo o AT. … Quem atribui a lei do amor apenas ao NT, e relega o AT ao esquecimento, como um sistema religioso obsoleto, critica o Mestre, que declarou especificamente que não veio para mudar os grandes princípios contidos na “Lei” e nos “Profetas”. … Todo o Sermão do Monte, de Mateus 5:20 a 7:11 ilustra essa grande verdade. CBASD, vol 5, p. 371.

13, 14 porta estreita. Jesus chama o caminho do céu de “porta estreita” ou “caminho apertado” … porque na prática muito poucas pessoas renunciam ao eu-próprio para procurar a Deus.  Bíblia Shedd.

15 falsos profetas. Um verdadeiro profeta é aquele que fala no lugar de Deus. Um falso profeta é alguém que finge estar falando no lugar de Deus, quando na realidade fala apenas dos pensamentos pervertidos de seu próprio coração. CBASD, vol 5, p. 372.

22 profetizamos. No NT, esse verbo significa em primeiro lugar transmitir uma mensagem da parte de Deus, não necessariamente uma predição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos milagres. As Escrituras deixam claro que a realização de milagres não é em si eidência conclusiva de que o poder divino está em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada à semelhança divina (ver DTN, 406, 407).  CBASD, vol 5, p. 373.

25 ventos. Os “ventos” da tentação e das provas (DTN, 314), ou os ventos dos falsos ensinos que tendem a retirar a pessoa do firme fundamento da fé (Ef 4:14).  CBASD, vol 5, p. 374.

edificada sobre a rocha. Isto é, sobre os ensinamentos de Cristo. neste caso particular, os ensinos do Sermão do Monte (v. 24).  CBASD, vol 5, p. 374.

26 homem insensato. “Insensato” porque não fez o que sabia que deveria ser feito (comparar com o homem sem a veste nupcial [Mt 22:11-13] e com as cinco virgens néscias [Mt 25:2, 3]).  CBASD, vol 5, p. 374.

sobre a areia. Aquele que não dá ouvidos ao evangelho constrói sobre a instável areia do eu, sobre seus próprios esforços (MDS, 152) e sobre teorias e invenções humanas (DTN, 314).  CBASD, vol 5, p. 375.

29 Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não por meio de dogmas, mas com Sua própria autoridade, em vez de citar expositores anteriores da lei, como faziam os rabis. Observe o uso frequente nos evangelhos da expressão “em verdade vos digo”. … O ensino dos escribas era dogmático e baseado em tradições dos anciãos. No método de Cristo havia poder vivificante, bem como nas verdades que apresentava, em contraste com o formalismo morto dos ensino dos escribas.  CBASD, vol 5, p. 375



Zacarias 2 by Jobson Santos
16 de outubro de 2014, 0:12
Filed under: Amor de Deus | Tags: , , , , ,
Comentário devocional:

“Que quadro maravilhoso do plano de Deus para o Seu povo!” Na visão de Zacarias 2, o Senhor deu a garantia de que seu plano para Jerusalém de ser o grande centro de Sua obra redentora para o mundo ainda era possível. As 70 semanas de anos proféticos dadas para os Judeus cumprirem os propósitos de Deus (ver Daniel 9:24.) tinha apenas começado. Zacarias proclamou o convite divino ao seu povo que havia sido espalhado para que saíssem de Babilônia e retornassem a Jerusalém.

Diversas denominações ensinam que essa visão e outras que Zacarias teve devem ser cumpridas pelos Judeus na Palestina. Eles ignoram as palavras pronunciadas por Cristo quando chorou sobre Jerusalém, “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos”. Ignoram também as declarações de julgamento de Cristo, quando disse: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta” “Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos” (ver Lucas 19:42; Mateus 23:37, 38, ARA; 21:43, ARA).

“Os propósitos do Senhor para o seu povo tem sido sempre os mesmos. Ele deseja conceder aos filhos dos homens as riquezas de uma herança eterna. O seu reino é um reino eterno. Quando aqueles que optam por tornarem-se súditos obedientes do Altíssimo forem finalmente salvos no reino da glória, o propósito de Deus para a humanidade terá sido cumprido” (Ellen White, Bible Commentary, vol. 4, p. 1.177).

Este capítulo contem profecias belíssimas. “Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho e habitarei no meio de ti, diz o SENHOR. Naquele dia, muitas nações se ajuntarão ao SENHOR e serão o meu povo; habitarei no meio de ti, e saberás que o SENHOR dos Exércitos é quem me enviou a ti” (Zac. 2:10, 11, ARA). Estes versos se cumpriram quando Jesus viveu em meio a humanidade. O ajuntamento de muitas nações ao redor do Senhor se deu quando os discípulos levaram o conhecimento de Cristo aos gentios e estes aceitaram o evangelho. Contudo, essas profecias gloriosas encontrarão realização completa na Nova Jerusalém de Deus, quando pessoas de muitas nações habitarão na presença de Jesus.

Alegremo-nos pelo amor que o Senhor tem por nós e pelos planos gloriosos que Ele tem para todos os que o aceitam como Senhor de suas vidas. Tomemos a firme decisão de pertencermos ao reino de Cristo e de cumprirmos a missão de pregar o evangelho que o Senhor nos deixou. Amém.

David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/2/

Traduzido por JDS

Texto bíblico: Zacarias 2

Comentário em áudio

 


Jonas 4 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Não é interessante o fato do grande evangelista Jonas desejar o mal das pessoas que ele havia chamado ao arrependimento? Ele não somente se retirou para as colinas, mas ele  ficou argumentando com Deus de que Ele deveria ser mais implacável. Jonas realmente ficou muito indignado por causa das misericórdias do Senhor! É interessante notar no verso 2 que a causa da fuga de Jonas em direção a Társis não tinha sido o medo da crueldade dos ninivitas, mas o medo de que Deus se compadecesse deles e não os destruísse!

Jonas estava muito irritado. Ele tinha suas próprias ideias preconcebidas de como Deus deveria agir! Em seguida, ele quis morrer porque as coisas não estavam acontecendo de acordo com o seu plano pessoal.

Quantos de nós agem desta mesma maneira? “Deus, eu preferiria morrer do que submeter-me à Tua vontade!” E note: nós não estamos falando de um homem em seu leito de morte e cheio de dor;  estamos olhando para a vida de um irritadiço e insensível profeta, que estava emburrado porque Deus não destruiu os ninivitas como ele queria! Ele queria moldar Deus à sua própria imagem e semelhança!

Mas vejamos o lado bom. Através de todos os quatro capítulos, Jonas continua a falar com Deus. O profeta discute com Deus, fica irritado com Deus, e o livro termina com Deus ainda falando com ele – apesar da raiva, maldade e falta de compaixão de Jonas para com as cento e vinte mil pessoas na cidade.

Que grande lição para você e para mim: mantenhamos sempre abertas as linhas de comunicação com Deus e Ele as manterá abertas conosco! Quando você ficar desapontado ou com raiva de Deus, Ele prefere que você fale isso para Ele e não que fique calado. Cortar a comunicação é a ferramenta número um da estratégia do Diabo.

O desfecho do livro de Jonas pode parecer estranho a menos que o olhemos do ponto de vista do incrível amor, da graça e longanimidade de Deus para com Suas criaturas.

Que Deus amoroso é este a quem servimos! Devemos acordar todas as manhãs e agradecê-Lo por Sua graça para conosco.

Mantenha sempre a comunicação e os louvores fluindo em direção a Deus. Afinal, Ele tem planos de salvar muitas pessoas através de sua vida de dedicação e serviço ao próximo.

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jon/4/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jonas 4 

Comentário em áudio



Amós 7 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Este capítulo apresenta três das cinco visões de Amós a respeito dos juízos que cairiam sobre Israel (vv. 1-9), assim como o confronto do profeta com Amazias, o sacerdote de Betel (vv. 10-17).

O primeiro juízo é a fome (v.1). “Gafanhotos”, como instrumentos da ira divina, vieram sobre a terra para destruir a sua beleza e seus frutos trazendo carestia e fome aos habitantes. Deus é longânimo para com as pessoas, mas não para sempre; especialmente quando se trata de grandes iniquidades. No entanto, o juízo veio misturado com a misericórdia de Deus. Os insetos comeram apenas o último crescimento da grama, que é de pouco valor em comparação com o primeiro.

Observe que as misericórdias que Deus continua a nos dar são mais numerosas e mais valiosas do que aquelas que Ele tira de nós. Isso deve nos tornar mais submissos em gratidão à Sua vontade quando decepções vierem.

Vendo a terrível obra dos gafanhotos, Amós intercede em favor de Israel (v. 2). Os profetas sempre oraram por aqueles a quem profetizaram, e, assim, mostraram que, apesar de denunciarem o pecado das pessoas, não tinham prazer na sua destruição.

A próxima visão, o julgamento pelo fogo (v.4) mostra que Deus tem muitas maneiras de humilhar uma nação pecadora. Esse fogo abrasador sobre a plantação seca, trazida por Deus, fez coisas terríveis; e ainda consumiu os reservatórios profundos de água, deixando claro que nada pode interromper as visitações de Deus.

Mais uma vez, o profeta intercedeu em favor dos pecadores. Ele reconheceu que Israel havia se tornado mais humilde diante dos castigos anteriores. Então, devido a intercessão profética, o Senhor postergou os Seus juízos.

A terceira visão, do fio de prumo (v.7), nos lembra que Israel era como uma parede forte que o próprio Deus havia construído. Mas agora Deus está em cima do muro com um fio de prumo, para medi-la e trazer juízos sobre ela porque não estava à altura de Suas expectativas. A punição seria certa. Observe que virá um tempo quando aqueles que foram poupados logo não mais o serão.

Apesar da  intercessão de Amós em favor de Israel, este continuou em pecado. Além disso, perseguiu o profeta. Amazias, o sacerdote-chefe da adoração do bezerro em Betel, queixou-se ao rei Jeroboão sobre o profeta, sem mencionar a sua oração de intercessão por eles. Note-se que os que mais fingem ter santidade são geralmente os piores inimigos de quem está realmente santificado.

Amos profetizou/fez aquilo que Deus o designara a fazer (vv. 14,15). Ele testemunhou que Deus o chamara enquanto era apenas um pastor, não para temer o homem, mas fazer a Sua vontade. Suas habilidades vinham de Deus (v. 12). Ele era um profeta, e não por profissão ou modo de ganhar a vida com isso, mas foi chamado para honrar a Deus, servir as pessoas, e fazer o bem.

Amós condena Amazias por denunciar os juízos de Deus (vv. 16,17). Quando Amazias ordenou que Amós ficasse em silêncio, o profeta profetizou contra sua esposa e seus filhos. Sua mulher seria tratada como uma prostituta; seus filhos e suas filhas seriam mortos pela espada de guerra; e o próprio Amazias viveria para ver isso e, em seguida, seria levado cativo para morrer em uma terra estrangeira. Amazias havia ensinado o povo a adorar ídolos e por isso o Senhor o destruiria por seus pecados. 

As interações de Deus com o seu povo nos mostram que Ele é muito paciente, mas não tolera o pecado. O dia do acerto de contas chegará para todos nós, por isso peçamos a Deus que nos ajude a vivermos em harmonia e fazermos as pazes com Ele no dia que se chama hoje.

Deepati Vara Prasad, Ph.D.

Watchman Publishing House, Índia



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/7/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Amós 7 

Comentário em áudio  



Oséias 14 by Jeferson Quimelli
9 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, Deus, Israel | Tags:

Comentário devocional:

Deus está pronto a aceitar o verdadeiro arrependimento de Israel e seu retorno a Ele. Portanto, através do profeta Oséias, Ele diz: “Volta, ó Israel, para o Senhor, teu Deus, porque, pelos teus pecados, estás caído” (14:1 ARA). 

Deus quer ouvi-los dizer: “Por favor, retira a nossa iniquidade, e aceita-nos de volta. Então Lhe ofereceremos o fruto de nossos lábios” (14:2, Septuaginta; Is 57:19). O fruto dos lábios significa confissões do pecado aceitáveis a Deus, o oposto de “lábios incircuncisos” (Êxodo 6:12 ACF,NKJV). 

“Nós não confiaremos mais na Assíria. Nem confiaremos novamente nos cavalos e carros do Egito. Cessaremos de adorar ídolos. Então, receberemos a misericórdia de Deus quando não dependermos da Assíria, Egito, e ídolos “(Oséias 14:3, versão do autor). Este é o momento em que o Senhor curará e abençoará Israel e com alegria amará o retorno de seu povo pródigo (14:4). 

O Senhor utiliza então uma série de exemplos muito próprios a um país agrícola para demonstrar seu crescimento, segurança e prosperidade. Se Israel fosse uma planta, Deus lhe daria a umidade através do orvalho. Israel floresceria como o lírio, e espalharia as suas raízes como o cedro do Líbano (14:5). Os seus ramos se espalhariam, e sua beleza seria como uma oliveira (14:6). Israel seria cuidado como se fosse um valioso campo de grãos ou uma vinha especial (14:7). 

Se Efraim (Israel) reconhecesse que não tinha mais nada a ver com os ídolos, Deus, então, responderia às suas confissões e eles dariam o seu fruto por estarem ligado ao Senhor, imponente e frondosa árvore” (14:14). Então o profeta Oséias faz um apelo final aos seus leitores e ouvintes: “Quem é sábio, que entenda estas coisas; Quem é prudente, que as saiba, porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão.” (14:9 ARA). 

Confiemos em Deus e não decepcionemos Aquele que anseia fortemente pelo o retorno de Seus filhos!

Yoshitaka Kobayashi, PhD
Japão

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/14/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Oséias 14 

Comentário em áudio



Oseias 12 by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, arrependimento | Tags: , , ,

Comentário Devocional

Aos olhos de Deus o Israel do norte estava se alimentando com o vento e perseguindo o vento leste prejudicial e escaldante, buscando alianças estrangeiras. Israel não percebeu com era vão o acordo com estes poderes, tentando ganhar seu favor. Em vez de se arrepender e voltar para Deus, Israel aumentou suas mentiras, roubo e pilhagem (12:1). Deus tinha também uma queixa contra Judá. Ele julgaria Judá, segundo os seus caminhos e obras (12:2). 

Nos próximos dois versos (vv. 3,4), Deus aconselha Israel a voltar à condição espiritual de Jacó, quando ele se arrependeu de enganar seu irmão mais velho Esaú. Por conselho de seus pais, Jacó saira de casa para a casa de seu tio Labão. No caminho, ele teve um sonho e quando acordou fez um juramento em Betel de ser fiel a Deus (Gn 28:16-22). Anos mais tarde, quando Jacó retornou, seu irmão foi ao seu encontro com quatrocentos homens de guerra. Foi quando Jacó implorou fortemente a Deus por proteção (Gn 32:9-11). Ele perseverou e o anjo o abençoou e mudou seu nome de “Jacó” para “Israel”. Seu novo nome “Israel” significa “Deus suplica e luta” com o homem, assim como Jacó suplicou e lutou com Deus. Através de nossas próprias experiências “Betel” nas quais ao passarmos por crises prometemos ser fiéis a Deus, Ele também fala conosco e nos abençoa. 

Oséias explica a relação de Israel com Deus. Jeová (“Ele existe”) é o Deus dos Exércitos. Ellen White identifica a palavra “exércitos” com os hebreus de tal forma que “o Deus dos Exércitos” significa “o Deus das doze tribos”, incluindo as tribos do norte de Israel (12:5). Porque o Deus dos exércitos é amoroso e perseverante, Ele continua insistindo com Israel: “Volte para o seu Deus, pratique a misericórdia e a justiça, e espere em seu Deus continuamente” (12:6). 

Israel foi abençoado e tornou-se rico (2 Reis 14:23-27). Por causa disso, poderia ter dito: “Uma vez que a riqueza é a evidência da bênção de Deus e da Sua aprovação, ninguém encontraria em mim a iniquidade do pecado” (Oséias 12:8). No entanto, Deus disse: “Eu sou o Senhor que trouxe seus antepassados da terra do Egito. Como os tirei do Egito, vou de novo retirá-los de seus atuais caminhos de pecado “(12:9).

Deus deu a Israel a mensagem de arrependimento através de seus profetas. Israel deveria adorar em um só lugar, que estava em Jerusalém (I Reis 8:29). Foi contra a vontade de Deus a construção de templos para Deus em vários lugares. Se Israel continuasse a pecar contra Deus, seria levado para a Assíria e experimentaria dificuldades como Jacó enfrentou, na terra de Padã Arã (12:12). 

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/12/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Oseias 12 

Comentário em áudio



Oséias 11 by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, fidelidade de Deus, profecias | Tags: ,

Comentário devocional

Deus amou os israelitas e os tirou da escravidão no Egito (11:1). No entanto, eles não gostavam das mensagens que Deus lhes enviara através dos profetas. Então eles se afastaram de Deus, indo servir a outros deuses e oferecer sacrifícios e incenso à imagens de escultura (11:2). Deus amava os Israelitas e os ensinou a caminhar com Ele, mas eles logo se esqueceram de como Ele os tirou do Egito e o que havia feito por eles (11:3). Deus os atraíra com cordas de amor, retirara o jugo do pescoço deles e se abaixara para lhes dar comida (11:4). 

Israel do norte experimentaria um cativeiro na Assíria semelhante ao que eles haviam experimentado no Egito, porque eles se recusaram a retornar para Deus (11:5). Eles não conseguiram evitar a guerra e a invasão da Assíria por causa de seus próprios planos equivocados (11:6). Ninguém poderia libertá-los dessa escravidão, porque eles estavam se afastando de Deus de maneira deliberada (11:7). 

O coração de Deus se contorce de dor por causa do Seu amor por Israel. Ele diz: “Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel?” Em sua compaixão Deus sofre por seu povo (11:8, NVI). Se apenas Israel se arrependesse, Deus não iria destruí-los, porque Ele é o “Santo” em seu meio (11:9). Ellen White diz: “Santidade é integridade, é dedicação total.” Nossa santidade é nossa devoção total a Deus, e a santidade de Deus é a Sua devoção perfeita para conosco. Deus nos amou primeiro. Ele amou a Israel quando ela era uma criança (11:1). 

Mesmo na época de Oséias, Deus ainda amava a pecaminosa Israel, mas com uma profunda dor na esperança de que retornasse a andar com ele (11:10).
Se o arrependimento de Israel não viesse antes, Deus ainda esperava que eles se arrependessem durante o cativeiro na Assíria. Então Deus os levaria para fora da Assíria e os traria de volta à sua terra natal tão rapidamente quanto uma pomba voadora (11:11). Apesar de toda a rejeição, Deus ainda não desiste de seus filhos. 


A atitude de Israel para com Deus fora cheia de infidelidade, mentiras e enganos (11:12a). Ele compara Israel com a vizinha Judá. (11:12b).

Deus é o “Santo”. Ele é fiel e dedicado ao seu povo com misericórdia paciente e carinhosa. Quão felizes e gratos devemos ser pelo fato de Deus ser tão fiel conosco! Ter isto em mente e’ o que nos fará desejar jamais desapontá-lo.

Yoshitaka Kobayashi
Japão 



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/11/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Oseias 11 

Comentário em áudio



Oséias 6 by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: adoração, Amor de Deus, arrependimento, pecado | Tags: , , ,
Comentário devocional:
 
Oséias 6:1-3 é uma continuação de 5:15. Deus quer que Israel se arrependa e volte para ele. Somente após o castigo de Deus eles poderiam esperar a cura de seu país (6:1). Mesmo que  estivessem mortos, no terceiro dia Deus os ressuscitaria e lhes daria poder para viver para Ele (6:2). Se eles conhecessem a Deus intimamente e orassem a Ele, o Senhor certamente apareceria diante deles, e os abençoaria com boas chuvas e colheitas (6:3).
 
Efraim (v. 4a) representa o Norte de Israel. Deus disse tanto a Israel ao norte quanto a Judá, no sul: “Que posso fazer com você …?” A fidelidade e o amor deles a Deus era como a neblina da manhã, que logo desaparece ou o orvalho que logo evapora (6:4b). É por isso que as mensagens dos profetas de Deus traziam palavras de destruição (6​​: 5-7). Eles traziam a Deus os seus sacrifícios de animais e ofertas, mas Deus desejava a misericórdia que brota do amor (6:6). Eles agiam contra a expectativa de Deus. Como Adão havia transgredido e pecado contra Deus no Éden, eles também tinham pisado e quebrado sua aliança com Deus (6:7).
 
Gileade era a região mais importante da Transjordânia. Algumas vezes, esta região era  representada pelo nome “Gileade”. Samaria, a oeste do rio Jordão cometera pecado; Gileade, a leste do Jordão também cometera o mal (6:8). Deus apontou o mal dos sacerdotes em Gileade (6:9). Eles deviam ser instrutores de assuntos religiosos e Deus esperava que tivessem um padrão moral elevado. Todavia os sacerdotes agiam como um bando de ladrões à espera de um homem para emboscar e matar no caminho para a cidade refúgio de Siquém, como faziam os ladrões (v. 9).
 
Deus viu coisas horríveis no reino do norte de Israel (6:10). Aos olhos de Deus a sua adoração de ídolos era como prostituição. Eles contaminaram a si mesmos por sua adoração de ídolos e lascívia, quebrando seu relacionamento com Deus.
 
Que possamos responder positivamente ao amor imutável de Deus por nós e que possamos ter e desfrutar de um relacionamento verdadeiro com Ele.
 
Yoshitaka Kobayashi
Japão.
 
 
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Oséias 6
Comentário em áudio


Oséias 4 by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: adoração, Amor de Deus, idolatria | Tags: , ,

Comentário devocional:

Sem amor, conhecimento de Deus e veracidade, o povo de Israel só cresceu na prática da mentira, assassinato, roubo, falar palavrões e adultério (4:1, 2). Deus viu que a prosperidade sem piedade e justiça  não trazia benefício algum  para as pessoas (4:3). A idolatria foi progressiva: inicialmente o primeiro rei de Israel do Norte fez bezerros de ouro para supostamente adorar o Deus de Israel. Depois, o rei Acabe e sua esposa Jezabel introduziram a adoração de Baal em Israel. Na época de Jeroboão II iniciou-se a adoração ao bezerro de ouro e a Baal dos sidônios.

Os falsos sacerdotes deveriam conhecer a vontade de Deus mais do que o povo de Israel. Mas esses sacerdotes não se preocupavam com Deus. Eles não eram levitas, tinham sido escolhidos de qualquer tribo e de entre todo o povo por Jeroboão I, o primeiro rei (1 Reis 12:31).

Deus permitiu a prosperidade do reino. Mas à medida que prosperaram também aumentou o pecado contra Deus (4:7). Oséias 4:10-14 destaca o mal do culto a Baal. A prostituição religiosa era realizada durante esses cultos na esperança de estimular Baal a abençoá-los e aumentar o seu gado e a produção agrícola. No entanto, Deus iria interromper sua prosperidade crescente, na esperança de que se arrependessem dos seus pecados e parassem o que eles estavam fazendo (4:10).

Deus se preocupava também com a outra parte do seu povo, isto é, o reino do sul. Ele queria manter Judá à distância do culto ao bezerro de ouro e da adoração de Baal e de ser influenciado por sua nação fraterna, Israel (4:15). Gilgal, Betel e Dã eram centros de culto religioso no norte de Israel. Qualquer um desses templos era nada mais do que um “templo de problemas”, como era Betel (ou Bete-Aven, como era chamado), que significa “Templo de problemas” ou “Casa de impiedade.”

Deus não suportava chamar essas pessoas idólatras e adúlteros de Seus. Eles prosperaram sem arrependimento. Eles amavam os cultos de prostituição de fertilidade. Viria sobre eles o julgamento divino representado pela palavra “redemoinho” (4:19 NVI).

Deus é paciente, mas também é justiça. Disponhamo-nos a amá-Lo e obedecê-lo sabendo que isto será para o nosso próprio bem!

 

Yoshitaka Kobayashi

Japão

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/4/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Oséias 4

Comentário em áudio