Reavivados por Sua Palavra


Hebreus 4 by Jeferson Quimelli
28 de maio de 2015, 1:00
Filed under: descanso, , graça, sábado | Tags: ,

Comentário devocional:

Hebreus 4 contém duas exortações para nós: “Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso …” (v. 11 NVI) e “aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança …” (v. 16 NVI).

O verdadeiro descanso é algo difícil para nós alcançarmos. Isso implica pelo menos duas coisas: (1) que o trabalho tenha sido feito e (2) que tenhamos feito provisão perfeita para as necessidades do futuro. Embora seja verdade que podemos tirar alguns dias de folga do trabalho ou umas férias com o propósito de “descansar”, quem de nós pode realmente dizer que terminou completamente seu trabalho e fez provisão perfeita para o futuro? É por isso que Deus não nos convida simplesmente para descansar, mas para entrarmos em Seu descanso (vs. 1-11). É um descanso proporcionado pela graça divida que nos possibilita desfrutar livremente de algo que pertence somente a Deus.

Os versos 1-5 argumentam que Israel não entrou naquele descanso quando  entrou em Canaã, porque somente através da fé se pode desfrutar do verdadeiro descanso. Ele não se refere a uma terra, mas ao descanso no qual Deus entrou ao criar o Sábado, ao terminar Seu trabalho e fazer provisão perfeita para nós de tudo que precisávamos.

Os versos 6-11 argumentam que este descanso está disponível hoje por meio da fé. O verso 9 descreve-o como um descanso sabático porque pela fé a cada Sábado a obra perfeita de Deus e a perfeita provisão se tornam nossa. Nós não trabalhamos para conseguir isso. Nós não adquirimos essas bênçãos por nossos esforços. É um descanso oferecido pela graça e aceito pela fé.

Os versos 14-16 nos convidam a nos aproximarmos de Deus no santuário celestial. Este não é um segundo convite, mas é o mesmo dos versos anteriores porque no Antigo Testamento o templo é também chamado de descanso de Deus (2 Crônicas 6:41; Isaías 66:1; Salmo 95). Sim, quando adoramos a Deus, deixamos para trás nossos trabalhos semiacabados e, na melhor das hipóteses, as nossas provisões parciais para o futuro e entramos, por meio da fé, na perfeita obra de Deus e na Sua perfeita provisão. Trata-se, novamente, de um descanso provido pela graça.

Nós não precisamos esperar até o próximo sábado para entrar naquele descanso. O descanso da graça está disponível “hoje”, por meio da fé, para aqueles que acreditam e confiam plenamente em Deus. 

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 4
Comentário em áudio 



Hebreus 3 by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2015, 1:00
Filed under: Jesus, pecado | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Ao lermos Hebreus 3 e pensarmos na enorme oportunidade desperdiçada pela geração israelita do deserto de entrar na terra prometida, podemos ser tentados a pensar que teríamos feito diferente caso estivéssemos na mesma situação.

O autor de Hebreus diz, entretanto, que “hoje” temos exatamente a mesma oportunidade. Se quisermos, podemos entrar no descanso de Deus.

O convite vem no contexto de dois exemplos contrastantes. Os versos 1-6 falam sobre o sumo sacerdote Jesus que é fiel sobre a casa de Deus. Estas palavras de Hebreus nos fazem lembrar da profecia que o “homem de Deus” comunicou ao sumo sacerdote Eli no tempo dos juízes (1Sm 2:35). Nessa profecia Deus diz: “suscitarei para mim um sacerdote fiel, que procederá segundo o que tenho no coração e na mente”. A mensagem profética de reprovação dizia ainda que Eli desonrara a Deus por não reprovar e disciplinar seus filhos por causa de seus erros. Por isso, Deus iria “cortar” seus descendentes do serviço sacerdotal e estabeleceria um sacerdote fiel que ministraria perante seu ungido para sempre. Isto se cumpriu quando Salomão demitiu Abiatar do ministério e instalou Zadoque em seu lugar (1Rs 2:26-27). No entanto, Zadoque e Salomão somente prenunciavam a vinda de Jesus como o verdadeiro sumo sacerdote sobre a casa de Deus.

O outro exemplo contrastante é a geração israelita do deserto. Eles viram Deus erguer Seu braço e abater a arrogância do Egito com as pragas. Eles caminharam através do Mar Vermelho e comeram maná do céu e água da rocha durante 40 anos. No entanto, eles endureceram o coração.

Por que Israel falhou? Isso tem a ver com o “engano do pecado” (Hb 3:13 ARA). O pecado sugere que a única coisa que importa é “o hoje”. Quando a nossa segurança do “hoje” está ameaçada, tendemos a esquecer do cuidado de Deus no passado e suas promessas para o futuro, porque as exigências do presente sequestram nossa atenção.

Deus, no entanto, nas palavras do Salmo 95, convida-nos a fazer o oposto: não nos esquecermos do que Ele tem feito por nós desde a criação e, assim, não endurecermos nosso coração ao ouvirmos Sua voz (Sl 95:7b,8).

Em Hebreus 3 somos convidados a romper o domínio da urgência, a escravidão do presente, e “hoje” nos lembrarmos tanto do cuidado que Deus tem demonstrado no passado quanto de Suas promessas para o futuro. Então, e somente então, entramos em Seu descanso.

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/3/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 3
Comentário em áudio 



Hebreus 3 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg

1 Santos irmãos. Todos os crentes são “irmãos” em Cristo. Considerando, porém, que Hebreus é dirigido principalmente aos judeus cristãos, o termo “irmãos” aqui parece se referir a esse grupo mais restrito. O assunto dos capítulos seguintes, as lições da história do antigo Israel, seria particularmente significativo para os “irmãos” judeus em Cristo. Eles são chamados de “santos”, no sentido de que sua vida era dedicada a Deus, não no sentido de que eles não tinham falhas ou deficiências. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 439.

2 Fiel. A referência aqui é à fidelidade de Jesus a toda a Sua missão na Terra. Na encarnação, Ele Se humilhou, abriu mão das prerrogativas da Divindade. Tomando a natureza humana, suportou as privações e tentações que cercavam Sua vida na Terra e avançou com determinação e coragem para a cruz. Em todas as coisas, Ele foi fiel ao plano que tinha sido definido antes da criação do mundo. A salvação é grande por sua realização: a renovação do corpo, alma e espírito, e a exaltação da humanidade a um lugar no Céu. CBASD, vol. 7, p. 439.

Para testemunho. A vida e o serviço fiel de Moisés antecipavam a fidelidade de Cristo quando viesse à Terra. Na verdade, todo o sistema cerimonial instituído por Moisés, sob a direção de Deus, deveria servir “para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas”. Era um “testemunho” do ministério de Cristo como “o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão”. CBASD, vol. 7, p. 441. 

8 Não endureçais o vosso coração. Ou seja, não rejeiteis nem negligencieis o apelo misericordioso da voz de Deus. CBASD, vol. 7, p. 442. 

Viram as Minhas obras. Ou seja, os israelitas testemunharam múltiplos casos da providência divina, que deveriam ter sido suficientes para levá-los a uma experiência de plena confiança na sabedoria e no poder de Deus. Houve repetidas ocasiões em que Deus poderia tê-los abandonado para seguir seus próprios caminhos perversos. Mas, misericordiosamente, Ele continuou pacientemente a suportá-los. CBASD, vol. 7, p. 443. 

12 Perverso coração de incredulidade. Esta sempre fora raiz da dificuldade na relação da humanidade com Deus. Assim foi com Israel no deserto e, mais tarde, na terra de Canaã. Essa mesma dificuldade impede que os cristãos nominais entrem na experiência do “descanso” que é possível por uma verdadeira fé em Cristo. A falta de fé de Israel está em contraste com a fidelidade de Moisés e de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 445. 

13 Engano. Ou, “ilusão”, “fraude”. As pessoas são atraídas para o pecado porque este parece desejável. Quando Eva viu que o que Deus tinha advertido a não comer parecia “bom”, “agradável” e “desejável”, ela cruzou a linha que separa a justiça e o pecado. O cristão sincero deve cuidar quando qualquer coisa contra o que Deus advertiu começa a parecer atraente e desejável. Quando o que Deus disse ser errado começa a parecer bom, o cristão pode saber que está no terreno encantado de Satanás, em que as coisas parecem ser opostas ao que realmente sãoCBASD, vol. 7, p. 446.

14. Participantes de Cristo. Ou, “participantes em Cristo”. O cristão tem parte na vitória e no caráter do bendito Senhor. Participa dos benefícios e das bênçãos que a Jesus cabe desfrutar, como resultado do grande sacrifício na cruz e de Seu ministério como sumo sacerdote nas cortes celestiais. A união com Cristo, aqui e agora, é uma experiência preciosa. Este é o “descanso” em que devemos entrar. CBASD, vol. 7, p. 446.

Desde o princípio. Depois de um tempo, a fé envolvente que acompanha a conversão pode se arrefecer, e o coração cálido pode esfriar. Feliz o cristão que preserva sua primeira fé ao longo da vidaCBASD, vol. 7, p. 446.

16 Quais. Ou seja, os que se rebelaram em Cades-Barneia. Este é um eufemismo, pois quase todos os libertados do Egito estavam envolvidos na rebelião e pereceram no deserto. CBASD, vol. 7, p. 447.

19 Não puderam entrar. A geração de israelitas cuja rebelião atingiu o clímax em Cades-Barneia foi impedida de entrar na terra prometida por causa desse problema fundamental, e não por um ato arbitrário da parte de Deus ou porque Moisés houvesse falhado em prover liderança eficaz. Moisés foi “fiel em toda a casa de Deus” e, por isso, não pode ser acusado dessa falha. A falta de fé daquela geração, demonstrada pela desobediência, tornou impossível que entrasse na terra. CBASD, vol. 7, p. 447.

Incredulidade. A “falta de fé” do povo contrasta com a fidelidade de Moisés. Se o povo tivesse sido mais semelhante a ele, poderia ter entrado na terra. Assim como Moisés, Cristo também é “fiel” e não pode ser responsabilizado pela falha de alguns cristãos em entrar no “descanso” espiritual prometido. Esta é a lição extraída pelo autor da experiência do antigo Israel. CBASD, vol. 7, p. 447.



Mateus 12 by Jeferson Quimelli
13 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: amor, Amor de Deus, descanso, sábado | Tags: , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo, Jesus está ensinando e ministrando ao povo na sinagoga, especificamente aos fariseus. Os fariseus não estão abertos aos Seus ensinamentos e O estão testando. Jesus diz que é “é permitido fazer o bem no sábado” (v. 12 NVI) Ele está falando aos fariseus na linguagem que eles entendem. Aos judeus tinham sido dados os Dez Mandamentos e os livros de Moisés. Havia também “tradições” que acompanhavam essas leis e às pessoas comuns tinha sido ensinado que deveriam seguir estas tradições para o bem de sua fé. Aos olhos dos fariseus, Jesus estava abertamente quebrando o sábado. Ele estava “fazendo um trabalho” em um dia de descanso.

Jesus e os discípulos tinham ministrado às pessoas e estavam com fome. Ao entrarem em um campo, arrancaram espigas e as comeram. Jesus curou um homem com uma mão deformada e expulsou um demônio de um homem. Todas essas ações foram consideradas como impróprias para o sábado pelos fariseus. Eles estavam cegos de raiva a respeito de Jesus e tão focados na rigidez de suas regras que perderam a bela mensagem de amor e deixaram de perceber a importância dos milagres de Jesus e o poder do Messias.

Não conseguimos imaginar Jesus falando aos discípulos: “Se vocês tivessem realmente se preparado para este dia, teriam trazido comida consigo! Vocês deveriam ter trazido com vocês um bocado de pão embalado na sexta-feira!” Não, Ele não disse isso. Ele deixou-os colher as espigas do cereal, provavelmente milho. O foco não estava na “atividade ou trabalho”, mas na missão e na intenção. 

Quando os fariseus criticaram Jesus por ter expulsado o demônio, acusando-O de trabalhar para Satanás, Jesus disse: “Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá. Se Satanás expulsa Satanás, está dividido contra si mesmo. Como, então, subsistirá seu reino?” (vv 25, 26, NVI).

A tradição, às vezes, pode ser um obstáculo entre nós e Deus. De acordo com Jesus, o foco não está em regras e formalidades, mas no amor na prática. Devemos “Amar ao Senhor com todo nosso coração e amar ao próximo como a nós mesmos”.  

Se desenvolvermos um relacionamento íntimo com Deus e permitirmos que o Seu Espírito trabalhe através de nós, seremos como Jesus e praticaremos obras de amor. Peçamos a Deus que nos conceda esta experiência. 

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Mateus 12

Comentário em áudio  



Mateus 11 by Jeferson Quimelli
12 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: confiança em Deus, paz | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Quando leio a Bíblia, procuro descobrir o que ela está a me dizer. Eu sinto que cada capítulo tem algo que se aplica a mim como esposa e mãe. Este não é apenas um livro antigo de histórias. É muito mais. Todos os dias eu busco nela por paciência e paz da parte de meu Pai celestial para me fortalecer.

Em Mateus 11, João Batista está à procura de mais discernimento espiritual a respeito de Jesus. Ele está na prisão e ainda assim seu coração ainda está repleto de amor para com o Salvador do Mundo. Ele havia seguido diligentemente o caminho que Deus havia planejado para ele e, então, foi preso. Jesus continuou o Seu ministério e quando os seguidores de João O encontraram, Jesus elogia João pelo trabalho que ele tinha feito em preparar o caminho para Ele. João era diferente do que as pessoas esperavam. Ele não usava roupas finas nem se alimentava das melhores comidas. Mas o que ele fez não foi sem importância para Deus. Não devemos nunca pensar que o que fazemos para Deus não é importante. 

Enquanto Paulo refletia sobre suas limitações, o Senhor lhe disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Cor. 12:9, NVI). A mensagem também para nós é: apesar de nossas debilidades somos valiosos para Deus.

Costumo cantar em escolas, igrejas e retiros de mulheres e dar o meu testemunho pessoal. Desde muito jovem tenho cantado em louvor a Jesus. Sentir-se inadequada é uma sensação que está sempre presente: “Quem estaria interessado em meu testemunho?” Então lembro a mim mesma que isto é o que Deus quer que eu faça. Todos nós somos chamados a apresentar a história de como Jesus tem trabalhado em nossas vidas. O que realmente importa é como interagimos com os outros e como representamos a Jesus em nosso lares e na comunidade em que vivemos.  

Quando leio Mateus 11, duas mensagens me vem a mente: 1. Jesus quer que mesmo nos momentos mais difíceis da nossa vida busquemos saber mais sobre Ele, porque Ele é quem verdadeiramente nos ama. 2. Jesus promete dar-nos paz e descanso quando colocamos a nossa confiança nEle. 

Mantenhamos firmes a nossa confiança, pois nada poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus! (Romanos 8:39).

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/11/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Mateus 11 

Comentário em áudio 




%d blogueiros gostam disto: