Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de agosto de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ECLESIASTES 12 – Primeiro leia a Bíblia

ECLESIASTES 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ECLESIASTES 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



ECLESIASTES 12 by Jobson Santos
13 de agosto de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ec/12

Oh, ser jovem. Lembramos da vitalidade e da empolgação com a vida, da facilidade de fazer tudo o que nos propúnhamos a fazer, do sentimento de sermos invencíveis.

A juventude é um presente de Deus. Os jovens costumam fazer piadas acerca das fragilidades da idade avançada e raramente pensam que um dia estarão no lugar deles. Raramente pensam que, um dia, o corpo ficará mais lento e a energia diminuirá.

Este capítulo está repleto de metáforas sublimes acerca do envelhecimento, cada uma como um incentivo para lembrarmos do Criador. Se adiarmos esta escolha, Deus nos receberá na idade avançada, mas é muito melhor para nós darmos a Ele o melhor da nossa vida. Lembre-se Dele hoje. Que coisa maravilhosa é dedicar a energia que temos a fim de honrar e servir ao nosso Deus. A vida é mais significativa se alinharmos nossos objetivos e energias às causas mais elevadas. Para isso precisamos ouvir a sabedoria e sermos ensináveis.

“Com tal exército de obreiros como o que poderia fornecer a nossa juventude devidamente preparada, quão depressa a mensagem de um Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir poderia ser levada ao mundo todo! Quão depressa poderia vir o fim — o fim do sofrimento, tristeza e pecado! Quão depressa… poderiam nossos filhos receber a sua herança!” Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 555.2

Art Kharns
Diretor de Música, Igreja Adventista do Sétimo Dia Simi Valley, Califórnia, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=917
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ECLESIASTES 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de agosto de 2020, 0:50
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1 … Mocidade… No ínicio da puberdade, a pessoa está em pleno  vigor e é nesta fase que as forças vitais devem ser dedicadas a Deus e utilizadas para Sua glória.

Maus dias. Isto é, da fraqueza e velhice contrastando com os vigorosos e otimistas dias da juventude. A velhice traz enfermidade e debilidades, e seus dias são “maus” no sentido de estarem sobrecarregados de desgosto e aflição.

2 Antes. As imagens altamente figuradas dos v. 2 a 6 têm sido interpretadas de várias maneiras. Diversos comentaristas, tanto judeus como cristãos, explicaram esta sequência como uma descrição do esgotamento das faculdades físicas no ocaso da vida, e viram as imagens específicas como uma referência a detalhes anatômicos do corpo. Com excelente habilidade literária Salomão descreve a velhice e a morte, como especificamente declaradas nos v. 1, 5 e 7. O sentido da alegoria como um todo é claro: “lembrar-se” do Criador antes que a velhice chegue, e dedicar a vida às atividades adequadas a este conceito de dever e destino. Este  é o tema de todos o livro.

Salomão, felizmente, “lembrou-se” de seu Criador quase no final de uma longa vida dedicada a se esquecer de Deus e seguir a loucura, que ele descreveu tão vividamente por todo o livro. Olhando para trás, para os anos desperdiçados, Salomão encoraja a outros que evitem os desapontamentos que teve na vida enquanto em vão buscava a felicidade. Quando se trata da interpretação de detalhes da alegoria é bom usar de cautela, pois as Escrituras não fornecem uma explicação clara dos símbolos utilizados. Qualquer interpretação reflete apenas uma opinião pessoal…

3 … Escurecerem. Uma figura que transfere o quadro  das mulheres olhando para fora através das treliças da janela, para uma gradual diminuição da visão (ver Gn 27:1, ARC: cf. Dt 34:7).

4 Portas. No hebraico esta palavra está na forma dual e se refere a duas folhas de uma porta. Os comentaristas judeus atribuem esta figura  aos poros do corpo ou aos lábios.

À voz das aves. É frequentemente considerada uma figura para a insônia na velhice, como de uma pessoa idosa sendo despertada pelo chilrear de um pássaro no alvorecer.

Filhas da música. Os órgãos da fala e do canto, as cordas vocais. Talvez uma referência à voz trêmula e fraca de uma pessoa idosa.

5 Temeres. O idoso geralmente dá cada passo com mais cuidado. Ele também teme uma estrada pública. Seus ossos são frágeis e se quebram com facilidade numa queda ou noutro acidente, e a recuperação é demorada…

Floresce. Isto é “florescência”. A amendoeira era a primeira árvore da Palestina a florescer… A grande quantidade de flores brancas da amendoeira deve ter feito Salomão se lembrar da cabeça grisalha de um idoso.

O gafanhoto… Com frequência, as pessoas idosas sentem que as coisas mais triviais são grandes fardos.

Perecer o apetite. Literalmente, “o grão de alcaparra se tornar ineficaz”. Alguns criam que o grão  de alcaparra possuía  uma qualidade afrodisíaca (…). O “apetite”, neste verso, é um eufemismo para “desejo sexual”.

6 Antes que se rompa… A imagem deste verso pode ser de uma grande lâmpada pendurada num fio de prata rompido. A corte se rompe, e a lâmpada cai ao chão…

O fio de prata… A prata pode ser uma representação do que a pessoa valoriza que, neste verso, refere-se à própria vida, o maior tesouro…

Ao poço. Por séculos as mulheres orientais foram ao poço do vilarejo com vasos de cerâmica (ver Gn 24:14, 15; Jo 4:7, 28; etc). A figura, neste verso, é de um cântaro de barro feito em pedaços (ver Lv 6:28; 15:12). No poço do vilarejo oriental, geralmente, havia uma roda ou forquilha de madeira. Cada morador trazia sua corda e jarro. O uso constante e as condições climáticas causavam o colapso e a desintegração do poço. Neste verso, a fonte ou poço ilustra a vida (ver Sl 36:9; cf. Jo 4:10; 7:37). Todas as diferentes imagens do v. 6 representam a morte.

7 … O . Isto é, a parte física do ser humano (ver Gn 2:7).

Como o era. A parte física do ser humano se deteriora e volta aos elementos que a originaram. É dito que, na morte, o ser humano “dorme no pó” (Jó 7:21; cf. Jó 17:17; 20:11; 21:26). Ma ressurreição, os que “dormiram”no pó da terra viverão novamente (ver Dn 12:2; Jo 11:11-13, 23-26; 1Ts 4:13-17).

O espírito. Do heb. ruach, “espírito”, “vento”, “sopro”. … Em nenhuma das 394 ocorrências da palavra no AT ruach denota uma entidade inteligente que exista separada do corpo físico, e deve estar claro que tal conceito não está baseado nos ensinos das Escrituras … O que retorna a Deus é o princípio de vida que foi concedido por Deus para as pessoas e os animais (ver com. de Ec 3:19-21, em que ruach é traduzido como “fôlego”).

10 Retidão. A tentativa de conseguir uma forma literária agradável não o levou a comprometer a verdade.

11 Aguilhões. Usado para picar, para estimular à ação, para obter resultados. Ser aguilhoado pode ser doloroso, mas aguilhoar, frequentemente, assegura resultados que não seriam alcançados de outra forma (ver Hb 12:11).

Pregos bem fixados. Pregos ou estacas bem fixados são difíceis de serem removidos (ver Is 22:23). Pontos bem feitos, ideias cuidadosamente ensinadas permanecem na mente e não são perdidas facilmente. A palavra traduzida como “bem fixados” tem o sentido comum de “plantar” e, figurativamente, “estabelecer”.

12 … Não há limite para fazer livros. Salomão poderia estar pensando em livros que não foram feitos com a finalidade de transmitir sabedoria prática, mas para glorificar seus autores ou aqueles sobre quem foram escritos. Quão pouco do que foi escrito é realmente digno de ser lido! Sem dúvida, Salomão leu todos os “livros”que encontrou, possivelmente até a extensa literatura cananita … e a literatura da sabedoria do Egito, já famosa em sua época (ver 1Rs 4:30).

Muito estudar. Estudar somente pelo prazer ou como fim em si mesmo, como fez Salomão durante grande parte de sua vida, se mostrou inútil. Não era prático e, por isso, era “vaidade”. Somente quando o estudo se torna um meio para alcançar um fim maior que ele mesmo é que pode evitar que se torne um “cansaço da carne”. Quando o Autor de toda a verdade é reconhecido como o “princípio da sabedoria” (Sl 111:10) e o estudo se torna um meio de alcançar Seus pensamentos, a fim de que a vida se conforme com o propósito divino, então o estudo se torna um prazer edificante. As especulações filosóficas dos escritores pagãos não contribuem em nada com o pensamento cristão.

13 … Mandamentos. Ver Sl 78:1-7. Do heb. mistwah, uma palavra comum para todas as exigências de Deus, incluindo-se a lei moral. Mistwah e torah, “lei” (ver com. de Nm 19:14) são usadas como sinônimas para fins práticos.

Porque isto é o dever de todo homem. A palavra “isto” obviamente se refere à palavra anterior sobre temer a Deus e guardar Seus mandamentos. … Neste verso, Salomão considera o reconhecimento a Deus e a obediência às Suas sábias exigências como o supremo objetivo da vida. Paulo declara a mesma verdade (At 17:24-31; Rm 1:20-23; comparar com Tg 2:10-12).

14 Obras. Ou, “ações”. Palavras e atos serão julgados (Mt 12:36, 37). No entanto, Deus requer mais: o ser humano deve ser obediente também em seus pensamento (ver 2Co 10:5; ver com. de Mt 5:22, 28; etc.).

Até as que estão escondidas. As pessoas podem achar que escondem suas palavras e ações de outras pessoas, mas “todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos dAquele a quem temos que prestar contas” (Hb 4:13). Até mesmo os pensamentos estão sujeitos ao Seu escrutínio (1Sm 16:7; Sl 7:9; Jr 17:10; cf. At 1:24; Hb 4:12). Deus lê os motivos secretos do coração. Ele sabe quanto da luz da verdade penetrou nas trevas do coração e nos responsabilizará por todo raio de luz (ver Rm 2:16; 1Co 4:5). No grande dia do juízo final, os que fizeram a vontade de Deus entrarão no reino (Mt 7:21-27).

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.



ECLESIASTES 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de agosto de 2020, 0:45
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“De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (v.13).

O último capítulo de Eclesiastes aborda quatro dos temas bíblicos mais questionados no meio cristão: criação, morte, observância dos mandamentos e juízo. Vejamos hoje que, assim como “O Pregador” (v.9) escreveu “com retidão palavras de verdade” (v.10), “dadas pelo único Pastor” (v.11), toda a Bíblia explica a verdade sobre estes quatro assuntos, sem deixar margem de dúvida. Vejamos:

1. “Lembra-te do teu Criador” (v.1): o relato da criação apresentado em Gênesis é tão real quanto o relato da redenção apresentado nos evangelhos. A expressão “Lembra-te”, também aparece no quarto mandamento da Lei de Deus (Êx.20:8-11), que, por sinal, é o único mandamento que nos remete a Deus como Criador. O livro de Salmos confirma o relato de Gênesis (Sl.33:6 e 9; Sl.104). Jesus falou sobre a criação (Mc.10:6). João confirmou o relato original (Jo.1:1-3). Paulo fez referência à criação (Rm.1:20; 1Co.15:45; 1Tm.2:13-14). O livro de Hebreus aponta para o relato de Gênesis (Hb.11:3). A primeira voz angélica diz: “adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

2. “e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (v.7). Além de ser mais uma confirmação do relato da criação do homem (Gn.2:7), também desmistifica a verdade sobre a morte. A Bíblia afirma que a matéria-prima, o pó da terra, volta para o seu lugar de origem, e o espírito, ou seja, o fôlego de vida, retorna para Deus, o Doador da vida. A palavra usada é “ruach”, que significa “vento”, “sopro”, e não uma entidade fora do corpo. Pois nós não temos uma alma, nós somos uma “alma vivente” (Gn.2:7; Ez.18:4). A Bíblia também afirma que a morte é um sono (Jo.5:28-29), e que os mortos não sabem coisa alguma (Ec.9:5-6). O próprio Jesus comparou a morte com o sono (Jo.11:11-14) e o apóstolo Paulo também (1Ts.4:13-14).

3. “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (v.13): a conclusão apresentada por Salomão é a mesma que foi apresentada a Adão e Eva antes do pecado, aos homens antes do dilúvio, a Israel no êxodo e a nós hoje (Ap.14:7, 12). O maior Salmo e capítulo da Bíblia é dedicado inteiramente à exaltação da Lei de Deus. Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). Tiago reforçou: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tg.2:10). João confirmou: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo.5:3). Paulo reforçou: “a Lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm.7:12). O povo de Deus dos últimos dias será conhecido como “os que guardam os mandamentos de Deus” (Ap.12:17). E há algo bem claro e definido no final do verso 13: a observância dos mandamentos “é o dever de todo homem”.

4. “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (v.14): Chegará o dia em que todo ser humano terá de prestar contas ao justo Juiz (At.17:31). “Manifesta se tornará a obra de cada um” (1Co.3:13) e cada um será julgado com base na “lei da liberdade” (Tg.2:12). Tiago chama os dez mandamentos de lei da liberdade, lei sob a qual seremos todos julgados, e ainda reforça: “Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” (Tg.1:25). Paulo afirmou em Romanos 13:10 que “o cumprimento da lei é o amor”. O apóstolo João escreveu: “Nisto é em nós aperfeiçoado o amor, para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança” (1Jo.4:17). A Lei de Deus, além de ser uma expressão do Seu caráter e uma manifestação do Seu amor, será a base legal de Seu juízo.

Amados, o Espírito Santo tem nos guiado “a toda a verdade” (Jo.16:13). A função da verdade é de nos libertar (Jo.8:32). E “para a liberdade foi que Cristo nos libertou” (Gl.5:1). A escravidão deste mundo destrói, a liberdade em Cristo nos salva e nos move a cumprirmos o nosso dever por amor. A obediência, portanto, é uma prova de amor! Vigiemos e oremos!

Bom dia, livres em Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ECLESIASTES 12 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
13 de agosto de 2020, 0:40
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O livro não poderia encerrar com uma conclusão melhor. Você precisa ler!

“Eclesiastes pede uma resposta pessoal a Deus em conexão com estes dois eventos: ‘Lembra-te de teu Criador’ (12:1), ‘Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos’ (12:13). E, para que estes dois convites sejam seriamente considerados, insere entre eles um parêntese sobre a autoridade e a inspiração de suas obras (12:9-12)”.

Jacques Doukhan ainda destaca que o texto de 12:2-6 “não é sobre a velhice, como geralmente se interpreta, mas sobre o tempo do fim […]. A expressão [‘os dias maus’] é única em toda a Bíblia […]. A forma em que se apresentam os eventos é típica de uma linguagem escatológica: ‘Quando’ (12:3), literalmente, ‘no dia em que’. Esta é a forma em que se apresenta o dia grande dia da vinda de Deus nas profecias bíblicas [Joel 3:14-18; Zacarias 3:10]”.

Observe mais estes detalhes:

  • O sol escurece (12:2; Joel 2:10-11, 31; Marcos 13:24, 26).
  • O florescer da amendoeira (12:5) equivale ao tempo de Deus agir (Jeremias 1:12).
  • A mulher que parou de trabalhar no moinho (12:3) sugere catástrofe repentina, seguido por silêncio pelo fechamento das portas – fim das atividades sociais e econômicas (12:4; Mateus 24:41).
  • Há atmosfera de desolação e mortes absolutas (12:4-5; Jeremias 4:23-28);
  • A humanidade vai para a tumba. É o fim do mundo (12:6-7).

Temer a Deus é uma filosofia de vida (12:13-14; Salmo 33:18; Jó 28:24-28; Deuteronômio 10:12-14; Eclesiastes 3:14; 5:7; 7:18; 8:12). “O temor de Deus é a essência da religião bíblica. Não é um sentimento etéreo ou uma doutrina abstrata; é uma relação dinâmica. Para Eclesiastes, o temor de Deus é a implicação direta do Juízo… (12:14)”, comenta Doukhan.

Compare tudo isso com Apocalipse 14:6-12. Ali é citado o juízo vinculado ao temor a Deus e à guarda dos mandamentos. A mensagem de Eclesiastes deve ser tão estudada e pregada quanto à de Apocalipse.

O Pregador, diz o Dr. Ruben Aguilar, “deseja, com muita paixão, que seus ouvintes reconheçam que tudo na vida, sem fé, sem lei e sem a presença do juízo, é uma vã ilusão: ‘Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo é vaidade’ (Eclesiastes 12:8)”.

Qual filosofia de vida vais aderir? A de Deus ou a tua própria? Reflita! – Heber Toth Armí.




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