Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de agosto de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ECLESIASTES 2 – Primeiro leia a Bíblia

ECLESIASTES 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ECLESIASTES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA(link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR(link externo)



ECLESIASTES 2 by Jobson Santos
3 de agosto de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ec/2

Houve uma época em que meu relacionamento com Deus e com a Igreja não andou bem. Eu havia passado por um divórcio horrível e senti que precisava reavaliar o que era mais importante na vida, assim como Salomão.

Este capítulo me faz lembrar de muitos sentimentos e pensamentos que tive naquele tempo e espero que muitas pessoas relacionem este capítulo com o seu passado também. Muitos de nós passamos por esta desafiadora estação seca de querer desistir, ir embora, viver nossa própria vida à parte de Deus.

Deus me abençoou ricamente, no meio da estação seca, com tudo o que eu poderia sonhar, pelo qual sou muito grata. Ao mesmo tempo também Ele me deu a percepção de que posso ter todas essas coisas bonitas, incluindo a casa dos meus sonhos, mas que tudo isso sem Ele é nada.

Durante a “estação seca”, havia uma sede por Deus em meu coração que nunca desapareceu. Passei por muitas dificuldades, me afastei de Deus muitas vezes … mas Ele nunca desistiu de mim.

Salomão está certo ao afirmar, no final do capítulo, que “a vida sem Deus não faz sentido, é como correr atrás do vento”.

A princípio eu não tinha nada, me preocupava em como iria alimentar meus filhos no dia seguinte. Agora tenho em abundância … mas mesmo essa abundância não vale nada sem a união com Cristo e o desejo de agradá-lo em todas as coisas.

Jill Simpson Marier
Lincolnton, Geórgia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=907
Comentário da rodada anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/05/02/eclesiastes-2-2/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ECLESIASTES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de agosto de 2020, 0:50
Filed under: Sem categoria

1. Disse comigo. Aqui a parte racional da mente de Salomão fala com a parte que representa o desejo físico e a satisfação…
Eu te provarei. Ou seja, “fazer um teste” ou “experimentar” para descobrir os resultados de determinado modo de agir.
Alegria. Ou “prazer”. A palavra hebraica tem significado amplo: “felicidade”, “prazer”, “júbilo”, todas elas denotando satisfação física. Aqui, seu uso está limitado às emoções e apetites despertados ao participar dos prazeres terrenos, embora em outros lugares a palavra possa denotar alegria e felicidade religiosas.
Goza, pois, a felicidade. Literalmente, “pareça bem”, isto é, “aproveite bem as boas coisas da vida”. Um moderno idiomatismo equivalente seria “divirta-se”. Salomão se propôs sorver os prazeres que o mundo oferece até se saciar, na busca de satisfação duradoura.

3. Dar-me ao vinho. Ou melhor, “refrescar meu corpo com vinho”…
Regendo-me […] pela sabedoria… Salomão pretendia que o bom senso lhe permitisse satisfazer o apetite e a paixão com moderação. Em outras palavras, ao iniciar a experiência (…), ele se propôs a não ser tão imprudente, nem se exceder. Essa, naturalmente, é a intenção da maioria das pessoas que cedem aos prazeres sensuais. Porém, a ideia de que é possível utilizar moderadamente as coisas erradas, é um engano fatal.
Loucura. Talvez, nesse caso, signifique “o que pode levar ao pecado” sem ser algo pecaminoso em si mesmo. Parece que Salomão procurou estas experiências para tirar o máximo proveito delas, visando aprender pela experiência o que a satisfação tinha a lhe oferecer, porém, sem permitir que ela o dominasse.
Até ver. Aqui Salomão declara explicitamente seu propósito. Ninguém o obrigou a se portar de forma tão arriscada e insensata. Deus não podia elogiá-lo por essa conduta.
Homens. Do heb. ‘adam, o termo genérico que inclui homens e mulheres …

4. … Vinhas. Comparar com Ct 8:11. A condição econômica do povo comum nos dias de Salomão é sugerida em I Reis 4:25: “cada um debaixo da sua videira e debaixo de sua figueira”.

5. Jardins. Literalmente, “cercos”, do verbo “encerrar”, “cercar”. Devido ao fato de cabras, asnos e outros animais no Oriente Médio pastarem sem restrições, é impossível ter um jardim sem uma cerca forte e bem conservada.
Pomares. Do heb. pardes … era um parque ou área real preservada e cercada…

6. Açudes. As chuvas da palestina não fornecem água suficiente (…). A irrigação já era necessária nos tempos antigos, quando os agricultores escavavam cisternas e reservatórios…

7. Servos e servas. Uma grande comitiva de servos e trabalhadores seria necessária para manter os vastos projetos de Salomão. A rainha de Sabá ficou admirada com a quantidade de empregados nas suas obras (IRs 10:5). Ele utilizou escravos não hebreus (IRs 9:21; 2Cr 8;8) bem como um grande número de servos hebreus submetidos a um tipo de escravidão mais branda…

8. … Cantores. Salomão deve ter feito muitas festas e recebido visitantes de vários países. Isso requeria grande grupo de artistas profissionais (ver 2Sm 19:35; Am 6:5).

9. … Preservou também comigo a minha sabedoria … A expressão pode significar que a sua sabedoria se manteve com ele no sentido de ajudá-lo a adquirir todas as suas posses e também guardá-lo de praticar excessos…

11. … Correr atrás do vento. Banquetes, festividades, música e prazer sensual não fornecem satisfação duradoura. De acordo com João 4:24, literalmente, “Deus é espírito” e não “um espírito” no sentido de ser um espírito entre muitos, mas essencial e absolutamente espírito. O ser humano deve se aproximar de Deus mediante seu próprio espírito. Somente nesse tipo de união o ser humano pode encontrar perfeita satisfação e contentamento. Salomão observou que todos os prazeres do mundo eram como o “vento”, “sopro” ou “correr atrás do vento”…

12. Passei a considerar… Salomão havia experimentado e tomado nota das alegrias materiais da vida. Então, ele começou a examinar a sabedoria e a tolice de forma realista…
Já fizeram. A pessoa inferior que viria “depois do rei” dificilmente poderia esperar fazer mais do que Salomão já tinha realizado. Ele havia comprovado o vazio e a futilidade dosa prazeres deste mundo, portanto, o assunto podia ser considerado resolvido.

13. Luz traz mais proveito do que as trevas... Nesta figura de linguagem se compara “a luz” com o desenvolvimento espiritual e mental e “as trevas”, com a depravação moral e mental…

15. … Também isso era vaidade. Salomão raciocinava que a ambição e o esforço para progredir na vida não têm valor, são um mero e fugaz alento. Na verdade, à parte de Deus, não há resposta para os enigmas da vida. A verdadeira finalidade da existência somente se encontra quando o ser humano cresce em sabedoria divina e organiza sua vida em harmonia com a vontade de Deus (ver Mt 6:33).

16. A memória não durará para sempre. Tanto o tolo quanto o sábio são rapidamente esquecidos poe seus semelhantes. Esta afirmação é verdadeira no que se refere a este mundo, mas uma pessoa que organiza sua vida de acordo com a sabedoria divina é lembrada para sempre (Sl 112:6; Pv 10:7) e pode se alegrar com confiança porque seu nome está escrito no Céu (Lc 10:20; Fp 4:3).

21. Destreza… o pensamento de Salomão era: mesmo que uma pessoa tenha sido habilidosa e bem-sucedida, ela ainda deixa os frutos de seu trabalho a alguém que não contribuiu na sua edificação e que, portanto, é incapaz de valorizá-los

23. Dias. Em contraste com “noite”. As horas de trabalho foram plenas de atividade, e a “noite”, para examinar as labutas do dia. Salomão parece não ter compreendido completamente as bênçãos da disciplina do esforço, tristeza e desapontamento (ver Jó 35:10; cf Rm 8:35; 2Co 12:9; Hb 12:11; Ap 3:19).

24. Comer, beber. Salomão apresenta suas conclusões baseadas nas experiências vividas. Ele sente que o ganho final é nulo, portanto, por que não comer e beber e se alegrar com as coisas que a vida oferece?…
Da mão de Deus. É da vontade de deus que o ser humano não apenas desfrute os frutos de seu trabalho, mas que também encontre prazer em realizar suas tarefas. Esta expressão também sugere que Salomão reconhecia o soberano poder de Deus, e o desenlace feliz que Ele reserva para Seus filhos a despeito de sofrimentos e desapontamentos.

26. Porque Deus dá… Salomão confessa a onipotência e a vigilância onipresente de Deus, que não abandona o ser humano…
Ajunte. O pecador desperdiça a vida em trabalhos que não o levam ao reino eterno. Tudo o que ele acumula é apenas para esta vida. Ele labuta para ajuntar riquezas e as acumula, mas não com um propósito eterno (ver Mt 13:12; 25:28; Lc 12:20)…
Correr atrás do vento… A ênfase está no fato fundamental de que Deus dispõe como Lhe apraz.

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.



ECLESIASTES 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de agosto de 2020, 0:45
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“Então, vi que a sabedoria é mais proveitosa do que a estultícia, quanto a luz traz mais proveito do que as trevas” (v.13).

Um discurso negativo e nada atraente ou a visão da realidade. Salomão traçou um cenário nada promissor envolvendo contrastes entre os principais elementos pelos quais o homem mais ocupa a vida. Grandes empreendimentos, prósperas reservas de suprimentos, uma equipe multidisciplinar a seu serviço, “prata e ouro e tesouros de reis e de províncias”, “cantores e cantoras”, “mulheres e mulheres” (v.8), compunham o quinhão de Salomão. Tudo o que um homem pudesse ter em seu tempo, Salomão possuía, para no fim concluir “que tudo era vaidade e correr atrás do vento” (v.11).

Tudo o que havia conquistado a custo de muito trabalho, “havia de deixar a quem viesse depois” dele (v.18). E quem poderia garantir que seu herdeiro seria “sábio ou estulto”? (v.19). Todo o trabalho, por mais que seja “feito com sabedoria, ciência e destreza” (v.21) geralmente é deixado “como porção a quem por ele não se esforçou; também isto é vaidade e grande mal” (v.21). Ainda que não tivesse a intenção, Salomão deixou registrada a realidade da maioria das famílias. Enquanto os pais trabalham incessantemente para obter possessões e garantir o sustento e bem-estar da família, os filhos são acostumados à facilidade e inutilidade. E o contentamento em usufruir do “que vem da mão de Deus” (v.24) é trocado pela “vaidade e correr atrás do vento” (v.26).

Salomão estava vivendo uma grande angústia de espírito quando escreveu este livro. Ao olhar para trás e para o que havia se tornado, despertou do sono da ilusão para contemplar o triste resultado de suas más escolhas. Diante disso, ele não poderia ficar calado. Precisava deixar registrado à humanidade as terríveis consequências de uma vida afastada de Deus. De tudo o que possuiu, ele reconheceu o valor da sabedoria que o Senhor lhe concedeu, assim como a luz é mais proveitosa do que as trevas (v.13). Se houvesse vivido a sabedoria, quão diferente teria sido a sua pregação! Se houvesse aceitado viver os planos de Deus, quão diferente seria o desfecho de sua vida! “Porque Deus dá sabedoria, conhecimento e prazer ao homem que Lhe agrada” (v.26).

Mas, amados, as advertências aqui contidas não significam que devemos jogar tudo para o alto, e sim, que devemos repensar a nossa vida olhando para o alto. Deus é a fonte de toda sabedoria, todo conhecimento e toda felicidade. Ele é o nosso Provedor. Precisamos aplicar o nosso coração à realização da Sua vontade, que é boa, agradável e perfeita (Rm.12:2). Problemas virão. Tempestades tentarão abater a nossa vida. Satanás apontará em nossa direção as suas flechas envenenadas. É nesse momento que o Senhor nos convida a sermos fortalecidos nEle “e na força do Seu poder” (Ef.6:10). “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).

Cristo venceu todas as vaidades deste mundo para que sejamos vencedores com Ele. Ele brilhou a luz da Sua sabedoria sobre as trevas do pecado. Não julgue ser tarde demais para você! Não desanime! Tenha fé! Lembre-se: “O justo viverá por fé” (Rm.1:17). Nisso não há vaidade! Vigiemos e oremos!

Bom dia, soldados de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ECLESIASTES 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de agosto de 2020, 0:40
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ECLESIASTES 2 – O sábio rei Salomão escreveu três livros inspirados por Deus:
• Primeiramente, “Cântico dos cânticos”, quando era jovem;
• Depois, “Provérbios”, quando já era homem maduro;
• Finalmente, “Eclesiastes”, na terceira (ou, melhor) idade.

“Eclesiastes é um livro indigesto, difícil de engolir. Mas uma de suas características admiráveis é que suas palavras estão firmemente arraigadas na experiência de vida do próprio autor. O Eclesiastes não está dentro de sua biblioteca particular filosofando sobre o significado da existência. Ele abraçou a existência, experimentou o que lhe pareceu interessante experimentar e daí tirou conclusões. Não foi um homem de pesquisas, de levantamentos sociais e de médias de amostras colhidas; não era homem de fazer senso. Ele fala com a autoridade de quem experimentou pessoal e intensamente cada uma das vivências mencionadas” (Ed René Kivitz).

Após analisar e refletir sobre a vida, com o dom da sabedoria divina lhe outorgado com generosidade, sob a regência do Espírito Santo, Salomão deixa-nos um extraordinário legado filosófico.

No capítulo em pauta, o vazio da vida é claramente revelado (vs. 1-23) na insignificância…
1. …dos prazeres;
2. …dos bens materiais (dinheiro);
3. …do trabalho;
4. …do conhecimento.

Deus quer nossa felicidade no prazer, nos bens materiais, no trabalho e na sabedoria, o que só será possível com Ele!

William MacDonald vai direto ao ponto quando afirma: “Cinema, televisão e outras mídias comerciais divulgam a mentira de que o ser humano pode construir um céu particular aqui na terra. Entretanto, Salomão descobriu que o mundo só tem cloacas e esgotos a oferecer, ao passo que o Senhor oferece água da vida”.

• Sem Deus nossa vida é como se estivéssemos na fossa. A insatisfação é insaciável. Atividades intensas tendem a amenizar, mas não satisfazem nossa sede por felicidade e paz.
• Com Deus, até as coisas simples que fazemos ganham sentido! Temos paz e satisfação na alma!

Relacionamento intenso com Deus é o segredo de uma existência feliz, realizada e satisfeita (vs. 24-25). As bênçãos de Deus devem ser vividas corretamente, senão também trarão resultados deprimentes (v. 26).

“Uma vida tão centrada em si mesma é o próprio inferno na terra” (Kivitz). Portanto, estar satisfeito com a vida é um dom de Deus. Desfrute com sabedoria divina cada dia, independente de onde você estiver! Apressa-te! – Heber Toth Armí.




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