Reavivados por Sua Palavra


ESTAMOS COMEÇANDO A LER ISAÍAS! by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2020, 10:12
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ISAÍAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 1 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



ISAÍAS 1 by Jobson Santos
22 de agosto de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/1

Isaías (hebraico Yesha’yahu, ou seja, “a salvação de Jeová”) começa seu livro dando suas credenciais no versículo 1. Seu nome tem tudo a ver com sua missão, pois ele fala muito sobre a salvação. O que ele tem a dizer é suficientemente importante que ele conclama o céu e a terra para testemunharem e prestarem atenção.

A primeira metade do livro apresenta a necessidade de salvação; a segunda metade apresenta as profecias do Salvador. Portanto, não é de se admirar que ele convoque o céu e a terra para testemunharem o que ele está dizendo.

Primeiro, precisamos ser levados a perceber a nossa condição, pois somente então estaremos em condições adequadas de nos humilharmos diante de Deus e suplicarmos por perdão, purificação e força para resistir à tentação e viver uma vida pura.

Deus não está interessado em rituais quando o nosso coração não é dEle; Ele deseja uma adoração genuína e sincera e um relacionamento vivo e vibrante com cada um de nós.

Querido Senhor, obrigado por se importar tanto comigo a ponto de apresentar o meu pecado e depois me dar o remédio. Que eu esteja sempre disposta a seguir-Te aonde o Senhor me guiar. Em nome de Jesus, Amém.

Val Smit
Dona de casa
Kadoma, Zimbábue

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=926
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2020, 0:50
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2440 palavras

1. Visão de Isaías. Este é o título que o próprio Isaías deu ao livro. O termo “visão” indica a revelação em si, em vez de o processo pelo qual foi dada… As visões de Isaías se referiam em especial a Judá e Jerusalém, mas também às nações vizinhas e ao mundo como um todo. Por meio da “visão de Isaías”, podem-se ver as coisas como Deus as vê e como escolhe revelá-las por meio do profeta. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

É muito provável que esta expressão se aplique a todo o livro. Baseia-se na aliança divina com Israel unida aos requisitos ou às expectativas de retidão na conduta do povo de Deus. Esta visão é também Uma interpretação e um vislumbre das circunstâncias do povo do senhor na época. As pessoas estavam envolvidas em rituais religiosos, muito embora houvessem abandonado a deus, agissem com injustiça e oprimissem os pobres. Confiavam em poderes terrenos como a Assíria ou o Egito, em vez de depositar sua confiança no Senhor. Em consequência, o livro é uma visão de juízo. É também uma visão futura de esperança na determinação divina de cumprir seu propósito por intermédio do Messias e de um remanescente. A visão culmina na criação de um novo céu e uma nova terra: uma visão do fim da calamidade e do mal, de bênção, de reconciliação e paz. Bíblia de Andrews.

Nos dias. De acordo com a cronologia empregada neste Comentário, Uzias morreu em 740/739 a.C., e Ezequias, em 687/686… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

2-31 Este capítulo faz um diagnóstico do problema do povo de Deus, além de sugerir uma solução. Bíblia de Andrews.

2, 3 Os problemas identificados são a rebelião contra Deus, a falta de conhecimento e entendimento. O povo havia abandonado seu Deus. A acusação de falta de conhecimento e entendimento é frequente nos livros proféticos (ver Os 4:1). Bíblia de Andrews.

2. Ouvi, ó céus… O primeiro discurso de Isaías começa com uma acusação ao professo povo de Deus. Sua falha em não aproveitar as oportunidades dadas por Deus causa assombro. Por assim dizer, Isaías pede aos habitantes dos céus para testemunhar o espetáculo extraordinário, um recurso literário semelhante em propósito ao usado por Joel (Jl 1:2-3), designado a impressionar os sentidos embotados da transgressão… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

… Deus é apresentado como Juiz, e as testemunhas são os céus e a terra. A escolha das testemunhas confere solenidade ao julgamento e aumenta a importância das acusações. Bíblia de Andrews.

3. O boi. Os animais domésticos conhecem quem os alimenta. Até os irracionais sabem onde encontrar alimento e, por conseguinte, têm certa ligação com quem os alimenta. No entanto, aquele povo não tinha isso. Desatentos e ingratos quanto ao cuidado amoroso do Pai celestial, eles eram culpados da mais ingrata insensatez. Eles sequer demonstraram ter a inteligência de animais irracionais. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Israel não tem conhecimento. … refere-se especificamente a Judá no sentido de que, como descendentes de Jacó, eram herdeiros das promessas feitas aos pais da nação (…). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

4. Ai dessa nação pecaminosa. Aqueles que Deus escolheu para ser “povo santo ao SENHOR” (Dt 14:2) se transformaram numa nação pecaminosa… apostataram abertamente e desobedeceram. O esquecimento passivo se converteu em rebelião ativa. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Este versículo retrata uma perda de posição e dignidade. A comparação posterior com Sodoma e Gomorra mostra o resultado do caminho escolhido, que conduzia à alienação. Bíblia de Andrews.

Santo de Israel. A expressão favorita de Isaías. Ele a emprega 25 vezes, ao passo que todos os outros escritores do AT a usam apenas seis vezes. Quando Isaías viu a deus pela primeira vez em visão, sentado em Seu trono, também ouviu o coro angelical cantar “santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos” (Is 6:3). O caráter santo de Deus impressionou o profeta de forma profunda… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

5-9 O julgamento chegou a Israel, incluindo a destruição e devastação da terra. A imagem de um corpo enfermo, de uma cidade destruída pela guerra e das dificuldades subsequentes intensificam a seriedade do que estava acontecendo com o povo de Deus… Bíblia de Andrews.

5. Por que […]? Ou, “onde?’ O corpo está tão coberto de feridas que o pai hesita em continuar punindo, embora seja necessário, e, por misericórdia, prefere não golpear o filho onde as feridas de punições anteriores ainda não sararam. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

7. A vossa terra está assolada. … a situação de Judá na época das invasões assírias. Com sua costumeira crueldade implacável, os assírios tinham devastado o país, queimando, saqueando e matando… Parecia que o fim havia chegado. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

8. A filha de Sião. Isto é, Jerusalém (ver Lm 2:8, 10, 13, 18; Mq 1:8, 10, 13). Antigamente, Sião era a fortaleza dos jebuseus, a cidade de Davi (2Sm 5:7; 1Rs 8:1…), no entanto, mais tarde, o nome foi usado num sentido amplo para designar toda a cidade… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Choça. Isto é, uma cabana onde o vigilante da vinha ou os membros de uma família viviam durante a vindima. Os que viviam nessas estruturas ficavam isolados do restante da comunidade e desprotegidos. Essa era a situação de Jerusalém durante o período em questão. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Cidade sitiada. Na época da invasão de Senaqueribe, Jerusalém estava literalmente cercada pelos exércitos assírios. Foi a única cidade que continuou resistindo quando todo o restante da terra de Judá tinha caído em mãos inimigas. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

9 … Alguns sobreviventes. Toda a Judeia, com exceção de Jerusalém, caiu em mãos inimigas, Apenas a capital permaneceu, aparentemente indefesa e em grave perigo. Não fossem “alguns sobreviventes”, a nação de Judá teria tido um fim igual ao de Sodoma e Gomorra. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

10-20 Os temas desta seção abordam a situação religiosa do povo de Deus. … Por mais paradoxal que possa parecer, não faltava religiosidade ao povo de Deus. A adoração continuava como de costume, enquanto a injustiça aumentava. Diante da injustiça gritante, havia uma multidão de sacrifícios, ofertas, incensos, festas, luas novas e sábados, além de orações sem nenhum valor. Na verdade, tais práticas são chamadas de abomináveis (ver também Am 5:21-24). Bíblia de Andrews.

10. Vós, príncipes de Sodoma… Os líderes do país tinham se distanciado tanto do Senhor que, na prática, diferiam bem pouco dos líderes das nações mais pecaminosas da terra… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

11. De que me serve [,,,]? Judá ainda tinha a aparência de uma nação religiosa. Muitos sacrifícios eram oferecidos no templo, mas havia pouca religião verdadeira… Eles conheciam as formas da religião, mas não entendiam que necessitavam de um Salvador, nem compreendiam o significado de justiça. Isaías se esforçou para despertar o povo e fazer com que percebesse a tolice de seus caminhos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

12. Para comparecer perante Mim. Comparecer perante deus era a frase comum que significava visitar o templo nas grandes festividades religiosas (Êx 34:23; Sl 42:2; 84:7)… Mas nem necessariamente todos que iam ao templo experimentavam a presença de Deus. Por meio de Isaías, o Senhor proclama que Ele habita “no alto e santo lugar, mas também com o contrito e abatido de espírito” (Is 57:15). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

13 … Festas da Lua Nova, os sábados. Os dias sagrados mencionados nesta passagem ocorrem juntos outras vezes (2Rs 4:23; 2Cr 8:13; Am 8:5). Observar esses dias era parte essencial da religião hebraica. Eles foram apontados pelo próprio Senhor, e Ele foi quem pediu a Israel que os observasse (Êx 23:12-17; Lv 23; Nm 28, 29; Dt 16: 1-17). A observância exterior dessas formas de religião, porém, não era suficiente, Rituais e cerimônias não têm significado quando falta justiça. Deus deixou claro que a observância formal dos dias sagrados que Ele mesmo ordenou era ofensiva sem obediência. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

15. Quando estendeis as mãos. Quando os hebreus oravam, com frequência estendiam as mãos em direção a Deus (ver Êx 9:29, 33; 17:11; 1Rs 8:22; Ed 9:5, Jó 11:13; Sl 88:9; 143:6). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Não as ouço. Ver Sl 66:18; Tg 4:3. Deus não ouve orações de hipócritas, apenas dos sinceros (Mt 6:5; Lc 18:14)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

16. Lavai-vos …Isaías disse a Jerusalém para vestir roupas formosas, pois estava chegando a hora em que o impuro não mais entraria ali (Is 52:1). João declarou que nada imundo entraria na cidade santa (Ap 21:27). A lição que Isaías se esforçou para ensinar a Israel era de que Deus. “o Santo de Israel”, requer santidade de Seu povo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

As purificações cerimoniais sem abrir mão do mal e sem o compromisso com a justiça não tinham valor, não passavam de hipocrisia religiosa (ver 52:11; 55:7). Bíblia de Andrews.

17. Aprendei a fazer o bem …A pessoa passivamente boa, que apenas se refreia de fazer o mal, não é suficientemente cristã… Qualquer que tenha sido a inclinação anterior, a pessoa deve não só deixar de fazer o mal, mas apresentar esforços sinceros para fazer o bem. Para atingir esse objetivo, é preciso firmeza de propósito e a ajuda do Céu… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Repreendei ao opressor. …Muitos em Israel eram oprimidos por seus irmãos. Era dever daqueles que amavam a deus corrigir isso. Os opressores deviam ser refreados, e os oprimidos precisavam de alívio. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Pleiteai a causa das viúvas. O pobre e o necessitado, o desafortunado e oprimido precisava desesperadamente de alívio. Os líderes do professo povo de deus estavam tirando vantagem dessas classes desafortunadas e se enriquecendo às suas custas. Essa situação demandava um ponto final, Amor verdadeiro e simpatia deviam se manifestar nos esforços para corrigir o mal e estabelecer a justiça a todos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

18 arrazoemos. O convite para arrazoar juntos revela algo atraente acerca do caráter e dos propósitos de Deus. Ele ajuda seu povo a amadurecer. Trata-os como parceiros, em vez de se comportar como um governante que só se importa em realizar a própria vontade. A mudança que deseja ver em seu povo requer a participação do elemento humano no diagnóstico de sua verdadeira condição. O Senhor mostra disposição em perdoar e salvar seu povo. Insiste para que todos escolham a vida, ao escolher o deus da vida. A outra opção é a morte inevitável. Mais adiante, o povo é acusado de fazer uma aliança com a morte (28: 15, 18). Mesmo nessa condição, o Senhor deseja salvá-los. Isso nos dá uma ideia da profundidade do amor de Deus por seu povo. Ele não os deixa ir sem fazer tudo o que pode para salvá-los do desastre. Bíblia de Andrews.

Ainda que os vossos pecados. … Deus assegura que não importa qual tenha sido a culpa, quão grave tenha sido o pecado, é possível ser restaurado à pureza e santidade. Esta promessa tem a ver não apenas com os resultados do pecado, mas com o pecado em si, Ele pode ser erradicado e banido por completo da vida… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

19. Se quiserdes e Me ouvirdes. … As alegrias do Céu não são dons arbitrários de Deus àqueles que O seguem, mas o resultado natural de cumprir com o que Ele requer… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

20. Se recusardes. O que condena o pecador não é um decreto arbitrário de Deus. Ele apenas colhe o que ele mesmo plantou. Assim como as bênçãos acompanham o viver correto, as dores acompanham a iniquidade… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

21-26 Estes versículos retratam a corrupção da estrutura social. O juízo era iminente por causa da falta de justiça e retidão. Assassinatos, rebelião, roubo, a prática de aceitar subornos e fechar os olhos à causa dos oprimidos eram atos comuns. Deus intervém a fim de transformar a cidade infiel em uma cidade de justiça… Bíblia de Andrews.

21. Como se fez prostituta. Sião, outrora a cidade fiel, se tornou infiel. Outrora a esposa de Yahweh, ela se distanciou dEle e se entregou a outros. Tornou-se prostituta (ver Jr 2:20, 21; Ez16; Os 2)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Agora, homicidas. A justiça se retirou, e a corrupção e depravação se puseram em seu lugar. A cidade de santos tinha se tornado cidade de homicidas e perversos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

22. A tua prata. Com duas figuras apropriadas, Isaías contrasta o presente com o passado. O caráter do povo tinha se degenerado da prata preciosa para a escória. O vinho puro da retidão e a santidade foram diluídos… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

23. Os teus príncipes. … Os principais de Israel eram teimosos e rebeldes contra o Senhor, e mestres em todo tipo de crime (Is 3:12; 9:16; Mq 3:11). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Companheiros de ladrões. … Os oficiais não detinham os criminosos que infestavam as estradas, pois repartiam com eles o lucro pelos roubos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Não defendem. Os juízes se faziam de surdos para com os órfãos  e as viúvas, que em geral não tinham condições de oferecer recompensas como as oferecidas pelos opressores. Era fácil para um juiz adiar por tempo indefinido a audiência de casos de pessoas pobres (ver Lc 18: 2-5). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

25. … Escórias. Restos de fundição (ver Is 1:22; cf. Ml 3:2, 3). Deus removeria a escória acumulada da iniquidade se tão somente Israel se mostrasse disposto a que Ele o fizesse. O fogo da aflição removeria a escória, e apenas o ouro puro do caráter santo permaneceria (Jó 23:10). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

27. Redimida pelo direito. … Um justo Juiz irá redimir e restaurar Sião por meio de julgamento justo. Em harmonia com decretos justos, a escória da cidade pecaminosa será eliminada por completo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Os que se arrependem. … A justiça de Cristo será o meio e o objetivo da salvação. Sendo que Cristo é justo, todos os habitantes da cidade santa serão justos, pois serão como Ele (1Jo 3:2). A justiça de Cristo é imputada e conferida a todos os seus seguidores… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

28. Destruídos. Os que se rebelam contra Deus e permanecem no pecado perecerão… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

29. carvalhos. Locais onde havia carvalhos e jardins eram usados comumente para adoração a ídolos. Bíblia de Andrews.

30. … Que não tem água. Sem água nenhum jardim pode florescer. O Senhor é fonte de vida (Sl 36:9), e os que O abandonam, deixam o manancial de águas vivas (Jr 2:13)… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

31. Estopa. A estopa, parte inferior do linho ou da juta, quando pronto para tecer, é altamente inflamável. Os que se consideram fortes serão consumidos no fogo inextinguível que devorará o ímpio. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

E a sua obra. Tanto o ímpio como suas obras perecerão no fogo consumidor dos últimos dias (2Pe 3:7, 10). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli.



ISAÍAS 01 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de agosto de 2020, 0:45
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“Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (v.18).

A partir de hoje, iniciamos uma jornada pelos livros dos profetas antigos, a começar pelo livro do profeta Isaías. Em quatro dinastias do reino de Judá, Isaías foi a principal voz profética, através de duras repreensões, apelos comoventes e um ministério desafiador. O significado do seu nome, “O Senhor salva”, indica a finalidade de seu ministério profético. Escolhido para declarar as palavras de Deus em tempos de grande decadência espiritual, veremos que o chamado de Isaías e seus escritos compõem um todo harmônico que inicia com uma repreensão aos que praticam uma falsa religião (v.4) e termina com o juízo que os aguarda (Is.66:4); que também inicia com um convite aos que se arrependem (v.18) e termina com a recompensa eterna aos fiéis (Is.66:22).

Há uma glória que envolve este livro em seus 66 capítulos. É uma mensagem que em todo o tempo aponta para a redenção. É uma verdade dita com a autoridade que faz tremer a frágil estrutura humana, revelando a nossa necessidade de estarmos firmados sobre alicerce inabalável (Mt.7:24). É uma clara e severa repreensão que indica uma grave condição enferma do povo de Deus e o teor hipócrita de uma adoração baseada em rituais e cerimônias. É a voz do Senhor a todos: “Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, ó terra, porque o Senhor é quem fala” (v.2). Mais do que uma profecia dada por um profeta ao antigo Judá, este livro é a voz de Deus em uma mensagem contemporânea.

Como Laodiceia, os filhos de Judá estavam mergulhados nas águas mornas de uma religião de aparências. Frequentavam o templo, ofereciam sacrifícios, observavam as festas e os sábados, faziam orações, mas estavam completamente destituídos de poder. Enquanto ostentavam a posição de povo eleito de Deus, Deus rejeitava suas “ofertas vãs” (v.13), assim como as práticas religiosas vazias dos laodiceanos Lhe provocam náuseas (Ap.3:16). Comparada a Sodoma e Gomorra, a nação judaica permaneceria em seu estado de inércia e de torpor se o Senhor não tivesse Se manifestado por intermédio de Seus servos, os profetas. Veremos no capítulo seis deste livro que Isaías não foi escolhido por capacitação, mas pela humildade de quem se entregou a serviço de Deus.

O convite da graça é estendido a nós, hoje, com a mesma força e providência a Judá oferecidas. A purificação é um processo que acontece de dentro para fora. Ela acontece no coração e se manifesta nas atitudes. O povo precisava se humilhar diante de Deus, para então andar em retidão diante dos homens. As obras do bem descritas neste capítulo (v.17) também apontam para as obras mencionadas por Jesus Se referindo aos salvos em Sua segunda vinda: “Porque tive fome, e Me destes de comer; tive sede, e Me destes de beber; era forasteiro, e Me hospedastes; estava nu, e Me vestistes; enfermo, e Me visitastes; preso, e fostes ver-Me” (Mt.25:35-36).

Amados, através do estudo deste precioso livro descobriremos os tesouros do Céu que Deus deseja nos dar. Eu creio que estamos vivendo o sublime privilégio de fazer parte da última geração deste mundo de pecado. Não demora, e o nosso Salvador virá! Examinemos este livro como se disso dependesse o nosso destino eterno. Enquanto muitos se degladiam e declaram estar com a razão, busquemos nas Escrituras o único conhecimento que nos oferece a única razão de nossa existência: a nossa salvação (v.27). Enquanto a maioria insiste em oferecer sacrifícios imprestáveis (v.11), que o Espírito Santo nos ensine a oferecer a Deus o que Ele deseja: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl.51:17). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, “os que se arrependem” (v.27)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 1 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2020, 0:40
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ISAÍAS 1 – O profeta de quem este livro recebe seu título foi grande visionário, culto, inteligente e consagrado. Ele nos oferece um livro muito bem elaborado.

Isaías “é o grande profeta messiânico e príncipe dos profetas do AT. Não tem rival em esplendor de dicção, brilhantismo de símiles, versatilidade e beleza de estilo, profundidade e amplidão de visão profética. Era filho de Amoz (1.1), e tido tradicionalmente como de ascendência real – irmão do rei Amazias, neto do rei Joás” (Merril F. Unger).

Se estudarmos com afinco e mergulhados em oração a este livro profético messiânico, experimentaríamos um reavivamento pela Palavra de Deus.

Comece com entusiasmo no primeiro capítulo. O contexto “refere-se à devastação do território e ao cerco de Jerusalém no tempo de Senaqueribe em 701 (cf. 36,1s; 2Rs 18,13s), ou por ocasião da guerra siro-efraimita em 735 (vf. 7,1-2 e 2Rs 16,5-9)” (Comentário da Bíblia de Jerusalém).

O povo de Deus, embora religioso, era alheio a Deus. Vivia na igreja, mas longe de Deus. Praticava rituais, mas não havia profundidade em seu relacionamento com Deus. O profeta de Deus mostra o perigo dessa religiosidade vazia, de aparência, hipócrita.

“Este capítulo descreve uma cena em um tribunal”, diz Warren W. Wiersbe. E então acrescenta:
1. Deus convocou o tribunal e declarou as acusações (vs. 2-4);
2. Deus apresentou seu caso e declarou a nação culpada (vs. 5-15);
3. Deus, porém, ofereceu aos acusados a oportunidade de se arrependerem e de serem perdoados (vs. 16-31).

A avaliação de Deus é perfeita, real. Deus não é negativista, muito menos pessimista, mas realista. Sua conclusão é exata. Consequentemente, quando Deus diz que Seu povo merece ser castigado, Ele não está exagerando, muito menos inventando.

O que fica claro para nós, é que Deus é intolerante ao envolvimento com a religião verdadeira possuindo uma espiritualidade superficial. Diante de uma religiosidade só de forma, Ele exige uma radical reforma. Ele confronta uma espiritualidade morta, porque deseja um reavivamento sobrenatural.

O anseio de Deus por arrependimento por uma vida religiosa hipócrita, vazia e superficial é visto em seu oferecimento de perdão, graça e restauração. Uma renovação do compromisso com Deus resulta em atitudes perceptíveis: Abandono daquilo que para Deus é intolerante, para abraçar ao estilo de vida que Deus preza!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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