Reavivados por Sua Palavra


III JOÃO – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Ivan Barros
19 de setembro de 2018, 0:45
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III JOÃO – Já avançado em idade, sentindo o peso da experiência e calejado no lidar com diversas pessoas, o único apóstolo vivo dará uma aula de como aprender dos bons exemplos e como não seguir os maus elementos existentes dentro da igreja.

Abra a tua Bíblia e leia esta minúscula carta de João várias vezes, em diferentes versões. Depois, observe atentamente este esboço, realizado por Karen H. Jobes:

1. Receptor da carta e saudação (vs. 1-4):
• Receptor da carta;
• Um desejo de bem-estar;
• Base da confiança do ancião;
• Exortação implícita.
2. Razão para escrever (v. 4):
• Confirmação da hospitalidade de Gaio;
• Exortação a fazer o certo.
3. O problema com Diótrefes (vs. 9-11):
• Não recebe exortação do ancião;
• Publicamente faz observações depreciativas sobre o ancião;
• Não acolhe a cristãos recomendados pelo ancião;
• Proíbe aos membros da igreja local acolhê-los;
• Expulsa da igreja aos que acolhem os enviados pelo ancião;
• Exortação a fazer o que é certo.
4. Apresentação de Demétrio (v. 12):
• Todos os que o conhecem dão bom testemunho dele;
• Demétrio fica confirmado pela verdade em si mesma;
• O ancião recomenda pessoalmente a Demétrio;
• O ancião confirma a veracidade de seu conhecimento da verdade.
5. Fechamento (vs. 13-15):
• Há mais para dizer, si se produz ou quando acontecer a visita do ancião;
• Benção de paz em situação problemática;
• Intercâmbio de saudações.

Assim como Gaio, precisamos dos conselhos do velho apóstolo João. Relacionado à conduta de Diótrefes, temos este apelo: “Amigo, não tenha parte nessa maldade”. Além disso: “Sirva de exemplo”. Porque é fato: “Quem faz o bem faz o trabalho de Deus. Quem faz o mal falsifica o que é de Deus e nada sabe sobre Ele” (v. 11).

Existem líderes e membros na igreja como Diótrefes, autoritários e egoístas; ore por eles, mas jamais seja como eles. Há, também, pessoas amáveis, compassivas e bondosas – como Demétrio – as quais são dignas da amizade dos servos de Deus.

“Nas três personalidades mencionadas nesta carta, temos três modelos de comportamento cristão na igreja. Podemos escolher imitar qualquer um dos três, mas não devemos ter ilusão quanto a chegar a resultados diferentes dos demonstrados” (Jonathan Gallagher).

Se um apóstolo escrevesse uma carta inspirada ao novo pastor de tua congregação, o que ele escreveria sobre você? – Heber Toth Armí.



III JOÃO – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de setembro de 2018, 0:30
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“Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade” (v.4).


Apesar de citar o nome do destinatário, a identidade de Gaio é desconhecida. Provavelmente, ele fosse membro de alguma igreja que estava passando por um momento de séria crise e que precisava de motivação e conforto. Acima de tudo, ou antes de tudo, João fez votos pela “prosperidade e saúde” de seu amado irmão, assim como obteve conhecimento de sua fidelidade espiritual (v.2-3). Gaio certamente foi alguém cujo testemunho e hospitalidade teve grande impacto em sua comunidade e que ajudou a fortalecer a fé de muitos.

João se enchia de alegria ao ouvir os bons testemunhos daqueles que conheceram a verdade por seu intermédio. Como um pai, nada lhe trazia maior alegria do que saber que seus filhos estavam andando na verdade (v.4). Ou seja, estavam avançando e perseverando no caminho eterno. Mas o cerne da questão aqui é a distinção entre o bom e o mau testemunho. Enquanto Gaio procedia fielmente tanto com judeus quanto com estrangeiros, agindo como um cooperador da verdade, Diótrefes, pelo contrário, agia movido pela ambição e pela inveja. Além de não praticar a hospitalidade, também impedia quem queria fazê-lo e, mesmo que João não deixe claro que tipo de posição Diótrefes ocupava, fica claro que ele tinha certa autoridade sobre a igreja.

Um terceiro nome, porém, é citado validando o seu bom testemunho: Demétrio. Sua identidade também é desconhecida, mas “até a própria verdade” (v.12) testificava de seu bom procedimento e o quanto sua vida cooperou para a pregação do evangelho. João não só confirmou a fidelidade de Gaio, mas também lhe deu quatro importantes orientações:

  1. Encaminhe os irmãos para que andem “por modo digno de Deus” (v.6);
  2. Acolha esses irmãos, tornando-se cooperador da verdade (v.8);
  3. Não imites o que é mau” (v.11);
  4. Estabeleça boas amizades (v.12).

Fomos chamados para ser testemunhas de Jesus; para contar ao mundo o que vimos, ouvimos e experimentamos em nossa jornada cristã, sem fazer acepção de pessoas. Há uma igreja invisível lá fora que precisa conhecer a verdade que liberta da escravidão do pecado. E de que lado nós estamos hoje? Como “Gaios” e “Demétrios” atuais que procedem fielmente naquilo que praticam “para com os irmãos” e para com todos (v.5)? Ou como “Diótrefes” (v.9), preocupados com cargos e posições, enquanto, por nosso mau testemunho, expulsamos da igreja aqueles que Jesus comprou a tão alto preço (v.10)?

Amados, não imitemos “o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus” (v.11). Que como corpo de Cristo e Suas fiéis testemunhas, se cumpra em nós o propósito que o Senhor estabeleceu desde tempos antigos: “A sua posteridade será conhecida entre as nações, os seus descendentes, no meio dos povos; todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor” (Is 61:9).

Bom dia, fiéis testemunhas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #3João #RPSP

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III JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de setembro de 2018, 0:20
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662 palavras

2. Faço votos. A frase diz, literalmente, “em relação a todas as coisas, eu lhe desejo [ou ‘oro’ por sua] prosperidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 767.

Prosperidade. O Senhor não está desatento a nossas necessidades temporais. Ele quer que sejamos bem-sucedidos tanto nos assuntos temporais quanto nos espirituais. Um bom cristão deve ser um bom homem de negócios ou um trabalhador capaz, uma vez que, além das habilidades naturais, ele também pode desfrutar da bênção de Deus sobre seus deveres diários. CBASD, vol. 7, p. 767.

Saúde. Deus está interessado em nossa condição física e deseja que desfrutemos do melhor da saúde. Devido à estreita ligação entre a mente e o corpo, quando a vida espiritual ou o caráter prospera, o corpo está mas apto a ser sadio (Êx 15:26; Pv 14:30; CBV, 241). Por outro lado, quando a saúde do corpo é negligenciada e os maus hábitos físicos se estabelecem, a vida religiosa também sofre (CBV, 280, 315, 319). CBASD, vol. 7, p. 767.

4. Meus filhos. Meus próprios filhos isso pode indicar que Gaio era um dos convertidos de João (cf. com. de 1Jo 2:1; 2Jo 4; cf. 1Ts 2:7-12; 1Tm 1:2). CBASD, vol. 7, p. 768.

7. Por causa do Nome. Evidências textuais confirmam … esta variante, isto é, o nome de Jesus (ver com. de At 3:16; 4:12; Rm 1:5). CBASD, vol. 7, p. 768.

Saíram. Partiram de sua igreja local, possivelmente Éfeso. Nos dias de João, o espírito de evangelização, levando os cristãos a divulgar as boas novas de um lugar, era louvável. CBASD, vol. 7, p. 768.

8. Portanto. Porque os missionários não levavam nada dos pagãos e por não haver apoio regular de uma tesouraria naquela época, era necessário que homens como Gaio ajudassem os trabalhadores e, assim, aliviassem a necessidade de pedir donativos. Pelo uso de “nós”, João reconhece o dever dele mesmo nessa questão da hospitalidade.  CBASD, vol. 7, p. 768.

9. Gosta de exercer a primazia. Diótrefes abrigava ambições profanas. Aspirava a ser o primeiro por causa da posição e não pelo bem que podia realizar. A posição não é definida, e não há provas de que se refira a um bispado. A igreja cristã já era instruída sobre a ambição indesejável. (Mt 20:20-28; Lc 22:24-27; Jo 13:1-17). CBASD, vol. 7, p. 769.

10. Recebê-los. Ao negar hospitalidade aos obreiros viajantes, Diótrefes recusou reconhecer a autoridade de João, pois os irmãos itinerantes levavam a recomendação do apóstolo itinerante. CBASD, vol. 7, p. 769, 770.

Impede. Diótrefes tomou medidas efetivas para impedir os outros de oferecer a hospitalidade que ele se recusou a dar. … O ato hostil reflete o poder de Diótrefes na igreja local, mas a situação mostra que a igreja não estava totalmente do lado dele, pois alguns, pelo menos, estavam em harmonia com o apóstolo e queriam receber os obreiros viajantes. CBASD, vol. 7, p. 770.

Os expulsa da igreja. Ou, excomungando-os (cf. João 9:34). É claro que a controvérsia era grave: houve um grande confronto entre escola apostólica e os adeptos dos falsos mestres. Nesta igreja, em particular, o partido herético, pelo menos, estava temporariamente em ascensão e podia impor sua vontade sobre a congregação. CBASD, vol. 7, p. 770.

11 Não imites. Ou, “não sigas”. João faz uma pausa em sua discussão sobre o conflito dentro da igreja e afirma verdades gerais que, se observadas, permitiriam a Gaio sempre tomar decisões certas. CBASD, vol. 7, p. 770.

Senão o que é bom. Nessa linguagem incisiva é possível que o apóstolo tenha feito uma análise da situação enfrentada por Gaio e seus amigos: a ação de Diótrefes era “má” e não devia ser imitada. Por sua vez, A ação elogiada por João nos versos 5 a 8 era “boa” e devia ser posta em prática. CBASD, vol. 7, p. 770.

Pratica o bem. No restante do versículo há uma impressionante semelhança entre a linguagem utilizada na primeira epístola de João (cf. 1Jo 3:6-10). Aqui está a expressão positiva da verdade afirmada negativamente em 1João 3:9 (ver com. ali). CBASD, vol. 7, p. 770.

12 Todos lhe dão testemunho, até a própria verdade. Ou, Demétrio vivia em harmonia com os padrões cristãos. João aqui personifica a verdade e torna a testemunhar a excelência do caráter de seu amigo. CBASD, vol. 7, p. 770.

 



III JOÃO 1 – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Jeferson Quimelli
19 de setembro de 2018, 0:15
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II JOÃO 1 by Jeferson Quimelli
18 de setembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-joao/2jo-capitulo-1/

É encorajador e até mesmo emocionante reencontrar aqueles que um dia foram estranhos ao amor e à graça de Jesus e, desde que O encontraram, permaneceram fiéis. João, “a quem Jesus amava” (Jo 13:23), expressa sua alegria ao encontrar esses seus “filhos na fé” ainda fiéis e mantendo relacionamento com Deus.

O apóstolo enfatiza o mandamento de Deus: “… que nos amemos uns aos outros” (v. 5 NVI). E, em seguida, define o amor como caminhar “em obediência aos Seus mandamentos … e Seu mandamento é que andemos em amor” (v. 6 NVI). Nesta dupla ênfase, João não deixa dúvida de que Deus quer que nos amemos genuinamente.

Ele continua a dar conselhos muito diretos sobre não fazer companhia àqueles que não seguem a doutrina de Cristo, a ponto de nem mesmo recebê-los em nossa casa. João está aqui alertando contra o perigo da comunhão intencional com aqueles que desejam desestabilizar a nossa fé, crença e relacionamento com Jesus. Nos dias atuais esta é uma perigosa tendência, mesmo na família da fé.

À medida que prosseguimos em nossas atividades diárias hoje, repletas de mensagens de texto, tweets, blogs e e-mails, esforcemo-nos em manter nossas conversas e comunicações centralizadas em Cristo e, assim, manter completa a nossa alegria.

Peter Landless
Diretor mundial dos Ministérios de Saúde da IASD
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1411
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/25
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados18-09-2018.mp3

Áudio online [voz: Valesca Conty]:



Hoje leremos II João! by Jeferson Quimelli
18 de setembro de 2018, 0:58
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Hoje teremos o privilégio de ler mais uma carta do discípulo do amor.
Desfrutemos com calma e meditação esta bênção que Deus nos concede!



II JOÃO – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
18 de setembro de 2018, 0:55
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II JOÃO – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Ivan Barros
18 de setembro de 2018, 0:45
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II JOÃO – O discípulo amado pega pesado nesta segunda carta enviada à igreja no primeiro século. Quanto a seus ensinamentos, carecemos talvez mais deles agora que os crentes de outrora.

Sua mensagem deve ser proclamada atualmente tanto quanto foi a motivação de João alertar os crentes. As verdades contidas nos treze versículos devem ser diligentemente aplicadas no viver diário do cristão quanto foi a intenção do apóstolo ao escrevê-las.

Embora o mandamento do amor deve ser devidamente seguido, e realmente devemos amar uns aos outros, a prática do amor tem limites. “Quando o enganador procura os crentes, eles não devem abrir suas casas para ele nem lhe dar boas vindas. Mas essa proibição não contradiz a regra cristã primitiva de demonstrar hospitalidade a estranhos (Hebreus 13:1)”, nem mesmo, “João está falando do viajante que precisava de hospedagem por uma noite. Ele se refere ao mestre que tem a intenção de destruir a igreja de Jesus Cristo” (Simon J. Kistemaker).

Por isso, a síntese desta carta pode ser assim elaborada:

• Saudação à senhora igreja, noiva de Cristo (vs. 1-4);
• Recomendação de fé e amor, a essência de um relacionamento íntimo com o Senhor (vs. 5-6);
• Advertência contra enganadores, não vendedores de produtos falsos, mas charlatões que pervertem o evangelho e a natureza de Cristo (v. 7);
• Aviso aos crentes: Que cuidem de si mesmos em relação aos que manipulam a fé (v. 8-9);
• Ultimato quanto ao fato de tornar-se cúmplice apoiando hereges e inimigos disfarçados dos cristãos (vs. 10-11);
• O amor anseia falar mais do que escrever, pois o sentimento fica limitado quando expresso em palavras escritas; por isso, João encerrou logo sua redação e propôs visitar a igreja destinatária desta missiva (vs. 12-13).

O amor a Deus e a submissão a Cristo tornam-nos fieis a Seus ensinamentos. Por isso, esta cartinha “é um tesouro num pequeno frasco, que convida os leitores de todas as idades a viver o amor e a verdade de Jesus Cristo” (Bíblia Andrews).

A atitude certa para com enganadores nos levará a ter atitudes corretas em relação a Cristo e a Sua verdade; portanto, é muito importante estudar esta carta que visa alertar-nos quanto a essa realidade!

“Senhor, ajude-nos a andar na verdade, amar de verdade, e fugir da falsidade!” – Heber Toth Armí.



II JOÃO – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de setembro de 2018, 0:30
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“E o amor é este: que andemos segundo os Seus mandamentos. Este mandamento, como ouvistes desde o princípio, é que andeis nesse amor” (v.6).


Diferente de livros cuja autoria é desconhecida, a segunda epístola de João traz um destinatário enigmático. Conforme a raiz da palavra “eklekte kyria“, que significa senhora escolhida ou senhora eleita, João tanto pode ter escrito para uma mulher e seus filhos, ou, seguindo a orientação profética quanto ao significado da palavra mulher, pode ter se dirigido a uma determinada igreja e seus membros. O fato é que o discípulo amado prosseguiu em transmitir o mesmo princípio que norteou sua primeira epístola: o amor. Estendendo o seu sentimento como sendo o mesmo de “todos os que conhecem a verdade” (v.1), ele clarificou o conceito intrínseco de amar: conhecer a verdade.

Todos os que são conhecedores da verdade e que nela permanecem são condutos do amor do Pai. Um dos sinais que apontam para a proximidade da volta de Cristo é justamente o desamor provocado pelo crescimento da iniquidade (Mt 24:12). O que nos leva a este raciocínio:

→ Se a falta de amor vem pelo aumento da iniquidade, e a iniquidade, ou o pecado, “é a transgressão da lei” (1Jo 3:4), logo, o amor advém do crescimento em obediência à verdade, através do Espírito Santo, “que Deus outorgou aos que Lhe obedecem” (At 5:32). Percebem?

Satanás diz: Não precisa obedecer, viva do seu jeito! (Isto produz morte: “porque o salário do pecado é a morte” Rm 6:23).

Deus diz: A obediência é fruto do genuíno amor, viva do Meu jeito! (Isto produz vida: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” Ap. 2:10).

Não se trata de salvação por obras, mas de sermos impulsionados a viver não mais conforme os nossos gostos e desejos egoístas, mas sob o constante governo do Espírito Santo. Não é o que eu faço, e sim o que Ele faz em mim, por mim e através de mim. Não se trata de um governo arbitrário, mas eleito pela entrega dos “que que andam na verdade” (v.4). O Senhor deseja restaurar em nossa vida o que no princípio foi estabelecido. E isto só acontece quando permitimos que o Espírito Santo nos guie “a toda a verdade” (Jo 16:16), “porque muitos enganadores têm saído pelo mundo afora” (v.7) e precisamos estar vigilantes para não perdermos “aquilo que temos realizado com esforço”, mas para recebermos “completo galardão” (v.8).

Devemos vigiar e orar para perseverar “em verdade e amor” (v.3). Mas o que exatamente é a verdade? A Bíblia nos apresenta as cinco colunas da verdade:

  1. Deus é a verdade: Jr. 10:10; 1Jo 5:20;
  2. Jesus é a verdade: Jo 14:6;
  3. O Espírito Santo é a verdade: 1Jo 5:6;
  4. A própria Bíblia é a verdade: Jo 17:17;
  5. A Lei de Deus é a verdade (principalmente, no que se refere aos dez mandamentos): Sl 119:142, 151, 152; Êx 20:3-17.

Ultrapassar “a doutrina de Cristo” (v.9) é estabelecer conceitos e ideias incompatíveis com o que Ele já nos revelou por meio de Sua Palavra. Notem que João disse basicamente assim, parafraseando: “Eu não estou escrevendo nada diferente, mas o mesmo mandamento que vocês já conhecem desde que se converteram: devemos nos amar uns aos outros. E o conceito desse amor é este: praticar os mandamentos de Deus. Portanto, amar ao próximo consiste em andar nesse amor” (v.5-6). Examinem os evangelhos e verifiquem se a vida de Jesus não foi o cumprimento perfeito da verdade e do amor. E a “todos os que conhecem a verdade” (v.1), Ele diz: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo 15:10).

O amor bíblico, amados, não se pode comparar com o amor barato que tem sido vendido nos púlpitos a preço da ingenuidade de muitos. O amor conforme as Escrituras é esclarecedor, é verdadeiro e nele não há confusão. Permita que este maravilhoso amor continue sendo derramado em seu coração pelo Espírito Santo (Rm 5:5). Que Ele te guie a toda a verdade e, nesta jornada rumo aos Céus, muito em breve, “conversaremos de viva voz” com o nosso amado Jesus, para que então, “a nossa alegria seja completa” (v.12).

Bom dia, “todos os que conhecem a verdade” (v.1)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2João #RPSP

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II JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de setembro de 2018, 0:20
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682 palavras

1. Presbítero (ARA; ARC: “Ancião”). O título pode se referir à idade ou à posição, ou ambas as coisas. Uma vez que este Comentário afirma a autoria do apóstolo João (ver p. 755), pode-se observar que a palavra “ancião” é adequada. No momento em que a carta foi escrita, c. 95 d.C. (ver p. 755), João seria já idoso e o último apóstolo sobrevivente, de acordo com a tradição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 757.

Senhora. A senhora a quem a carta é dirigida pode ter sido líder da igreja à qual João escreve, e seus “filhos” podem ser os membros da igreja (cf. 3Jo 4). O teor da mensagem é mais adequado a um grupo de crentes do que a um indivíduo, e a cristãos maduros, em vez de a filhos de certa mulher. CBASD, vol. 7, p. 757.

Eleita. Provavelmente usado aqui no sentido de eminência [proeminência, excelência] ética. CBASD, vol. 7, p. 757, 758.

A verdade. Ou, a doutrina cristã, como exposta por Cristo, que é “a verdade” (ver com. de Jo 8:32; cf. Jo 14:6), e “o Espírito da verdade” (Jo 14:17). Aqueles que defendem essa “verdade” amam aqueles que compartilham de suas crenças. CBASD, vol. 7, p. 758.

2 Por causa da verdade. É por causa da nossa aceitação comum da verdade que estamos tão intimamente relacionados pelos laços de amor. CBASD, vol. 7, p. 758.

4. Dentre seus filhos. Isto pode refletir a possibilidade de que todos os membros da igreja não tenham permanecido fiéis. Também pode ser que João não tenha encontrado ou ouvido relatos de todos os “filhos”, e que os outros também fossem fiéis. CBASD, vol. 7, p. 759.

6. E o amor é este. O amor não consiste apenas em acalentar sentimentos afetuosos para com os outros, mas em observar a conduta correta para com nosso semelhantes, conforme indicado nos mandamentos de Deus. CBASD, vol. 7, p. 759, 760.

7. Enganadores. Os desordeiros são identificados no fim deste versículo como aqueles que negam as implicações da encarnação. CBASD, vol. 7, p. 760.

O anticristo. Ver com. de 1Jo 2:18, 22. João identifica todos os “enganadores” como sendo, em última análise, representados pelo grande enganador e anticristo, Satanás. Todo o trabalho de embuste procede do diabo, não importa que forma local seus servos possam assumir. CBASD, vol. 7, p. 760.

9. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo. Isto é, quem tenta ir além dos ensinamentos de Cristo, como os gnósticos faziam (ver p. 687, 688). A fraseologia remete à primeira epístola de João (cf. em 1Jo 3:6). CBASD, vol. 7, p. 760.

Não permanece. Aquele que tenta ir aonde Cristo não guiou, sai do domínio de Cristo, portanto, não permanece na doutrina dada por Ele. CBASD, vol. 7, p. 761.

O que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Aquele que vagueia fora da verdade perde o Pai, e quem permanece nela tem o Pai e também o Filho por meio do qual toda a verdade é revelada (1Jo 2:23). CBASD, vol. 7, p. 761.

10. Não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Este conselho aparentemente rude só se aplica no caso de um “enganador” e “anticristo” (v. 7), e não tem relação direta com a hospitalidade que os cristãos devem alegremente mostrar aos amigos estrangeiros e necessitados (ver Mt 25:35; Hb 13:2). Não haveria motivo algum para receber um visitante determinado a enganar a igreja de Deus. … não é possível manter uma comunhão cristã entre o crente e o falso mestre (cf. 1Co 5:9-13). CBASD, vol. 7, p. 761.

11 Cúmplice. João deixa claro por que não devemos entreter os falsos mestres: a associação voluntaria com eles vai fazer parecer que aprovamos seus ensinamentos, e os incautos poderiam interpretar mal até mesmo a hospitalidade bem-intencionada concedida a esses mestres. CBASD, vol. 7, p. 761.

12 Muitas outras coisas. Nesta carta, o apóstolo tem tratado apenas com a questão mais urgente para alertar seus leitores sobre o perigo dos falsos mestres. Muitos outros emas chamam atenção, mas podem ser abordados de forma mais clara e rápida, pessoalmente. CBASD, vol. 7, p. 761.

Papel. Do gr. chartes, “uma folha de papiro”, material comum de escrita. CBASD, vol. 7, p. 761.

13 Tua irmã eleita. Estas palavras podem se referir a (1) uma irmã real de certa “senhora eleita” (v.1) ou (2) uma igreja irmã na área em que João escreveu. CBASD, vol. 7, p. 762.