Reavivados por Sua Palavra


I JOÃO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de setembro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

I JOÃO 3 – Como agir corretamente diante de situações complicadas de relacionamento? A carta em análise oferece-nos princípios para o bom andamento das atividades na comunidade eclesiástica.

O capítulo supracitado pode ser assim sintetizado, conforme Merrill F. Unger:

1. O justo viver e a comunhão:
• O amor dado por Deus como incentivo à vida santa (v. 1);
• A vinda de Cristo como incentivo à vida santa (vs. 2-3);
• A vida santa como propósito da salvação (vs. 4-5);
• A vida santa e a comunhão (vs. 6-10).
2. Amor fraternal e comunhão:
• A comunhão no amor (vs. 11-15);
• A manifestação do amor (vs. 16-18);
3. A certeza cristã e a comunhão:
• A natureza da certeza (vs. 19-21);
• A realização da comunhão (vs. 22-24).

Esta carta serve de espelho. Nosso tipo de obediência aos mandamentos de Deus prova nosso nível de moralidade (2:3-6). Nosso jeito de amar serve de avaliação de nossa condição social (2:7-11). Nossa forma de expressar a fé prova nosso compromisso com a doutrina bíblica (2:18-27).

João Stott destaca, dos capítulos subsequentes, mais três itens para nossa avaliação: Uma elaboração da…

• …prova moral: justiça (2:28-3:10);
• …prova social: amor (3:11-18);
• …prova doutrinária: fé (4:1-6).

Ao aceitarmos o amor divino tornamo-nos diferentes dos egoístas do mundo. Como filhos de Deus, purificamo-nos dos feios traços comportamentais influenciados pelo diabo. Libertos da escravidão do pecado, somos livres para obedecer a Cristo, O qual morreu para tirar de nós os nossos pecados, inclusive o ódio.

O crente não assume impecabilidade, pois devido a sua vulnerabilidade espiritual, pode escorregar e ter recaídas; porém, não aceita permanecer caído, pois já não é mais escravo das garras do diabo – Nisto reside a diferença do pecador sem Cristo e do pecador com Cristo.

• O amor altruísta em lugar do amor egoísta é a maior evidência de que alguém realmente está convertido. Isso só é possível tendo Jesus no coração!

Desta forma, “a religião de Cristo revela-se como um princípio vitalizante e dominante, uma energia espiritual operante e viva. Quando o coração é aberto à influência celestial da verdade e do amor, esses princípios fluirão de novo como torrentes no deserto, fazendo que apareçam frutos onde agora há esterilidade e penúria” (Ellen G. White).

Olhemos no espelho espiritual desta carta e, então procuremos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.


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