Reavivados por Sua Palavra


COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
24 de julho de 2018, 0:20
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956 palavras

5 Em espírito, estou convosco. O corpo de Paulo está confinado na distante Roma, mas seu coração circunda os conversos que ama. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 195.

8 Filosofias e vãs sutilezas. O apóstolo não condena a filosofia em si, nem denuncia os filósofos. Ele alerta contra a filosofia alardeada pelos falsos mestres em Colossos, a qual era vazia e vã, promovida pelo engano. O contexto sugere que essa filosofia tinha relação com as observâncias cerimoniais, as crenças humanas, tradições, hábitos e pontos de vista materialistas, todos distantes do evangelho de Deus. … O centro dessa filosofia é a exaltação humana, enquanto Deus é completamente excluído ou ignorado (ver T1, 297). O cristão deveria ser advertido e preparado contra aqueles que ensinam isso. Seu fim é morte eterna. CBASD, vol. 7, p. 196.

Tradição. As tradições são os modelos habituais de crenças e comportamento humano, transmitidos de uma geração a outra. CBASD, vol. 7, p. 196.

9 Corporalmente. Referência ao corpo glorificado de Cristo (Fp 3:21) no qual Ele ascendeu ao Céu (cf. DTN, 832). A plenitude da Divindade reside nEle corporalmente. Esta afirmação rebatia as falsas filosofias que ganhavam aceitação em Colossos (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 197.

10 Principado e potestade. Paulo novamente enfatiza que Cristo é a cabeça de todo poder e autoridade. Seu soberano poder é a fonte da vida. O apóstolo quer dizer que, ao Cristo habitar em nós, a mesma autoridade vitoriosa e poder criador nos prepararão para vencer. CBASD, vol. 7, p. 197.

16 Julgue. Isto aponta aos falsos mestres que, entre outras coisas, insistiam na vigência do sistema cerimonial judaico (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 200.

Comida e bebida. Estas palavras se referem às ofertas de alimento e bebida apresentadas pelos israelitas em conformidade com o sistema sacrificial, codificado na lei cerimonial. Alguns concluíram erroneamente que a afirmação de Paulo indica a abolição da proibição de ingerir alimentos declarado impuros (ver Lv 11). Este não é o significado pretendido pelo apóstolo, o que é evidenciado nas observações seguintes: (1) A comida e bebida são declaradas sombras de Cristo (Cl 2:17); isto é, apontam para o sacrifício e o ministério de Cristo. As ofertas de comida e bebida cerimoniais pertencem claramente a esta categoria, o que não ocorre com a proibição quanto a alimentos impuros. (2) A proibição para não comer determinados alimentos precede a lei cerimonial (ver com. de Gn 7:2). Por isso, certos animais devem ser considerados impuros por razões diferentes dos motivos cerimoniais. … O apóstolo não está permitindo que os cristãos colossenses comam e bebam o que quiserem, indiferentes às críticas. Paulo afirma que os cristãos não estão mais obrigados a praticar as exigências da lei cerimonial. As ofertas de comida e bebida têm seu cumprimento em cristo. CBASD, vol. 7, p. 200.

Dias de festa. As ordenanças cerimoniais contem mandamentos para a observância de vários dias santos: a Páscoa, a festa dos Pães Asmos, o Pentecoste, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos (ver Lv 23). CBASD, vol. 7, p. 200.

Lua nova. O primeiro dia de cada mês ou dia de lua nova (ver Nm 10:10; 28:11; cf. 1Sm 20:5; Is 66:23). CBASD, vol. 7, p. 200.

Sábados. O tipo de sábado em consideração é mostrado pela frase “tudo que há de vir” (Cl 2:17). O sábado semanal é memorial de um evento no início da história terrestre (Gn 2:2, 3; Êx 20:8-11; PP, 48). Por isso, os “dias de sábado” que Paulo declara serem sombras apontando a Cristo não podem se referir ao sábado semanal designado pelo quarto mandamento, mas indicam os demais dias cerimoniais que se cumprem em Cristo e Seu reino (ver Lv 23:6-8, 15, 16, 21, 24, 25, 27, 28, 37, 38). CBASD, vol. 7, p. 201.

18 Pretextando humildade. Humildade artificial praticada ao agregar mérito, humilhação voluntária resultante em ascetismo desnecessário e indigno, estes são os resultados do orgulho. São levados a cabo para obter mérito por meio de esforço humano, pessoal. Na prática, os falsos mestres negavam a justiça de Cristo, não dando espaço para a sua operação no coração por meio da fé (ver T1, 297). CBASD, vol. 7, p. 201.

Culto dos anjos. Os falsos mestres aceitaram a guia dos anjos, aos quais consideravam emanações inferiores de Deus. Eles insistiam na fraqueza e inferioridade humana e na distância do grande e eterno Deus. Esse ponto de vista era uma extensão da humildade voluntária que defendiam. Se o corpo humano é completamente sem valor, não pode se aproximar de Deus e precisa de intermediários. Assim, os anjos eram adorados como seres superiores aos seres humanos, num sentido, extensões da divindade. Paulo adverte os colossenses contra essa filosofia, que é oposta ao ensino de Cristo. Citando Deuteronômio 6:13, Jesus declarou: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mt 4:10). Os anjos impediram a adoração a si mesmos (ver Ap 22:9). CBASD, vol. 7, p. 202.

23 Culto de si mesmo. O ser humano confia em si mesmo; reverencia os esforços pessoais que propõe para obter o favor de Deus. na vigilância à qual se impõe, nas torturas espirituais auto-infligidas, nos rituais autodesignados na forma de adoração planejada pelo ser humano, sua vontade pessoal e proeza são os fatores exaltados. Em contraste, a filosofia cristã   CBASD, vol. 7, p. 203.

Falsa humildade. Paulo se refere à falsa humildade tal como ostentada pelos fariseus e ascetas que eram culpados do orgulho do exibicionismo. CBASD, vol. 7, p. 203.

E de rigor ascético. Os extremistas religiosos de Colossos viam o corpo como pecaminoso. A severidade deles para com o corpo era extrema e desarmônica com o ensino cristão de que o corpo é o “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) e contrária à instrução de apresentar o corpo como sacrifício vivo (ver com. de Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 203, 204.

Sensualidade. Uma interpretação comum é que a execução de todas estas leis e especulações humanas não tem valor contra a indulgência excessiva da carne. A única solução é uma completa submissão do coração a Cristo e a morte da vontade para os apelos do mundo. CBASD, vol. 7, p. 204.


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