Reavivados por Sua Palavra


EFÉSIOS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de julho de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria


“E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção” (v.30).


Como corpo de Cristo, a igreja precisava compreender o verdadeiro sentido do serviço, da edificação e da plenitude e, esforçando-se “diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (v.3). Uma vida de serviço abnegado e altruísta redunda na “edificação do corpo de Cristo” (v.12), que, por sua vez, resulta na “unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (v.13). E é justamente esta maturidade espiritual que livra o cristão de ser enganado “por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (v.14).

Para que haja unidade, é necessário espírito de cooperação mútuo e ideias que se encaixem perfeitamente a fim de atingir um alvo específico. É aí que entra o serviço, através da prática dos diversos dons espirituais. Apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v.11), todos unidos num só propósito, “seguindo a verdade em amor”, crescendo “em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo” (v.15). Ora, se Cristo é a cabeça, isto nos diz claramente que Ele está no comando e a nossa parte é simplesmente cooperar para que aconteça a etapa seguinte: o aperfeiçoamento cristão.

Aperfeiçoar significa chegar o mais perto possível da perfeição, melhorar, aprimorar, tornar mais elevado. Não é perfeição no sentido de não errar mais, e sim perseverar em permanecer praticando o que já provou ser a conduta mais eficiente. Um médico que descobre o tratamento para a cura de uma determinada doença, por exemplo, vai aplicá-lo em seus pacientes até que se descubra a cura por intermédio de um método mais eficaz. Assim deve ser na vida espiritual. Precisamos avançar através de uma renovação diária da mente. A experiência pessoal que tive com o Senhor ontem não pode suprir a necessidade que tenho de uma nova experiência hoje. É nesse ponto que muitos têm perdido o primeiro amor e ressuscitado “o velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano” (v.22).

Experiências passadas podem e devem ser lembradas como provas do amor e do cuidado de Deus por nós e como testemunho de fé para outros, mas jamais devem substituir aquelas que Jesus deseja nos proporcionar dia após dia, a fim de que nos revistamos diariamente “do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (v.24). Uma vida de santidade só pode ser alcançada através desse relacionamento diário. Se cada membro do corpo de Cristo entendesse que o seu relacionamento pessoal com Jesus deve ser o primeiro passo a ser dado à cada dia, todo o corpo andaria no mesmo compasso; não haveria ninguém adiantado e ninguém atrasado.

Ser santo nada mais é do que ser separado para um propósito específico e, neste caso, para um propósito divino. É estar constantemente submisso à vontade de Deus, reconhecendo a sua total dependência dEle. E ser mentiroso, iracundo, ladrão ou néscio de palavras, definitivamente, não são características daqueles que estão caminhando para encontrar um Deus Santo em uma cidade santa. Jesus foi o perfeito exemplo de santidade, mas também nos deixou o perfeito exemplo de compaixão. Notem que a ira em si não é pecado, mas o que fazemos dela pode tornar-se pecado ou não. A definição de que “somos membros uns dos outros” (v.25) nos diz que, ainda que a sua vida esteja em paz com Deus, ela não é parâmetro para o corpo, mas um membro em potencial para ajudar o que está enfermo a se recuperar.

Eis a “perfeita varonilidade”, a “plenitude de Cristo” (v.13): sermos “uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-[nos] uns aos outros, como também Deus, em Cristo, [nos] perdoou” (v.32). Quando compreendemos, de fato, o que Cristo fez por nós na cruz do Calvário e o que Ele está realizando hoje no Santíssimo do santuário celeste, passamos a odiar o pecado, e não pecadores. Não “deis lugar ao diabo” (v.27), amados, nutrindo sentimentos maus, mas “longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia” (v.31). Que nossas mãos trabalhem para o bem. Que cada palavra nossa “transmita graça aos que ouvem” (v.29). E que o selo do Espírito Santo nos guarde “para o dia da redenção” (v.30).

Avante, igreja do Deus vivo!

Bom dia, membros do corpo de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Efésios4 #RPSP


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