Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de junho de 2018, 0:45
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I CORÍNTIOS 13 – Desde o início desta carta, Paulo está preparando o coração do leitor para o capítulo do amor.

Para as brigas da igreja, para igrejas divididas, para as imoralidades entre os cristãos, para os problemas eclesiásticos levados à justiça, para uma comunidade pautada pelo orgulho e egoísmo, para as disputas de autoridade, etc., a solução de tudo está no dom do amor.

Seria interessante ler rapidamente os 12 capítulos que antecedem a este. Tua visão se ampliará. Logo após, observe atentamente à divisão de John Mc Vay:

1. A supremacia do amor (vs. 1-3): O amor é maior que…

• …qualquer dom espiritual.
• …qualquer outra qualidade de caráter.
• …todos, porque tudo mais é imperfeito se faltar amor.

2. A natureza do amor (vs. 4-7):

• O amor é uma qualidade divina.
• O que o amor não é: não está centrado no próprio eu, seu bem-estar, prosperidade e interesses (vs. 4-6).
• O que o amor é: sempre põe os outros à frente de si mesmo, pensa primeiramente neles, busca o bem-estar deles, de preferência ao seu próprio (vs. 4, 7).

3. A constância do amor (vs. 8-9):

• Tudo o mais passará, o amor jamais perecerá.
• Unicamente o amor jamais acaba.

4. Amor: O alvo da vida (vs. 11-13):

• Desistir das coisas de menino (v. 11);
• Finalmente, o amor em sua clareza (v. 12);
• A palavra final – o amor é maior, até mesmo que a fé (v. 13).

Crianças são egoístas. Pensam exclusivamente em sua própria satisfação. Não pensam no cansaço da mãe, choram a qualquer hora querendo ser atendidas. “A criança é fonte de sofrimentos infinitos. Para ela e para as demais. A criança é uma praga… A criança de dois anos tem uma carinha de anjo que a protege de umas boas palmadas e nos obriga a tomá-la nos braços e afagá-la… Precisa ser sempre ajudada” – diz Giulio Casare Giacobbe.

E tem mais, complementa Giacobbe: “Quem permanece criança arruína a própria vida. E arruína a dos outros… A criança é uma praga. Já o é com dois anos. Imagina o que é aos 35”.

O adulto infantil é pior que criança. Pior ainda é o crente que nunca amadurece! É terrível! Para tais, Paulo indica deixar as coisas de menino!

Amadureçamos. Amemo-nos de verdade! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de junho de 2018, 0:30
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“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém, o maior destes é o amor” (v.13).

O capítulo treze desta epístola nos apresenta treze versículos de uma perfeita explanação acerca do maior dos dons. Paulo exprimiu em palavras humanas a essência divina. Há sangue e lágrimas nas entrelinhas deste texto. Por mais que seja importante e necessária a variedade de dons, o dom supremo deve ser o regente de todos os demais. O apóstolo enumera alguns dons que, provavelmente, se destacavam entre os irmãos coríntios: o dom de línguas, de profecia, da sabedoria, do conhecimento, da fé, de assistência e até mesmo a entrega da própria vida. Portanto, ele não estava falando a uma igreja ociosa, mas extremamente ocupada com ministérios diversos.

Sem amor, podemos falar diversos idiomas, mas nossas palavras serão como um badalo irritante e sem tradução. Sem amor, a profecia não passará de um conjunto de símbolos e imagens sem sentido algum. Sem amor, a sabedoria e o conhecimento não passarão de coisas difíceis demais de se entender. Sem amor, a fé torna-se apenas um show de milagres e prodígios. Sem amor, o socorro e a caridade se resumirão a campanhas de merchandising próprio. Sem amor, a entrega da própria vida é nula e sem proveito algum. Unicamente o amor é capaz de gerar resultados benéficos na prática dos dons, e não somente benéficos, mas eternos.

Após traçar uma demarcação precisa acerca do que seja a prática dos dons sem o amor, Paulo estabelece uma espécie de dicionário do amor. Se pudéssemos perguntar para Paulo o que é o amor, a sua resposta seria o que está escrito nos versos quatro ao oito (primeira parte). Esta definição, no entanto, não supera, mas é um acréscimo à definição dada por João de que o amor é Deus, pois que “Deus é amor” (1Jo 4:8). Aquele que fala “as línguas dos homens e dos anjos” (v.1) as transformou em uma linguagem universal. Aquele que conhece o fim desde o princípio, foi o cumprimento da mais perfeita profecia. Aquele que é Onisciente, Se tornou em estatura humana. O Doador da fé expôs uma fé prática por meio de realizações transbordantes de amor. O Dono do ouro e da prata abriu mão de Sua majestade para estender a mão a imerecedores. Aquele que é a própria vida, Se entregou à morte e transformou a cruz no símbolo do perfeito amor. Aquele que é a ressurreição, ressurgiu para atestar que “o amor jamais acaba” (v.8.).

O amor deve ser o fundamento inconfundível de cada dom espiritual. A vida de Cristo manifestada no homem é o poder mais que eficiente de se pregar o evangelho. Amar é ter o indescritível privilégio de tornar-se participante da natureza divina na Terra. É experimentar a atmosfera do Céu antes mesmo de chegar lá. É a garantia de que meu enganoso e corrupto coração ainda tem jeito. É a única forma de conhecermos a Deus e alcançarmos a vida eterna. Uma vida religiosa, amados, nunca será capaz de superar os resultados do amor prático. Porém, mesmo este amor, não passa de uma visão obscura diante da eterna manifestação de amor que tanto aguardamos. Porque, quando “vier o que é perfeito” (v.10), “então, veremos face a face” (v.12) o próprio Amor.

Até lá, devemos permanecer em fé, esperança e amor. “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm 5:5). Consideremos pessoas mais importantes do que cerimônias; sejamos mais sensíveis ao bem-estar do outro do que às nossas próprias necessidades; sejam as nossas atitudes desprovidas de desejo por aplausos; sejam nossas intenções guiadas pelo Espírito Santo a fim de alcançar propósitos altruístas, então, de fato, brilharemos a luz de Cristo nos quatro cantos desta Terra. Sabem quando não fará o menor sentido permanecermos neste mundo? Quando aprendermos a amar como Jesus nos amou. O amor foi o “carrasco” da cruz e a chave da sepultura. E em breve será para nós o cumprimento das palavras de Paulo: “O amor jamais acaba” (v.8.). Perseveremos no amor, até o fim, então, seremos salvos (Mt 24:12-13)!

Bom dia, reflexos do amor de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios13 #RPSP



I CORINTIOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de junho de 2018, 0:20
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1 Ainda que. Paulo enumerou e definiu o papel dos dons do Espírito na igreja (1Co 12). Neste capítulo, ele mostra que possuir dons e qualidades adicionais não torna alguém um cristão se ele não tiver o dom supremo do amor. Este lindo poema em prosa é chamado de “a maior, mais forte e mais profunda declaração feita por Paulo”. Paulo apresenta a natureza, o valor e a duração eterna do amor em comparação com os dons temporários. Este capítulo continua a discussão do cap. 12 sobre os dons espirituais. O apóstolo observou que os vários dons espirituais foram conferidos para a edificação da igreja (1Co 12:4-28). Ele mostra então que os dons já mencionados, por mais excelentes que sejam, podem ser substituídos por um atributo que é mais valioso do que todos os dons, e que esse dom está disponível a todos (Gl 5:22). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 855.

Amor. Do gr. agape, o tipo mais elevado de amor, que reconhece o valor da pessoa ou do objeto amado; amor baseado em princípio, não em emoção; amor que emana do respeito pelas qualidades admiráveis de seu objeto. Esse é o amor existente entre o Pai e Jesus; é o amor redentor da Divindade pela humanidade perdida; é a qualidade especial demonstrada no relacionamento dos cristãos uns com os outros; e demonstra a relação do crente com Deus. CBASD, vol. 6, p. 856.

Mistérios. Do gr. mystería. Por causa do pecado, as faculdades mentais foram enfraquecidas; a capacidade de entender as maravilhas da vida, tanto naturais quanto espirituais, é muito inferior àquilo que Deus originalmente planejou para o ser humano. São necessários longos e árduos períodos de estudo e pesquisa para se descobrirem certos segredos da natureza, que eram logo percebidos por Adão antes do pecado. A mente dominada pelo pecado e não convertida não consegue entender as coisas de Deus. CBASD, vol. 6, p. 856.

Para ser queimado. A ideia é que o martírio em busca de glorificação própria não tem mérito algum. Nos dias de Paulo, não era costume a execução em fogueira. Apedrejamento, crucifixão e decapitação pela espada eram os métodos comuns de execução. A pergunta é: por que então Paulo se referiu ao martírio na fogueira? A resposta seria que esta é uma das formas mais dolorosas de execução. Entregar o corpo para ser queimado representa uma forma extrema de autossacrifício. Alguns consideram que esta passagem é uma profecia da tortura pelo fogo que a igreja sofreu na época de Nero e posteriormente. CBASD, vol. 6, p. 857.

Não se ufana. Do gr. perpereuomai, “vangloriar-se”, “jactar-se”. O amor não louva a si mesmo; é humilde e não tenta se exaltar. Aquele em cujo coração se encontra o verdadeiro amor mantém em mente a vida e a morte de Jesus e, assim, repele qualquer pensamento ou sugestão que possa levá-lo à autoglorificação. CBASD, vol. 6, p. 858.

Não se ira facilmente. O advérbio “facilmente” foi acrescentado e, ao que tudo indica, sem autorização. De fato, ele confere um sentido errado à frase. O amor não se ira, quer facilmente ou não. Nada pode perturbar a tranquilidade do perfeito amor nem causar demonstração de perturbação, impaciência ou raiva. Inserir a palavra “facilmente” seria sugerir que, às vezes, se permite raiva, irritabilidade ou ressentimento, mas isso não acontece com o amor. CBASD, vol. 6, p. 860.

11 Menino. Do gr. nepios, literalmente, “alguém que não fala”, um “infante”. O apóstolo usa as diferenças entre as experiências da infância e da vida adulta para ilustrar a grande diferença entre a obscura compreensão que o ser humano possui e a luz brilhante do conhecimento que terá no Céu. CBASD, vol. 6, p. 862.

12 Espelho. Do gr. esoptron. Outra ilustração para mostrar a imperfeição do mais elevado conhecimento que se possa obter na Terra. Espelhos antigos eram feitos de peças de metal polido. A imagem vista nesses espelhos era com frequência borrada e turva. O conhecimento da verdade eterna é obscuro e limitado em comparação com o que será no Céu. Agora, a visão está anuviada pelas debilidades físicas próprias da condição de pecado; mesmo a percepção mental está enfraquecida pelos hábitos errôneos, de modo que as coisas espirituais são percebidas apenas obscuramente. CBASD, vol. 6, p. 862.

13 Permanecem. Com exceção do amor, tudo o que foi mencionado neste capítulo, incluindo profecias, línguas e outros dons do Espírito, deixará de ter valor ou findará. Mas os três elementos básicos da experiência cristã não passarão; eles são permanentes. Portanto, o cristão é exortado a concentrar a atenção nesses três dons. CBASD, vol. 6, p. 863.

by tatianawernenburg



I CORÍNTIOS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de junho de 2018, 0:00
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I CORÍNTIOS 12 by Jeferson Quimelli
19 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-12/

Paulo admoesta os crentes em Corinto a não serem ignorantes a respeito dos dons espirituais (v 1). Não existe culpa em estar na ignorância, mas é errado recusar conscientemente o conhecimento trazido pelo Espírito Santo.

Paulo também lembra os crentes acerca da diversidade de dons concedidos pelo Espírito Santo (vv 4-11). Segue-se, então, a famosa passagem comparando a igreja com um corpo (vv 12-31). Quando os dons são valorizados em sua diversidade, não haverá divisões no corpo, especialmente porque os crentes devem cuidar uns dos outros (v 25). Reconhecendo que cada um de nós tem dons espirituais únicos e também a necessidade de fazermos o melhor a favor de nossos irmãos e irmãs, alcançaremos “um caminho ainda mais excelente” (v. 31), o caminho do amor.

Os dons espirituais, como ilustrado nesta carta aos coríntios, devem levar à virtude cristã da prudência e ao uso do bom senso comum.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1320
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/26
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados19-06-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



I Cor 12:4 “…ninguém pode dizer: “Jesus é Senhor”, a não ser pelo Espírito Santo” by Jeferson Quimelli
19 de junho de 2018, 0:58
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…ninguém pode dizer: “Jesus é Senhor”, a não ser pelo Espírito Santo.   A confissão genuína de que Jesus é o Senhor vem somente dos lábios de alguém dirigido pelo Espírito (cf Mt 16:16, 17). Os que verdadeiramente honram o nome e a obra de Jesus provam que são influenciados pelo Espirito Santo. Jamais alguém terá verdadeiro apreço por Cristo, nem amará Se nome ou Sua obra, a menos que seja dirigido pelo Espírito a perceber a natureza divina do Salvador. Ninguém pode mostrar seu amor pelo nome e pela obra de Cristo seguindo as inclinações do coração não regenerado. Em todos os casos em que alguém aceita a Cristo, é por meio do Espírito de Deus. A pessoa que fala de Jesus de modo leviano ou desacredita de Sua obra, ou ainda ensina doutrinas contrárias à Sua Palavra, prova com isso que não é dirigida pelo Espírito (ver DTN, 412). CBASD, vol. 6, p. 846.



I CORÍNTIOS 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
19 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 12 – PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de junho de 2018, 0:45
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Você já imaginou como seria receber uma carta de Paulo? O que será que o apóstolo escreveria para você e para sua igreja hoje?
 
“Se Paulo fosse escrever uma epístola a uma igreja comum hoje, provavelmente repetiria muito do que está em 1Coríntios. O mundo daquela época era muito parecido com o nosso. As pessoas tinham o mesmo gosto pelo intelectualismo, a mesma permissividade em relação aos padrões morais e certamente a mesma fascinação com o que é espetacular. A igreja de Corinto era parecida com as nossas: extremamente orgulhosa, opulenta, ansiosa por ser aceita pelo mundo” (David S. Dockery).
 
• Ou seja, abra a tua Bíblia no texto supracitado, e você verá que acabou de receber uma carta inspirada, escrita por Paulo!
 
O capítulo em pauta oferece-nos os seguintes pontos:
 
1. A ignorância quanto aos dons espirituais deve ser banida da igreja onde seus líderes e membros usam tais dons regidos pela ambição egoísta, poder e orgulho em vez de agirem com humildade e submissão ao Senhor da Igreja (vs. 1-3).
2. A abundância de dons não indica fontes diferentes, nem graus de autoridade eclesiástica. O Espírito Santo concede dons aos crentes para o serviço; Jesus Cristo concede líderes espirituais à comunidade de crente; e, Deus Pai administra as realizações da igreja. A Trindade opera em cada crente visando proveito e edificação da igreja; e nós devemos nos unir a esse propósito também (vs. 4-11).
3. A unidade eclesiástica orientada pelas Escrituras é relevante para uma igreja poderosa e atuante numa sociedade decadente (vs. 12-27).
4. A diversidade de dons deve compor a plenitude do corpo de Cristo, que é a igreja. Cada membro deve cumprir devidamente sua função para que a igreja experimente pleno reavivamento espiritual constante (vs. 28-31).
 
“Os dons espirituais são dados ao povo de Deus para que possam edificar a igreja, dar testemunho de Cristo e se tornar luz para todas as pessoas (Mt 5.14). Não é correto dar glórias a pessoas com dons ou dar-lhes louvor indevido. O propósito dos dons do Espírito é o bem de todo o corpo de Cristo, a edificação cada vez maior da igreja e o aumento de seu testemunho no mundo” (William L. Hendricks).
 
Que façamos parte deste propósito! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


I CORÍNTIOS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de junho de 2018, 0:30
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“Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” (v.27).


Quando falamos de dons, geralmente os associamos a talentos ou pré-disposições que se destacam na vida de alguém. Desde pequena gostava de cantar, mas foi quando conheci o evangelho, na minha adolescência, que um professor da escola sabatina, ao ouvir a minha voz, me incentivou ao ministério da música. Comecei a cantar solos, duetos, também participei de alguns grupos musicais e sempre pensei que este fosse o meu dom. Dons espirituais são as variadas manifestações do Espírito Santo na vida de cada filho de Deus, “visando a um fim proveitoso” (v.7). Com base nisso, percebi que passei vários anos na igreja sem nunca procurar, “com zelo, os melhores dons” (v.31).

Paulo conclamou os coríntios a não serem ignorantes “a respeito dos dons espirituais” (v.1). Cada dom é como um obra de arte que aponta para o seu Artesão, porque “ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo” (v.3). Cada um desempenha um papel fundamental no avanço da obra de Deus e deve ser recebido como uma dádiva do Espírito. Eu estava certa de que cantar era o meu dom, até que o Senhor me encontrou e me mostrou que os dons procedem dEle, conforme Ele quer e de acordo com a minha disposição em aceitá-los.

O Espírito Santo não concede dons sem que haja um propósito grandioso a ser satisfeito. A capacitação do alto recai sobre todo aquele que se dispõe a aceitar os planos de Deus, independente de honras ou sofrimentos. A igreja de Deus é comparada a um corpo, o “corpo de Cristo” (v.27). Isso indica que, sendo corpo, os membros precisam desempenhar a sua função a fim de que o todo não sofra os reveses de um membro deficiente. Quando compreendi que o Espírito Santo estava me chamando para algo diferente e que jamais havia imaginado, por muitas vezes questionei a Deus e ainda hoje confesso diante dEle a minha incapacidade. Mas o amor com que Ele me buscou foi tão grande que o maior desejo de minha vida passou a ser retribuir esse amor fazendo a Sua vontade e quedando-me aos Seus pés como um mero instrumento.

Paulo aprendeu, pela experiência de quem experimentara o amor de Jesus, que ser membro do corpo de Cristo requer renúncia, altruísmo, disposição e humildade. Cada um deve cooperar a fim de proporcionar aos demais a segurança de um corpo em perfeito funcionamento. Nenhum deles deve criar expectativas que possam gerar pensamentos diminutivos em outros, pois “os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários” (v.22). Notem que os órgãos vitais do corpo, não são os membros que vemos, mas aqueles que não vemos. Nem todos são chamados para ser nariz, olho ou boca, mas ainda que não estejam em evidência, são imprescindíveis para que aqueles possam continuar existindo.

“Procurar com zelo os melhores dons” não é igual a desenvolver o que eu sei fazer de melhor, mas confiar que o Espírito Santo fará em mim e através de mim o que Ele sabe fazer de melhor. Não estou aqui desprezando e nem desmerecendo os talentos que também são presentes de Deus e que precisamos desenvolver, mas engrandecendo as coisas que, indubitavelmente, são reconhecidas como o poder de Deus na vida humana. Mas o maior dos dons, a força vital de cada um dos membros, “um caminho sobremodo excelente” (v.31), estudaremos amanhã.

Continua…

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios12 #RPSP