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II CORÍNTIOS 4 – Esse é um capítulo fantástico!
Nos versículos 1-6 Paulo aborda a magnificência do evangelho. Comentando estes versículos, Hernandes Dias Lopes destaca seis características desse evangelho que não é produto da invenção humana, mas da revelação divina: Tal evangelho…
1. …é concedido pela misericórdia divina, e não pelo mérito humano (v. 1);
2. …nos dá forças para enfrentar o sofrimento (v. 1);
3. …nos capacita a ser íntegros na pregação (v. 2);
• O cristão verdadeiro vive na luz;
• O cristão verdadeiro não usa truques para pregar a Palavra;
• O cristão verdadeiro não adultera a Palavra para ganhar os ouvintes;
• O cristão verdadeiro vive de forma transparente na presença de Deus e dos homens.
4. …nos adverte acerca de uma terrível oposição (vs. 3-4):
• O evangelho salva ou condena;
• O diabo interfere na mente dos ouvintes;
• O diabo ataca os incrédulos com a cegueira espiritual.
5. …nos mantém longe da presunção (v. 5);
6. …nos evidencia um poderoso milagre (v. 6).
Apesar das dificuldades e sofrimentos, das pressões e oposições, o discípulo de Cristo precisa proclamar o evangelho. O “trio Discípulos”, baseou-se nos versículos 7-11 para uma música magnífica, da qual destaco alguns trechos:
Se o Senhor mandar seguir
Seja feito até o fim
Jogo a rede ou vou pregar
Em terra firme ou alto mar
[…]
Eles pensaram que me fariam recuar
A glória é pesada e a tribulação é leve e já vai passar
[…]
Somos abatidos, mas não destruídos
Ainda há boa obra, eu sei
Seu amor é o primeiro e o último em tudo que farei
Somos perseguidos, mas não desamparados
Glorio-me na Sua cruz
Esperança irrompe do sangue de Jesus…
Merril F. Unger, comentando os versículos 12-18 descreve que o texto revela um segredo interior da natureza espiritual. Esse segredo abrange:
• A crucificação de si mesmo (v. 12);
• Uma fé intensa (v. 13);
• Uma radiante esperança (v. 14);
• Esquecimento de si mesmo (v. 15);
• Força espiritual (v. 16);
• Opinião correta (v. 17); e,
• Um sábio objetivo de vida (v. 18).
No versículo 15 temos a “declaração de missão pessoal de Paulo: (1) servir aos outros; (2) multiplicar a graça; (3) aumentar as ações de graça e (4) dar glória a Deus” (Bíblia de Estudo Andrews).
Aprendamos com Paulo! – Heber Toth Armí.
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“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (v.17).
Prevenindo os cristãos acerca de falsos ensinamentos, Pedro escreveu o seguinte a respeito dos escritos de Paulo: “… como igualmente o nosso irmão Paulo vos escreveu… ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe 3:15 e 16). Mesmo possuindo uma linguagem mais difícil, tanto Pedro quanto o próprio Paulo levantaram a questão de que a dificuldade de compreensão não está nos escritos de Paulo, mas na cegueira espiritual dos “que se perdem” (v.3). Não se trata, portanto, de uma mensagem obscura, mas “a luz do evangelho da glória de Cristo” (v.4).
Paulo se colocava longe dos holofotes para pregar tão-somente “a Cristo Jesus como Senhor” e a ele mesmo como servo, “por amor de Jesus” (v.5). Este é o tema central de todas as suas epístolas. A morte, ressurreição e volta de Cristo são amplamente citadas, e, diante de um povo extremamente zeloso na lei, mas desprovido de misericórdia, a lei também tornou-se um assunto indispensável em suas cartas às igrejas. Percebendo, porém, que alguns acusavam seus escritos como encobertos ou impossíveis de se entender, simplesmente por recusarem-se a debruçar-se sobre eles com humildade e pelo apego aos pecados que suas palavras condenavam, o apóstolo apontou esta falta de entendimento como cegueira maligna (v.4).
Assim como no primeiro dia da criação do mundo, Deus fez resplandecer a luz (Gn 1:3), a primeira obra que Ele realiza na vida do cristão é resplandecer a Sua luz em nosso coração e iluminar a nossa vida do conhecimento de Sua glória, “na face de Cristo” (v.6). Ou seja, a conversão genuína produz iluminação para compreender as Sagradas Letras que revelam o caráter de Cristo. E isto, mediante um coração humilde e sempre agradecido, recebendo “este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (v.7). Em suma, Paulo sempre deixava bem claro que não eram as suas palavras ali escritas, mas palavras divinas em linguagem humana.
Enfrentando muitas tribulações e perseguições, levava “sempre no corpo o morrer de Jesus” (v.10), desconsiderando a própria vida por amor a Deus e aos seus semelhantes. Cada palavra que escrevia ou ditava, era um claro recado de Deus para o homem. Quando Pedro afirmou que muitos iriam deturpar os escritos de Paulo e as demais Escrituras, provavelmente se referiu à quebra do princípio bíblico de que o estudo da Bíblia deve ser “um pouco aqui, um pouco ali” (Is 28:10). Distorcer as palavras de Paulo à luz da sabedoria humana é querer brincar de Deus. Devemos estudar as cartas de Paulo à luz de toda a Escritura, comparando texto com texto, orando para que o Espírito Santo seja o nosso Instrutor bíblico. O estudo da Bíblia proporciona a paz e a felicidade que nada neste mundo pode superar. De modo que aumenta a nossa fé e nos impulsiona a falar: “Eu cri; por isso, é que falei” (v.13).
Aquele que um dia usufruíra do melhor da terra e tinha seu nome no hall dos maiores doutores da lei, deixou tudo para trás para sofrer tribulações e tristezas “por amor de Jesus” (v.5). Eu não sei o que você deixou ou o que ainda precisa deixar para seguir a Jesus. Não conheço seus problemas, nem o que lhe aflige, mas posso lhe garantir uma coisa: tudo isso é passageiro e produzirá “eterno peso de glória, acima de toda comparação” (v.17). Persevere em estudar a Palavra de Deus, em examiná-la como quem procura um tesouro, porque “este tesouro” (v.7) é encontrado por todo aquele que se dedica a procurá-lo. E, como o salmista, encontraremos conforto na tribulação: “O que me consola na minha angústia é isto: que a Tua Palavra me vivifica” (Sl 119:50).
Bom dia, vivificados pela Palavra de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Coríntios4 #RPSP
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-3/
O apóstolo Paulo lembra aos crentes de Corinto que eles não precisam de uma carta de apresentação para conhecerem o seu caráter (3:1). A própria existência da igreja ali é um testemunho acerca do ministério de Paulo. Como um pastor dedicado, ele se preocupava com eles genuinamente.
Eu sei como Paulo se sente porque, como pastor que agora ensina pastores, posso dizer que amo ouvir acerca dos meus ex-membros de igreja. Regozijo-me com eles quando ouço boas novas e choro com eles em outros momentos. Nossos corações estão unidos, mesmo que eu não consiga ter notícias deles com tanta frequência.
Paulo contrasta seu próprio ministério com o de Moisés (2 Coríntios 3:16), mas, em última análise, é o “ministério do Espírito” que é “muito mais glorioso” (v. 8). Na verdade, Moisés apontava para a vinda de Cristo, por meio do “antigo pacto”. Esses não são dois pactos separados, mas sim o que Moisés ensinou era como um “véu” que foi “removido e levado por Cristo”. Em outras palavras, o trabalho e as palavras de Moisés apontavam para Jesus Cristo como o Messias prometido.
Decidamos hoje servir a Cristo através do ministério do Espírito que deseja operar por nosso intermédio.
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1327
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados26-06-2018.mp3
Comentários em vídeo
Ouça online [Voz Valesca Conty]:
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II CORÍNTIOS 3 – Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na Terra, mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado.
O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.
Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:
• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);
• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);
• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);
• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);
• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);
• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);
• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);
• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);
• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);
• A glória do ministério – sua pureza (6:11-7:1);
• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).
O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:
• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);
• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);
• É autenticado por Deus (vs. 4-6);
• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);
• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);
• Opera maravilhosa transformação (v. 18).
Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.
Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:
1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;
2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;
3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).
Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (v.17).
Consagrado para um ministério sagrado e de grande responsabilidade, Moisés tornou-se o maior líder que Israel já teve. Sua missão desafiadora incluía, além de liderar milhões de hebreus doutrinados pela cultura egípcia, estar perante Deus a fim de receber os estatutos e as leis que regeriam aquela nova nação. Para um povo que era escravo, sob um governo injusto imposto por Faraó, o Senhor fez questão de introduzir, o que seria a “Constituição Federal” de Israel, da seguinte forma: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx 20:2). Os dez mandamentos deveriam ser obedecidos como lembrança da liberdade obtida pelas mãos de um Senhor justo, e não como uma nova escravatura.
Porém, ainda que Moisés tivesse sido um grande líder e um homem de Deus, mesmo a glória manifestada em sua face, com o tempo se desvaneceu, mostrando que o temporário “ministério da condenação” (v.9) nunca poderia ser suficiente para salvar o homem de seus pecados. A antiga aliança, mediante o sacrifício de animais e leis ritualísticas, era apenas uma ilustração acerca do verdadeiro e suficiente sacrifício de Cristo (Hb 9:12). E os mandamentos gravados em pedra pela mão do próprio Deus (Êx 31:18), uma representação do que deveria ser escrito em seus corações. Tiago chama os dez mandamentos de “lei da liberdade”, pela qual todos serão julgados, e, logo após, enfatiza que “a misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg 2:12 e 13). Ou seja, há uma saída para o pecador. Há uma oportunidade de remissão, “uma nova aliança” (v.6) estabelecida por Jesus Cristo, a qual retira o véu e revela a glória do Pai.
Como bem expressou Tiago, a lei do Senhor é uma expressão de liberdade. Porque “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (v.17). O pecado nos escraviza e a lei de Deus nos faz lembrar disso. Mas, ainda que buscássemos obedecê-la com perfeição, jamais conseguiríamos. O único que obteve êxito na perfeita obediência foi Jesus, que foi morto pelas nossas transgressões. Somente por Cristo somos salvos da condenação da lei, e aí está a misericórdia que triunfa sobre o juízo. Como “ministros de uma nova aliança” (v.6), não nos recomendamos a nós mesmos como se a nossa obediência fosse suficiente, mas, endereçados por Cristo, como Sua carta, somos chamados para revelar o Seu caráter através de um coração submisso ao “Espírito do Deus vivente” (v.3).
Oh, amados, não confundam liberdade com libertinagem. Se Cristo morreu por causa de nossos pecados que são “a transgressão da lei” (1Jo 3:4), deveríamos nós ignorá-la? Absolutamente! Se matar, roubar, adulterar, ter outros deuses além de Deus tornou-se uma possibilidade a partir do sacrifício de Jesus, o que estamos fazendo pregando o evangelho do amor a Deus e ao próximo? Percebem? Quando o véu do santuário terrestre se rasgou “de alto a baixo” (Mt 27:51), o Santíssimo passou a ser um lugar acessível para mim e para você. O “ministério da morte, gravado com letras em pedras” (v.7) que dantes apenas nos revelava a nossa natureza pecaminosa, tornou-se em ministério da redenção gravado “em tábuas de carne, isto é, nos corações” (v.3), revestido de glória permanente (v.11), apontando para o Único que foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2:8).
Deus deseja gravar em nosso coração a Sua santa lei. Não mais em pedras, mas “nos corações” (v.3), através do Seu Espírito. Então, o que o mundo julga ser uma escravidão, para nós será sempre liberdade. Assim como a glória de Deus era manifestada no lugar Santíssimo do santuário terrestre acima da arca da aliança onde estavam os mandamentos de Deus, o Senhor deseja manifestar a Sua glória em nós, “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19), gravando a Sua lei, manifestação do caráter de Cristo, em nossos corações.
Assim diz o Senhor: “Dar-lhes-ei um só coração, espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne; para que andem nos Meus estatutos, e guardem os Meus juízos, e os executem; eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus” (Ez 11:19-20). Jesus está voltando para buscar “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Aqueles que verdadeiramente tem sido “transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (v.18). Que Jesus nos encontre não como legalistas, “porque a letra mata” (v.6), mas como livres por Seu intermédio (v.4), obedecendo porque escolhemos amá-Lo.
Bom dia, carta de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Coríntios3 #RPSP
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-2/
Minha parte favorita deste capítulo é a descrição de ação de graças de Paulo. Tudo o que fazemos, diz ele, está centralizado em Cristo, e como crentes procuramos exaltar o Seu nome, como se estivéssemos em um desfile.
Cristo é aquele que libera a fragrância do conhecimento que temos dele em todos os lugares que vamos. Paulo nos lembra que exalamos o perfume de Cristo à medida que trabalhamos tanto por aqueles que estão sendo salvos como por aqueles que estão perecendo (vs.14-15).
Uma das coisas que mais amei, quando fui missionário nas Filipinas, foram os aromas maravilhosos das flores e frutos tropicais dali.
É muito bom estar ao lado de uma pessoa cuja personalidade agradável perfuma o ambiente onde está. Mas, por mais estranho que possa parecer, tal pessoa pode ao mesmo tempo ser um perfume de morte (v. 16). Isto porque, segundo o pensamento de Paulo, quando testemunhamos de forma vívida acerca do amor de Deus as pessoas têm a liberdade de aceitar ou não o amor de Deus. Se alguém endurece o seu coração a esta influência do Espírito Santo, isto pode significar um passo a mais na sua escolha de rejeitar a Deus e à vida que Ele oferece.
Peçamos a Deus que nos ajude a exalar o bom perfume de Cristo aonde quer que formos. Que sejamos fonte de vida para aqueles que estão sendo salvos.
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1326
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/01
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados25-06-2018.mp3
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