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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-10/
Este capítulo mostra a preocupação de Paulo com a condição perdida da nação judaica. O desejo de seu coração é que eles se salvem. Infelizmente, eles possuem um zelo por Deus que não se baseia na Bíblia e são ignorantes da verdadeira justiça que se obtém pela fé. Eles tentaram estabelecer sua própria justiça e não se submeteram a Cristo quando Ele se revelou a eles.
Paulo diz: “Porque o fim da Lei é Cristo, para a justificação de todo o que crê.” (v. 4, NVI). Isso não significa que a lei foi abolida. No capítulo anterior, ele deixou isso claro quando disse: “a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rom. 8:4, NVI). O que isso mostra é que Cristo cumpriu a lei por nós e podemos experimentar Sua justiça, olhando para Ele e não para a lei.
Os evangelistas hoje devem continuar a pregar a simplicidade e o poder do evangelho que conduz à fé e a transformação.
Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1302
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Também disponível em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/rom/10
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados01-06-2018.mp3
Ouça este comentário online:
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ROMANOS 10 – Este capítulo tem profundos ensinamentos que merecem a devida atenção caso realmente anelamos o verdadeiro reavivamento.
• O problema da sequidão espiritual do Israel antigo pode ser o mesmo do Israel atual.
Siegfried J. Schwantes comenta que, “a religião genuína deve ser temperada com conhecimento para não descambar para o fanatismo”. De fato, “não honramos a Deus negligenciando o estudo de Sua Palavra a fim de conhecer melhor os fundamentos de nossa fé”.
O conhecimento de Israel era superficial devido a sua distorção teológica causado por seu orgulho espiritual. A Palavra de Deus não alcançou o que Deus queria ao enviá-la (vs. 1-15). Israel não praticou a justiça porque a rejeitou em prol de sua própria justiça.
A grande questão é tão importante agora como foi no passado: “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”. Até aqui muitos hoje aceitam, como muitos judeus aceitavam, certas porções soteriológicas da revelação que possuíam. Todavia, Paulo continua:
“Porque com o coração se crê para a justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação” (v. 10).
• A religião deve ser pautada na revelação a tal ponto de chegar ao coração e causar na vida uma radical transformação.
Em Paulo, essa transformação foi genuína. Ele que tinha os cristãos como inimigos; ao se converter a Cristo, seus inimigos se tornaram alvos de suas intercessões. Agora, “em vez de consignar seus amigos ao inferno, Paulo orava por sua eterna salvação” – destaca George R. Knight.
Baseando-se nesse capítulo de Romanos, Knight faz a seguinte aplicação: “O zelo por Deus sem conhecimento equivale a fanatismo […]. Ter zelo sem conhecimento é um vício, não uma virtude […]. Deus deseja que manifestemos zelo por Ele. Porém, deve ser um ardor cheio de conhecimento, de um conhecimento de nossa fraqueza, de nossas necessidades, de nossa tendência a converter-nos em Deus para os outros, e mais que tudo, de nossa necessidade de sua graça que abranda e informa”.
Israel teve sua oportunidade e a rejeitou (vs. 16-21). A rebeldia foi a sua ruína. Todas as pregações que ouvimos (ou que poderíamos ouvir) são nossas oportunidades. Se as negligenciarmos, desenvolveremos nossa fatalidade, assim como Israel.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Ouça online [Voz: Valesca]:
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“Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus O ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (v.9).
Não havia prazer algum da parte de Paulo em repreender seus irmãos judeus. Seu intuito era simplesmente desvendar-lhes os olhos para verdades encobertas pelas tradições. A sua oração era para que aqueles que agiam como ele mesmo já havia agido, também encontrassem a salvação em Cristo Jesus. Sua própria experiência fazia com que o apóstolo olhasse para os zelosos judeus com olhos de compaixão, pois se identificava com eles. Enquanto observava todos os rituais, pompas e serviços religiosos sendo realizados, via no rosto dos oficiantes a expressão de seu próprio rosto outrora rijo de um zelo consumidor. Isto lhe comovia o coração a não somente falar, mas também suplicar “a Deus a favor deles” (v.1).
Após seu encontro com Jesus, os olhos de Paulo se abriram para as boas-novas do evangelho, sua graça e a certeza de que nem todo o zelo do mundo é capaz de salvar uma pessoa sequer se este não for resultado do amor devotado a Deus. Você pode doar tudo o que tem, pode dedicar sua vida à igreja, pode até dar a própria vida, mas se o que te motiva é o zelo, e não o amor, nada disso tem proveito algum (1Co 13:3). O zelo, certamente, tem o seu lugar na adoração a Deus e precisa ser praticado, mas na direção certa e como resultado da salvação e não como uma exposição de santidade. Paulo lhes mostrou “um caminho sobremodo excelente” (1Co 12:31), aquele cujo pavimento é o amor de Deus em sua mais sublime manifestação: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).
A essência de todo o evangelho está contida nesta expressão, em que o Senhor amou ao mundo “de tal maneira”. Ele nos ama com um amor tão estranho à nossa natureza egoísta, que os salvos passarão a eternidade estudando sobre este amor que não cabe no Universo. Paulo experimentava o amor de Deus todos os dias, por isso que cada dia de sua nova vida era dedicado a falar desse amor e vivê-lo. Porque o amor do Pai se manifesta na vida de Seus filhos para que seja transbordante na vida de outros. Se cada cristão dedicasse suas redes sociais apenas para compartilhar o amor de Cristo através da pregação de Sua Palavra, e se os relacionamentos fossem mais pessoais do que virtuais, rapidamente seria cumprida a profecia em nossos dias: “Por toda a terra se fez ouvir a Sua voz, e as Suas palavras, até aos confins do mundo” (v.18).
Paulo não condenou o zelo dos judeus, mas a sua motivação. Nem tampouco menosprezou a lei, mas apontou novamente a sua finalidade, o seu objetivo: Cristo (v.4). Ela aponta para o Único que pode nos salvar de nossos pecados, “o Senhor de todos, rico para com todos que O invocam” (v.12). Crer com o coração é o primeiro passo na Sua direção. A transformação é feita de dentro para fora, então, “com a boca se confessa a respeito da salvação” (v.10). O perfeito amor realiza a misteriosa obra de aperfeiçoamento na vida do pecador, de forma que um novo homem é apresentado à sociedade que logo identifica a mudança progressiva. Uma nova criatura renasce para calçar “os pés com a preparação do evangelho da paz” (Ef 6:15). E quão formosos são os seus pés (v.15)!
O mundo não está faminto de comida e nem com sede de água. Como está escrito: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor” (Am 8:11). O grande problema da humanidade não é a injustiça social, mas a falta de entendimento da justiça celestial. “Desconhecendo a justiça de Deus” (v.3), multidões vão continuar buscando água em fontes que se esgotam e comendo de alimento que não nutre. “Como, porém, invocarão Aquele em quem não creram? E como crerão nAquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (v.14).
Onde estão vocês, pés mui formosos de Deus? Deus não nos enviou para revelar ao mundo “um povo rebelde e contradizente” (v.21), mas coerente e cheio de amor. Que, revestidos da justiça de Cristo, nossa vida reflita o Seu caráter. E ainda que não saia de nossa boca palavra alguma, todos nos identifiquem como “povo de propriedade exclusiva de Deus” (2Pe 2:9).
Bom dia, pés formosos dos que anunciam Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Romanos10 #RPSP
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669 palavras
1 Que sejam salvos. É significativo que, após a discussão sobre a rejeição de Cristo pelos judeus, Paulo fale em orar pela salvação deles. Isso mostra que ele não considera o caso deles sem esperança, apesar de sua culpa. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 653.
21 Contradizente. Ao recusar e resistir ao evangelho, os judeus estavam revelando uma característica que há muito havia sido apontada e condenada pelos profetas. CBASD, vol. 6, p. 661.
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