Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de março de 2018, 0:30
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“e toda carne verá a salvação de Deus” (v.6).


Iniciando com uma lista de todas as autoridades locais da época e encerrando com a genealogia de Jesus, este capítulo apresenta a disparidade entre o governo da terra e o governo do Céu. Todos os nomes citados no início, por mais que seus cargos lhe conferissem privilégios, não poderiam se comparar com o nome acima de todos os nomes que encerra o capítulo de hoje. Ao vir a João “a palavra de Deus” (v.2), “pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados” (v.3), descortinou-se perante o mundo o que já estava previsto desde a sua criação (Ap 13:8). A autoridade maior da igreja de Deus, o sumo sacerdote, que deveria compadecer-se “dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas” (Hb 5:2), era o primeiro a erguer uma pedra na direção do pecador. Deus conferiu a um andarilho do deserto um poder que autoridade humana nenhuma poderia superar.

Movido pelo Espírito Santo, João Batista chamava o pecado pelo nome. Mas ele não apontava os pecados de seus conterrâneos com o fim de puni-los, e sim de corrigi-los e endireitar “as suas veredas” (v.4). Diante das multidões, sua voz clamava em favor dAquele que viria após ele, preparando os corações para recebê-Lo. Seu discurso era de fácil compreensão diante de todos. Difícil era colocá-lo em prática. Quando as multidões lhe perguntaram: “Que havemos, pois, de fazer?” (v.10), a sua resposta, em resumo, foi: Pratiquem o amor altruísta (v.11). Esta é a fonte de “frutos dignos de arrependimento” (v.8). Aos publicanos, João disse: Sejam honestos (v.13). Aos soldados: Cumpram sua função sem usar dela com injustiça (v.14). E a Herodes, replicava o mandamento, que diz: “Não adulterarás” (Êx 20:14).

A finalidade de João colocar o “dedo na ferida” daqueles que o ouviam não era para magoá-la ainda mais, mas para que os “feridos” sentissem a dor de quem necessita de cura. Eles estavam prestes a testemunhar o batismo dAquele que nem precisava passar por este símbolo, mas que o fez para dar-nos o exemplo. Do “Filho amado” (v.22), ao “filho de Deus” (v.38), a genealogia de Jesus Cristo revela que geração após geração o homem não pôde criar uma alternativa sequer que fosse capaz de salvar. Somente em Jesus o mundo pôde contemplar “a salvação de Deus” (v.6). Somente Ele venceu os grilhões da morte. Aquelas respostas dadas por João ao povo não representavam salvação por obras, mas os frutos da salvação, ou seja, a consequência de quem já foi salvo.

Os terríveis resultados da queda do primeiro Adão teriam finalmente a perfeita solução, “porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só Homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos” (Rm 5:15). Cabe a nós, portanto, aceitar este dom gratuito de Deus e, batizados “com o Espírito Santo e com fogo” (v.16), praticar a nossa fé em Cristo seguindo “os Seus passos” (1Pe 2:21). Para Deus, não importa qual a função ou o cargo que desempenhamos neste mundo, “porque para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm 2:11).

Que o Espírito Santo continue nos guiando “a toda a verdade” (Jo 16:13), fazendo de nós Seus atalaias dos últimos dias, que anunciam “o evangelho ao povo” (v.18).

Bom dia, atalaias de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas3
#RPSP


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