Reavivados por Sua Palavra


Habacuque 2 by Jobson Santos
8 de outubro de 2014, 0:10
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Comentário devocional:
No início do capítulo 2 Habacuque começa descrevendo a si mesmo como um vigilante em serviço que aguarda uma resposta de Deus ao seu desafio. Deus lhe responde no versículo 2 e diz que escreva Sua resposta de forma que todos a possam ler. Embora possa haver um atraso, os propósitos de Deus certamente se cumprirão.
O verso 4 contrasta os anseios perversos dos babilônios com os desejos dos justos de Judá: “O justo viverá pela sua fé” (ARA). Esta preciosa e vital declaração da teologia cristã ecoa muitas vezes no Novo Testamento (Rm 1:17, Gal 3:11, Hb 10:38-39). Ao abrir as cortinas e mostrar ao Seu povo como Ele está trabalhando nos bastidores, Deus convida o Seu povo a confiar nEle, a esperar com paciência e a viver pela fé.
Não importa o quanto o malpredomina sobre a terra, não importa o quanto as coisas possam aparecer sem esperança aos olhos humanos, Deus sempre tem um remanescente que seguirá a Sua pura vontade.
Seguem-se, então, uma lista de seis problemas, quando o profeta profere lamentos (ais) pelo orgulhoso (2:4-5), pelo avarento, pelo ganancioso (2:6-8), pelo desonesto (2:9-11), pelo violento (2:12-14), pelo bêbado e imoral (2:15-17) e pelo idólatra (2:19-20). Cada lamento pode ser dividido em duas metades, terminando com uma significativa declaração.
Os versos 14-16 confirmam que, embora Babilônia possa parecer invencível, cheia de glórias mundanas, impondo, por um tempo, seu domínio de violência e terror, será completamente destruída na plenitude do tempo de Deus. A glória de Deus encherá a terra e Babilônia e tudo o que ela representa serão apenas uma vaga lembrança.
Logo, o Senhor voltará para julgar o mundo, e todos aqueles que a Ele se opuseram  nada terão a dizer, em vista de Seu poder (v. 20). A justiça de Deus encherá a terra e a fé do remanescente que confiou nEle será recompensada. Amém.
Audrey Andersson
Secretária Executiva da Divisão Trans Europeia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hab/2/
Traduzido por JAQ/JDS
 
Texto bíblico: Habacuque 2
Comentário em áudio  


Daniel 10 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Neste capítulo, é a vez de Daniel ter uma visão da glória de Deus, à semelhança de Ezequiel (Ez. 1). Na Bíblia, a glória de Deus sempre se manifesta quando o Senhor tem algo muito importante a revelar. Nos cap. 11 e 12, de fato, Deus revela a Seu servo fatos importantes que envolverão Seu povo.

A presença poderosa do Rei do universo é majestosa demais para que mortais suportem permanecer na sua presença. Mesmo sem ver o que acontecia, os companheiros de Daniel fugiram, amedrontados (v. 7), e Daniel, que teve um vislumbre da glória divina, caiu desfalecido. Somente a força concedida através do mensageiro celestial o pôde suster naquele momento (v. 8 e 9).

Após orar e jejuar durante três semanas inteiras (v. 2 e 12), Daniel recebe o mensageiro Gabriel que lhe diz que suas palavras, ditas em espírito de humildade, foram ouvidas no Céu desde que ele iniciara a sua oração. Que maravilha saber que nossas orações são ouvidas pelo Pai no mesmo momento que as iniciamos! Jamais saberemos neste mundo as forças espirituais que as nossas orações moveram em favor de quem intercedemos.

Gabriel revela que desde o momento do início da oração de Daniel, ele viera atuar sobre o rei da Pérsia, mas durante estes 21 dias, o ”príncipe da Pérsia” lhe havia resistido, com tanta intensidade que foi necessário que Miguel, o “Príncipe dos exércitos do Céu” (v. 13, Clear Word), ou seja, o próprio Cristo viesse ajudá-lo a conseguir a vitória.

A citação da expressão “príncipe da Pérsia” em oposição ao “Príncipe dos exércitos do Céu” revela a guerra espiritual que se trava nos bastidores dos poderes governantes terrenos. Alguma decisão muito importante que envolvia o povo de Deus estava nas mãos de Ciro, provavelmente a retenção do povo de Deus na Babilônia ou a proibição da reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém. 

“Durante três semanas Gabriel se empenhou em luta contra os poderes das trevas, procurando conter as influências em operação na mente de Ciro. […] Tudo que o Céu podia fazer em favor do povo de Deus foi feito. A vitória foi finalmente ganha; as forças do inimigo foram contidas todos os dias de Ciro e todos os dias de seu filho Cambises” (PR, 572).

Gabriel ainda diz que quando a influência divina fosse retirada de sobre os governantes persas, viria o príncipe da Grécia (v. 20). As forças do mal agiriam, trazendo a ruína aos persas, através de Alexandre, o líder dos exércitos grecomacedônicos.

Deus respeita a decisão dos homens em rejeitar a Sua influência. Mas quando Seu povo, como Daniel, intercede com espírito humilde, todo o Céu trabalha em seu favor.

Senhor,

Nestes dias decisivos em que vivemos, em que impérios resistem ao Teu amor, vemos já Seu povo sendo perseguido por amor de Ti. Mantenha-nos obedientes firmes à Tua vontade manifesta em Tua Palavra e derrama em grande intensidade o Teu Espírito sobre este mundo carente do Teu amor, a começar por nós. Em humildade de coração pedimos. Amém.

 

Texto do blog mundial: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/10/

Texto bíblico: Daniel 10 

Comentário em áudio

 

Comentários pastor Heber sobre Daniel 10

Daniel é um livro de oração, porque quem o escreveu viveu em oração. Se as pessoas soubessem o efeito da oração, dedicariam a vida a essa ação. Há um grande conflito entre o bem e o mal, precisamos da oração para promover o bem.

Em seu extraordinário livro Arilton Oliveira chama-nos a atenção para tal conflito: “O texto bíblico deixa claro que por traz do rei da Pérsia estava o príncipe do mal, Satanás, que deseja interferir nos planos de Deus. Neste ‘grande conflito’ Daniel ‘viu’ uma luta muito intensa. De um lado estava um ‘anjo mau’ agindo para frustrar os desígnios divinos, e do outro, possivelmente o anjo Gabriel…”.

Consequentemente, “para ter vitória nesse conflito precisamos nos entregar à oração, ao jejum, ao pranto e ao quebrantamento. Precisamos discernimento para entender a luta que se trava no mundo visível”, comenta Hernandes Dias Lopes. Nosso capítulo de estudo, pode ser assim divido:

1. A importância do jejum para a vida espiritual (vs. 1-3);
2. Jesus Se revela àquele que jejua (vs. 4-6);
3. Quem ora recebe explicação, outros não (v. 7);
4. A presença de Jesus impressiona (vs. 8-9);
5. Quem ora recebe conforto do Céu (vs. 10-11);
6. O anjo Gabriel vem do Céu a Terra para auxiliar a quem ora (vs. 12-14);
7. Humildade caracteriza quem experimenta a presença do ser celestial (vs. 15-17);
8. Gabriel fortalece àquele que ora por discernimento espiritual (vs. 18-21).

Precisamos aprender pelo exemplo de Daniel a enfrentar com oração todos os nossos problemas. Reclamando, culpando, criticando ou com arrogância, estupidez e grosseria não é característica de verdadeiros filhos amados de Deus.

Precisamos entender que a oração é fundamental para que a atuação de Deus nos alcance; não que Deus dependa de nossas orações para agir, é por meio dela que demonstramos às hostes satânicas que pertencemos a Deus. Quando oramos e jejuamos damos total liberdade para Deus agir contra Satanás que nos assedia.

Deus entra nessa luta universal para valer. Ele nunca perde nenhuma batalha. Jesus veio ao mundo, lutou, sangrou, e, morreu; porém, ressuscitou, pois Ele é mais poderoso que Satanás e mais forte que a morte. Sua vitória é eficaz, e, nossa única segurança e esperança de vencer.

Louve-O. Adore-O. Exalte-O! Glorifique-O! – Heber Toth Armí.



Daniel 6 by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: adoração, fidelidade, libertação, oração | Tags: , ,

Comentário devocional:

O general de Ciro, Gubaru (ou Gobryas), que tomou Babilônia, também foi o seu primeiro governante, sob o nome de Dario, o Medo (v. 1).

Daniel foi colocado como um dos três supervisores dos 120 sátrapas ou governadores escolhidos pelo rei e, com a ajuda de Deus, distinguiu-se como um bom estadista muito acima dos outros dois altos oficiais do rei. Estes, invejosos de Daniel, tentaram, em vão, encontrar alguma acusação contra ele (v. 4). Daniel não se corrompia e era extremamente trabalhador e confiável. Legalmente não podiam fazer nada contra ele; então eles foram buscar algo contra ele em sua religião (v. 5). 

Dissimulando honrar ao rei, eles o persuadiram a emitir um decreto que não poderia ser revogado: no período de 30 dias ninguém poderia fazer petição a qualquer deus ou pessoa, a não ser para Dario, sob pena de ser lançado na cova dos leões (v. 7).

Quando Daniel ouviu falar acerca do decreto, abriu as janelas de sua casa e continuou orando a Deus três vezes por dia, como sempre fizera. Nada mudara para ele (v. 10). Daniel sabia que a adoração contínua e a oração eram a chave para o sucesso espiritual de sua vida. Ao testemunharem isto, os inimigos de Daniel o acusaram de desobediência ao decreto do rei.

O rei só neste momento entendeu a armadilha em que caíra e ficou consternado com a noticia, porque gostava muito de Daniel (v. 14). Dario buscou de todas as maneiras salvá-lo porém, sem sucesso (v. 15) – a lei dos medos e persas estava acima dele. A muito contragosto, Dario ordenou que se baixasse o ancião, que teria 83/84 anos na época, através de cordas na cova dos leões, expressando a ele o sincero desejo de que seu Deus o salvasse (v. 16). Em seguida, a cova foi fechada com uma pedra e selada com o selo do rei e os selos dos nobres (v. 17). 

Nesta noite não houve para Dario sono, comida ou entretenimento (v. 18). Imediatamente aos primeiros raios do sol correu para a cova para ver o que acontecera (v. 19). Com aperto no coração, já esperando pelo pior, chamou Daniel para ver se ainda estava vivo (v. 20). Para grande alegria de Dario, Daniel, de dentro da cova, louvou a Deus por ter sido salvo dos leões, sem qualquer ferida sequer (vv. 21, 23). Então, os papéis se inverteram e os acusadores de Daniel foram jogados, junto com suas mulheres e filhos na cova dos leões, onde foram imediatamente devorados (v. 24).

Este episódio claramente inspirado pelo inimigo de Deus teve como resultado exaltá-Lo ainda mais, pois em todo o reino se fez conhecido, por decreto real, que “Ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o Seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim.” (vv. 25-26). Este decreto foi colocado nos arquivos do reino para que os futuros governantes dos medos e persas tivessem dele conhecimento. Através dele, Dario testemunhou que Deus resgata e salva, opera sinais e maravilhas no céu como na terra (v. 27) para livrar os seus. Dario estava aqui não só relatando o passado, mas também profetizando e descrevendo a obra de salvação de Deus em Jesus.

Naquele ano e no próximo Daniel prosperou, tanto no reinado de Dario quanto no de Ciro, que o sucedeu no trono. A última data que temos notícias de Daniel foi o ano de 536 aC, no terceiro ano de Ciro, quando ele teve a longa visão dos capítulos 10 a 11, sobre os reinos que se sucedem até a ressurreição dos justos, no fim dos tempos.

Querido Deus,
Diariamente teu povo remanescente é alvo de críticas, falsas acusações e perseguições. O objetivo é diminuir a sua influência para o bem. Resgata e protege, Senhor, o Teu povo, não só das acusações, quanto de estar entre os acusadores. Em Teu Santo Nome oramos. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/6/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 6

Comentário em áudio

Palestra sobre Daniel 6

Comentário pastor Heber Toth Armí sobre Daniel 6

Se vivêssemos a religião bíblica como deve ser; se não rendêssemos à cultura do mundo, mas aos princípios do Céu; se o amor por Deus determinasse nosso comportamento e nossas decisões, certamente não veríamos sermõezinhos pragmáticos, megaigrejas aguadas e os efeitos pós-modernos numa sociedade capenga.

Daniel não é crente camaleão, que muda conforme dita a sociedade, a moda, a política ou, se outros crentes não são como ele: resoluto na Palavra de Deus. Além disso, a vida de quem vive pela fé – não pelo medo ou conveniência, é eletrizante, emocionante: Daniel foi jogado vivo para ser comido pelos leões, e saiu vivo – ele tem histórias para partilhar!

Note: Ser convencido é uma coisa, ser convicto é outra; assim como ter fé é uma coisa e, viver pela fé é outra. A atitude de Daniel em orar com a janela aberta confronta a irrevogável lei medo-persa, porém sua atitude não é de rebeldia e arrogância, mas de submissão ao Deus que os infiéis arrogantemente desprezam e ignoram.

Diante da arrogância em prol do erro, da pressão e ameaça para com os fieis, os verdadeiros filhos de Deus, mesmo em face a leões, perseguições e morte, têm honrado, primariamente, a Deus. Por que não ser corajoso contra os homens perversos, quando estes são tão corajosos em desafiar a Deus?

Daniel permaneceu uma noite entre leões, os que o acusaram sentiram na pele o que significa isso; o resultado, porém, revelou que é muitíssimo melhor servir a Deus do que acusar os servos de Deus.

Ainda, neste capítulo aprendemos que,

1. É melhor obedecer a Deus que aos homens, ainda que o homem seja o rei do maior império mundial. 

2. É melhor cumprir a lei de Deus quando as leis dos homens confrontam essa lei.

3. É melhor honrar a Deus do que lutar para preservar a vida, pois Deus é Quem dá e preserva a vida.

4. É melhor viver os princípios divinos, custe o que custar, antes que os caprichos da vontade humana.

5. É mais prudente agradar a Deus do que a qualquer ser humano, por mais importante que ele seja.

Em nossa geração, carecemos de gente de convicção. “Reaviva, Senhor, nossa paixão por Ti”.

Viva hoje o ideal de Deus!



Daniel 2 by Jobson Santos
16 de agosto de 2014, 0:33
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Comentário devocional

 Neste capítulo Daniel relata um acontecimento que marcou definitivamente a sua vida. Ele escreveu em aramaico, a língua falada pela população em geral, para que a veracidade do relato pudesse ser confirmada pelos oficiais da corte que falavam essa língua. É interessante notar que os pergaminhos encontrados nas cavernas de Qumran trazem exatamente o mesmo texto hebraico a partir do qual nossas atuais traduções da Bíblia são feitas.

No segundo ano de Nabucodonosor, Deus deu ao rei um sonho que o perturbou muito (v. 1). Ditadores muitas vezes são inseguros e não confiam em ninguém ao seu redor. Naqueles dias, um ditador buscava ansiosamente o conselho dos adivinhos sobre o que deveria ou não fazer. Neste caso, entretanto, eles simplesmente não sabiam o que dizer a Nabucodonosor a partir de suas tábuas astrológicas. 

 O rei disse que estava ansioso para saber o sonho (v. 3) e ameaçou todos os sábios da corte com a morte caso não conseguissem revelar o mistério. “Esta é a minha decisão: se vocês não me disserem qual foi o meu sonho e não o interpretarem, farei que vocês sejam cortados em pedaços e que as suas casas se tornem montes de entulho” (v. 5, NVI). 

Os adivinhos perceberam então que tinham um grande problema. Eles conheciam a extrema brutalidade dos ditadores assírios e babilônios, como a demonstrada na captura de Laquis, registrada na parede do palácio de Senaqueribe, em Nínive. Muito provavelmente eles seriam cortados em pedaços ainda vivos. 

 Tendo ciência da crise que também o envolvia, Daniel se aproximou e pediu para falar com o rei (v. 15) e pediu a seus amigos para orarem com ele a respeito do assunto (v. 17-18). Deus respondeu a oração deles e deu a Daniel o sonho e a sua interpretação (v. 19). No sonho o rei havia visto uma enorme estátua, de diversos materiais, que foi destruída por uma rocha não cortada por mão humanas.

O conceito fundamental do sonho é que Deus está no controle da história deste mundo e de seus sucessivos impérios. Este mesmo conceito já havia sido exposto por Moisés em Gênesis 31, Êxodo 3 e Jó 12.

 A interpretação do sonho dada por Deus a Daniel e transmitida ao rei foi a seguinte: A cabeça de ouro da imagem representava a Babilônia (v. 37a). Outros reinos se sucederiam, como confirmado pela História. Depois da Babilônia veio a Medo-Pérsia (v. 39a) representada pela prata, e depois de sua queda, veio o Império Grego representado pelo bronze (v. 39b). 

Depois da queda da Grécia dominou o “império de ferro” de Roma. Mais tarde, na Idade Média, Roma assumiu uma orientação religiosa através da Igreja Católica Romana, quando passou a ser conhecido como o Sacro Império Romano (v. 40). O aspecto religioso de Roma se revela logo em 538 dC, quando o imperador Justiniano ordenou que nas moedas a serem cunhadas naquele ano ele não deveria ser retratado, como no passado, como um guerreiro ou um soldado com uma lança em um cavalo, mas como um teólogo segurando em suas mãos uma cruz. 

 O último reino que aparece no sonho composto de “argila e ferro” (vs. 41-43), também teria fim, como todos os demais. Então uma pedra vinda do próprio Deus destruiria a imagem que Nabucodonosor vira em seu sonho e o Deus do céu estabeleceria um reino que jamais seria destruído (v. 44). 

 Quando Nabucodonosor ouviu tudo isso, colocou o rosto em terra perante Daniel (v. 45-47). Apesar de ser ainda um calouro, Daniel foi promovido a chefe de todos os sábios da Babilônia. Daniel foi trazido para a corte do rei e seus amigos se tornaram encarregados da administração da província de Babilônia, a seu pedido (v. 49). A inteligência e a sabedoria de Daniel e seus companheiros lhes foram dados por Deus. 

Querido Deus, 
Vivemos no tempo do fim e sabemos que o Seu filho, a Rocha dos Séculos, virá em breve como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores para encher a terra com a Sua glória. Que possamos, desde agora, nos abrigar nEle. Amém. 

Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook, Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/2/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Daniel 2
Comentário em áudio
 Palestra sobre Daniel 2


Jeremias 33 by Jobson Santos
3 de junho de 2014, 0:05
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Comentário devocional:
 
Minha esposa Bodil e eu gostamos de cantar músicas bíblicas como uma forma de memorizar a Palavra de Deus. Este capítulo contém uma de nossas promessas bíblicas favoritas: “Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece” (Jeremias 33:3, NVI).
 
Seja qual for o desafio ou a oportunidade que você esteja enfrentando hoje, apegue-se ao que Deus prometeu em Sua Palavra. “Clame a mim”, Ele diz. Este convite me faz lembrar as palavras de Jesus no Sermão da Montanha: “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta” (Mateus 7:7, NVI).
 
Quando criança, eu imaginava que eu deveria pedir “coisas”. Agora eu percebo que os maiores presentes que o Pai anseia nos dar são sabedoria para saber como viver e a presença capacitadora do Seu Espírito Santo. Dê-lhe hoje a oportunidade de guiá-lo e capacitá-lo na realização dos seus deveres. E lembre-se, nada é difícil demais para Deus.
 
“Senhor , obrigado por sua incrível promessa, feita não só a Jeremias, mas também a mim. Alegro-me por poder pedir a Sua ajuda a qualquer momento, em qualquer lugar, sabendo que não há nada difícil demais para você. Amém”.
 
Derek J. Morris
Associação Ministerial da Conferência Geral
 
www.reavivadosporsuapalavra.org
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/33/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 33 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/jeremias/jr-capitulo-33/


Isaías 37 by Jobson Santos
2 de abril de 2014, 0:03
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Comentário devocional:
Após receber aquela mensagem cheia de insultos do rei Senaqueribe apresentada pelo seu porta-voz Rabsaqué, pode-se imaginar a angústia na corte de Jerusalém. De fato, o rei Ezequias rasgou suas vestes e se cobriu de saco. No entanto, ao invés de tentar reunir seu exército ou buscar ajuda nos homens sábios do mundo, ele buscou a Deus.
Mais uma vez Rabsaqué procurou assustar Ezequias através de uma carta blasfema (verso 14). Entretanto essas táticas de pressão fizeram o rei Ezequias apegar-se ainda com mais força ao Senhor. Esta deve ser uma lição para nós hoje, quando confrontados com alguma dificuldade, grande ou pequena.
Eu amo a oração de Ezequias e a maneira tão significativa como ele começa sua oração: “Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, cujo trono está entre os querubins, só tu és Deus sobre todos os reinos da terra. Tu fizeste os céus e a terra” (v. 16 NVI). Ao mencionar que Deus habita entre esses dois querubins, Ezequias está lembrando a Deus que Ele é um Deus de misericórdia. Ele também está reconhecendo que Deus não é apenas um grande Deus, mas o único Deus e Ele é o governante de todos os reinos da terra, assim como o criador do mundo. Assim, não seria grande coisa para ele lidar com o Rei Senaqueribe e seu exército assírio.
A oração de Ezequias continua: “Ouça Senhor, abra os olhos. Vês o que eles estão dizendo contra Ti? É verdade, eles já destruíram muitas nações. Mas essas nações confiavam em deuses de madeira e pedra. Não és como esses deuses. Ouve a minha oração e livra-nos de tal forma que todas essas nações (tanto a Assíria quanto as nações que destruíram) possam ver que Tu és o único Deus verdadeiro e o único Deus que pode nos livrar.” (Minha paráfrase dos versos 16-20).
Como poderia Deus não responder a tal pedido? O Salmo 50:15 nos diz: “Clame a mim no dia da angústia; eu o livrarei, e você me honrará” (NVI). E foi exatamente isso o que Deus fez, Ele libertou Jerusalém. Em Isaías 36:36, vemos que o Anjo do Senhor, sozinho, destruiu 185.000 soldados do exército assírio. O rei Senaqueribe voltou para casa envergonhado e,  não muito tempo depois, foi morto pelos próprios filhos (v. 38).
Quando confrontados por dificuldades ou desafios insuperáveis, a oração deve ser sempre a nossa primeira linha de defesa. Assim como o rei Ezequias apresentou aquela carta ameaçadora diante do Senhor, nós também devemos apresentar nossas cargas (grandes e pequenas) diante do Senhor e reivindicar Suas promessas.
“Exponde continuamente ao Senhor vossas necessidades, alegrias, pesares, cuidados e temores. Não O podeis sobrecarregar; não O podeis fatigar. Aquele que conta os cabelos de vossa cabeça, não é indiferente as necessidades de Seus filhos. … Levai-Lhe tudo quanto vos causa perplexidade. Coisa alguma é demasiado grande para Ele, pois sustém os mundos e rege o Universo. Nada do que de algum modo se relacione com a nossa paz é tão insignificante que o não observe. Não há em nossa vida nenhum capítulo demasiado obscuro para que o possa ler; perplexidade alguma por demais intrincada para que a possa resolver.” Caminho a Cristo, p. 100.
= => Convite: Aproveite e apresente a Deus o seu pedido ou agradecimento no site www.euoro.com.br.
Melodious Echo Mason
EUA

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/37/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico:  http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-37/


Salmo 72 by Jobson Santos
18 de outubro de 2013, 0:05
Filed under: Salmos | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Qual é o tamanho da sua lista de desejos? Quando Deus perguntou a Salomão, o que ele queria, ele pediu apenas uma coisa – sabedoria. Recentemente, li a história de um voluntário que estava ajudando um orfanato no sopé das montanhas do Himalaia. O voluntário perguntou à mulher que havia trabalhado na cozinha durante quase toda a sua vida o que ela pediria se lhe fossem concedidos três desejos. Sem pensar, ela respondeu: “alimento suficiente para todas as crianças”. Como seu segundo desejo, ela disse: “Talvez uma máquina de lavar roupas”. Ao ser encorajada a expressar o seu terceiro desejo, ela pensou um pouco e disse: “Eu não sei. Dois desejos são suficientes”. Muitos de nós também teríamos que pensar um pouco, não pela ausência de um terceiro desejo, mas para conseguirmos reduzir a nossa lista a apenas três!

A sabedoria e o acurado senso de justiça de Salomão tornaram-se lendários. Sua fidelidade a Deus resultou na prosperidade da nação. E Deus concedeu-lhe ainda outras bênçãos – vitórias nas guerras, que lhe trouxeram considerável riqueza, e vida longa .

Infelizmente, Salomão abandonou a Deus e desperdiçou grande parte da sua longa vida. Perseguiu fama e honra. Procurou a felicidade em bens materiais. Mais tarde, porém, Ele percebeu que a felicidade é um dom de Deus, mas havia perdido tempo valioso.

Cada um de nós também recebe dons especiais e uma alta vocação. Não desperdicemos nosso tempo correndo atrás daquilo que é ilusório. Usemos os dons recebidos para abençoar as nações (v. 17, NVI) e para encher a terra com a glória de Deus, o seu caráter (v. 19, NVI).

Gordon Christo

Índia

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/72/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 72

 



Salmo 20 by Jobson Santos
27 de agosto de 2013, 0:10
Filed under: Salmos | Tags: ,

Comentário devocional:

Os Salmos 20 e 21 se complementam e são conhecidos como os Salmos de Guerra. O Salmo 20 era uma música de encorajamento cantada antes da batalha e o Salmo 21 era uma música de celebração cantada depois da batalha. Se o povo estivesse vivendo no centro da vontade de Deus tinha a garantia de que podia contar com Deus para protege-lo. Deus estava disposto e era capaz de entregar o resultado que o Seu povo precisava. Não havia dúvida ou hesitação, mas uma forte confiança a qual elevava o ânimo dos soldados na batalha.

 Deus era o comandante-em-chefe acima do Rei, que era o general e líder dos soldados que saíam à peleja. A beleza deste Salmo é o conceito da presença e da vitória de Deus, mesmo antes da batalha começar. Essa confiança se manifestava numa certeza que era contagiante.

Os ingredientes para a vitória naquela época são aplicáveis ​​aos crentes de hoje. Diante da realidade da grande guerra entre o bem e o mal, devemos nos apegar às promessas de Deus encontradas em  Sua Palavra e proclamar a nossa confiança num resultado positivo. Os tempos e a cultura são diferentes, mas os princípios para a vitória permanecem os mesmos. Ao nos envolvermos na guerra contra os principados e potestades (Efésios 6:10-18) coloquemos em prática os mesmos princípios apresentados nos Salmos 20 e 21.

A oração de intercessão: No versículo 1, somos lembrados acerca do poder da oração intercessora. Quando a liderança está envolvida, ou estiver prestes a se envolver em empreendimentos ousados para Deus, crentes fiéis são necessários a fim de orarem em prol da vitória deles. Quando os crentes oram de acordo com a vontade de Deus, podem esperar que grandes coisas aconteçam.

Ao enfrentarmos angústias e perplexidades busquemos a Deus em oração, individual e coletivamente. À medida que invocamos Seu nome, citando a Sua Palavra e reivindicando Suas promessas, temos todo o direito de reivindicar a vitória, assim como os israelitas do passado fizeram.

A força do santuário: A ajuda vem do santuário onde Deus está ministrando em nosso benefício. Estas palavras transmitem um sentimento de certeza. Há um conhecimento acerca do que Deus é e do que Ele está fazendo. Temos um amigo nos lugares celestiais e Ele está preocupado conosco e com nosso bem-estar. Ele também está interessado nos desejos do nosso coração e em nossos propósitos acalentados que coincidem com o Seu plano divino. Podemos ter confiança de que Deus nos conduzirá a um final feliz!

Delbert Baker

Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

 

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/20/

Texto bíblico: Salmo 20