Reavivados por Sua Palavra


Jeremias 25 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:Que capítulo intenso! Deus envia aqui Sua Palavra a toda a nação de Judá e, também, ao mundo todo, em todas as épocas, através de seu servo Jeremias.

A mensagem de Deus é simples e clara. Observe Seu “Plano de três pontos” para a sobrevivência espiritual: 

1. Arrependei-vos dos vossos maus caminhos e maldades; 

2. Não vá atrás de outros deuses para os servir e adorar; 

3. Não Me obrigue a agir por causa das más obras das tuas mãos.

A Escritura registra a triste verdade que eles se recusaram a ouvir. Recusaram não apenas poucas vezes, mas de forma permanente.

A leitura deste capítulo me faz imaginar Jeremias tentando conseguir a atenção das pessoas no portão da cidade. Mas o povo não deu ouvidos às palavras de Deus. Estas palavras os teriam salvo se tivessem levado o profeta a sério.

Jeremias detalha os resultados devastadores de desprezar as repreensões divinas. Os babilônios se tornaram instrumento divino de juízo. Os sons da vida foram silenciados e as luzes se apagaram.

Mas existe uma esperança: encontramos neste capítulo a profecia de Jeremias de que os cativos ficariam na Babilônia por 70 anos e depois retornariam. 

Veja que interessante: como registrado em Daniel 9, esta é a mesma profecia que Daniel estava estudando perto do fim do cativeiro! Preste atenção: vemos aqui um profeta – Daniel – estudando as palavras de outro profeta – Jeremias – que tentava entender o que Deus dizia! Quão importantes são as palavras de Deus!

No restante do capítulo observamos Jeremias ser levado em visão para além dos 70 anos de cativeiro, após a punição de Babilônia por seus pecados, até o desfecho do conflito entre o bem e o mal no fim dos tempos. 

Estas questões que trouxeram os juízos divinos ao povo de Deus agora se aplicam a todo o mundo. Deus diz: “Pegue de minha mão este cálice com o vinho da minha ira e faça com que bebam dele todas as nações a quem eu o envio.” (v. 15 NVI).

Os estudantes da Bíblia reconhecem aqui uma forte semelhança com as palavras de Apocalipse [em especial, Apoc 14], descrevendo o conflito final dos tempos. Deus tem um acerto de contas a fazer, não só com o Seu povo, mas com todas as nações. A devastação do pecado e do mal não perdurará para sempre.

No final deste capítulo é feita referência aos líderes e pastores no Dia do Juízo. Não é uma imagem bonita. Parece mais um momento de terror. Eu não gostaria de ser responsabilizado por ter levado um dos filhos de Deus a se extraviar!

A boa notícia é de que haverá um fim para a loucura de rejeitar as palavras de Deus. Façamos a nossa parte em aceitar as mensagens de Deus para nós e as colocarmos em prática. Assim seremos aprovados no juízo final.

“Senhor, que cada membro da família mundial “Reavivados por Sua Palavra” ouça atentamente as Suas palavras e as pratique”.

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/25/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto original: Texto bíblico: Jeremias 25 



Jeremias 21 by Jeferson Quimelli
22 de maio de 2014, 0:00
Filed under: caráter de Deus, consequências, correção, escolhas, Justiça | Tags: , ,

Contexto histórico:

“Nos capítulos 21 e 22, Jeová dirigiu uma mensagem à pessoa do rei de Judá. Anunciou ao rei que ele pusera à sua frente o caminho da vida e o caminho da morte (21.8). O caminho da vida era a obediência (22.3) e traria bênçãos. Zedequias reinou em 597-587 a.C., preferiu o caminho da morte, que lhe causou a rejeição de sua família como dinastia de descendentes e herdeiros do trono de Davi (22.24-30). Pasur, filho de Malquias, deve ser distinguido do Pasur anterior, filho de Imer (20.1). Cerca de vinte anos se haviam passado entre estes capítulos e o anterior [cap. 20] … Zedequias é como a maioria dos homens: usa a religião apenas quando está em situação cujos recursos humanos não são suficientes para obter-se uma solução favorável ao problema que enfrenta; quando não, permite que até os fiéis sejam perseguidos. … Ezequiel, nessa época, estava pregando a mesma coisa na Babilônia (Ez 7.22)”. Comentários da Bíblia Shedd, sobre Isaías 21. 

 

Comentário devocional:

Tempos de desespero pedem medidas desesperadas. A advertência de Jeremias de que Deus iria destruir o país através dos babilônios já se evidenciava pela presença dos exércitos de Nabucodonosor a circundar a cidade. Então o rei Zedequias enviou uma delegação a Jeremias, em busca da Palavra do Senhor, que ele recentemente havia desprezado e rejeitado. Ele fez isso não por conta de um arrependimento verdadeiro ou uma mudança de coração, mas numa tentativa desesperada de evitar o desastre e sobreviver.

Em resposta, Jeremias envia uma mensagem de volta ao rei. A nação havia ido longe demais e a mensagem de condenação e julgamento não só é ratificada, mas ampliada. Não há esperança para a cidade, o rei ou os príncipes, mas ele indica um caminho para que as pessoas comuns sofram menos. Ele diz que Zedequias deveria deixar de lado o instinto de lutar ou fugir e se entregar aos babilônios, porque, então, ele viveria! “Fique aqui e lute, e você vai morrer!” é a mensagem de Jeremias. Deus sempre dá a oportunidade de escolher a vida.

Jeremias lembra à Casa de Davi, o rei e os seus príncipes, que a razão para isso estar acontecendo é a total corrupção dentro da estrutura dirigente da nação. Deus faz aqui uma apaixonada defesa em prol da justiça, honestidade e compaixão como sendo uma obrigação da liderança para com as pessoas. Os líderes que não atenderem a este apelo de Deus sofrerão as conseqüências de sua maldade. 

Isso me faz lembrar de um princípio que procurei incutir em meus filhos enquanto eles cresciam: tomem boas decisões e coisas boas acontecerão; tomem decisões ruins e coisas ruins acontecerão! Quanto mais boas decisões você tomar, mais coisas boas acontecerão. E o oposto também é verdadeiro: quanto mais cedo você parar de tomar más decisões e começar a tomar boas decisões, coisas boas vão acontecer mais rapidamente!

A boa notícia neste capítulo é que o amor e a justiça de Deus não permitirão que a corrupção do pecado dure para sempre. Se você sofre com injustiça e opressão, saiba que um dia Ele fará o acerto de contas e estabelecerá uma nova ordem de coisas em que habita a justiça. Louvado seja Deus!

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/21/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 21



Isaías 66 by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2014, 0:00
Filed under: adoração, comunhão, escolhas | Tags:

Comentário devocional:

Neste mundo a humanidade está constantemente lutando contra as forças esmagadoras do mal que atacam de todos os lados. Não estamos seguros nem em nossa própria casa e nossa própria natureza luta contra nós. Num cenário assim, é reconfortante podermos recorrer a um Deus-Pai, que é o todo-poderoso provedor e protetor do Seu povo. 

Deus é misericordioso, mas também justo. As décadas e séculos de rejeição a Deus por parte do Israel apóstata finalmente cobram um preço. As dores de parto começam com o julgamento final da nação e a destruição do Templo (v. 6).

O julgamento de Deus veio sobre o povo porque rejeitaram os amorosos convites divinos. Por meio de Isaías o Senhor disse: “escolherei um duro tratamento para eles, e trarei sobre eles o que eles temem. Pois eu chamei, e ninguém respondeu; falei, e ninguém deu ouvidos. Fizeram o mal diante de mim e escolheram o que me desagrada” (v. 4, NVI). 

No entanto, um remanescente sobrevive (v. 19) e dispõe-se a cumprir a vontade de Deus. Por meio de suas ações amorosas são um poderoso testemunho àqueles que se tornaram desiludidos com a adoração apóstata. Tornam-se colaboradores de Deus para que Ele reúna uma grande colheita de almas de toda tribo, língua, povo, para a glória do Seu nome (v. 18b-21; Ap 7:9). 

Então Isaías contempla um Novo Céu e uma Nova Terra (v. 22) que receberá os fiéis e sinceros. Deus se refere a eles com as seguintes palavras: “A este eu estimo: ao humilde e contrito de espírito, que treme diante da minha palavra” (v 2.b NVI). Em um universo purificado de qualquer maldição, os remidos adorarão o Senhor e exaltarão por toda a eternidade a grandeza da redenção recebida!

Senhor, Te buscamos em humildade e contrição de Espírito, pedindo que coloque em nós o desejo de sermos cidadãos do Teu Reino. Que possamos desfrutar hoje do prazer e a paz da comunhão contigo e do privilégio de Te adorar face a face por toda a eternidade.

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/65/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 65 



Isaías 48 by Jeferson Quimelli
13 de abril de 2014, 0:00
Filed under: escolhas | Tags: , ,

Comentário devocional:

Nos capítulos anteriores de Isaías, as nações pagãs foram confrontadas com a presciência de Deus; agora são os filhos rebeldes de Judá que são confrontados com essa presciência divina: “Eu predisse há muito as coisas passadas, minha boca as anunciou, e eu as fiz conhecidas; então repentinamente agi, e elas aconteceram. Pois eu sabia quão obstinado você era… antes que acontecessem eu as anunciei a você para que você não pudesse dizer: ‘Meus ídolos as fizeram” (v. 3-5, NVI).

No futuro, quando os exércitos de Nabucodonosor avançassem sobre Judá, aqueles seus filhos rebeldes não poderiam reclamar que Deus lhes havia deixado sem proteção. Há muito tempo, Ele já lhes tinha dito o que iria acontecer e por quê. Ele até lhes disse como lidar com a invasão (Jeremias 27:6-11): “Mas a nação que obedecer ao governo do rei da Babilônia e o servir, eu deixarei que fique na sua própria terra, para cultivá-la e morar nela. Eu, o Senhor, falei” (Jr. 27:11, NVI). 

Deve ter sido muito doloroso para o Senhor ver Seu povo não dar ouvido a Seus conselhos. “Desde a antiguidade o seu ouvido tem se fechado” (v. 8, NVI). Nada é mais mortal para a alma do que a teimosa recusa em ouvir a Deus e Sua vontade. “Se tão-somente você tivesse prestado atenção às minhas ordens”, diz Deus: “sua paz seria como um rio”. No entanto, “não há paz alguma para os ímpios” (v.18). 

Quantas vezes perdemos a paz interior porque respondemos mais rapidamente às vozes das circunstâncias do que à voz segura do Senhor. Precisamos admitir que confiar em Deus não acontece naturalmente. Enquanto estivermos nesta terra, sempre teremos que escolher acreditar mais em Deus do que em nossos sentimentos. 

“Todo o Céu observa com intenso interesse para ver se olhamos a Jesus e nos submetemos a Sua vontade, ou se, na tentação, seguiremos as inclinações do coração natural e as solicitações do maligno. Que os que se acham perplexos por causa das tentações, busquem Deus em oração. … Perseverai em oração, vigiando sem duvidar, e o Espírito Santo atuará no agente humano, trazendo coração e mente em submissão aos retos princípios” (Para Conhecê-Lo, p. 273).

A submissão a Deus, com fé, nos traz a vitória (1 João 5:4). Então experimentaremos “a paz como um rio”. 

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/48/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 48  



Isaías 34 by Jeferson Quimelli
30 de março de 2014, 0:00
Filed under: escolhas, salvação | Tags:

Comentário devocional:

Podemos ver reproduzido ao longo de toda a Bíblia, na vida do povo de Deus, o tema do Grande Conflito: luz contra as trevas, bem contra o mal, carne contra espírito. Isaías 34, uma profecia contra Edom, também se insere neste contexto e, para melhor compreender seu significado, é útil rever um pouco de história.

Em Gênesis 25, encontramos a história de Isaque (filho de Abraão) e sua esposa Rebeca dando à luz a dois filhos gêmeos: Esaú e Jacó. A luta entre os dois irmãos começou no ventre da mãe e teve continuidade futura entre eles e suas descendências, que vieram a compor nações distintas.

Esaú desprezou o direito da primogenitura ao vendê-lo a Jacó por nada mais do que um prato de guisado vermelho. Edom, que significa vermelho, passou a denominar uma das nações dos filhos de Esaú (provavelmente ele era também ruivo) (ver Gên 25:30). Jacó levou a sério o direito de primogenitura e, mesmo não agindo de maneira nobre, fez de tudo para consegui-lo, com um alto custo: fuga, separação dos pais (provavelmente nunca mais viu a mãe), exploração na casa do tio. 

Jacó tornou-se o pai de Israel, o povo escolhido de Deus, enquanto Esaú tornou-se o pai dos edomitas e de várias nações pagãs que tentaram destruir Israel.

Na época do Êxodo, Israel pediu ao rei de Edom a permissão para passar pacificamente por sua terra. Esta permissão foi recusada (ver Núm 20:14-21). Não muito tempo depois, os amalequitas (também descendentes de Esaú – ver Gên 36:12) foram os primeiros a fazer guerra contra os israelitas em sua jornada em direção a Canaã (Êx. 17:8).

Os edomitas foram por um tempo conquistados por Davi (2Sam 8:14) e mais tarde por Amazias (2Cr 25:11,12). Mas recuperaram a sua independência, anos mais tarde, durante o declínio do reino judeu (2Rs 8:20 e 16:6, NVI), fazendo, a partir daí, contínua oposição a Israel. Eles uniram armas com os caldeus quando Nabucodonosor capturou Jerusalém e, mais tarde, invadiram e dominaram o sul da Palestina, até Hebrom.

Edom prosperou por um tempo, mas sua destruição como nação foi selada, no entanto, por causa de sua contínua batalha contra o povo de Deus ao longo da história. Assim, rejeitaram a Deus e a Sua salvação e deveriam finalmente enfrentar um fim terrível. Em Isaías 34, encontramos a austera profecia de sua destruição (ver tb Ez 25:12,13).

Esta profecia cumpriu-se exatamente como predita. No entanto, ela possui um sentido mais amplo e terá o seu cumprimento futuro com a destruição no fim do mundo de todos aqueles que escolheram desprezar seu patrimônio espiritual e caminhar na direção contrária às leis de Deus. Naquele tempo, não haverá mais misericórdia e nem segunda chance.

Escolhamos hoje abraçar o dom da primogenitura espiritual, para que um dia, em breve, possamos desfrutar do novo céu e da nova terra.

Melodious Echo Mason
EUA 

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/34/

Traduzido por JDS/JAQ/GASQ

Texto bíblico: Isaías 34



Provérbios 22 by Jeferson Quimelli
26 de janeiro de 2014, 0:00
Filed under: escolhas | Tags: ,

Comentário devocional:

Muitas pessoas acreditam ser importante se esforçarem para alcançar sucesso e riqueza. No entanto, Provérbios 22 nos aconselha que é mais importante ter um bom nome do que grandes riquezas.

Este capítulo nos ensina como construir um bom nome – não para a auto-glorificação, mas para a glória de Deus. O verso 4 explica como alcançar o verdadeiro sucesso: “A recompensa da humildade e do temor do Senhor são a riqueza, a honra e a vida” (NVI).

Deus concede bênçãos específicas àqueles que preferem um bom nome a grandes riquezas! Observe como:
Generosidade: Quem é generoso será abençoado (v. 9).
Humildade: Quem ama a sinceridade e sabe se expressar agradavelmente, terá a amizade do rei (v. 11).
Riqueza e Honra: Um homem que faça muito bem o seu trabalho será chamado a trabalhar para os reis (v. 29).
De acordo com os versículos 17-21, tornamo-nos equipados para viver bem ao entesourarmos o conhecimento em nosso coração e aplicarmos a sabedoria de Deus aos nossos lábios. Assim, nossa confiança no Senhor torna-se fortificada.

As admoestações sábias deste capítulo também advertem contra as escolhas erradas e suas conseqüências. Deus bondosamente nos incentiva na direção certa e nos indica as àreas de perigo:
Tempos difíceis: O perverso terá espinhos e armadilhas em seu caminho (v. 5).
Tristeza: Quem semeia a iniqüidade colherá tristeza (v. 8).
Problemas financeiros: Quem oprime ao pobre para enriquecer-se, e aquele que dá ao rico, ficarão pobres e passarão necessidade (v. 16).

Em última análise, cada pessoa que vive neste mundo escolhe correr atrás das riquezas ou atrás de um bom nome. Aqueles que escolhem buscar um bom nome acima da busca pelas riquezas experimentarão as bênçãos de Deus. Qual será a sua escolha hoje?

Querido Deus, por favor me ajude a fazer as escolhas certas hoje e buscar um bom nome, não para obter vantagens pessoais egoístas, mas para experimentar a alegria da Tua companhia, o bem do meu próximo e para honra e glória do Teu reino. Amém.

Susan Marcellino
Hope Channel, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/22/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Provérbios 22



Salmo 1 by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2013, 0:00
Filed under: escolhas, salvação
Comentário devocional:
Salmos é um livro de poemas. Sua poesia é caracterizada pelo ritmo dos pensamentos e por imagens vívidas. Ele utiliza uma linguagem concisa para levar o leitor a oração, ao louvor e a instrução profunda. Observe como isso funciona nos seis versículos do Salmo 1:
O verso 1 apresenta tanto o justo e o ímpio, mostrando o que os justos NÃO FAZEM. Eles não trilham o caminho descendente do mal. Eles não seguem o conselho dos ímpios, nem se juntam a eles em suas ações, nem, finalmente, se tornam um com eles ao rejeitar a Deus e sua Palavra.
O verso 2 mostra que os abençoados FAZEM. Em vez de rejeitar a Palavra de Deus, os justos a seguem – porém não de forma legalista. Eles se deleitam nela. Em vez de andar no conselho dos ímpios, eles meditam diariamente no conselho de Deus.
O verso 3 mostra o resultado de se deliciar diariamente na Palavra de Deus. Em vez de permanecer no caminho dos pecadores,os bem-aventurados permanecem como árvores. No entanto, eles não permanecem em pé por seu próprio poder. É Deus quem planta as árvores onde frutificarão, resistirão à seca, e não cairão.
Os versos 4 e 5 mostram o resultado de uma vida de maldade. Em vez de ficar em pé como as árvores, os ímpios são como a palha – seca, impotente e à mercê dos elementos. Eles seguem o caminho dos pecadores, mas não permanecerão em pé no juízo. Eles se assentam com os zombadores, mas não  farão parte da congregação dos justos.
O verso 6 estabelece o contraste final entre os dois tipos de pessoas. O Senhor conhece o caminho dos justos. O vínculo entre Deus e Seu povo é mais íntimo do que entre um homem e sua esposa, que se tornaram uma só carne e conhecem um ao outro.  Eles não ouvirão do Senhor as terríveis e condenatórias palavras: “Nunca vos conheci”. Os ímpios as ouvirão por terem repetidamente recusado a Deus e a Sua Palavra. E, finalmente, perecerão.
Senhor,
ajuda-me a me deleitar em Ti e em Tua Palavra, para que eu possa ser contado entre os bem-aventurados, que Te conhecem e são conhecidos por Ti. Amém

R. Lynn Sauls

Professor Aposentado
Southern Adventist University
Traduzido por JAQ/JDS
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/1/
Texto bíblico: Salmo 1


Ester 4 by Jeferson Quimelli
20 de junho de 2013, 0:43
Filed under: confiança em Deus, coragem, escolhas, Sem categoria

Comentário devocional:

Ao tomar Mordecai conhecimento do decreto de morte emitido por Hamã, nosso nobre e sempre bem vestido servidor público pôs-se na frente da porta do rei, vestido de saco e em desespero. Seu lamento fúnebre recebera eco por todo o reino com o jejum e a oração dos judeus.

Ester teve conhecimento da atitude de Mordecai e angustiou-se profundamente. Ela enviou um novo conjunto de roupas para Mordecai, mas ele as recusou e permaneceu do lado de fora do portão. Através de mensagens levadas por um servo, Mordecai explicou o que acontecera e enviou uma cópia física do decreto para Ester.

Se fosse apenas a sua própria vida que estivesse em risco, muito provavelmente Mordecai teria implorado que Ester permanecesse calada quanto às suas origens e continuasse dissociada dele e de seu povo para sua própria proteção. Mas não era o caso – muitas vidas estavam agora em jogo. Por conta disso, Mordecai mudou de estratégia, pedindo que Ester comunicasse ao rei o sofrimento de seu povo e intercedesse por ele.Perplexa, Ester enviou de volta a Mordecai uma mensagem lembrando-lhe que todos sabiam que ir ter com o rei sem ser convidado significava a morte quase certa e que havia mais de um mês que o rei não a chamava. E já fazia 5 anos que ela era rainha. Teria o rei perdido o seu interesse por dela? Mordecai conhecia os riscos, e este pensamento deve tê-lo mantido acordado durante toda a noite anterior.

Mordecai declarou sua confiança na providência de Deus (v. 14), lembrando a Ester que se ela não agisse, o socorro e o livramento de Deus viriam de outra forma, de outro lugar, mas que sua vida estaria perdida com qualquer outro plano. Pedir-lhe que arriscasse sua vida era a única maneira de salvá-la. Ester era o Plano A de Deus e era por este motivo que ela havia se tornado rainha.

Não nos é dito por quanto tempo Ester ponderou nessas palavras. Pode ser que ela tenha contemplado por horas. Mas quando falou, foi muito firme em dizer que todos os judeus em Susã deveriam jejuar com ela por três dias e, então, ela iria à presença do rei. “Se eu perecer, pereci”. Com esta afirmação ela mostra sua conformação com a vontade de Deus.

Sem dúvida a vida de Ester em seus aposentos de rainha da Pérsia era muito confortável. Sua decisão de arriscar seu conforto e sua vida para salvar seu povo que já estava praticamente condenado mostrou seu caráter.

Não podemos deixar de lembrar, neste momento, de Jesus. Ele deixou tudo no Céu, Seu trono, poder e glória, para vir até nós como um impotente e comum bebê. Ele se sacrificou por nós, um povo condenado, sabendo que o Seu plano era o único plano para a nossa salvação. Seu sacrifício nos mostra o Seu caráter e um coração cheio de amor.



Jean Boonstra
Voz da Profecia

Trad JAQ


Texto bíblico: Ester 4



II Crônicas 28 by Jeferson Quimelli
16 de maio de 2013, 0:00
Filed under: educação, escolhas | Tags:

Comentário devocional:

 

No capítulo 28, Acaz assume o trono aos 20 anos de idade. Ele era jovem, cheio de energia e tinha tudo para ser um bom rei. Ele cresceu tendo uma boa educação e os melhores exemplos a seguir. O reino era rico, forte e a religião estava firmemente estabelecida. Mas, apesar disso, vemos já nos versos de abertura que o rei se corrompeu miseravelmente.

 

Acaz teve a chance de fazer um reinado de impacto, deixando um poderoso exemplo para séculos vindouros. Mas, ao invés isto, ele dirigiu a nação por um obscuro caminho idólatra e degradou a mente do povo de Deus. Ele abandonou o Templo do Senhor, sacrificou e queimou incenso nos montes como se isso fosse colocá-lo mais perto do céu. Ele ainda fez ídolos e os adorou.

 

A próxima parte é muito difícil de entender. Acaz sacrificou seus filhos no fogo aos ídolos. Ele estava completamente e totalmente possuído pelo príncipe das trevas. Então, desde que Acaz abandonou a Deus e Sua proteção, o Senhor também o abandonou, deixando-o nas mãos de seus inimigos. Devido a isso, o povo sofreu e muito sangue foi derramado, famílias foram arruinadas e o país foi desolado.

 

Em Sua misericórdia, Deus envia ajuda e reprovação através de seu profeta, Odede. Mesmo assim, Acaz continuou em idolatria e pecado, morrendo sem glória, como um homem impenitente.

 

Durante a leitura deste capítulo, várias lições se destacaram para mim: 1) uma boa educação não garante a salvação; 2) a decisão de um único líder em desobedecer a Deus pode levar milhares a se desviar e 3) quando alguém se coloca voluntariamente nas mãos do diabo, essa pessoa voluntáriamente se afasta do plano de proteção de Deus.

 

A trágica história de Acaz, é uma advertencia solene de que, no final, é a graça de Deus que salva a alma, e não o meio ambiente, a educação ou até mesmo o exemplo de pais piedosos.

 

 

Grace Shim

Geração Juventude para Cristo.

Trad JAQ/JDS.


– – – – – – – –

Texto bíblico: II Crônicas 28

Fonte: Blog da Bíblia



II Crônicas 24 by Jeferson Quimelli
12 de maio de 2013, 0:00
Filed under: escolhas | Tags: ,
Comentário devocional:

Quando eu era criança, a imagem que eu tinha do rei Joás era do jovem rei fiel que no início de sua vida se manteve firme por Deus. Isso era reiterado pelos livros de histórias bíblicas e versos como 2 Crônicas 24:4,5: “Ora, aconteceu depois disso que veio ao coração de Joás reparar a casa do Senhor. Então ele reuniu os sacerdotes e os levitas, e disse-lhes: “Vão às cidades de Judá e recolham o imposto devido anualmente por todo o Israel, para fazer reparos no templo de seu Deus. Vão agora mesmo!” (NVI). Esses versos mostram, pelo menos, que este jovem homem era um homem de ação e era comprometido com bem-estar espiritual de seu país, apesar da oposição e sofrimento.

No entanto, a minha percepção infantil de Joás foi quebrada quando eu li o final de sua vida. Nós lemos: “Depois da morte de Joiada, os líderes de Judá foram falar com o rei e lhe prestaram reverência, e ele aceitou o que disseram. Então abandonaram o templo do Senhor, o Deus de seus antepassados, e prestaram culto aos postes sagrados e aos ídolos. Por culpa deles, a ira de Deus veio sobre Judá e Jerusalém”(2 Crônicas 24:17,18 NVI). Tão logo perdeu o apoio espiritual de seu mentor sacerdotal, Joás se sentiu fortemente atraído para a apostasia dos vizinhos de Judá. E a mudança foi radical e implacável. Deus envia-lhe então profeta após profeta para adverti-lo, porém sem sucesso (v. 19).

Não posso deixar de perguntar o que aconteceu com o inocente Joás, rei fiel dos meus antigos livros de história. Que dor Deus deve ter sentido a ponto de levá-Lo a dizer, através de Zacarias: “Por que vocês desobedecem aos mandamentos do Senhor? Vocês não prosperarão. Já que vocês abandonaram o Senhor, Ele os abandonará ‘”(2 Cr. 24:20 NVI). Joás, então, faz o impensável e aumenta ainda mais a sua culpa ao mandar matar o mensageiro Zacarias, que não era nada menos do que o filho de Joiada, que servira como dedicado guardião e mentor do jovem rei.

Finalmente, Joás morreu, assassinado por gente do seu convívio pessoal. Tudo porque ele seguiu o mau conselho dos que lhe eram próximos. Eu fico somente imaginando os efeitos poderosos que teria a vida de Joás se ele tivesse buscado uma devoção pessoal com seu Mestre.

Cuidemos para que a nossa vida não seja apenas uma vida de aparências. Vigiemos também para estarmos cercados por pessoas que respeitam e obedecem ao Senhor.

  
Alvin Cardona
Geração Juventude para Cristo
Trad JAQ/GASQ/JDS