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Aquela foi mais do que uma noite de guerra. Neste capítulo, as cortinas se abrem para que os leitores entendam os bastidores espirituais por trás da história.
Nele, você perceberá:
1. Um banquete com pessoas importantes do reino babilônico, o maior império da época (v. 1);
2. A arrogância ousada de Belsazar ao utilizar utensílios do Templo Sagrado de Deus para suas festas depravadas, tomando vinho nas taças sagradas (vs. 2-4);
3. Uma parede que recebe uma escrita estranha por uma mão sem braço deixando o autoconfiante rei mais apavorado do que se tivesse um exército entrando pelos muros de Babilônia (vs. 5-6);
4. Um sábio outrora ignorado demonstrando que somente Deus responde às inquietações de monarcas angustiados, coisa que nenhum mago, mágico ou guru pode fazer mesmo ofertando volumosas recompensas (vs. 7-17);
5. Uma repreensão profética acompanhado de uma comparação espiritual entre Nabucodonosor e o jovem Belsazar, tornando evidente o que Belsazar poderia ter ganho se tivesse aprendido a lição que seu avô aprendera há 30 anos antes (vs. 17-23);
6. Uma profecia de 30 anos atrás se cumprindo ao pé da letra, que havia sido graciosamente reiterada a fim de dar mais uma chance aos que já haviam rejeitado todas as oportunidades dadas por Deus (vs. 24-29).
7. Uma nação inferior conquistando um império mundial, provando o cumprimento de uma profecia que não tinha nenhuma evidência física de que poderia se cumprir naquela ocasião.
Conforme o Dr. Merlyn Alomia, este capítulo…
• …“registra de forma singular a última noite de Babilônia. Mostra também que Deus conhece com certeza os acontecimentos do futuro e não atua arbitrariamente com os homens, pois Lhes dá a oportunidade de conhecer-Lhe oferecendo-lhes Sua salvação”.
• …“é o relato da última noite da Babilônia como império. O reino da cabeça de ouro afundou-se no ocaso da eternidade para dar passo a um amanhecer do reino de prata. Babilônia inteira provou a veracidade da profecia divina, com isso também, o método histórico de interpretação histórico estreou novamente a certeza de sua posição e validade”.
• … mostra que, “a forma como caiu a antiga Babilônia é uma figura do modo como cairá a Babilônia mística de hoje”.
Estude Daniel 5 paralelamente a Apocalipse 17 e 18 e entenderás como Deus julgará as potências mundiais! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 4 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/4
Nabucodonosor sabia que o espírito “dos deuses sagrados” estava em Daniel (v. 18). O problema do rei era que ele queria agradar a todos os deuses. Do versículo 19, Daniel explicou, da maneira mais diplomática e cuidadosa que pôde, a aplicação do sonho que Deus havia dado ao rei (v. 24). Então, no final, Daniel acrescentou alguns conselhos (v. 27) sugerindo que Nabucodonosor se arrependesse dos seus pecados. Caso contrário, o desastre certamente aconteceria a fim de ajudar o Rei a reconhecer de onde vinham seu fôlego e vida (v. 25).
Um dia, enquanto Nabucodonosor estava caminhando no telhado do palácio, o próprio Deus falou, dizendo a Nabucodonosor que sua autoridade havia sido tirada (v. 31). A transformação veio imediatamente e Nabucodonosor deixou o palácio para viver com os animais na natureza (v. 33). Como podemos ver, a auto-exaltação é na verdade autodestrutiva.
Depois de sete anos, Nabucodonosor, ergueu os olhos para o céu “(v. 34) e louvou a Deus, honrou-o, glorificou-o e reconheceu-O por quem Ele é. Imediatamente, a sanidade voltou, ele foi devolvido ao seu trono, e segundo ele: “minha grandeza veio a ser ainda maior.” (v.36, NVI). Sem dúvida, Deus “tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância.” (v. 37, NVI)
Querido Deus, ajude-nos a fixar nossos olhos em Jesus a fim de que Ele nos resgate de nosso egocentrismo. Amém.
Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1100
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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937 palavras
1 A todos os povos. Este capítulo começa com uma carta de Nabucodonosor para os habitantes de seu reino. Ele demonstra interesse no bem estar (“paz”) de seus súditos e reconhece a supremacia do poder do Senhor (comparar com o cap. 2). Bíblia de Estudo Andrews.
Por não encontrarem outros casos de conversões [como esta, de Nabucodonosor], eruditos modernos declaram que tal edito é historicamente absurdo. Os argumentos do silêncio, porém, nunca são conclusivos. Por outro lado, a conversão de um rei a uma nova religião ou deus é confirmada em outros escritos. … pouco se sabe da história de Nabucodonosor de fontes seculares. Portanto, é impossível verificar todos os eventos do reinado desse monarca a partir de fontes da época. … Portanto, não é estranho não encontrar referência em registros babilônicos para a enfermidade mental do rei. Tais registros, naturalmente, omitem informações que tratam das desgraças de um herói nacional. … O edito refletia os sentimentos do rei quando sua faculdade mental foi restabelecida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 867.
4 Tranquilo. Esta frase indica que o rei governava seu reino tranquilamente. O rei estava “feliz” em seu palácio na Babilônia…; e, como o rico insensato da parábola, cujos campos tinham produzido abundantemente (Lc 12:16-21), ele se esqueceu de sua responsabilidade para com Aquele a quem devia sua grandeza. CBASD, vol. 4, p. 867.
10 Vi uma árvore. A sabedoria divina com frequência emprega parábolas e metáforas como veículos de transmissão da verdade. Esse método impressiona. Os símbolos ajudam a pessoa a reter a mensagem e seu conteúdo na memória por mais tempo do que se a mensagem tivesse sido comunicada de outra forma (ver a metáfora de Ez 31:3-14). CBASD, vol. 4, p. 868.
13 Um vigilante. O atributo “santo” e a frase “descia do céu” mostram que o vigilante é um mensageiro celestial. CBASD, vol. 4, p. 869.
15 Mas a cepa … deixai. Os futuros brotos deste tronco (ver Jó 14:7-9) tipificavam, segundo se vê pela comparação dos v. 26 e 36, a restauração de Nabucodonosor de sua enfermidade, e não a continuidade da supremacia de sua dinastia, como alguns comentaristas entendem. CBASD, vol. 4, p. 869.
Com cadeias. …indicativas do cuidado que seria exercido para preservá-la. CBASD, vol. 4, p. 869.
17 Vigilantes. O plural pressupõe a existência de um conselho ou uma assembleia celestial (ver Jó 1:6-12; 2:1-6). CBASD, vol. 4, p. 869.
Que o Altíssimo tem domínio. Se Deus ordena, permite ou intervém, “o complicado jogo dos eventos humanos está sob divino controle” (PR, 536). CBASD, vol. 4, p. 870.
19 Então, lhe falou o rei. O rei viu a consternação na face de Daniel. Pela natureza do sonho, dificilmente poderia esperar ouvir algo agradável. Contudo, ele encorajou seu fiel cortesão a lhe dizer toda a verdade sem temor de ficar sujeito a reprovação. CBASD, vol. 4, p. 871.
Os que te têm ódio. As palavras de Daniel não devem ser interpretadas necessariamente como maldade para com os inimigos do rei. A resposta exibe simplesmente uma reação de um cortesão oriental. CBASD, vol. 4, p. 871.
26 Tornará a ser teu. Muitos imaginam por que [ficam a supor do porquê] o rei insano não foi morto, ou porque seus súditos e ministros de estado não colocaram outra pessoa no trono durante o tempo em que esteve incapacitado. Têm-se as seguintes explicações: Os supersticiosos daquela época criam que todos os distúrbios mentais eram causados por espíritos malignos que assumiam controle de suas vítimas. Se alguém matasse o insano, o espírito se apoderava do assassino ou instigador do crime; e se sua propriedade fosse confiscada ou seu cargo ocupado por outro, uma terrível vingança recairia sobre os responsáveis pela injustiça. Por isso, pessoas insanas eram removidas da sociedade e não eram incomodadas (ver 1Sm 21:12-22). CBASD, vol. 4, p. 871.
27 Põe termo … em teus pecados. Um princípio divino é comunicado ao monarca arrogante. Os juízos de Deus podem ser evitados mediante arrependimento e confissão (ver Is 38:1, 2, 5; Jr 18:7-10; Jn 3:1-10). Por essa razão, Deus anunciou o juízo iminente sobre Nabucodonosor, mas lhe deu um ano inteiro para se arrepender, e assim evitar a calamidade (ver Dn 4:29). Porém, o rei não mudou seu modo de vida e, como resultado, atraiu sobre si a execução do juízo. Em contraste, os ninivitas, que tiveram 40 dias para se arrepender, aproveitaram a oportunidade; assim, eles e a cidade foram poupados (Jn 3:4-10). CBASD, vol. 4, p. 871.
32, 33 tempo. A palavra aramaica para “tempo” também quer dizer “ano”. Bíblia de Estudo Andrews.
34 Levantei os olhos. Quando em oração olhou para os céus, o humilhado rei foi elevado da condição de um animal bruto à de um ser que tem a imagem de Deus. Aquele que por anos tinha estado no solo, impotente e rebaixado, foi mais uma vez elevado à dignidade humana que Deus concedeu às Suas criaturas formadas segundo Sua imagem. A característica essencial do milagre que aconteceu no caso de Nabucodonosor ainda se repete, embora de uma forma menos espetacular, na conversão de cada pecador. CBASD, vol. 4, p. 871.
36 Tornou-me a vir. A fim de mostrar a estreita relação entre o restabelecimento da razão e a restauração da soberania, este versículo repete (ver v. 34) o primeiro elemento da recuperação. O segundo vem imediatamente, no modo semita simples de narrar. Um narrador ocidental teria dito: “Quando meu entendimento retornou, também retornaram minha posição e glória reais.” CBASD, vol. 4, p. 873.
Buscaram-me. A palavra “buscaram” não indica necessariamente que, durante o período de insanidade, permitiu-se que o rei vagasse pelos campos e desertos sem supervisão, mas a busca de alguém tendo em conta seu posto oficial. Quando se tornou conhecido que o rei tinha recuperado a razão, os regentes do estado o levaram de volta com todo respeito devido, a fim de lhe restaurar o governo. Durante a insanidade do rei, esses homens tinham se encarregado das questões do governo. CBASD, vol. 4, p. 873.
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“Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo” (v.2).
A narrativa deste capítulo é o testemunho de um rei pagão que se converteu após uma dramática experiência. Quando estava tranquilo em sua casa e feliz no seu palácio, Nabucodonosor teve outro sonho que o espantou (v.4-5). Mesmo após perceber a sabedoria e inteligência dez vezes superior de Daniel e seus amigos, a revelação de seu primeiro sonho por Daniel e de ter sido testemunha ocular do milagre na fornalha ardente, o coração do rei ainda estava acorrentado ao orgulho e às glórias desta terra. Não podia admitir que seus sábios novamente falhassem em atender às suas expectativas. Desta vez, ele lhes contou o sonho, mas o Senhor não permitiu que aqueles charlatães dessem uma falsa interpretação, de modo que, “Por fim” (v.8), Daniel foi levado à presença do rei e provou, pela terceira vez, que o Senhor é o único e verdadeiro Deus.
Comparado a uma árvore grande e frondosa, abrigo de aves e de “todos os seres viventes” (v.12), Nabucodonosor recebeu do Senhor o poder, a riqueza e a fama diante de todas as nações. Estava vivendo um período próspero e pacífico, de modo que ninguém e nenhum reino se lhe apresentava como algum tipo de ameaça. Essa tranquilidade, porém, tornou-se lhe em laço, pois olhou para o seu reino como uma conquista pessoal e meritória. Ao ouvir o relato do sonho, Daniel “esteve atônito por algum tempo, e os seus pensamentos o turbavam” (v.19). Apesar de ter sido chamado pelo rei como última opção, o profeta nutria afeição e sincero respeito pelo tolo rei. Foi muito difícil para Daniel revelar a interpretação do sonho e pensar que o seu cumprimento poderia ser o fim da graça para Nabucodonosor.
Foi enquanto o rei proferia seu soberbo discurso, que o vigilante celeste declarou o juízo há um ano revelado. “No mesmo instante, se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor” (v.33). Sua deplorável condição, por sete anos, provou que Babilônia como qualquer das demais nações da Terra não eram mantidas pelas mãos de seus governantes, mas de Deus. Somente no final do tempo determinado, Nabucodonosor levantou “os olhos ao céu”, recuperada a sua sanidade mental, e “bendisse o Altíssimo” (v.34). Esta poderia ter sido uma história ocultada perante todos. Afinal, o grande e poderoso Nabucodonosor passou por um tempo de terrível humilhação. Mas o fato dele mesmo relatar este episódio “a todos os povos, nações e homens de todas as línguas, que habitam em toda a Terra” (v.1), é uma prova segura e convincente da mudança efetuada em seu coração.
Sabem, amados, sete anos não são sete dias. Dadas as condições degradantes daquela experiência, foi muito amor envolvido. Deus não desistiu de Nabucodonosor, porque antes de ser um rei, ele era um filho pródigo que precisava cair em si. Mesmo em sua vulnerabilidade, Deus não permitiu que sofresse danos que colocassem em risco a sua vida. O Pai tem propósitos de salvação na vida de cada um de Seus filhos. Ninguém é visto por Ele como bastardo ou inútil. Se há uma fagulha de esperança, Ele não mede esforços até que O conheçamos pessoalmente. Nabucodonosor foi impactado pelo testemunho de Daniel e de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, mas ele precisava viver o seu próprio testemunho. Precisava da experiência de Jó: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (Jó 42:5).
E você? Já teve esta experiência? Pode não ter sido tão dramática, como passar sete anos vivendo como um animal, mas, certamente, por mais simples que seja a forma de nos alcançar, ela se torna o mais poderoso testemunho do amor de Deus pela raça caída. A justiça do Senhor requer de nós a confissão e o abandono do pecado e, a Sua misericórdia, que a nossa vida seja um reflexo do caráter de Cristo (v.27). A loucura do rei caldeu ilustra a loucura humana em permanecer longe de seu Criador. Deus deseja estabelecer um relacionamento tão íntimo conosco de modo que Sua voz nos seja audível. Era assim que Enoque andava com Deus. E será assim que os salvos vão reconhecer a voz do Senhor quando Ele voltar. A experiência da conversão deve resultar em uma vida diária de comunhão com Deus. Cada dia é uma nova oportunidade de provar e ver que o Senhor é bom. Estude a Bíblia com humildade. Ore com sinceridade. E por onde você andar, todos saberão que você esteve com Deus. Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Daniel4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DANIEL 4 – Imagina você comprar um jornal e, ao olhar a capa, a matéria principal é: “O homem mais poderoso do mundo converteu-se ao Deus verdadeiro”. Que sentimentos inundariam teu coração se você servisse a esse Deus, mas fosse escravo no Império desse rei?
O exílio dos judeus tinha vários objetivos, um deles era disciplinar o povo rebelde em relação aos propósitos divinos; o outro visava utilizar o remanescente fiel para alcançar aos infiéis para levá-los à conversão.
Os incidentes do sonho e da fornalha tornaram-se estratégias missionárias ao Deus onipotente. Pela presença de servos obedientes, Ele mostrou-Se evidente entre os descrentes. Consequentemente, Nabucodonosor tornou-se um crente convertido. Por isso, o capítulo em análise é de sua autoria.
“Esse decreto de Nabucodonosor foi promulgado na forma usual. Queria tornar conhecida a maneira maravilhosa com que Deus o tratou não apenas a algumas pessoas, mas a todos os povos, nações e línguas”. Ele “confessa francamente a vaidade e o orgulho de seu coração e fala abertamente dos meios que Deus empregou para humilhá-lo. Com sincero espírito de arrependimento e humilhação achou por bem revelar estas coisas a fim de que a soberania de Deus fosse exaltada e Seu nome adorado. Nabucodonosor já não pede imutabilidade para o seu próprio reino, mas se entrega plenamente a Deus, reconhecendo que só o Seu reino é eterno e Seu domínio de geração a geração” (Uriah Smith).
No Antigo Testamento Deus queria ser conhecido no mundo. Seu povo falhou; não falou o que deveria para testemunhar à humanidade sobre a verdadeira divindade. Apesar disso, o propósito de Deus não falharia. Deus faria tudo para que as pessoas soubessem de Sua existência e pudessem salvar-se (Salmo 46:10; João 17:3).
Hoje Deus espera que usemos todos os meios possíveis para divulgar o evangelho ao mundo. Ainda que falhemos, pessoalmente, em nossa missão, o evangelho alcançará o mundo inteiro (Mateus 24:14).
Warren Wiersbe apresenta cinco pontos ao capítulo:
• Agitação: O sonho do rei (vs. 4-18);
• Interpretação: Perigo para o rei (vs. 19-26);
• Exortação: A decisão do rei (v. 27);
• Humilhação: A disciplina do rei (vs. 28-33);
• Restauração: O livramento do rei (vs. 34-37, 1-3).
Vamos testemunhar de Deus para que pequenas e grandes personalidades do mundo se convertam a Ele! Despertemos para despertar outros! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 3 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/3
Nabucodonosor teve o sonho da estátua que representa a ascensão e queda dos impérios terrestres para que pudesse entender a parte que deveria desempenhar na história mundial e reconhecer o poder do Deus do céu e da terra.
O desejo de se exaltar, entretanto, superou sua lembrança do único Deus, o qual havia interpretado o seu sonho. A fim de glorificar seu império, Nabucodonosor consagrou como objeto de adoração uma imagem de si mesmo, com 30 metros de altura. Sadraque, Mesaque e Abednego resistiram resolutamente à ordem do rei de se curvar à imagem ou então ser queimado vivo em uma fornalha ardente. Seu Deus era o Rei dos reis e Senhor dos senhores e eles não se curvariam a nenhum outro. Nabucodonosor esqueceu que nosso Deus é o Deus do fogo e do gelo, do calor e do frio, plenamente capaz de libertar seus filhos fiéis da ira do rei.” (Isaías 43:1-3).
Hoje, as pessoas em todos os lugares estão procurando significado nos eventos caóticos que acontecem ao nosso redor. Quando permanecermos tão fiéis a Deus quanto os três jovens exemplares, Ele demonstrará Sua soberania e amor por nosso intermédio também. A crise que se avizinha em relação à adoração nos dará a oportunidade de demonstrar que respeitamos a autoridade de Deus acima da autoridade dos governos humanos.
Cindy Tutsch
Editora do blog, RevivalandReformation.org
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1099
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1099 palavras
Daniel 3 poderia ser resumido pela frase: “Ouse fazer a diferença”. Quando tivermos este direcionamento, Deus nos sustentará e nos ajudará, mesmo que um milagre seja necessário. … Nabucodonosor erigiu uma imensa estátua de ouro (ao menos inteiramente folheada de ouro) em desafio à estátua de quatro materiais que vira no sonho, anos atrás, significando os reinos que se sucederiam. A ideia de poder total e eterno sempre seduziu os ditadores. O maior pesadelo deles, por outro lado, era serem eles vítimas de conspirações ou de envenenamento. A maioria tinha provadores de comida e chegavam a dormir cada noite em uma cama diferente para evitar o assassinato. Possivelmente Nabucodonosor temia que houvesse alguma rebelião em curso e uma adoração apoteótica de todos os seus liderados serviria para afirmar seu poder. O castigo para a não demonstração de sujeição seria a morte na fornalha. Koot van Wyk, https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/17/.
1 imagem. Algum símbolo religioso que exige adoração, v.5. Bíblia Shedd.
de ouro. Estátuas grandes desse tipo não eram feitas de ouro maciço, mas apenas folheadas a ouro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
sessenta côvados de altura [vinte e sete metros de altura NVI]. As medidas da imagem testemunham do uso do sistema sexagesimal (um sistema baseado no número 60) em Babilônia, uso confirmado também por fontes cuneiformes. O sistema sexagesimal de cálculo foi uma invenção dos babilônios. Esse sistema tem algumas vantagens sobre o decimal. Por exemplo, 60 é divisível por 12 fatores, ao passo que 100 é divisível por apenas nove fatores. O sistema ainda é usado para algumas medidas, como segundos, minutos, horas, dúzias. Portanto, era natural que os babilônios construíssem essa imagem de acordo com medidas do sistema sexagesimal. A menção deste detalhe confere um verdadeiro tom babilônico à narrativa. CBASD, vol. 4, p. 858.
Incluindo o pedestal imponente sobre o qual, decerto, estava posta. Bíblia de Estudo NVI Vida.
campo de Dura. Situado, provavelmente, 10 km ao sul da cidade da Babilônia. Bíblia de Genebra.
O porquê de não se mencionar Daniel na narrativa é uma pergunta sem resposta. Não é possível saber se ele estava enfermo ou ausente, por causa de importante missão. … Porém, há certeza de que, se fosse provado, Daniel teria se mantido tão leal quanto seus companheiros. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 858.
2 sátrapas. No período dos persas, o título designava oficiais que regiam satrapias, as maiores divisões do império. CBASD, vol. 4, p. 859.
prefeitos. Esses oficiais administravam as províncias, seções nas quais as satrapias estavam divididas. CBASD, vol. 4, p. 859.
2 consagração da imagem. Consagração da estátua como se fosse um objeto sagrado (v. 12, 14, 28; comparar com a dedicação do templo do Senhor em Ed 6:16-18). Ao que tudo indica, a imagem representava Nabucodonosor, a “cabeça de ouro” (Dn 2:38) e/ou seus deuses (3:12). Na rebelião contra o poder de Deus, o monarca parece ter distorcido o sonho (2) para atender às próprias ambições. Bíblia de Estudo Andrews.
5 adorareis a imagem de ouro. Até aqui, a narrativa não menciona que se exigiria a adoração da imagem. … Prestar homenagem à imagem daria prova de sujeição ao poder do rei, mas, ao mesmo tempo, mostraria o reconhecimento de que os deuses de Babilônia, ou os deuses do império, eram superiores a todos os deuses locais. CBASD, vol. 4, p. 860, 861.
toda sorte de música. Nabucodonosor tinha toda uma orquestra sinfônica da antiguidade. Bíblia de Estudo Andrews.
8 alguns homens caldeus acusaram. Não se tratava tanto de antagonismo racial ou nacional, mas de inveja e ciúmes profissional. Os acusadores eram membros da mesma casta à qual pertenciam os três judeus. CBASD, vol. 4, p. 861.
acusaram. Uma tradução literal seria: “eles comeram os pedaços de”; e daí, figurativamente, “caluniaram” ou “acusaram”. CBASD, vol. 4, p. 861.
12 tu constituíste. Aqui transparece o espírito de inveja. Bíblia Shedd.
13 irado e furioso. Reação compreensível, pois Nabucodonosor estava tentando encenar uma demonstração de lealdade absoluta a ele por parte de seus súditos. Bíblia de Estudo Andrews.
15 E quem é o deus que vos poderá livrar … ? A intenção era fazer uma pergunta meramente retórica. A resposta seria: “nenhum deus”. Entretanto, os jovens judeus tinham uma resposta diferente (v. 17). Bíblia de Estudo Andrews.
17-18 se … quer livrar-nos … se não. Estes versículos expressam o tema central deste capítulo. A ideia não é que Deus sempre protegerá o seu povo dos danos físicos (Is 43.1-2). Ele pode fazer isso e, sem dúvida, é capaz de tanto. A ideia central é que o povo de Deus devia ser fiel a Ele, sem se importar quais fossem as consequências. Bíblia de Genebra.
Confiariam em Deus, mesmo se ele permitisse que morressem (comparar com Jó 13:15; Mt 26:39; At 7:59). Bíblia de Estudo Andrews.
19 aquecida sete vezes mais.A temperatura era controlada pelo número de foles que impeliam o ar para o interior da câmara de combustão. Portanto, a sétupla intensificação era obtida com sete foles bombeando ao mesmo tempo. Mas a expressão “sete vezes mais que de costume” podia também simbolizar “tão quente quanto possível” (com o número sete significando totalidade). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Um aumento do calor na fornalha não teria aumentado a tortura das vítimas. O rei queria impedir qualquer possibilidade de intervenção. CBASD, vol. 4, p. 863.
25 filho dos deuses. Ou “um filho dos deuses”, isto é, um ser divino. Esta declaração está de acordo com a perspectiva religiosa de Nabucodonosor. O ser era Cristo, pré encarnação. Ele literalmente cumpriu a promessa de Deus de estar com Seus filhos para livrá-los: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Is 43:2 [ARA]). Andrews Study Bible.
A proteção divina foi publicamente revelada mediante a obra de alguém que era semelhante a um filho dos deuses, ou seja, o Redentor revelado “antes dos dias da Sua carne” (Hb 5.7) que os “salvou totalmente” (Hb 7.25) do fogo. Bíblia Shedd.
26 Deus altíssimo. Este é um título que exprime a autoridade universal de Deus. Tal como no v. 29 e em 2.47, tal confissão, nos lábios de um pagão, não é um reconhecimento de que o Senhor de Daniel é o único Deus, mas tão-somente que Ele é supremo sobre todos os deuses (4.2, 17, 34). Para um judeu, porém, isso significa que só existe um Deus (4.24-32; 5.18, 21; 7.18-27). Bíblia de Genebra.
28 que enviou o seu anjo. A palavra “anjo” significa “mensageiro” e pode se referir a um ser divino (Jz 6:11-13 – “Anjo do SENHOR”). O termo não se restringe a seres criados. Bíblia de Estudo Andrews.
29 decreto. Mais tarde, um decreto semelhante foi feito por Dario, rei da Pérsia, Ed 6.11-12. Mesmo assim, Deus está sendo considerado apenas um entre os deuses. Os reis dos pagãos precisam de milagres para se convenceram da existência de Deus e, ainda assim, logo voltam a adorar-se a si mesmos, 40. Bíblia Shedd.
Assista à palestra do pastor Arilton de Oliveira sobre Daniel 3 em: https://www.youtube.com/watch?v=Cr-871M1TXI
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“Falou Nabucodonosor e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o Seu anjo e livrou os Seus servos, que confiaram nEle, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, preferindo entregar o seu corpo, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus” (v.28).
Entusiasmado com a ideia de que ocupava um lugar privilegiado no cenário profético, segundo o sonho que Daniel interpretara, Nabucodonosor encheu-se de orgulho e permitiu que a cabeça de ouro ofuscasse a sua experiência com “o Senhor dos reis” (Dn.2:47). Insatisfeito em ser apenas a cabeça, mandou fazer uma réplica da estátua de seu sonho toda de ouro, desafiando os propósitos divinos. O que ele não esperava era que, ali, “no campo de Dura” (v.1), não seria aquela magnificente imagem o centro das atenções.
Os seis instrumentos da orquestra de Babilônia estavam a postos para o concerto que, ninguém imaginava, introduziria um dos maiores milagres de toda a história da humanidade. Todas as autoridades estavam reunidas, os músicos aguardavam a ordem do arauto, porque, ao som “de toda sorte de música” (v.5), todos, sem exceção, deveriam prostrar-se e adorar a imagem “que o rei Nabucodonosor levantou” (v.5), ou seriam lançados, “no mesmo instante […], na fornalha de fogo ardente” (v.6). Então, ao som dos instrumentos, “se prostraram os povos, nações e homens de todas as línguas e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado” (v.7).
Todavia, em meio àquele tapete humano, três homens, ainda no vigor da juventude, destoaram da multidão. Enquanto a música fez com que todos caíssem com o rosto em terra, eles permaneceram em pé. Enquanto o medo atravessava o coração da multidão, a confiança e o temor do Senhor sustentavam aqueles três arautos da verdade, que, mesmo sob terrível ameaça, não curvaram nem sequer a cabeça. Quanta fé! Admirável coragem! Virtudes que só podem ser alcançadas mediante uma vida de total entrega e dependência dos cuidados divinos. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego não desafiaram apenas a Nabucodonosor e todas as autoridades presentes ali, mas fizeram tremer Satanás e todas as suas hostes malignas.
Então, diante do maior monarca de toda a Terra, aqueles três jovens fizeram, o que todos pensavam ser, o seu último corajoso discurso: “Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a Quem servimos, quer livrar-nos, Ele nos livrará da fornalha ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste” (v.16-18). Estas palavras foram o bastante para o rei ficar “transtornado” (v.19). Ele ficou tão confuso com tudo aquilo, que além de mandar aquecer a fornalha “mais do que se costumava” (v.19), ainda mandou amarrar os corajosos adoradores do Deus vivo. E, atados com as próprias roupas (v.21), foram lançados nas chamas que mataram seus algozes (v.22).
Diante de todo o mundo de sua época, inclusive de seus conterrâneos instáveis, Hananias, Misael e Azarias revelaram o verdadeiro ouro refinado: um caráter segundo o coração de Deus. E da mesma boca de quem indagou: “E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?” (v.15), saiu a resposta: “Porque não há outro deus que possa livrar como Este” (v.29). O inimigo pode enviar chamas ardentes na vida dos “servos do Deus Altíssimo” (v.26), mas “nem cheiro de fogo” (v.27) passará sobre eles. Ele pode querer nos amarrar salientando a nossa fragilidade, mas andaremos “soltos, passeando dentro do fogo” (v.25), porque conosco está o Filho de Deus, que de forma espantosa nos dá livramento.
Prestem bastante atenção, servos e servas do Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: o tempo de prova sobremodo terrível, que antecede a segunda vinda do nosso Salvador, está prestes a eclodir. Assim como a palavra de Nabucodonosor “era urgente” (v.22), mais urgente tem sido a estratégia de Satanás em destruir o maior número de pessoas que ele puder. Mas a sua ira fatal é contra “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17), os quais perseguirá com decidido empenho. E para isso, a fornalha já está aquecida. Em sua “grande cólera”, se valerá das maiores autoridades mundiais para concretizar seus planos, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). Contudo, para todo aquele que, à semelhança daqueles três jovens, perseverarem até o fim, a fornalha aquecida “sete vezes” (v.19) será a perfeita prova de que Deus possui servos fiéis ainda nos últimos dias, cumprindo-se, pois, o que está escrito:
“Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9).
Estamos todos inseridos no grande conflito, cujo foco é: ADORAÇÃO. É tempo de darmos ouvidos à voz angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). “Como nos dias de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, no período final da história da Terra o Senhor operará poderosamente em favor dos que ficarem firmes pelo direito. Aquele que andou com os hebreus valorosos na fornalha ardente, estará com os Seus seguidores em qualquer lugar. Sua constante presença confortará e sustentará. Em meio do tempo de angústia — angústia como nunca houve desde que houve nação — Seus escolhidos ficarão firmes. Satanás com todas as forças do mal não pode destruir o mais fraco dos santos de Deus. Anjos magníficos em poder os protegerão, e em favor deles Jeová Se revelará como “Deus dos deuses” (Daniel 2:47), capaz de salvar perfeitamente os que nEle puseram a sua confiança” (Profetas e Reis, CPB, p. 261). Vigiemos e oremos!
Bom dia, purificados pelo fogo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Daniel3 #RPSP
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