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EZEQUIEL 45 – Aprofundar-se no estudo da Bíblia é a melhor coisa que alguém pode fazer na vida. Nas páginas sagradas você descobre mais do que simplesmente da existência de um Deus que vive eternamente. Você aprende que Deus…
1. …é sério e gosta das coisas organizadas;
2. …quer pessoas consagradas para serem usadas em Seu serviço;
3. …espera que os crentes não flertem com coisas que corrompem a alma;
4. …deseja que Seus servos sejam ávidos por informar ao povo sobre o que é certo e errado.
Considerando que após a instituição da igreja por Cristo, o sacerdote de Deus é todo aquele que se converte do pecado (Apocalipse 1:4-7; I Pedro 2:9-10), e o Israel de Deus é aquele que crê em Jesus (Romanos 9-11), devemos considerar o capítulo em pauta como relevante para nós, nos dias atuais.
A mensagem em análise revela quatro pontos interessantes, segundo Paul R. House:
1. Um pedaço de terra será separado para o lugar santo (vs. 1-6);
2. Príncipes governarão com justiça (vs. 7-9);
3. Os negócios serão feitos com honestidade (vs. 10-12);
4. Dias santos surgirão de acordo com os desejos de Deus (vs. 13-25).
Isso infelizmente não aconteceu como era a desejo de Deus. Contudo, quando profecias condicionais não se cumprem, Deus não “cruza os braços” nem abandona aos pecadores a sua própria sorte. Observe esta declaração de Ellen G. White:
“Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda dos impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição ou capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade”. Ed, 173.
• As decepções provocadas pelo povo de Deus não interrompem Seus planos (veja o livro de Apocalipse, onde Deus amplia Seus projetos descritos em Ezequiel).
• Os seres humanos não frustram as intenções de Deus. Deus está no controle, não os pecadores!
• A história do mundo está sob as rédeas de Deus e de Seu Filho; Seu propósito é transformar pecadores em cidadãos celestes.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 44 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 44 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 44 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/44
Ezequiel 44 é mais um capítulo fascinante de um livro notável que infelizmente recebe comparativamente pouca atenção. Mas a realidade é que até o livro do Apocalipse “modela” suas imagens de acordo com os contornos coloridos e esclarecedores do livro de Ezequiel! O capítulo 44 continua a narrativa da visão final de Ezequiel, que lhe foi dada no Dia da Expiação. Sabendo disso, não é surpreendente que os conceitos do Dia da Expiação literalmente saturem o capítulo, chamando tanto o público original quanto os leitores de hoje a reverem seriamente suas vidas à luz das promessas redentoras de Deus.
Embora muitas vezes imaginemos o Dia da Expiação como um momento terrível de julgamento, Deus está mais interessado em nos ensinar como saborear a alegria de viver uma vida santa (ver versículo 23) que trará honra a Ele e uma alegria indescritível à nossa vida aqui na terra! Sim, este capítulo além de trazer algumas advertências, expressa abundantemente o desejo do coração de Deus de habitar entre nós (veja Êxodo 25:8), o que é evidente pelo uso abundante da linguagem do santuário. Embora o “Templo de Ezequiel” nunca tenha sido construído fisicamente, ele de fato pode ser encontrado nas vidas cheias de fé dos crentes em todo o mundo!
(Para mais detalhes sobre este capítulo importante consulte as notas de rodapé da Bíblia de Estudo da Universidade Andrews)
David Grams
Pastor aposentado, atualmente professor de religião no Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1092
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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924 palavras
1 o homem me fez voltar. Isto é, do átrio interior (ver Ez 43:5). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 802.
Cemitério islâmico – Porta leste Templo Jerusalém. Fonte : https://reavivadosporsuapalavra.org/wp-content/uploads/2021/02/71108-img_5974.jpg [Foto com continuação da foto, à esquerda, mostrando o restante do monte Moriá (do templo), o Domo da Rocha (islâmico) e as construções atrás das quais está o Muro das Lamentações (única parte que ainda resta do segundo templo, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/wp-content/uploads/2021/02/eb5fd-img_5971.jpg.]
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“A Meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão discernir entre o imundo e o limpo” (v.23).
De todos os evangelhos, o evangelho segundo João relata várias situações da vida de Cristo em que não há registro nos demais. Já em sua introdução, o apóstolo destacou o fundamento de seu livro: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo.1:1). Sendo agente ativo da criação, Jesus, o Verbo, a Palavra, é revelado por João como sendo o próprio Deus. Há uma celeuma crescente entre ateus e até mesmo entre cristãos dissidentes semeando dúvidas quanto à divindade de Cristo. Como a casa rebelde de Israel, se desviam de Deus “para irem atrás dos seus ídolos” (v.10), “como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe.3:16).
No capítulo 17 do livro de João encontramos a oração sacerdotal de Jesus. Foram as últimas palavras relatadas pelo apóstolo antes do início da agonia do Salvador. Como “a glória do Senhor enchia a Casa do Senhor” (v.4), Jesus iluminou o mundo com a glória do Pai: “Eu Te glorifiquei na Terra, consumando a obra que Me confiaste para fazer; e, agora, glorifica-Me, ó Pai, Contigo mesmo, com a glória que Eu tive junto de Ti, antes que houvesse mundo” (Jo.17:4-5). Apesar de ter sido vedado o acesso comum do povo pela porta do oriente, “porque o Senhor, Deus de Israel, entrou por ela” (v.2), Jesus veio ao mundo como a Porta por onde podemos entrar e encontrar a salvação (Jo.10:9). Quando nós nos extraviamos, o nosso Sacerdote e Sumo Sacerdote (Hb.8:1), que cumpriu as prescrições celestiais, comprou-nos o direito de acesso ao Pai, de onde intercede por nós pelos méritos de Sua única e perfeita oferta de sacrifício (v.15).
Ele, que é a Palavra, nos deixou escrito tudo o que precisamos notar bem, ver e ouvir (v.5) a fim de que possamos “entrar no templo” (v.5) com as “vestes de linho” (v.17) de Sua justiça e dignidade. As vestiduras de Cristo não devem nos causar desconforto (v.18) e nem servir de meio de acepção ou inclusão alheia (v.19). Trata-se, contudo, de um traje de uso pessoal e intransferível. Ou seja, a salvação é individual. Cada um é chamado a fazer parte do “sacerdócio real” (1Pe.2:9), como cooperadores de Cristo na obra de salvar vidas, não com a missão de constranger, mas de ensinar outros “a distinguir entre o santo e o profano e […] discernir entre o imundo e o limpo” (v.23).
A vida de Jesus nos deixou o perfeito exemplo do que seja santo e limpo e se tratava da mais clara advertência aos impenitentes de sua condição profana e imunda. Comovia-Lhe o coração cada vez que contemplava “a oferta pelo pecado” (v.29), o símbolo de Sua salvífica missão. Porém, “O melhor de todos os primeiros frutos de toda espécie e toda oferta” (v.30), entregues aos sacerdotes, não foram dados Aquele que era a fonte de toda a bênção. Israel fechou a porta do coração e rejeitou “a sua herança” e “a sua possessão” (v.28). Aproxima-se o tempo de outra porta ser fechada: a porta da graça. Mas enquanto ela está aberta, precisamos abrir a porta do nosso coração ao nosso longânimo Sacerdote: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). Abra o coração a Jesus, “para que [Ele] faça repousar a bênção sobre a vossa casa” (v.30) e lhe dê o direito de entrar “na cidade pelas portas” (Ap.22:14). Vigiemos e oremos!
Bom dia, sacerdócio real!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel44 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 44 – Deus não esconde Sua vontade, Seus anseios nem Seus interesses, mesmo que eles não venham a se concretizar – como de fato não se cumpriram as profecias condicionais finais do livro de Ezequiel.
O capítulo em pauta trata dos sacerdotes do novo templo e dos príncipes do povo de Deus:
1. O texto descreve a porta oriental exterior, para o príncipe (vs. 1-3);
2. O relato expõe as orientações referentes aos estrangeiros e às tribos rebeldes (vs. 4-14);
3. O relatório profético inclui detalhes referentes ao sacerdócio (vs. 15-27);
4. O profeta informa a herança dos sacerdotes (vs. 28-31).
Não é porque não se cumpriram os detalhes das profecias dos últimos capítulos de Ezequiel que vamos ignorar Seus ensinamentos. Sendo que os crentes são os sacerdotes de Deus, há princípios relevantes para nós que vivemos no século 21.
Além de ser negado beber vinho, “o sacerdote não podia permitir que algo viesse a obliterar seu discernimento espiritual ao se ocupar das coisas sagradas. Uma das razões para a temperança é que ao sacerdote cabe ensinar o povo a distinguir entre o santo e o profano (44:23); (ver Levítico 10:10; Malaquias 2:7)” explica Siegfried Júlio Schwantes.
“O versículo 4 deve inspirar em nós o desejo de participar de culto nos quais a glória do Senhor se manifesta de tal modo que os adoradores se prostrem diante dEle”, aplica William MacDonald).
Os sacerdotes confiam em Deus para viver. “De acordo com o plano de Deus, ele próprio será a herança de seus servos, e eles não terão nada na terra. O mesmo princípio se aplica aos servos do Senhor nos dias hoje. Deus deseja que encontremos plena satisfação nele e, desse modo, tenhamos liberdade de servir, sem vínculos com coisas deste mundo”, diz MacDonald.
Deus…
• …persiste em amar aos seres humanos;
• …preserva Seus interesses apesar do desinteresse do Seu povo;
• …refaz Seus planos para salvar a humanidade.
Mesmo que os planos de Deus para os judeus não tenham se tornado realizado, Deus ainda habitará com os seres humanos. Jesus veio e habitou entre nós para mostrar como podemos habitar com Deus (João 1:14; 14:1-6). Jesus pagou o preço de nosso pecado para criar a possibilidade de um dia estarmos eternamente na presença de Deus.
Vamos orar? “Senhor, concede-nos o reavivamento!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 43 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 43 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 43 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/43
Ezequiel 43 inicialmente não parecia ter qualquer relevância para minha vida. Depois de orar por iluminação, ler em voz alta, meditar nas palavras em diferentes traduções, comecei a ver que a promessa de Deus de retornar, em nossas vidas e na realidade, é tão aplicável hoje quanto o era no tempo de Ezequiel. A presença de Deus é vista melhor e mais positivamente em nossas vidas quando seguimos Seus padrões para a nossa vida, quando seguimos Seus propósitos conforme detalhados nos Dez Mandamentos e na Bíblia.
Deus nos projetou e nos criou. Ele sempre soube quais os melhores caminhos para vivermos em segurança neste mundo, seguindo Seus padrões para nossa vida e relacionamentos, o padrão do Seu amor. Alguns detalhes específicos que aparecem neste capítulo se aplicam principalmente para aquele tempo específico da história de Israel, detalhando os padrões da construção do novo templo com o objetivo de encorajar a Ezequiel e a todo o Israel de que assim como Deus havia partido, Ele realmente retornaria, e eles poderiam recuperar Sua presença da melhor maneira aprendendo novamente a seguir os Seus padrões. Ele também deu instruções específicas para cada ser humano, o que aumentará nossas vidas e nos aproximará de um relacionamento amoroso com Ele.
Barbara Gardner
Berrien Springs, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1091
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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668 palavras
1 Este capítulo e o seguinte contém muitos ensinamentos que mostram o significado das medidas dadas nos capítulos anteriores. Bíblia Shedd.
2 do caminho do oriente, vinha. O profeta tinha visto a glória divina sair através da porta leste ou oriental do antigo templo (Ez 10:18, 19; 11:1, 23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 799.
3 da visão que eu tive. Ezequiel teve três visões da glória de Deus. A primeira lhe foi concedida para vocacioná-lo (1.1) e para fazê-lo obediente à visão celestial mesmo quando alguém não quis ouvi-lo (3.4-11; cf At 26.13-19). A segunda lhe foi concedida para revelar que a glória de Deus não habita com os idólatras (2Co 6.14-18), e que o templo seria destruído (8.1-9.22). A terceira visão revela a restauração desta nação à comunhão com Deus, mediante a revelação de Si mesmo onde Seu povo adora. Bíblia Shedd.
rio Kebar. O rio Kebar se conectava com o rio Eufrates e ali se localizava um assentamento de exilados judeus na Babilônia. Life Application Study Bible Kingsway.
Vim destruir. As visões anteriores anunciavam a destruição de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 799.
5 enchia o templo. Assim aconteceu quando o templo de Salomão foi consagrado (1 Rs 8.10-11); a mesma glória tinha acompanhado o tabernáculo que Moisés levantou no deserto (Êx 40.34-38). Antes de existir santuário algum, esta glória já apareceu numa sarça no deserto, na hora em que Deus chamou Seu profeta Moisés para libertar o povo de Israel e fazer dele um povo particularmente Seu (Êx 3.1 – 4.17). Esta glória se revela a cada crente em Cristo (Cl 1.26-27) através do Espírito de glória. Bíblia Shedd.
6 ouvi. A voz era, sem dúvida, a de Deus. Ela veio do templo, enquanto o “homem” ficou junto ao profeta no átrio interior. CBASD, vol. 4, p. 799.
7 com as suas prostituições. O templo anterior havia sido contaminado pela adoração a ídolos praticada dentro de seus recintos (2Rs 23:7; 21:4-7) [que poderia inclui a prostituição literal 2Rs 23:7; cf 1Rs 14:24; 15:12].CBASD, vol. 4, p. 799.
Não contaminarão mais o Meu nome santo … com o cadáver de seu reis. Não há evidência histórica de que algum rei tenha sido sepultado na área do templo. Vários deles foram sepultados perto dali, na colina a sudeste (ver 1Rs 2:10; 11:43; 22:50; etc.). A LXX [Septuaginta, versão para o grego do AT] diz: “Ou pelos assassinatos de seus príncipes no meio deles”, o que talvez reflita o pensamento que o profeta pretendeu transmitir. CBASD, vol. 4, p. 799.
10 filho do homem, mostra à casa de Israel este templo. Deus queria que considerassem cuidadosamente Seu plano, a fim de que isso se tornasse para eles um incentivo para abandonar os maus caminhos e aceitar as novas provisões. CBASD, vol. 4, p. 799.
Aqui se vê claramente que as medidas do templo seriam compreendidas pelos israelitas como uma mensagem da restauração, de santificação e de glorificação. Bíblia Shedd.
12 Esta é a lei do templo. A “Torah” do Novo Templo. Esta seção [43:12 – 46:24] trata dos vários rituais envolvidos na adoração no templo restaurado, com foco nas modificações do ritual mosaico prescrito no Pentateuco. O retorno do exílio é um novo Êxodo (20:32-44), e Ezequiel é um novo Moisés, mostrando os “requisitos” [padrão] para a construção do santuário (ver Êx 25:9, 40) e a legislação concernente às varias adições e modificações necessárias no ritual do templo e no pessoal para os exilados que retornassem. As maiores aparentes contradições entre as “Torah” de Ezequiel e Moisés, como vigorosamente discutidas mais tarde, entre os rabinos, são encontradas em Ez 44:31; 45:18-20; e 46:6-7. Andrews Study Bible.
Lei do templo. Isto é, a chave do seu significado, que é a santificação, a separação para longe, da impureza (42.20). Bíblia Shedd.
13 altar. O altar (Diagrama ilustrativo), que ficava diante do templo, no centro do átrio interior, tinha uma escadaria (Ez 43:17), diferentemente do antigo (ver Êx 20:26). Esta ficava no lado leste, provavelmente para que o sacerdote que fazia o sacrifício ficasse de costas para o sol nascente, a fim de que não pudesse haver qualquer sugestão de adoração ao Sol. CBASD, vol. 4, p. 800.
côvado. Aproximadamente 51 cm (20½”). Um côvado longo é quatro dedos maior do que o côvado hebraico ou egípcio comum, de 45 cm. Andrews Study Bible. [cf tb. CBASD, p. 790].
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“Eis que esta é a lei do templo; sobre o cimo do monte, todo o seu limite ao redor será santíssimo; eis que esta é a lei do templo” (v.12).
O tema do santuário é um estudo revelado em toda a Bíblia como um monumento do plano da salvação. As cerimônias ali realizadas, os objetos sagrados e todas as leis que regiam aquele santo lugar eram sombra do verdadeiro. A manifestação da glória de Deus certamente era algo que provocava a reverência e o temor, de forma que cada pecador que entrasse no pátio do santuário deveria sentir o impacto de seus pecados em contraste com a gloriosa presença do Senhor. Novamente, Deus revelou a Sua glória a Ezequiel. E, prostrado “rosto em terra” (v.3), o profeta foi levantado pelo Espírito Santo (v.5) e acompanhado pelo próprio Jesus.
A visão do templo deveria promover o arrependimento da nação, vergonha “das suas iniquidades” (v.10). A presença do santuário e a sua estrutura arquitetônica não faria sentido se não houvesse a “lei do templo” (v.12). Nenhum lugar, por mais simples que seja, prospera sobre o fundamento arenoso da desobediência. Tudo no santuário velava pela obediência e pelo respeito. Cada ato sacerdotal, cada palavra ali proferida, cada cerimônia realizada, em idoneidade com as palavras do Senhor, eram uma evidência do caráter fidedigno do Deus que não muda (Ml.3:6).
A obediência à lei de Deus não é sinônimo de salvação, mas, certamente, é o resultado dela. Foi assim na vida de Noé, Abraão, José, dentre tantos outros homens e mulheres que permaneceram fiéis ao Senhor e à Sua Palavra. Foi assim na vida de Jesus, que nos deixou exemplo “tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fl.2:8). Foi assim na vida dos apóstolos, que nos deixaram um legado de fé prática e confiança plena no poder de Deus. Foi assim na vida dos reformadores e pioneiros que dedicaram a vida em resgate das verdades que haviam sido lançadas por terra (Dn.8:12). E deve ser assim na vida de todos os que buscam a plenitude do Espírito, pois Deus outorgou o Espírito Santo “aos que Lhe obedecem” (At.5:32).
Creio que uma das maiores provas de que a observância da lei deve ser o resultado da salvação está nos rituais de sacrifício. Se o cumprimento da lei fosse o suficiente, não precisaria haver “holocausto ao Senhor” (v.24). A função principal da lei é a de revelar os nossos pecados e a necessidade que temos de um Salvador que faça “a purificação e a expiação” (v.20) das nossas iniquidades. Anule a lei, e, consequentemente, você estará afirmando que não há pecado (1Jo.3:4). E, se não existe pecado, não precisamos da graça. E, sem a graça, para que um Salvador? Percebem, amados?
Muito em breve toda a Terra resplandecerá por causa da glória do Senhor (v.2), e os que insistiram na prática do pecado serão consumidos por Sua ira (v.8). Mas os que creram em Jesus e seguiram os Seus passos, confiantes nos méritos do Salvador, não farão parte da turba do desamor (Mt.24:12), mas irão amar como Ele amou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10). Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos de Deus!
* Oremos para que as nossas obras glorifiquem a Deus.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel43 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
