Filed under: Sem categoria
Jovens. Universidade. Filosofia. Pressão. Religião. Princípios. Influência. Sabedoria. Provisão. Firmeza. Humildade. Sinceridade. Disponibilidade. Responsabilidade. Coragem. Determinação. Alimentação. Tudo isso e muito mais encontramos logo no início do livro de Daniel.
O teólogo Jacques B. Doukhan destaca que o livro de Daniel é “um livro de sabedoria, que contém os pensamentos mais profundos da história, de Deus, da ética e da existência”. É um livro “universal e merece a atenção de todos”.
No pequeno espaço deste nosso comentário, obviamente não será abordado tudo o que o capítulo ensina; alguns pontos serão destacados:
• Crentes fieis e consagrados a Deus podem sofrer consequências oriundas dos infiéis e negligentes espirituais (vs. 1, 3, 6).
• Deus governa a história e as nações e, assim, controla o curso do mundo. Ele entrega uns à derrota e outros à vitória, ambos com propósitos nobres e definidos (v. 2).
• As grandes potências do mundo aproveitam oportunidades outorgada por Deus para buscar grandezas além dos limites (vs. 3-4; Gênesis 11:1-9; Isaías 13:1-14:23; 46:1-48:15; Jeremias 50:1-51:64; Ezequiel 30:1-26).
• A sociedade e a cultura mundanas intentam ousadamente impor uma filosofia pervertida e degradante na mente das pessoas. A educação regida pelo Estado visa moldar a cosmovisão dos alunos para pensarem e agirem conforme o padrão do mundo, contrários aos princípios divinos (vs. 4-7). Cuidado!
• Os verdadeiros servos de Deus não negociam princípios, mas se propõe a usar a sabedoria com humildade para viver os padrões do céu em um ambiente secular e pagão, mesmo em diante de tentadores privilégios (vs. 8-14).
• Deus olha com carinho e atenção aos Seus filhos que, de coração, se propõem a viver o Seu ideal, não o ideal do mundo apostatado e desviado dos princípios divinos. Acima de tudo, Deus age em prol dos fieis (vs. 9, 15-16).
• Deus abençoa profusamente aos que se propõem a representá-lO mesmo diante de enormes desafios, correndo sérios riscos. Deus ama usar os jovens para impressionar aos grandes do mundo (vs. 17-21; I Samuel 16:1-17:58; II Reis 5:1-19).
Vamos…
• …ensinar a Bíblia aos nossos filhos!
• …permitir que a Bíblia molde nossa vida!
• …consagrar-nos para representar a Deus!
“Senhor, capacita-nos. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 48 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 48 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/48
O capítulo 48 de Ezequiel começa mencionando os nomes das tribos dos filhos de Israel. Nomes sempre foram importantes para os humanos. Adão (que significa “terra vermelha”, aponta para como a humanidade começou) teve o privilégio de nomear os animais no Jardim do Éden.
A Bíblia nos informa muitos nomes diferentes para Jesus, cada nome revelando aspectos do nosso Deus . Alguns incluem:
O Todo-Poderoso – Apocalipse 1: 8
Advogado e Justo – 1 João 2:1
Pão da Vida – João 10:11
Bom Pastor – João 10:11
Emanuel – Isaías 7:14
Luz do Mundo – João 8:12
Nossa esperança – 1 Timóteo 1:1
O que o seu nome diz sobre você? A maioria das pessoas gosta do seu nome, mas algumas chegam a não gostam, razão pela qual legalmente mudam de nome quando se tornam adultas. Em Apocalipse 2:17, somos informados de que Deus vai nos dar um novo nome. “Também lhe darei uma pedra branca com um novo nome nela inscrito, conhecido apenas por aquele que o recebe.”
Não importa se você gosta ou não do seu nome, há um nome que nós todos podemos compartilhar – “Filho(a) de Deus”.
Isaías 43:1 diz: “Mas agora assim diz o Senhor, aquele que o criou, ó Jacó, aquele que o formou, ó Israel: Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu.”
Susan Menzmer
Dona de casa e professora de educação domiciliar
Igreja Adventista de McDonald Road, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1096
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
967 palavras
O livro de Ezequiel se inicia com a visão da santidade de Deus que se aproxima e se torna presente em Jerusalém e no templo (1:4, 28; 8:1-4). Após emitir o julgamento sobre o Seu povo, o templo e Jerusalém (cap. 8-11), o Senhor deixa o templo e Jerusalém (8:6; 10:18; 11-23-24), mas estava com Seu povo na Babilônia. Na seção final do livro, o Senhor retorna ao Novo Templo (43:3-5) e permanece na Nova Capital e na Nova terra para Sempre. Andrews Study Bible.
A terra a ser distribuída é dividida em 13 faixas iguais e paralelas: uma porção para cada tribo e uma porção sagrada ao centro, com o Novo Templo e a Nova Cidade. Sete tribos ficam acima da porção sagrada e cinco abaixo dela. A descrição da localização de cada tribo vai de Dã até Gade, do norte até o sul. … A Nova Terra Santa se estenderia desde a região de Hamate acima de Tiro e Sidom ao norte, até o Ribeiro [wadi, rio sazonal] do Egito, ao sul. E do rio Jordão (incluindo o mar da Galiléia e o mar Morto), que formaria a fronteira leste, até o mar Mediterrâneo como a fronteira oeste. Andrews Study Bible.
1 nome das tribos. Este capítulo descreve a distribuição da terra e termina com uma descrição do tamanho da cidade e de seus portões. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 814.
7 Judá. Recebeu o lugar do maior prestígio, fazendo fronteira com a porção sagrada (v. 8), porque a promessa messiânica fora dada à tribo dele (Gn 49.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Um lado [o norte] do território de Israel tem sete tribos porque o outro lado, com cinco tribos (23-29) tem de caber num espaço menor. Isto acontece porque Jerusalém, a sede espiritual do novo Israel, não está no meio do país, mas sim bem no sul. Entre as doze tribos … [existe uma faixa de 25.000 côvados, no centro do qual existe um quadrado de] 25.000 por 25.000 côvados, um quadrado perfeito que, tendo o templo bem no centro, se divide entre os sacerdotes, os levitas e a cidade Santa. O resto do espaço que ficou [a leste e a oeste] da área retangular de Israel pertence ao príncipe, cujo território se estende ao mar Morto de um lado, e ao Mediterrâneo do outro lado, tendo assim uma “fatia” igual às doze tribos (cede, porém, a parte central ao templo com seus arrabaldes). Bíblia Shedd.
14 não a venderão [a terra]. Como era do Senhor, não devia ser objeto de comércio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 uso civil da cidade. O território dos sacerdotes e dos levitas mediria, cada um, 10 mil côvados de norte a sul, o que deixava para a cidade 5 mil côvados de toda a “porção santa” ao sul da área dos sacerdotes. CBASD, vol. 4, p. 814.
A Nova Cidade se localizaria ao centro da faixa mais ao sul da “porção sagrada”, portanto separada do Novo Templo. Andrews Study Bible.
19 de todas as tribos de Israel. O distrito sagrado era propriedade da nação, e não o domínio particular do príncipe. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 do príncipe. A faixa de terra que restava a leste e oeste da “porção santa” seria para o príncipe. CBASD, vol. 4, p. 814.
30 as saídas. O tabernáculo no deserto tinha uma ordem fixa para a disposição das tribos ao redor dele, três portas de cada lado, uma para cada tribo, Ap 21.12-14. Assim se vê como as disposições da Bíblia não falham: apontam em primeiro lugar para as coisas visíveis na terra, e refletem as coisas eternas no céu. Bíblia Shedd.
35 a cidade. A cidade da nova Terra, a nova Jerusalém, que João viu descer do Céu da parte de Deus (Ap 21), mostra notáveis semelhanças com a cidade da visão de Ezequiel. Este [Ezequiel] descreve a cidade que poderia ter sido; João, a que será. … A nova Jerusalém, cujos habitantes são remidos de toda nação, tribo, língua e povo, é apresentada com o nome das 12 tribos inscritos em suas portas. Segundo a figura bíblica, os remidos, não importa a que etnia pertençam, são representados como fazendo parte de uma das 12 tribos (Rm 9-11; Gl 3:29). CBASD, vol. 4, p. 814.
o Senhor está ali. Em hebraico: Iavé-Shama, possível jogo de palavras com Yerushalayim, que é “Jerusalém”, em hebraico. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A história do Êxodo se encerra com a promessa da presença real de Deus ao lado de Seus fiéis (Êx 40.38). O evangelho encerra-se com a vocação missionária acompanhada pela promessa da presença real de Jesus (Mt 28.18-20). A visão da história da Igreja e do mundo até a consumação final encerra-se com a promessa da Segunda Vinda de Cristo (Ap 22.2). A profecia de Ezequiel, cheia de preceitos e promessas, contendo a chave da história dos impérios da época, e apontando na direção da santificação total do povo de Deus, apresenta, como soma total das suas visões, a promessa da comunhão dos crentes com Deus. Bíblia Shedd.
Não é sabido se Ezequiel viveu para ver alguns de seus compatriotas retornarem após o generoso decreto do rei persa. Se soubesse que seus escritos seriam preservados no cânon sagrado, ele teria extraído conforto do fato de que alguma geração futura poderia se beneficiar da mensagem que seus companheiros de cativeiro haviam desprezado. O desafio agora é para a igreja. O novo Israel de Deus está prestes a entrar numa terra muito mais gloriosa do que aquela oferecida à geração de Ezequiel. Mas essa entrada também se baseia em certos pré-requisitos. Tem havido demora, e o povo de Deus precisa cumprir as condições necessárias. Desta vez, contudo, não pode haver um adiamento indefinido, pois a restauração não será mais nacional, mas individual. Quando o momento chegar, Deus ajuntará, de todas as terras, aqueles que pessoalmente se prepararam. Eles herdarão as ricas promessas e habitarão na cidade prefigurada na profecia de Ezequiel e divinamente denominada “O Senhor Está Ali”. CBASD, vol. 4, p. 815.
Filed under: Sem categoria
“[…] e o nome da cidade desde aquele dia será: O Senhor Está Ali” (v.35).
A Bíblia não diz quanto tempo durou esta última visão de Ezequiel, mas nas entrelinhas de sua riqueza de detalhes, podemos perceber que se tratou de um tempo considerável. Fora o momento da visão, certamente o profeta teve de dedicar um outro para deixá-la registrada. Incrível a capacidade que o Senhor concedia aos Seus servos de memorizar cada palavra a ponto de escrevê-las uma por uma. O livro de Ezequiel começou com uma visão do Senhor em Seu trono e termina com uma visão do Senhor em Sua cidade. O chamado inicial do profeta consistia em admoestar um povo impenitente, e, sua derradeira missão, levar este mesmo povo a olhar para o santuário e perceber o zelo e amor de um Deus que desejava habitar no meio deles.
Vivemos no século da pressa. A celeridade em todos os aspectos é considerada fator determinante. É uma geração que não suporta a espera ou a frustração. Tudo tem de acontecer em tempo recorde e da forma prevista. No trânsito, no trabalho, na escola, tudo parece seguir um compasso acelerado e, quanto mais objetivo e prático, melhor é o método. Leitura contemplativa? Não! Tem de ser leitura dinâmica. Esperar em filas? Que nada! Com um clique na internet eu resolvo tudo. E nesse ritmo que avança em medida quase que enlouquecedora, com meios cuja promessa é de otimizar o nosso tempo, a impressão que dá é que nunca na história deste mundo o período de 24 horas foi tão curto.
O ministério de Ezequiel incluiu a realidade de ter de lidar com a apostasia de seu próprio povo, de ser admirado, mas não levado a sério, e da morte de sua amada esposa. Foi uma verdadeira escola de paciência, perseverança e domínio próprio. Três virtudes quase perdidas neste século acelerado. Com a mente entorpecida pelas distrações na velocidade de um clique, milhares conhecem as últimas tendências da moda, as séries mais famosas, os jogos mais recentes, as celebridades mais populares, os lugares mais badalados, mas o máximo que conhecem sobre Deus e Sua Palavra se resume a uma hora de novela e nenhuma de diligente estudo da Bíblia.
E enquanto continuamos achando que os recursos tecnológicos nos favorecem o tempo, o nosso tempo com Deus, a preciosa comunhão pessoal, é trocado por uma “espiada” nas redes sociais, que facilmente se transforma em uma hora; tempo que deveria ser empregado em diligente preparo para o retorno do Senhor. Oh, amados, Deus já preparou a nossa porção em Sua santa cidade! O que é este mundo e o que nele há que possa ser comparado a morar no lugar em que Deus habita? Até quando continuaremos nos enganando a nós mesmos perdendo o nosso tempo aqui com o que é fútil e sentenciado à destruição?
“Oh! Que geração! Considerai vós a Palavra do Senhor” (Jr.2:31)! Na cidade onde o Senhor estará não entrará nada impuro ou contaminado. E que terríveis têm sido os resultados na vida daqueles que tanto “correm” para trás. Pensam estar avançando enquanto estão involuindo em alta velocidade. Quando as fronteiras de muitas nações se fecham para a entrada de estrangeiros, o Senhor nos convida a morar no lugar cujas portas dos quatro lados estão abertas para receber a todos quantos queiram entrar e ali viver por um tempo que se chama eternidade.
Há um país preparado para todos aqueles que decidiram firmemente pelo “assim diz o Senhor” ainda que tivessem de andar sempre à sombra da expectativa humana; que, iluminados os olhos da fé, aguardam com paciência, perseverança e domínio próprio, a cidade em que “o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5). Quer você estar pronto para ir morar lá? É tempo de sincera comunhão e santa consagração! Entregue-se por completo aos cuidados do Espírito Santo e Ele tornará a sua existência mortal e corruptível em imortal e incorruptível. Em nome de Jesus, “hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos da pátria superior!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel48 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
EZEQUIEL 48 – A vida privada não deve distanciar-se dos nobres princípios espirituais. A religião bíblica jamais deve se divorciar de nenhuma de nossas atividades. Deus precisa ser único, primeiro e central em nossa existência.
Por mais sucesso e prosperidade que consigamos, sem uma forte base na espiritualidade verdadeira certamente estaremos fadados ao fracasso. Para que a vida tenha real sentido nunca se deve separar o cotidiano do sagrado.
Do último capítulo de Ezequiel destacam-se quatro pontos, conforme Siegfried J. Schwantes:
• Os limites físicos das sete tribos ao norte da região sagrada (vs. 1-7);
• A região sagrada dividida entre sacerdotes, levitas, a cidade e o príncipe (vs. 8-22);
• Os termos das outras cinco tribos (vs. 23-29);
• As portas da cidade (vs. 30-35).
“O Apocalipse também fala da Nova Jerusalém com suas doze portas, cada uma das quais leva o nome de uma das tribos de Israel” diz Schwantes. Isso mostra alteração dos planos divinos, mas não cancelamento deles.
“O cumprimento das promessas que foram feitas ao Israel nacional dependia de sua fidelidade ao concerto com Deus. Como tais promessas têm que ver com a salvação do mundo, o fracasso de Israel não pode impedir o seu cumprimento. Deus escolheu a Igreja cristã como Sua nova instrumentalidade. Os escritores do Novo Testamento indicam quais as promessas que terão cumprimento, e de que maneira” (Frank Holbrook).
Apesar do fracasso dos judeus, Deus não os abandonou. Ainda que as profecias condicionais não se cumpram para os judeus devido à dureza do coração deles e da rejeição a Jesus, Deus ainda deseja salvá-los. “Há entre os judeus muitos que serão convertidos e por meio de quem veremos a salvação de Deus sair como lâmpada ardente. Há judeus por toda parte, e a eles deve ser levada a luz da verdade presente” (Evangelismo, p. 578).
Deus quer habitar com Seu povo. Seus planos no Novo Testamento revelam que logo isso acontecerá. O novo Israel, o novo Templo e a Nova Terra na qual habita a justiça (II Pedro 3:13) mostrarão que Deus sempre esteve conduzindo a história para o cumprimento de todos os Seus planos (Ap 22:1-7).
Dedique-se a estudar a Bíblia para que suas promessas impactem a tua vida! Coloque no coração as lições aprendidas do livro de empolgante profeta Ezequiel! – Heber Toth Armí.
O que você aprendeu do livro de Ezequiel? Compartilhe tua resposta aqui:
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 47 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 47 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/47
Em Ezequiel 47, lemos a descrição da visão de Ezequiel do rio da cura. “Em todo lugar por onde esse rio passar, haverá todo tipo de animais e de peixes. O rio fará com que as águas do mar Morto fiquem boas e ele trará vida por onde passar..” (Ezequiel 47:9, NTLH).
Você já refletiu acerca da influência que você tem, aonde quer que vá? VOCÊ é um “rio de cura?” Nossas línguas são poderosas e podem ser usadas para construir outras pessoas, mas infelizmente muitas vezes nós as usamos para a destruição.
O Salmo 77:12 diz: “Meditarei também em todas as tuas obras, e falarei dos teus feitos (ACF).” É para isso que usamos nossas línguas? Para falar acerca de Deus? Estamos usando nossas palavras para resolver problemas, como Provérbios 15:1 nos aconselha: “A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira.”? Somos rápidos para ouvir e tardios para falar, como Provérbios 15:28 nos instrui: “O justo pensa bem antes de responder, mas a boca dos ímpios jorra o mal.”? E, finalmente, quando entramos em algum lugar, estamos levando a compaixão de Deus conosco, conforme nos é dito em Provérbios 31:26: “Fala com sabedoria e ensina com amor.”?
Seja um rio de cura aonde quer que você vá, falando das bênçãos de Deus, dando uma resposta suave, sendo rápido para ouvir e oferecendo bondade a todos que encontrar.
Susan Menzmer
Dona de casa e professora de educação domiciliar
Igreja Adventista de McDonald Road, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1095
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
493 palavras
47:1 – 48:35 descrevem a nova terra ao redor do templo. Existem muitos paralelos entre esta seção e a descrição da Nova Jerusalém em Apoc. 21-22. Andrews Study Bible.
1-12 A descrição implica numa visão dos futuros últimos dias da inteira visão, com uma transformação sobrenatural na natureza que excede as possibilidades históricas. Cumpre-se espiritualmente em Cristo e na igreja do NT com as bênçãos do novo concerto fluindo para o mundo (Jo 7:37-38); Cumpre-se literalmente na Nova Terra (Apoc 22:1-2). Andrews Study Bible.
1 homem. O guia angelical (40.3) que aqui aparece pela última vez, terminou a visita ao templo novo que Ezequiel fez em visões. Bíblia de Estudo NVI Vida.
à entrada do templo. Ezequiel estava em pé no pátio interno. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Água. O restante desta seção (v. 1-12) deixa claro que há referência à água que cura e nutre a vida (v. Sl 36.8; 46.4; v. tb Jl 3.18; Zc 13.1; 14.8; Ap 22.1,2). No contexto global, havia o rio que fluía do Jardim do Éden (Gn 2.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 me levou para fora, pela entrada norte. Provavelmente, porque a porta leste interior era reservada para o príncipe (Ez 46:1-8) e a porta leste exterior era fechada (Ez 44:1,2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 810
4 mediu mais mil [côvados. Aprox. 500 m]. O profeta está sendo levado rio abaixo, parando de meio em meio quilômetro para sondar sua profundidade. Bíblia Shedd.
8 campina. Do heb ‘aravah, que incluía a depressão do rio Jordão, o mar Morto e o vale que se estende do mar Morto até o golfo de Áqaba. O moderno termo Arabá designa apenas o vale ao sul do mar Morto. CBASD, vol. 4, p. 810
saudáveis. O mar Morto é uma lagoa de sal, o ponto mais baixo da terra, cujas exalações chegam a matar os pássaros que o sobrevoam. Recebe as águas do Jordão, mas não tem saída para as mesmas. O seu sal é útil (11) mas o local é uma chaga. Bíblia Shedd.
10 En-Gedi. Significa “fonte do bode”; uma fonte forte a meio caminho ao longo do lado ocidental do mar Morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 duas porções para José. Como a tribo de Levi não recebeu nenhuma [porção] (44.28], Efraim e Manassés – os dois filhos de José adotados por Jacó (Gn 48.17-20) – receberam uma porção para cada um (Ez 48.4,5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 águas da contenda. O lugar no deserto do Sinai onde o povo se rebelou pela primeira falta de água, e Deus concedeu a Moisés a autoridade de fazer jorrar a água da rocha (Êx 17.1-7). Bíblia Shedd.
22 A Lei ofereceu generosidade aos estrangeiros (Lv 19.10; Dt 10.19). A cidadania israelita, entretanto, só se lhes oferece nesta nova ordem. Num sentido foi cumprido nas pessoas dos prosélitos do tempo do Pentecostes (At 2) e na conversão dos gentios, que em Cristo se tornam o verdadeiro Israel de Deus (cf Gl 3.14, 16; 6.16). Bíblia Shedd.
Note a inclusão dos estrangeiros na herança, em harmonia com a universalidade proclamada pelos profetas como Isaías (Is 56:3-8) e cumprida no NT (Ef 2:12-14; Col 3.11). Andrews Study Bible.
Filed under: Sem categoria
“[…] não fenecerá a sua folha, nem faltará o seu fruto; nos seus meses, produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; o seu fruto servirá de alimento, e a sua folha, de remédio” (v.12).
Ainda em visão, Ezequiel foi levado a contemplar algo que vinha “debaixo do limiar do templo” (v.1) e se estendia para além dos seus limites. Era como se houvesse uma nascente que saía à direita do santuário e formava um rio caudaloso. Às margens deste rio “havia grande abundância de árvores” (v.7), cujos frutos e folhas serviam de alimento e “de remédio” (v.12). O profeta entrou nas águas até ao ponto de perceber que tratava-se de um “rio pelo qual não se podia passar” (v.5).
Quando João descreveu a cidade santa, em determinado momento ele viu “o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro” (Ap.22:1). Percebam que as águas do rio vinham do lado direito do templo (v.2). Jesus mesmo afirmou: “Desde agora, estará sentado o Filho do Homem à direita do Todo-Poderoso Deus” (Lc.22:69). O que Ezequiel viu, portanto, foi o que Jesus afirmou à mulher samaritana: “aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo.4:14).
Cristo, a água da vida, deseja nos lavar, purificar e reavivar. Direto do trono da graça emana um rio cujas águas promovem fartura e cura espirituais. Pois o justo “é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Sl.1:3). Comparado a uma árvore frutífera, todo justo tem uma coisa em comum: a Fonte. “Viste isto, filho do homem?” (v.6). Estamos no limiar de entrar “em herança” (v.14) na terra onde gozaremos de eterna felicidade. Bem como na visão de Ezequiel, João também viu “de uma e outra margem do rio […] a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos” (Ap.22:2).
Prepara-te, pois eis que Jesus está prestes a reunir os Seus filhos e a dizer “ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e Minhas filhas, das extremidades da terra” (Is.43:6). Aceite, hoje, o lavar regenerador de Cristo, pois que “tudo viverá por onde quer que passe este rio” (v.9). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, lavados e saciados pela água viva!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel47 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100