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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/27
Isaías ainda está focando o fim dos tempos e a batalha divina de Cristo. “Naquele dia” o Senhor “castigará o Leviatã, a serpente veloz” (v.1b NVI). Satanás, é a serpente veloz. Deus o matará com “Sua espada severa, longa e forte” (v.1a NVI). Esta expressão parece demonstrar uma espada muito poderosa. Na verdade, o Messias Guerreiro só precisa falar. Sua Palavra é Sua espada.
Cristo é o agricultor amoroso. Ele rega e cuida da Sua vinha. Ele a protege “de dia e de noite para impedir que lhe façam dano” (v. 2-3).
O Senhor também cuida incessantemente dos espinhos e abrolhos espirituais a fim de que façam amizade com Ele (v. 5). Caso contrário, terão de ser cortados e jogados no fogo. Se aceitarem ajuda, Ele cuidará deles de tal maneira que eles se tornarão parte da vinha de Deus: “Que façam as pazes comigo” (v. 5c NVI), é o anseio do Senhor.
No tempo do juízo investigativo Deus fará com que aqueles que vêm a Ele floresçam. Assim, o Israel espiritual encherá o mundo de frutos (v. 6).
Querido Deus,
Que nenhum de nós, que somos parte de sua vinha, seja encontrado seco e inútil. Amém
Koot Van Wick
Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=952
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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“Dias virão em que Jacó lançará raízes, florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto o mundo” (v.6).
O capítulo de hoje inicia com a verdade absoluta de que Deus destruirá o mal. É só uma questão de tempo, e o “dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap.12:9), será destruído de uma vez por todas. Toda a maldade, todo o pecado e todo o engano que envolveram este mundo em densas trevas serão aniquilados e para sempre esquecidos. “Naquele dia” (v.1), qualquer resquício do que seja obscuro ou duvidoso ficará para trás, num passado apagado pela borracha da justiça divina. Apenas as marcas no corpo de Cristo nos lembrarão constantemente o alto preço que por nós foi pago.
As Escrituras afirmam que Jesus virá segunda vez para ressuscitar os justos (1Ts.4:16) e para resgatar os que passarão pela “grande tribulação” (Ap.7:14), como descrito pelo profeta Daniel: “haverá tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). “Naquele dia, se tocará uma grande trombeta” (v.13). “A trombeta soará” (1Co.15:52) e o destino eterno de toda a humanidade estará definitivamente resolvido. Mas apesar da destruição que haverá, ainda não será o fim. Após os mil anos da prisão solitária de Satanás (Ap.20:2), Jesus descerá do Céu terceira vez, “com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição” (2Ts.1:7-9).
Como uma vinha de excelentes frutos, o remanescente subsistirá confiante na fiel promessa: “Eu, o Senhor, a vigio e a cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia Eu cuidarei dela” (v.3). O amor de Deus como um manto invisível cobrirá os Seus escolhidos de tal forma que “encherão de fruto o mundo” (v.6). E mediante o poder do Espírito Santo na vida das fiéis testemunhas de Jesus (At.1:8), os salvos serão “colhidos um a um” (v.12). “Que formosos são sobre os montes, os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is.52:7).
Jesus declarou: “Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em Mim, não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda” (Jo.15:1-2). Se estamos em Cristo, precisamos encher “de fruto o mundo” (v.6), “o fruto do Espírito” (Gl.5:22-23), a fim de povoar o Céu e despovoar o lago de fogo. Pois aos que rejeitarem o último chamado de Deus, como os ramos que secam e são quebrados, “lhes deitam fogo, porque este povo não é povo de entendimento” (v.11). Estamos às vésperas do fechamento da porta da graça e da hora do juízo de Deus. Enquanto há oportunidade, obedeçamos à voz profética: “Deixai que Deus opere, e ande o instrumento humano silenciosamente diante dEle, vigiando, esperando, orando, olhando a Jesus a todo momento, conduzido e controlado pelo precioso Espírito que é luz e vida” (EGW, Mensagens Escolhidas, vol.2, p.17). Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías27 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 27 – Almejamos paz. Lutamos pela paz. A paz é possível, mas somente com Deus. Ele nos faz promessa de paz. Contudo, para cumprir, os poderes celestiais deverão lutar para que a obtenhamos. Essa batalha, chamamos “O Grande Conflito entre o bem e o mal”.
O mal tem suas forças e seus agentes. Quem está por trás do mal indica que o mal não é natural, mas sobrenatural. O profeta Isaías indica essa verdade no primeiro versículo deste capítulo:
1. Ele é grande e forte;
2. É um dragão;
3. Chamado de serpente veloz e sinuosa.
O apóstolo João, em Apocalipse 12:9, clareia mais nossa compreensão quando relata: “E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás…”
A Bíblia de Estudo Andrews comenta: “Essa criatura misteriosa é descrita, neste contexto, como uma ‘serpente sinuosa’, um réptil do mar ou monstro marinho. O termo também ocorre em Jó 3:8; 41:1; Sl 74:14; 104:26”.
Qual é a mensagem do profeta Isaías? O ser sobrenatural, o originador de todo o mal no mundo, será castigado pelo Senhor. Ao utilizar sua dura espada implica que Deus matará o diabo e nunca mais existirá para infernizar a vida de ninguém em lugar algum (Gênesis 3:14-15). “E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo de vossos pés a Satanás” (Romanos 16:20).
Por isso, essa profecia é…
• …uma canção sobre a restauração da vinha de Deus (vs. 2-6);
• …uma demonstração de que valeu a pena os diversos métodos disciplinares do Senhor (vs. 7-9).
• …uma celebração por Deus aniquilar aos que promovem destruição (vs. 10-11);
• …uma promessa divina de vindicação aos oprimidos pelo mal (vs. 12-13).
A vinha de Deus em Isaías 5 estava imprestável, agora ela foi renovada, restaurada, e tornou-se útil. Deus usa inúmeros meios de podar sua vinha, muitos deles bem dolorosos; todavia, Ele certamente visa sempre a um fim proveitoso (João 15:1-11; I Coríntios 12:7).
A ideia de inferno eterno, com pessoas sofrendo de forma imortal, dá a sensação de que Deus não tem poder absoluto para resolver plenamente o problema do mal. A verdade é que o grande conflito entre o bem e o mal terá fim; assim, a vitória de Deus será total!
Vamos celebrar essa promessa? Alegremo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 26 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 26 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/26
Neste capítulo, Isaías retrata o coral dos justos no fim dos tempos com sua atenção dirigida à Sião Celestial (v. 1). Os salvos prestes a entrar na cidade pedem que se abram as portas para a nação dos justos entrar (v. 2). A canção reflete as características de confiança daqueles que compõem a multidão de salvos: mantiveram paz espiritual porque guardaram um propósito firme de confiar em Deus somente (v.3).
A razão para essa confiança “no Senhor” é que Ele é a Rocha eterna (v.4). Cristo é a Rocha – o reino que, no sonho de Daniel 2 atinge todos os demais reinos e enche o mundo inteiro, na Sua Segunda Vinda.
Ao final, Isaías fala ao seu povo que se esconda por um momento (v. 20) até que passe a ira de Deus “para castigar os moradores da terra por suas iniquidades” (v. 21 NVI). “O juízo é, para o Senhor, ‘obra estranha’ (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 207. Por ocasião de retorno de Cristo aqueles que morreram fiéis à Deus serão ressuscitados.
Koot Van Wick
Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=951
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1090 palavras
1 Naquele dia. Isto é, o grande dia do Senhor retratado nos capítulos 24 e 25. Este dia será de angústia e destruição para os ímpios, mas de salvação e alegria para o povo de Deus. Este capítulo é um cântico de esperança e confiança do povo de Deus, quando as dificuldades inundarem a Terra e Cristo estiver prestes a voltar pra reinar.
Temos uma cidade forte. Nos dias de Isaías, essa cidade era a Jerusalém histórica e o monte Sião (Is 24:3). Senaqueribe empregou o poder da Assíria contra Jerusalém, mas não a conquistou… Deus fez de Jerusalém uma fortaleza e cidade de salvação cujos muros eram intransponíveis.
2 A nação justa. Jerusalém se a chamada “cidade de justiça, cidade fiel” (Is 1:26) porque seus participantes serão santos e justos. Apenas os que são leais a Deus e os que O servem com fidelidade podem esperar entrar “na cidade pelas portas” (Ap 22:14; ver com. [CBASD] de Mt 7:21-27).
3 Em perfeita paz. O cristão maduro está em paz com Deus, consigo mesmo e com o mundo ao redor. … Problemas e agitação podem rodear o povo de Deus, contudo, ele ainda desfruta calma e paz de espírito das quais o mundo nada sabe. Essa paz interior reflete-se no semblante alegre, temperamento tranquilo e na vida fervorosa que estimula as pessoas ao redor. A paz do cristão não depende das condições de paz no mundo, mas se o Espírito de Deus habita em seu coração (ver com. de Mt 11:28-30; Jo 14:27).
5 Na cidade elevada. Talvez Babilônia (ver com. [CBASD] Is 25:2), a cidade cujo rei arrogante queria estar acima das estrelas de Deus (ver com. de Is 14:4, 13). A Babilônia e a Jerusalém espirituais sempre foram arqui-inimigas no grande conflito…
6 Os pés dos aflitos. Isto é, do povo oprimido de Deus (ver com. de Mt 5:3). Antigamente, os conquistadores eram representados em monumentos de vitória com os pés no pescoço dos inimigos conquistados. Esta passagem diz que o afligido e o humilde pisarão os pés sobre a orgulhosa Babilônia, que se prostrará perante eles. O fiel povo de Deus por muito tempo suportou a cruel opressão de Babilônia, mas os papéis se inverterão. Babilônia será humilhada no pó e o povo de Deus triunfará sobre ela. Isaías 14:2 diz: “cativarão aqueles que os cativaram e dominarão os seus opressores” O mesmo se dará com a Babilônia espiritual.
8 O desejo. Os justos anseiam ser como Deus e estar com Ele. O “nome” de Deus revela Seu caráter e vontade. O desejo sincero do povo de Deus é de uma manifestação plena de Sua vontade, para que possa andar nos caminhos e propósitos divinos.
9 Com minha alma. A alma de Isaías suspira por Deus como a do salmista (Sl 42:1, 2; 62:1, 5; 63:1, 5, 6). Quer o ser humano compreenda ou não, os desejos do coração só pode ser satisfeitos com o conhecimento de Deus e a comunhão com Ele. Sem Deus, sempre faltará algo no coração e na vida que nada neste mundo pode suprir plenamente.
Teus juízos. Há aqueles que se preocupam tanto com as coisas deste mundo que nada, a não ser os juízos divinos, os despertarão.
10 Favor. O oposto de “juízos” (v. 9). A prosperidade não consegue obter o mesmo que a adversidade. Alguns não apreciam a bondade nem aprendem com ela. Embora rodeados de uma atmosfera de bondade e justiça, eles não correspondem, mas continuam agindo de forma injusta.
11 O Teu furor, por causa dos Teus adversários. Isto é, “o fogo [reservado] para Teus inimigos”.
12 Por nós. Deus trabalha constantemente por Seu povo, nunca contra ele. As provas e decepções que experimentam são para seu bem.
13 Outros senhores. Provavelmente uma referência a nações como Egito e Assíria. Por algum tempo, Israel foi forçado a se submeter ao seu controle, mas reconhecia apenas um Senhor: Deus.
14 Mortos. Isto é, os inimigos de Israel que buscaram destruí-lo. Isso aconteceu com o exército egípcio no mar Vermelho e com os assírios sob o comando de Senaqueribe.
15 Aumentaste o povo. Isto é, Judá. Em contraste, todos os inimigos de Judá pereceram (v. 14).
A todos os confins da terra dilataste. De acordo com o plano original de Deus, as fronteiras de Israel seriam estendidas pouco a pouco até que abarcassem o mundo todo (ver p. [CBASD] 15-17). Quando Israel rejeitou a Cristo, e foi, por sua vez, rejeitado, a igreja cristã herdou a promessa da expansão nacional, a ser cumprida definitiva e completamente na nova Terra (ver p. [CBASD] 17, 21, 22.
16 Na angústia Te buscaram. Eles buscaram a Deus como resultado do castigo. Dificuldades estimulam a busca sincera de pessoas ansiosas por livramento.
17 Como a mulher. A comparação expressa a amarga angústia e consternação do povo de Deus na hora da provação (Jr 4:31; 6:23, 24; 30:6; ver com. [CBASD] de Is 13:8). Essa dolorosa experiência será seguida de uma eternidade de alegria (ver Jo 16:20, 21).
18 O que demos à luz foi vento. Séculos de esforço não parecem ter produzido resultados dignos. Israel sentia ter servido a Deus em vão. As gloriosas promessas não foram cumpridas.
19 Os vossos mortos. Das experiências insatisfatórias do presente, a atenção do profeta é dirigida novamente às alegrias gloriosas do futuro, quando “os mortos em Cristo ressuscitarão” para estar com o Senhor (1Ts 4:16, 17). Ezequiel comparou a restauração dos judeus após o cativeiro babilônico a ressurreição dos mortos (Ez 37:1-14). A libertação do poder do inimigo foi um símbolo da libertação maior do poder de Satanás e da morte. O retorno dos judeus da Babilônia histórica prefigurou a libertação de todo o povo de Deus da Babilônia espiritual (ver com. [CBASD] de Ap 18:2, 4).
Que habitais no pó. Isto é na sepultura (Gn 3:19; Ec 12:7).
20 Ira. Isto é, a ira de Deus contra os inimigos. A “ira” de Deus tomará forma nas sete últimas pragas (Ap 14:10; 15:1; cf. Is 34:2; Na 1:6). Enquanto os primogênitos no Egito eram mortos, o povo de Deus devia permanecer nos seus lares (Êx 12:22, 23). Durante as sete pragas, Deus convida seu povo a fazer dEle seu esconderijo, que Ele seja para eles “refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Sl 46:1). Assim protegido, Seu povo não deve temer “ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem do seio dos mares” (Sl 46:2; cf. 25:5; 91:1-10). A ira de Deus dura “por um momento”(Is 54:8; cf. Sl 30:5). O juízo é, para o Senhor, “obra estranha” (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus.
21 Descobrirá o sangue. Esta Terra está poluída por crimes e por sangue inocente derramado, que clama por vingança, como o sangue de Abel (Gn 4:10; Ap 6:10; 18:20, 24; 19:2; sobre a vingança do senhor sobre os ímpios, ver Mq 1:3-9; Jd 14, 15; Ap 19:11-21).
Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
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“Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti” (v.3).
As cenas finais deste mundo têm passado diante de nossos olhos como se fossem cenas de um filme do Apocalipse. “Como a mulher grávida, quando se lhe aproxima a hora de dar à luz” (v.17), os sinais se intensificam e nos revelam a brevidade do advento do nosso Salvador. Em tons de urgência, a voz do terceiro anjo (Ap.14:9-12) tem se intensificado e os juízos do Senhor têm sido derramados em porções de alerta, em resposta ao povo que nEle espera (v.8).
A confiança perpétua (v.4) só estará no coração de todo aquele que em seu refúgio de oração e comunhão procurou seguir a ordem do Senhor: “Vai, pois, povo Meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti” (v.20). Em lugares secretos, seguindo a ordem do Mestre (Mt.6:6), espalhado por este mundo, existe um exército do Senhor. Sua armadura? A de Deus (Ef.6:10-12). Seu escudo? A fé (Ef.6:16). Sua arma? A “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17). Seu grito de guerra? A oração e a súplica (Ef.6:18). Sua estratégia? A perseverança (Ef.6:18; Mt.24:13). Eis o verdadeiro exército do Senhor na Terra! Eis o grupo daqueles “cujo propósito é firme” (v.3)!
Deus “põe a salvação por muros e baluartes” (v.1) ao redor de Seu exército de intercessores e confirma-os para o glorioso Dia em que dará a ordem defronte à Cidade Santa: “Abri, vós as portas, para que entre a nação justa, que guarda a fidelidade” (v.2). Com fé e esperança guardaram a Palavra do Senhor no coração (Sl.119:11) e construíram sua vida sobre o firme alicerce da “Rocha Eterna” (v.4). Do Senhor recebem a paz e todas as suas obras são o resultado atuante do Espírito Santo na vida (v.12).
A missão que não foi cumprida por Israel, está se cumprindo em nossos dias e o evangelho do Reino tem sido pregado “a todos os confins da Terra” (v.15). Deus tem aumentado o Seu povo e por ele tem sido glorificado (v.15). “Vindo sobre eles” a correção do Senhor, derramam “as suas orações” (v.16), aguardando a sua breve redenção. E ainda que a morte os alcance, “viverão e ressuscitarão” (v.19): “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap.14:13). Quando a trombeta de Deus ressoar e a voz do Arcanjo anunciar: “despertai e exultai”, então, “a terra dará à luz os seus mortos” (v.19), “e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).
Mesmo que nossos olhos mortais não permitam que vejamos, a mão do Senhor “está levantada” (v.11), zelando pelo Seu povo e derramando os Seus juízos sobre os Seus adversários. A misericórdia de Deus está estendida até sobre o perverso, mas “nem por isso aprende a justiça… e não atenta para a majestade do Senhor” (v.10). Em cada sentença das Escrituras há a revelação do amor de Deus por Suas criaturas e o desejo intenso de salvá-las definitivamente. O Senhor precisa por um fim neste mundo de pecado, onde a maldade não possui mais limites! Ele está prestes a sair do Seu lugar de intercessão “para castigar a iniquidade dos moradores da Terra” (v.21). Cristo está prestes a trocar as Suas vestes sacerdotais pelas vestimentas de Juiz Justo. E o que estamos fazendo com a oportunidade que ainda nos resta?
Amados, é tempo de suspirarmos de noite e de dia pelo regresso do nosso Senhor! É tempo de procurarmos a presença de Deus diligentemente (v.9)! Busque a Deus enquanto ainda pode achá-Lo (Is.55:6)! Isto não é um apelo emocional, mas uma questão de vida ou morte! Em meio ao caos de um mundo em colapso sanitário e econômico; da quantidade absurda de criancinhas morrendo de fome; do declínio moral e ético da sociedade; do constante aumento de crimes cruéis; da indiferença para com Deus e Sua Palavra; que no nome do Senhor e na Sua memória esteja “o desejo da nossa alma”. Que a nossa vida declare, noite e dia: “Senhor, te esperamos” (v.8)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus vivo!
* “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 26 – Situações desesperadoras desmotivam até as pessoas mais positivas. O contrário também é verdade, a esperança motiva até aos mais pessimistas. A esperança é a alavanca para o louvor ao Senhor que abre a eternidade aos mortais da Terra.
1. Sem nenhum mérito, os pecadores que, humildemente, levantam sua face ao alto, visando enxergar pela fé ao Deus Criador que interessa por Seus filhos, reconhecem que Ele merece nosso louvor por Sua fidelidade e pelas Suas misericórdias.
• Os que confiam em Deus verão Sua bênção e desfrutarão de Sua salvação na Cidade Santa, a Nova Jerusalém (vs. 1-4);
• Arrogantes e orgulhosos que acham que há segurança maior e melhor que depositar sua confiança em Deus, se decepcionarão – se frustrarão amargamente (vs. 5-6).
2. A justiça divina é o alvo dos que reconhecem sua injustiça inerente. A justiça própria não passa de fedorentos trapos podres, por isso, não há justiça real desprovidos da justiça celestial.
• Os que confiam na justiça de Deus anseiam que ela se manifeste no mundo através de sua vida e mediante o julgamento no tribunal celestial (vs. 7-9);
• Os que ignoram e desprezam a justiça oferecida por Cristo buscarão em vão por justiça justa; contudo, mais cedo ou mais tarde perceberão que toda busca foi ilusão (vs. 10-11).
3. A ressurreição é uma evidência poderosa da ação de Deus em prol de Seus dependentes (vs. 12-21).
• A morte não será eterna para quem confia sua vida e seu futura a Deus. Na terra, estes se converteram, mas viverão no Céu. Os que morrem antes da segunda vinda de Cristo ressuscitarão para viver eternamente – primeiramente no céu, depois de mil anos voltará para a Terra.
• A morte eterna será o destino inalterado dos que rejeitarem ao Autor da vida. A indignação divina contra a malignidade do pecado resulta em um juízo e condenação eterna.
“Naquele dia” (v. 1) quando a Babilônia receber sua sentença, os salvos estarão em paz na “cidade forte”, a Nova Jerusalém. O Senhor é a segurança, a Rocha dos justos, que morreram para o “Eu” a tal ponto de dizerem: “Todas as nossas obras Tu as fazes por nós” (v. 12) e louvarem assim: “graças a Ti somente é que louvamos o Teu nome” (v. 13).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 25 – Primeiro leia a Bíblia
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ISAÍAS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/25
Isaías continua a falar sobre o fim dos tempos. Satanás e o exército do céu serão “presos” pelas circunstâncias do milênio e a seguir, juntamente com os governantes da terra, serão punidos no julgamento executivo de Deus, quando serão destruídos (24:22). Então o Senhor “reinará no monte Sião” (24:23b NVI).
Um povo forte, glorificará ao Senhor durante o tempo da Chuva Serôdia e nações cruéis reconhecerão e adorarão ao Senhor (v. 3a-b) Durante todo o tempo, e em especial no tempo de angústia (Daniel 12:1), Deus será “a fortaleza do necessitado” (v. 4b ARA), “refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor” (v. 4c). O Senhor, neste tempo, subjugará os cruéis e silenciará as palavras dos opressores (v. 5a -b).
Então o mal em todas as suas formas será totalmente exterminado, quando Jesus retornar.
Querido Deus, Isaías nos faz almejar fortemente pelo Seu resgate e o maravilhoso banquete no Monte Sião. Concede-nos o privilégio de participarmos desse grande evento. Amém.
Koot Van Wick
Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=950
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli