Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 13 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



ISAÍAS 13 by Jobson Santos
3 de setembro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/13

Enquanto os doze primeiros capítulos de Isaías apresentam o desagrado de Deus com Seu povo, os 11 próximos capítulos (13 a 23) apresentam o juízo contra as nações vizinhas que historicamente se posicionaram contra a Sua vontade. O objetivo principal dessas mensagens é transmitir ao povo de Deus a mensagem de esperança de que seus inimigos receberão de Deus o castigo que merecem.

Ao falar contra a Babilônia, no capítulo 13, Isaías apresenta simbolicamente o destino de todas as potências que se opõem ao reino de Deus. Desde a torre em Babel (Gn 11), até a meretriz do Apocalipse (Ap 17, 18), Babilônia tem lutado contra os fundamentos do governo de Deus, opondo-se à vontade divina e perseguindo Seu povo, aparentemente impune.

Isaías retrata a Deus não como um espectador passivo, mas como um general em batalha, pessoalmente envolvido e interessado em Seu povo. Ele se importa conosco, com nosso bem-estar e destino. Seu maior interesse é salvar-nos para a eternidade. Confie em Seu General, Ele não vai descansar enquanto não trouxer de volta a paz e harmonia ao universo!

Jeferson Antônio Quimelli
Professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Paraná, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=938



ISAÍAS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de setembro de 2020, 0:45
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“Eis que vem o Dia do Senhor, dia cruel, com ira e ardente furor, para converter a terra em assolação e dela destruir os pecadores” (v.9).

A invasão de Babilônia ao reino de Judá foi devastadora, levando cativo o povo de Deus e deixando a terra desolada. Os babilônios exerceram poder por um tempo, mas Deus suscitaria os medos (v.4 e 17) para os abater, profecia que foi cumprida com exatidão (Dn.5:31). Além do contexto histórico e da profecia que já se cumpriu, há o contexto profético para além dos tempos bíblicos, apontando para o segundo advento de Cristo. E o cumprimento dessa profecia está mais próximo do que possamos imaginar.

A proximidade do “Dia do Senhor” (v.6) tem sido a maior esperança daqueles que aguardam o retorno de Jesus à Terra. Será? A Bíblia nos dá um vislumbre do que acontecerá naquele Dia, mas a situação de letargia com que muitos se encontram parece amortizar a mente do “dia de obscuridade e densas trevas, dia de nuvens e negridão!” (Jl.2:2). Para os salvos será um glorioso dia, mas para os ímpios, dia de assombro, dor e medo arrebatador (v.8). Se todos os que professam a fé adventista fizessem ideia da grande destruição que sobrevirá (v.9), o compromisso com a pregação do evangelho seria bem maior e não desejariam que este Dia chegasse a menos que tivessem esgotado todas as forças fazendo a vontade de Deus na obra de salvação.

Deus nos chama a um serviço que os anjos celestes desejariam realizar. A obra inicial deve acontecer em cada lar e dali para o mundo. O inimigo tem atacado as famílias e tornado muitas casas em palco de maldições. Se como pais fizéssemos ideia da missão que nos foi confiada, quão diferente seria a realidade com a qual estamos sendo obrigados a conviver. O caráter mal construído nos filhos, a ausência dos pais e a falta de tempo e interesse no ministério do lar, negligenciando o plano original do Criador, tem deixado fora da “arca” muitas famílias. Lembremos de Noé. Considerado por muitos como um evangelista fracassado, Noé conseguiu a façanha de entrar na arca com toda a sua família, mesmo em face de uma geração corrompida e cruel: “Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração” (Gn.7:1).

Um povo está sendo preparado pelo Senhor, tanto para recebê-Lo com poder e grande glória, como para suportar a destruição que sobrevirá a este mundo. E esse preparo deve ser iniciado em cada lar, como declara Ellen White: “Os pais negligenciam demais seus deveres domésticos. Não preenchem o padrão bíblico. Mas àqueles que abandonam seus lares, cônjuges e filhos, Deus não confiará a obra de salvar vidas, pois eles têm se demonstrado infiéis a seus sagrados votos. Têm-se revelado infiéis às sagradas responsabilidades. Deus não lhes confiará riquezas eternas” (CPB, Conduta Sexual, p.31).

Deus nos chama para uma missão mais elevada dentro de nossa casa, especialmente às mães. “As crianças precisam do olhar vigilante das mães”, reforça a irmã White, “O Senhor não a chamou a negligenciar seu lar, esposo e filhos” (Idem, p.29). O que acontecerá no grande Dia do Senhor envolve dois resultados: de sofrimento ou de alegria. Para qual dos dois temos nos preparado e preparado nossos filhos? Por mais louváveis que sejam as suas atividades, inclusive as religiosas, elas nunca podem se sobrepor à santa e sagrada obra do lar. Estamos mui perto do Dia em que a terra e os céus serão abalados (Mt.24:29) e precisamos nos entregar diariamente à oração e ao exame das Escrituras, para que não sejamos participantes do mesmo destino de Babilônia (v.19; Ap.18:4).

Jesus nos convida hoje: “Segue-Me” (Mt.9:9), para que, por Sua graça, façamos parte do seleto grupo que dEle ouvirá: “Muito bem, servo bom e fiel” (Mt.25:21). Como você tem administrado o seu tempo em família? Ore e peça ao Espírito Santo que lhe dê sabedoria para ser um missionário (ou uma missionária) primeiramente em seu lar. Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do advento!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 13 – Nem bem ainda estabelecera, o império babilônico recebe uma profecia de destruição. Nesse contexto, Babilônia crescia, enquanto a Assíria progredia. Mas de ambas, Deus já sabia o futuro.

Babilônia, na Bíblia, ganhou significados titânicos. Das terras de Sinear, da antiga cidade de Ninrode, construtor da Torre de Babel, ergue-se a megalomaníaca Babilônia dos caldeus. Babilônia nasce das lamas do dilúvio motivada pela rebelião às ordens de Deus (Gênesis 9:1; 10:8-11; 11:1-9).

O termo “Babilônia” é mencionado na Bíblica quase 300 vezes, só perde para Jerusalém das cidades mais citadas. Essas duas cidades se opõem nas páginas da história sagrada.

A cidade projetada para frustrar os planos divinos, que buscava unidade e poder político-religioso, construída por homens pretendendo alcançar o céu, recebe uma profecia divina da parte de Isaías (v. 1):
1. Babilônia seria atacada, e o próprio Deus seria o regente dos exércitos que a atacariam. Ele mesmo deu ordem, chamou valentes para executarem Sua ira. Ele é o Senhor dos exércitos (vs. 2-4).
2. A ira de Deus contra a Babilônia antiga vai além de sua conquista em 539 a.C. Atinge a escatologia apocalíptica. A Babilônia literal é símbolo da profética Babilônia espiritual como consta em Apocalipse – envolvendo “toda a terra” (vs. 5-8; Apocalipse 17, 18 e 19).
3. As convulsões cataclísmicas nos astros siderais antecedem ao grande dia do Senhor; ou seja, elas apontam para a majestosa segunda vinda de Cristo em glória. Será o fim do mundo – da Babilônia – para os perversos, e a salvação para os conversos (vs. 9-16; Joel 2:30-32; Mateus 24:29-31; Apocalipse 6:12-17; 16:12-21).
4. A destruição de Babilônia será a libertação do povo de Deus. O caos inabitável em que “a joia dos reinos, a glória e o orgulho dos caldeus” se transformaria é símbolo do que se tornará a terra imediatamente à ascensão dos salvos com Cristo (vs. 17-22; I Tessalonicenses 4:16-17; Apocalipse 20:1-15).

Os medos e persas foram despertados por Deus para invadir a opulenta Babilônia. A profecia se cumpriu como Isaías previu, e a Babilônia histórica não existe mais conforme Deus revelou. Assim, temos certeza que o que falta cumprir se cumprirá. Portanto, creiamos e preparemo-nos para o que a Bíblia revela para o futuro próximo!

Viva com esperança! Deus é Soberano! – Heber Toth Armí




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