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TEXTO BÍBLICO SALMO 137 – Leia a Bíblia antes
SALMO 137 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
SALMO 137 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/137
Eu não sei o que é ser prisioneiro em uma terra estrangeira, mas sei o que é estar com saudades de casa.
Enquanto servia como estudante missionária, passava muitas horas relembrando, com minha melhor amiga, sobre a minha casa nos Estados Unidos. Gostávamos de fazer canções sobre nossa pátria e ver aviões decolando ao por do sol, imaginando que um dia seríamos nós indo para casa.
Às vezes eu sinto o mesmo tipo de saudade do céu. Anseio me reunir com minha mãe, restaurada à sua saúde integral, liberta do mal. Na verdade, talvez eu realmente saiba o que é ser um prisioneiro em terra estrangeira, pois certamente este mundo não é minha casa. Às vezes, meu desejo por um mundo melhor é tão intenso, que me sinto totalmente desanimada e presa aqui no Planeta Terra.
Mas, como este salmista, que tem medo de esquecer sua terra natal, eu prefiro estar com saudades do céu do que ligada a este mundo. E você?
Lori Futcher
Escritora e Editora
Cleveland, Tennessee, Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=861
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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292 palavras
Introdução. O Salmo 137 tem sido denominado apropriadamente de “Cântico do cativo”. Ele retrata os israelitas na terra do exílio. Os menestréis israelitas ficam silentes enquanto seus raptores zombam deles pedindo que afinem as harpas e cantem um dos cânticos de Sião. O coração dos cativos estava pesado. A nota melancólica neste salmo atrai a simpatia do leitor para os cativos angustiados e desanimados. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1036.
1 Chorávamos. Babilônia era conhecida como a região das “muitas águas” (Jr 51:13). O curso de água mais importante era o Eufrates, que tinha muitos afluentes. Os cativos recorreram ‘as margens destes riachos. CBASD, vol. 3, p. 1036.
3 Cânticos de Sião. Seus senhores os ridicularizavam e pediam que cantassem algumas de suas melodias sagradas. CBASD, vol. 3, p. 1036.
5 Se eu de ti me esquecer. Consentir em cantar um cântico do templo sob tais condições pareceria ao israelita como que estar sendo infiel ‘a sua amada cidade, que ele adorava de todo o coração. Esqueceriam seu bem mais precioso e não esqueceriam a Sião, o orgulho e a glória de Israel. CBASD, vol. 3, p. 1036.
6 Apegue-se-me a língua. Isto é, perder a habilidade de falar. CBASD, vol. 3, p. 1036.
7 Filhos de Edom. Edom manifestou um espírito não fraterno para com Israel em várias ocasiões. Apesar de seu parentesco com os descendentes de Jacó, os edomitas [descendentes de Esaú] ajudaram os babilônios contra os israelitas (Ob 10-14). CBASD, vol. 3, p. 1036.
9 Contra a pedra. O assassinato de crianças inocentes, embora habitual nas guerras da Antiguidade, era uma das práticas mais cruéis e repugnantes (2Rs 8:12; Is 13:16; Os 10:14). Em vista de este tratamento severo ter sido infligido pelos babilônios (ver Jr 51:24), o salmista está simplesmente enunciando uma lei da vida: “como tu fizste, assim se fará contigo” (Ob 15; cf. Mt 7:2). CBASD, vol. 3, p. 1036, 1037.
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“Como, porém, haveríamos de entoar o canto do Senhor em terra estranha?” (v.4).
Por anos, Jerusalém foi advertida por voz profética acerca do cativeiro babilônico. Com lágrimas e com súplicas, Jeremias percorria as ruas de sua amada cidade anunciando o juízo vindouro caso o povo não desse ouvidos às palavras do Senhor. Diante do rei e dos líderes de Judá, muitas foram as vezes em que os advertiu com fremente esforço. Sua voz solo, porém, era abafada pelo coro de homens e mulheres que ignoravam-lhe os rogos. Mas “como forte muro de bronze” (Jr.15:20), Jeremias foi protegido por Deus e confortado em sua missão sobremodo angustiante.
Por ignorar as profecias, o resultado foi a desolação de Jerusalém e um período de 70 anos de cativeiro babilônico. É muito provável que o salmista estivesse no meio dos exilados em Babilônia. Com saudosismo, relembrava de seu lar com anseio de para lá retornar. Nada, nem a “maior alegria” (v.6), poderia ser comparada ao gozo de residir na cidade que Deus escolhera como Sua morada. A tristeza consumia os sinceros filhos de Deus e os desanimava a entoar os louvores que outrora cantavam em sua terra natal.
Certamente, havia algo de muito especial nos cânticos espirituais dos judeus; algo que os caldeus desconheciam. Babilônia era o centro do mundo em cultura, ciência e entretenimento. Sua religião pagã e politeísta estava estampada em toda a cidade, e seus cultos eram ricos em música com toda sorte de instrumentos. Morar naquele lugar, poderia ser comparado hoje às metrópoles mais ricas e desejadas. De algum modo, porém, o cântico dos exilados despertou o interesse de seus algozes. Ao som da harpa, o louvor que lhes saía dos lábios era entoado com o coração e, diferente das músicas estimulantes de que os caldeus estavam acostumados, essas canções espirituais eram gozo e alegria para a alma.
Pela fé, os patriarcas ansiavam pelas promessas de Deus, “saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a Terra”, porque não andavam ansiosos por conquistar coisa alguma neste mundo, mas aspiravam “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:13 e 16). Em tudo eram diferentes do mundo. Sua vida santa e abnegada era por si só uma exortação e testemunho aos infiéis. Eram “homens dos quais o mundo não era digno” (Hb.11:38). Contudo, “todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram… a concretização da promessa… para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados” (Hb.11:39-40).
Assim como muitos morreram em Babilônia sem ver a promessa de Deus do retorno de Seu povo a Jerusalém após os 70 anos de exílio, muitos fiéis já descansaram no pó da terra, pois o Senhor ainda espera por aqueles que, juntamente com eles, obterão o cumprimento da promessa. Homens, mulheres, jovens e crianças que, repletos do Espírito Santo, não necessitam dos estímulos seculares, mas que, com cânticos espirituais declaram ao mundo a sua filiação e cidadania celestial. Logo estaremos entoando “o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro” (Ap.15:3). Apeguemo-nos, um dia após o outro, à promessa do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo até que Ele volte: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1-3). Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos do Reino dos Céus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo137 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 137 – Ler é academia para o cérebro; ler a Bíblia é a academia da alma. Muitos estão com seus cérebros definhados, pois, como disse Carlos Drummond de Andrade,
“A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede”.
• Se isso é dito da leitura em geral, o que deveria ser dito da leitura da Bíblia?
Charles Jones observou que “daqui a cinco anos você estará bem próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por duas coisas: os livros que ler e as pessoas de quem se aproximar”.
• E, se o livro a ser lido for a Bíblia; e, a pessoa de quem aproximar-se for Jesus?
O povo de Israel afastou-se de Deus e de Sua Palavra (a Torá); assim, as consequências foram as mais indesejadas: Cativeiro babilônico. Podemos aprender muito com o Salmo em foco:
• Se não preferíssemos a intimidade com o pecado em lugar da intimidade com Deus, teríamos menos razões para chorar neste mundo de injustiças, angústias e sofrimentos (vs. 1-2);
• Se não menosprezássemos a Palavra de Deus seríamos mais respeitados e menos menosprezados pelos incrédulos, irreverentes e pagãos (vs. 3-4);
• Se déssemos mais ouvidos aos princípios divinos não estaríamos no cativeiro resultante do pecado, nem seríamos tomados de nostalgia dos bons e velhos tempos (vs. 5-6);
• Se não provocássemos nosso próprio sofrimento talvez não teríamos razões para orações em prol da desgraça de nossos semelhantes, mas intercederíamos pela salvação até de nossos inimigos (vs. 7-9).
Quando desviamo-nos de Cristo perdemos o prazer pelas músicas e leituras cristãs. Quando afastamo-nos da Palavra de Deus somos levados para situações detestáveis. Longe de Deus e de Sua Palavra, nossos sonhos dão uma reviravolta, mas negativamente.
Portanto, se você se sente escravo da situação, desanimado da vida – chorando (vs. 1-2), na miséria, ouvindo provocações, correndo risco de naufragar na fé (vs. 3-6), alimentando o ódio no coração e, desejando o mal aos outros (vs. 3-9), é hora de estudar a Bíblia e voltar-se para Deus: Tua vida mudará!
A leitura bíblica diária, que aproxima o leitor do Senhor da existência, faz o maior dos milagres: Uma mudança radical de mente, eleva nossa moral e transforma positivamente nosso coração pecador! Experimente! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO SALMO 136 – Leia a Bíblia antes
SALMO 136 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
SALMO 136 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. TEXTO MARIA CAROLINA FERREIRA
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/136
Ao estudarmos a estrutura e o conteúdo deste Salmo, podemos extrair algumas práticas que podem ser incorporadas a nossos cultos modernos:
1. O Salmo é participativo. Com a repetição, em cada verso, do refrão sobre o amor misericordioso de Deus, esta estrutura parece ter sido concebida de forma que a congregação pudesse facilmente cantá-la como resposta.
2. O Salmo usa a repetição. Do bebê aprendendo a falar ao adulto querendo memorizar um número importante, a repetição é um dos métodos de aprendizagem mais comumente usados. Depois de cantar este Salmo, não há dúvida de que cada adorador, do mais novo até o mais velho, saíam impressionados com a verdade de que “o amor de Deus permanece para sempre.” Embora a Bíblia advirta contra a repetição vã ou sem sentido, este Salmo ilustra como a repetição pode ser utilizada de uma forma positiva.
3. O Salmo conta uma história. Contar histórias é uma das melhores maneiras de transmitir emoção. E existe história melhor para contar do que um testemunho? Isto é exatamente o que os judeus fazem neste Salmo, ao contar como Deus os conduziu no passado.
Ao nos reunirmos para congregar utilizemos também alguns dos recursos de comunicação utilizados neste Salmo a fim de tornar mais significativo nosso culto de adoração a Deus.
Lori Futcher
Escritora e Editora
Cleveland, Tennessee, Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=860
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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325 palavras
Introdução. O Salmo 136 é conhecido entre os judeus como o grande Hallel. O refrão recorrente “porque a Sua misericórdia dura para sempre” sem dúvida era cantado como uma resposta pelos adoradores ou pelo coral do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1035.
1 Sua misericórdia dura para sempre. Literalmente, “para a eternidade, o Seu amor”. A palavra traduzida como “misericórdia” é chesed, que significa “amor divino”. O refrão é repetido em cada verso deste cântico. CBASD, vol. 3, p. 1035.
A palavra aqui traduzida “misericórdia” tem um significado mui profundo; é quase impossível traduzi-la adequadamente, porque descreve o âmago da natureza de Deus. É bondade, benignidade, amor, graça, favor, fidelidade e longanimidade. Só na pessoa de Jesus Cristo podemos compreender este amor persistente. Só pelo poder do Espírito Santo podemos deixar esta misericórdia crescer em nós (Gl 5:22-23). Bíblia Shedd.
10-25. A bondade de Deus é demonstrada quando Seu poder se emprega em atos de salvação. Bíblia Shedd.
11 Tirou a Israel. O faraó e os feitores estavam decididos a não permitir que os filhos de Israel deixassem sua servidão no Egito. No entanto, quando o Senhor planejou e prometeu libertar Seu povo, e Seu povo cooperou, não houve poder na terra que pudesse resistir-Lhe. Quando o orgulhoso monarca O deafiou e se recusou a cooperar, agiu para sua própria destruição. CBASD, vol. 3, p. 1035.
23-25 O povo que Deus resgatou pode confiar nEle para animar os abatidos, libertar os cativos e garantir o indispensável para satisfazer as necessidades diárias. […] O resumo disto se acha nestas palavras: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará com Ele todas as coisas?” (Rm 8.32). Bíblia Shedd.
23 Nosso abatimento. Israel foi humilhado com o cativeiro e a escravidão no Egito; no entanto, o Senhor não o esqueceu na angústia. É confortante saber que o Senhor não se esquece dos que caem em aflição, enfermidade ou pecado, mas envia auxílio e livramento. CBASD, vol. 3, p. 1035.
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“Oh! Tributai louvores ao Deus dos céus, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.26).
Conforme o dicionário, misericórdia significa “Sentimento de pesar ou de caridade despertado pela infelicidade de outrem; piedade, compaixão”. Dentro deste contexto, podemos extrair uma lição tremenda sobre este atributo divino. Diante da nossa condição como pecadores, que não possuem em si mesmos merecimento algum do amor de Deus, a misericórdia divina é uma dádiva inigualável. O nosso Deus, “Senhor dos senhores” (v.3), “que com entendimento fez os céus” (v.5), “que estendeu a terra sobre as águas” (v.6), é O mesmo que convoca o Seu povo dos últimos dias: “adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).
O Senhor Se compadece de nós justamente porque somos infelizes, somos miseráveis. Referindo-se à última igreja em Apocalipse, Cristo descreveu a sua condição, chamando-a, primeiramente de “infeliz” (Ap.3:17). Interessante que a descrição de Laodiceia até transmite a conotação de uma igreja que está feliz com o que é e com o que possui: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap.3:17). Mas a primeira coisa que Jesus diz a respeito dela é: Você é infeliz!
Quando continuamos lendo o texto sobre a iludida igreja, percebemos que Jesus não estava condenando-a por causa de sua infelicidade, mas aconselhando, repreendendo e convidando para um relacionamento pessoal com Ele. Observe os versos seguintes e as palavras mais ricas em misericórdia: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). O nosso Criador deseja que aceitemos o Seu convite redentivo para, muito em breve, termos moradia no lar do “Deus dos céus” (v.26).
As misericórdias de Deus se renovam a cada manhã (Lm.3:23). A cada amanhecer, recebemos do Senhor o único remédio para a nossa infelicidade: as Suas misericórdias. Como membros da última igreja profética, somos chamados para a vitória. As “grandes maravilhas” (v.4) de Deus só serão realizadas nestes últimos dias na vida daqueles que reconhecem as misericórdias divinas e aceitam a Sua repreensão. Ele deseja nos tirar da condição de mornos “vomitáveis” (Ap.3:16) para a condição de príncipes vitoriosos: “Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se Comigo no Meu trono, assim como também Eu venci e Me sentei com Meu Pai no Seu trono” (Ap.3:21). Aceitemos as misericórdias do Senhor a cada dia em nossa vida, e de infelizes e miseráveis, seremos felizes e vitoriosos. Vigiemos e oremos!
Bom dia, vitoriosos em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo136 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 136 – A misericórdia de Deus por nós é maior que nossa capacidade de compreendê-la. Sua graça é claramente revelada em nossa desgraça. Seus feitos generosos nos são outorgados sem nenhum merecimento.
Há, neste Salmo, quatro imperativos para louvar ao Senhor, que é bom, Deus dos deuses, Senhor dos senhores, e, Deus dos céus (vs. 1-3, 26). Entre os versículos 3 e 26 temos 22 razões para louvá-lO. Sim! Deus merece nosso louvor, porque…
1. …faz milagres (v. 4);
2. …formou o cosmo (v. 5);
3. …dispôs a terra sobre as águas (v. 6);
4. …encheu os céus de luz (v. 7);
5. …fez o sol para guardar o dia (v. 8);
6. …fez a Lua e as estrelas como guardiãs da noite (v. 9);
7. …abateu os primogênitos do Egito (v. 10);
8. …libertou Israel da opressão (v. 11);
9. …tomou conta de Israel com mão poderosa (v. 12);
10. …dividiu o Mar Vermelho (v. 13);
11. …conduziu Israel à seco pelo Mar Vermelho (v. 14);
12. …afogou o Faraó e seu exército no Mar Vermelho (v. 15);
13. …fez Seu povo marchar pelo deserto (v. 16);
14. …devastou vários reinos de todos os lados (v. 17);
15. …derrubou grandes reis (v. 18);
16. …destronou Seom, rei dos amorreus (v. 19);
17. …destronou Ogue, rei de Basã (v. 20);
18. …distribuiu o território dos inimigos como herança a Israel (v. 21);
19. …entregou a terra de volta a Israel depois do exílio (v. 22);
20. …se lembra de quando estamos caídos (v. 23);
21. …resgatou-nos de nossos inimigos (v. 24);
22. …cuida de cada um em tempos de necessidades (v. 25).
“Benignidade/misericórdia/amor do Senhor duram para sempre” aparecem 26 vezes neste Salmo, uma vez em cada verso. O maior ato de misericórdia no Universo foi demonstrado por Deus, ao dar Jesus para morrer por nós.
“Poderia o Senhor ter eliminado o pecador, destruindo-O totalmente; mas foi preferido o plano mais custoso… Cristo veio para manifestar o amor de Deus ao mundo, para atrair a Si o coração de todos os homens… O primeiro passo rumo da salvação é corresponder à atração do amor de Cristo” (Ellen G. White).
Como dura para sempre, hoje vamos usufruir da misericórdia de Deus e, louvá-lO por isso! – Heber Toth Armí.