Reavivados por Sua Palavra


SALMO 131 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO SALMO 131 – Leia a Bíblia antes

SALMO 131 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

SALMO 131 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



SALMO 131 by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/131

A transição do Salmo 130 para o 131 é muito bonita. Especialmente para uma mãe como eu, que vive em função dos filhos.

No salmo de ontem nós reconhecemos o nosso pecado, e então colocamos a nossa esperança na amorosa e misericordiosa salvação do Senhor. Tiramos os olhos de nós mesmos e colocamos nossos olhos em Jesus.

Nesse Salmo vemos um exemplo de alguém que confia completamente no Senhor e não em suas próprias habilidades. Exatamente como um filho pequeno que permanece próximo de sua mãe, sabendo com plena certeza de seu amor e proteção por ele. O filho não vive preocupado, pois confia no cuidado de sua mãe por ele.

Oh, Israel! Oh, povo de Deus! Oh, meu querido que lê estas palavras: podemos esperar no Senhor hoje, amanhã e para sempre. Seu amor por você e por mim é mais profundo do que jamais compreenderemos.

Cindy Nash
Collegedale, Tennessee, Estados Unidos

Texto original: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/03/11/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli



SALMO 131 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2020, 0:50
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238 palavras

Introdução. O Salmo 131 é uma canção que expressa confiança infantil e humilde submissão.O salmista cultivou a arte da disciplina própria até o ponto de não lutar mais pelo posto mais elevado CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1029.

1 Não é soberbo. Na escola da experiência, o salmista teve que renunciar ao orgulho e egoísmo e desenvolver um espírito manso e humilde. … Os que [como João, Mt 11:11] são sinceramente humildes [como João, Mt 11:11] são verdadeiramente grandes. CBASD, vol. 3, p. 1029.

2 Como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe … é a minha alma para comigo  (ARA; NVI: “Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança”). O salmista traçou um belo quadro do perfeito e da confiança de que ele desfrutava em Deus. Ele não era como uma criança que ainda não tivesse sido desmamada, facilmente perturbada pela fome. Bíblia de Genebra.

O salmista era desprendido das ambições e desejos mundanos e, então, desfrutava segurança e contentamento em Deus. CBASD, vol. 3, p. 1029.

3 Espera, ó Israel. O tom de experiência pessoal muda para um pedido a todo o Israel. Tendo sido desabituado de seus desejos egoístas, o salmista conseguia proferir uma oração por seu povo, Israel. Ele vivia para o Senhor e encorajava todos os seus amigos e conterrâneos a seguir seu exemplo. A vitória pessoal se tornou um modelo para ser seguido por todo o Israel. CBASD, vol. 3, p. 1029.



SALMO 131 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de junho de 2020, 0:45
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“… fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança, é a minha alma para comigo” (v.2).

Havia a necessidade de sossego e contentamento. Até então, minha vida girava em torno de mim mesma e dos meus desejos e projetos pessoais. Ao contrário do salmista, andava “à procura de grandes coisas” (v.1), como se as exigisse de Deus; como recompensas de minha religião farisaica. Sustentando um cristianismo raso e superficial, não enxergava um palmo à minha frente do que fosse uma vida cristã significativa. Foi em meio a essa riqueza e abastança de justiça própria que o Senhor abriu os meus olhos para a realidade: “tu és infeliz, sim, miserável, pobre, [cega e nua]” (Ap.3:17).

Foi quando vi minha real condição, que compreendi não conhecer Aquele de quem tanto necessito. Então, aceitei o chamado do Espírito Santo que, me guiando “a toda a verdade”, tem me anunciado “as coisas que hão de vir” (Jo.16:13), convencendo-me “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo.16:8). Através do “dia a dia” com Deus (Lc.9:23), descobri que havia despertado a ira de um inimigo que estava satisfeito com meu estado de letargia anterior. Mas também descobri que neste conflito diário tenho o auxílio que faz o adversário tremer e que não permite que o meu coração seja soberbo “nem altivo o meu olhar” (v.1); que me lembra constantemente da necessidade de vigilância e oração.

Esta dependência de Deus não é alcançada por isolada experiência, mas deve ser comunicada à alma em uma busca diária, perseverante e contínua. Imagino Davi compondo este Salmo perto do fim de sua vida, pela madura experiência de toda uma vida com Deus. Mas pode ser que tenha sido quando jovem, em meio aos prados verdejantes de sua lida pastoril. Qualquer que tenha sido o período em que escreveu tão singelas, mas tão primorosas palavras, as escreveu com base em um relacionamento íntimo e profundo com o Senhor. Deus não mede a nossa experiência com Ele pelos anos, mas a engrandece pelo tempo que Lhe dedicamos cada dia.

Em minha jornada de descobertas espirituais, de enxergar o que nunca havia conseguido antes, de estabelecer uma amizade com Deus e conhecimento de Seu caráter e amor através de Cristo Jesus, quer acreditem ou não, “quer ouçam quer deixem de ouvir” (Ez.2:7), Ele me falou em oração, e me disse há seis anos atrás as seguintes palavras:

Filha, 

A Minha obra de intercessão no santuário celeste ainda não está completa. Tenho intercedido junto ao Pai por todos os crentes e como tem sido difícil para mim o veredicto de alguns!

Filhinha, a Minha luta tem sido para que vocês não Me louvem apenas com os lábios, porque para estes, quando Eu voltar, com o coração partido, terei que dizer: Nunca vos conheci!

Vocês precisam Me buscar e Me louvar com todo o vosso coração. Se vocês Me louvam com o coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sentem por alguém, este louvor é maldito e para Mim não tem valor algum.

O Meu povo precisa compreender que necessita buscar o coração de uma criança, precisa almejar ser como criança. Precisa buscar um coração puro, rápido para amar, rápido para perdoar.

Assim como um dia Eu disse: Deixai vir a Mim os pequeninos, Eu direi naquele grande Dia: Vinde, benditos de Meu Pai! Não será diferente, pois virão a Mim todos aqueles que aceitaram tornar-se como crianças.

Por isso, filhinha, busque este ideal e leve esta mensagem para quantos Eu colocar em seu caminho.

Eu te amo! Volto logo!

Com lágrimas de amor, Jesus, teu Salvador”.

Guardo esta cartinha de amor de Jesus em meu coração e, desde então, tenho buscado este ideal pelo poder de Deus a fim de, como Davi, poder dizer: “fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo” (v.2). Não merecemos sequer um olhar de compaixão de Jesus, mas Ele escolheu nos amar até o fim e nos levar de volta para casa do Pai. Ele já nos garantiu este galardão. Basta aceitá-lo. Como crianças, aceitemos este presente de amor e, dentro em breve, Jesus irá declarar ao Universo a nosso respeito: “dos tais é o reino de Deus” (Lc.18:16). Vigiemos e oremos!

Bom dia, crianças de Cristo!

Rosana Garcia Barros 

#PrimeiroDeus #Salmo131 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 131 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2020, 0:40
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SALMO 131 – Confiar em Deus em momentos bons ou críticos é parte difícil na verdadeira religião, mas traz vantagens sobrenaturais.

Este Salmo revela confiança em Deus; sua presença “entre os Cânticos de Romagens, também chamados de Cânticos dos Degraus ou Cântico do Peregrino, podem dever-se à ideia de que Israel devia confiar em Yahweh para receber livramento e segurança do cativeiro babilônico; e os peregrinos que subiam a Jerusalém para atender às três festividades anuais conforme exigido por lei (ver Deu. 16.16,17), também tinham de confiar em Yahweh quanto à sua segurança” (Russel Norman Champlim).

Quatro lições bíblicas relevantes:

1. A oração sincera apreciada por Deus é desprovida de soberba, orgulho e vaidade (v. 1a).
“Quando valorizamos demais a nós mesmos e desvalorizamos os outros, os resultados são arrogância e ostentação. A mensagem bíblica condena firmemente o orgulho de várias formas (ver, por exemplo, 31:18, 23; 73:6; 94:2-7; Dt 8:13, 14; Is 2:17; 14:12-15; Ez 28:2, 5, 17; Dn 5:20; Os 13:6; Ap 18:7)” (Bíblia de Estudo Andrews).

2. Coração materialista, focado em coisas deste mundo, desfocado das coisas espirituais, não proferirá nenhuma oração correta perante Deus (v. 1b).
Inveja e ambição/ganância são obstáculos à oração verdadeira. “O orgulho vem de uma comparação invejosa com os outros”. Já, “a confiança e a esperança em Deus podem acalmar falsos desejos e trazer contentamento verdadeiro” (Bíblia Andrews).

3. Orações apreciadas pela Divindade são as que a alma apega-se a Deus como uma pequenina criança apega-se a seu pai, ou quando encontra conforto/segurança nos ternos braços de seu amor (v. 2).
Como Davi, devemos aprender “a confiar em Deus para suprir [nossas] necessidades da mesma maneira que uma criança que deixou de mamar confia em sua mãe” (Bíblia de Estudo MacArthur).

4. Quem experimenta a graça da confiança em Deus através da oração deve proclamá-la às multidões (v. 3).
“O autor sacro pensa em Israel, que tão frequentemente se mostrava soberbo, cheio de orgulho e de pecados. Israel também precisava voltar-se para Yahweh, para encontrar nEle sua esperança…” diz Champlim.

E, quanto a nós, somos genuinamente humildes e plenamente submissos ao orarmos? Confiamos totalmente em Deus ou apenas parcialmente, porque também dependemos de nós mesmos?

“Senhor, livra-nos do orgulho. Ensina-nos a confiar inteiramente em Ti para experimentarmos tranquilidade” – Heber Toth Armí.




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