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O Salmo 32 é de arrependimento. Ele une arrependimento pessoal com instrução. O poema tem o profundo propósito de mostrar as bênçãos do perdão. Foi escrito depois de Davi ter cometido o grave pecado com Bate-Seba e é um registro de sua confissão e do perdão obtido (ver 2Sm 11;12). Os v. 1 a 5 tratam da experiência pessoal de Davi; e os v. 6 a 11 dão conselhos. Afirma-se que este salmo foi um dos favoritos de Agostinho até sua morte. O teólogo tinha o salmo escrito na parede, para que o pudesse ver desde seu leito onde se encontrava enfermo.
O salmo conta a história de um homem que pecou, recusou-se por um tempo a confessar o pecado, foi torturado pela culpa, mas que finalmente reconheceu seu erro e o confessou, obtendo o perdão. Este salmo pode ser chamado de o “Salmo da justificação pela fé”.
1 iniquidade…pecado. O salmista usa três palavras para descrever o pecado nos v. 1 e 2: iniquidade, pecado, dolo (ver Êx 34:7). Além disso ele toca no tema da justificação pela fé.
iniquidade (ARA; NVI: “transgressões”). Ho heb. pesha’, que indica “rebelião”, afastamento de Deus, e, portanto, implica pecado voluntário.
pecado. Do heb chata’ah. Pecado do ponto de vista de errar o alvo, falhar no cumprimento do dever.
coberto (ARA; NVI: “apagados”). A partir de então, oculto. O pecado não será mais posto diante do pecador (ver Sl 85:2). A transgressão não é coberta no sentido de ser ignorada. Há apenas uma base para o perdão do pecado: arrependimento. A confissão tem valor somente quando é acompanhada do arrependimento (1Jo 1:9). Alguns cristãos confundem os dois processos [confissão
e arrependimento] e reivindicam o perdão com base apenas no reconhecimento da culpa. No entanto, Deus está interessado nos aspectos práticos do caso. Além da tristeza por ter pecado, o arrependimento inclui expulsar o pecado. Essa expulsão é ato da própria pessoa fortalecida pelo poder divino (DTN, 466). O perdão acontece de forma automática após essa experiência. Deus perdoa todos os pecados que são eliminados da vida.
Muitos cristãos parecem estar mais preocupados em obter perdão do que em libertar-se de todo pecado. Eles se esforçam para confessar os pecados, um objetivo nobre, mas que tem mérito apenas se a confissão for acompanhada da eliminação do pecado.
“A justiça de Cristo não encobrirá pecado algum acariciado” (PJ, 316). Antes que esse precioso dom seja concedido, as velhas inclinações para o mal herdado e cultivado devem ser rejeitadas. Essa foi a experiência de Davi. Foi assim que ele obteve perdão para seu grave pecado. Seu arrependimento foi genuíno. Ele chegou a abominar o pecado do qual foi culpado.
2 a quem o Senhor não atribui iniquidade. Isto é, o Senhor não mantém o pecado na conta do pecador. Ele não só perdoa o pecado, mas também aceita o pecador arrependido como se nunca tivesse pecado (CC, 67). O pecado foi posto sobre Jesus, nosso substituto, e, portanto, “não devemos estar ansiosos acerca do que Cristo e Deus pensam sobre nós, mas do que Deus pensa de Cristo, nosso substituto” (GCB, 420; ME2 32-33).
inquidade. Do heb ‘awon, “distorção moral”, “perversidade”, “culpa”.
dolo. Do heb. remiyyah, “engano”, ou seja, nenhuma falsidade em si mesmo da qual tenha conhecimento e nenhuma culpa aos olhos de Deus ou dos outros. Sua confissão é sincera (cp Ap 14:5).
3 enquanto calei. Davi se recusou a confessar seu pecado até para si mesmo. Ele viveu em aparente segurança (PP, 723) por um ano inteiro após ter se envolvido com Bate-Seba e ordenado a morte de Urias. Ele, contudo, não ficou livre de severos conflitos mentais e do sofrimento físico originado disso (ver Sl 6:2, 3; 31:9).
4 Tua mão pesava. Davi está se referindo ao peso de sua consciência.
5 Confessei-Te o meu pecado. O perdão veio depois do reconhecimento e da confissão.
6 Em tempo de poder encontrar-Te. Esta declaração implica que haverá um tempo quando o ser humano buscará perdão e não o encontrará. Como isso pode ser verdade se Deus é “compassivo, clemente e longânimo” (Êx 34:6) e “rico em perdoar” (Is 55:7)? […] Muitos sentem que podem continuar pecando, ao menos por um tempo, sem sérias consequências para si mesmos, e depois, quando for conveniente, podem se arrepender e obter o perdão. A tragédia do pecado, porém, é que ele se apodera de tal modo da pessoa e se torna uma parte tão essencial da vida, sobretudo quando se sabe que é pecado, que com frequência não há o desejo de, mais tarde, se livrar dele. Sem esse desejo, não pode haver perdão. Em muitos casos, pode surgir um desejo exterior pela salvação e um pedido aparentemente sincero para libertação do pecado. Mas, se não houver o desejo de abandonar os pecados acariciados, a busca pela salvação é vã. […] o pecado voluntário e persistente pode levar a uma condição em que não haja mais o desejo de ser purificado dele. É esse tipo de condição que descreve Hebreus 10:26, onde o tempo verbal grego permite a seguinte tradução: “Se vivermos deliberadamente em pecado […] já não resta sacrifício pelos pecados.”
muitas águas. A pessoa que recebe o perdão fica segura, no alto da rocha da salvação que é Deus. Esta metáfora impressionava os judeus, que sabiam bem como inundavam de súbito os vales e canais depois de uma forte chuva, e o decorrente pânico dos habitantes.
8 instruir-te-ei. os v. 8 e 9 são […] a resposta de Deus à experiência descrita nos v. 1 a 8. Davi tinha se desviado porque havia abandonado o caminho de Deus e Sua direção. A fim de impedir que, no futuro, se repetisse sua trágica experiência ou que houvesse uma queda moral de qualquer natureza, o que ele mais precisava era de uma reconsagração da vontade para que Deus pudesse guiá-lo desse momento em diante. A promessa divina deu a certeza necessária da vitória futura e lhe inspirou esperança.
A segurança contra as quedas morais se encontra no procedimento aqui esboçado. O cristão deve ser constantemente instruído nos caminhos divinos, a fim de poder discernir com clareza o bem do mal. Ele deve conhecer a vontade divina a respeito de tudo, caso contrário não será capaz de reconhecer o tentador em seus diversos disfarces. Devido às complexidades da vida e às inúmeras maneiras como o adversário pode introduzir seus argumentos enganosos, é necessário receber instrução dia após dia. Isso pode ser feito por meio do estudo dirigido da Bíblia acompanhado de oração. Um cristão instruído dessa forma e que se propõe a nada fazer que desagrade a Deus saberá qual o caminho certo a seguir.
Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 794 a 797.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/31
Este salmo lembra a mim e minha esposa nossa última experiência missionária no último dia após servirmos no Instituto Internacional Adventista de Estudos Avançados [Filipinas] por quase seis anos.
Era sexta-feira à noite antes de pregar meu último sermão de Romanos 8:28 sobre como Deus trabalha todas as coisas juntas para o bem. Naquela noite, um ladrão invadiu nossa casa. O ladrão me nocauteou, mas antes que ele pudesse me matar, minha esposa o empurrou de cima de mim e saiu gritando pela porta da frente. Amigos rapidamente vieram em nosso socorro.
Acredito que Deus nos libertou naquela noite, não apenas nos acordando, mas dando a minha esposa o bom senso de obter ajuda rapidamente antes que algo pior acontecesse. Voltei do hospital agredido e machucado, mas reivindicando a promessa de Deus de que nossas vidas haviam sido providencialmente libertas.
Enquanto visitávamos amigos no dia seguinte, vi um arco-íris que me lembrou a libertação providencial de Deus.
Nossas vidas foram literalmente salvas dos bandidos que conspiraram contra nós. E mesmo que tivessemos sofrido ferimentos graves, apesar do trauma, poderíamos exclamar: “Mas eu confio em Ti, ó Senhor; Eu digo: ‘Tú és o meu Deus’” (v. 14).
Michael W. Campbell
Professor de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=755
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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SALMO 31 – Dinheiro, política, ciência, cultura, fama, prazer, sucesso e bens materiais não garantem verdadeira estabilidade e segurança. Precisamos de um Ser que supera qualquer ser humano.
Davi sabia muito bem disso, e você? John Wesley também sabia, por isso escreveu estes versos:
“Outro refúgio não tenho;
A ti minha alma desamparada vai se apegar.
Não me deixe só, meu Senhor,
Continua a me suster e consolar”.
Neste Salmo, “Davi declara sua confiança em Deus (31:1-8) e só depois expressa sua queixa (31:9-13). Ele mistura apelo e confiança (31:14-18) e conclui em louvor (31:19-22) e encorajamento para outros (31:23-24)” – sintetiza Duane A. Garrett.
Leonardo Gonçalves também tem uma música interessante sobre confiança:
“Nestes dias de desespero
Incerteza e medo há
Em uma salvação eu creio
Creio em Ti, creio em Ti
[…]
Que nossa fé não sejam hinos
Apenas notas em canções
E mesmo em tentações e fraco
Creio em Ti, creio em Ti…”
O Salmo em apreço se enquadra muito bem ao que disse o escritor Hermann Hesse: “A alegria e o sofrimento são inseparáveis como compassos diferentes da mesma música”. Sim, vivemos altos e baixos na vida. Ora nos elevamos para as alturas da felicidade, ora despencamos aos profundos vales de tristezas; ora extasiamo-nos com prazeres, ora sofremos com dissabores.
Assim, no vai-e-vem da vida, enfrentando os desafios da incerteza neste mundo, podemos nos apegar piamente ao Deus Criador de toda natureza. Com Ele nos alegramos e choramos, sofremos e sorrimos. Ele nos livra e nos acolhe, guia e protege.
Atenção: Deus…
• Tem um grande depósito de bênçãos aos que O adoram;
• Esconde os aflitos num lugar seguro, longe de qualquer oposição;
• Protege das flechas envenenadas, que são as palavras dos fofoqueiros e caluniadores.
Davi, após altos e baixos nesta prece musical, eleva-se no final porque alcançou intimidade com o Deus todo-poderoso. No auge da adoração ele avança exultantemente, de vitória em vitória, até cravar no cume mais proeminente este forte grito de esperança a todos os que o ouvem: “Sede fortes, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor”.
Nós, cristãos, que vivemos neste mundo complexo, precisamos…
• …correr para Deus;
• …ser humildes e dependentes de Deus;
• …confessar nossas fragilidades: medos, angústias;
• …rejeitar teologias equivocadas;
• …amar a Deus.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Quanto a mim, confio em Ti, Senhor. Eu disse: Tu és o meu Deus” (v.14).
O mundo vive uma crise que jamais houve. A violência se multiplica. As catástrofes aumentam. A fome faz perecer milhares a cada dia. As doenças se proliferam e surgem novas doenças. O planeta aquece em uma velocidade tão grande que pesquisar a possibilidade de se viver em outros planetas converteu-se de ficção científica para os estudos mais patrocinados no mundo. É como se o nosso planeta estivesse em contagem regressiva. E quanto mais o homem foge dos propósitos divinos, tanto mais estamos perto de um completo caos.
Em meio a problemas e tribulações, Davi sabia a Quem recorrer. Deus era o seu refúgio (v.1), o seu castelo forte (v.2), a sua rocha (v.3), a sua fortaleza (v.4), o “Deus da verdade” (v.5), o Senhor em Quem confiava (v.6), o Deus benigno (v.7), o Deus que firma os passos (v.8), mas, acima de tudo, Deus era o Deus de Davi: “Tu és o meu Deus” (v.14). Em meio a todos os perigos, inimigos e aflições, Davi confiava no seu Senhor: “eu, porém, confio no Senhor” (v.6).
Oh, amados, quem dera todos nós buscássemos a Deus da mesma forma que fazia Davi: Pessoalmente. Quão diferente seria a nossa atual situação! Precisamos entender que o mesmo Deus que amou ao mundo com toda a intensidade (Jo.3:16), é O mesmo que deseja ser o meu Deus e o seu Deus. Quando desenvolvemos um relacionamento pessoal com o Senhor, passamos a compreender que cada ser humano é único para o Criador; que você e eu temos o privilégio de receber, particularmente, o resplendor da face de Deus (v.16). Jesus pôde expressar este atributo divino quando Se misturava com todos, principalmente com os desprezados de Israel. Maria Madalena, o cego Bartimeu, a mulher do fluxo de sangue, o endemoninhado de Gadara, dentre outros, foram exemplos do quanto o Criador deseja ter contato com cada um de Seus filhos. Se tão-somente Ele for o nosso refúgio (v.19), Ele cuidará em nos preservar (v.23).
“Amai o Senhor” (v. 23), não é um mero pedido de Davi, mas revela a nossa necessidade. Se você amar ao Senhor e confiar nEle acima de qualquer tormenta que possa surgir em sua vida; se como Davi, e como o próprio Jesus, disseres a cada dia: “Nas Tuas mãos, entrego o meu espírito” (v.5; Lc. 23:46); se o Senhor for o teu Deus; então, estarás seguro no esconderijo do Altíssimo (v.20) e a bondade (v.19) e a misericórdia (v.21) do Senhor sempre lhe acompanharão. Todo aquele que confia em um Deus pessoal e sempre presente, pode louvá-Lo de todo o coração neste momento: “Não temo o futuro, pois tenho Deus comigo. Pode cair o mundo, estou em paz!” (“Estou em paz”, Novo Tom). Portanto: “Sede fortes, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor” (v.24). Vigiemos e oremos!
Bom dia, adoradores do “Deus da verdade” (v.5)!
* Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo31 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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O Salmo 31 é um pedido sincero por livramento, motivado por uma genuína confiança na capacidade de Deus para solucionar os problemas. É caracterizado por inúmeras metáforas que descrevem a angústia do perseguido e a esperança que surge em momentos de adversidade. … Este salmo era um dos favoritos de João Huss, Martinho Lutero e Felipe Melanchton. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 792.
2 Castelo forte. Do heb. tsur (ver com. do Sl 18:2). CBASD, vol. 3, p. 792.
3 Por causa do Teu nome. Isto é, em nome de Sua reputação, ou de Seu caráter. Esta frase é repleta de significado. Na oração, indica que o suplicante se submete à vontade divina e está disposto a entregar a Deus seus problemas. Ele percebe que a honra de Deus está em jogo em todas as atividades do governo divino e acredita que Deus seria deseonrado se o pedido fosse recusado. Pede-se a Deus que responda a oração, mas somente de uma forma que esteja em harmonia com a vontade divina, visto que tudo que Deus faz é uma revelação de Seu caráter imutável. É presunção orar em nome de Deus quando as condições para que a oração seja atendida não são satisfeitas. … Uma resposta favorável sob tais circunstâncias traria desonra ao nome de Deus e negaria Sua palavra. CBASD, vol. 3, p. 792, 793.
5 Espírito. Do heb. ruach, o princípio animador da vida; a energia que vem de Deus e aviva o corpo. Na morte, afirma-se que o espírito volta para Deus (ver Ec 12:7; At 7:59). Contudo, os mortos não são cientes de nada (Sl 146:4). As palavras do salmista foram as últimas palavras de Jesus na cruz (ver Lc 23:46; cf. At 7:59). Diz-se que foram as últimas palavras de João Huss, Martinho Lutero e Felipe Melanchton, e muitos outros servos de Deus. Nós, també, no momento de extrema necessidade, podemos entregar confiantemente nosso caso a Deus. CBASD, vol. 3, p. 793.
Tu me remiste. O testemunho do passado, a certeza do presente e a promessa do futuro. CBASD, vol. 3, p. 793.
9 Compadece-Te de mim. Nos vs. 9 a 13 o salmista deixa de afirmar sua fé em Deus para expressar de forma comovente seu sofrimento. Na sua angústia, ele se agita entre a esperança e o desespero. CBASD, vol. 3, p. 793.
Meu corpo. Referência ao sofrimento físico. “Alma”sugere angústia mental. CBASD, vol. 3, p. 793.
12 Como morto. Seus inimigos o esqueceram por completo. Talvez isso seja ainda pior do que ser desprezado (ver Sl 88:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 793.
13 Terror. Uma exclamação que indica o medo intenso do salmista de tudo e de todos que encontrava (ver Jr 20:10). CBASD, vol. 3, p. 793.
15 Os meus dias. Todos os acontecimentos do cotidiano. A oração renova a fé e a confiança. A resignação coloca, de forma plena, o caso humano nas mãos de Deus. CBASD, vol. 3, p. 793.
17 Morte. Do heb. she’ol (ver com. de Pv 15:11). CBASD, vol. 3, p. 793.
19 Como é grande. Nos vs. 19 a 24, a esperança que aparece como um fio de ouro em meio ao sofrimento retratado no salmo, neste ponto, floresce em triunfante segurança, e o salmista rende louvores. CBASD, vol. 3, p. 794.
20 Da contenda de línguas. Calúnia (ver com. do v. 13). CBASD, vol. 3, p. 794.
23 Amai o SENHOR. O salmista convida todos os filhos de Deus a se unirem a ele em consagração ao Senhor. Seu apelo se baseia na experiência de confiança em Deus em tempos de adversidade (ver com. do Sl 30:4). CBASD, vol. 3, p. 794.
24 Que esperam no SENHOR. Literalmente, “esperam pelo Senhor”. A esperança é a base da experiência cristã. CBASD, vol. 3, p. 794.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/30
Há momentos na vida em que o Senhor parece distante e nossas orações parecem sem sentido. Nesses momentos sombrios, é fácil cair na solidão e depressão. Davi conhecia essa realidade muito bem. Mesmo sendo o ungido de Deus, ele sentia a dor de orações aparentemente não respondidas.
Mas neste Salmo, Davi dedica tempo para assegurar-nos de que Deus realmente responde as orações. Nossos momentos escuros são apenas temporários, nosso choro dura apenas uma noite e nossa alegria vem pela manhã. A alegria que o Senhor traz não pode ser contida, provoca ação e celebração.
O Senhor abençoou recentemente a mim e a minha esposa com uma filha e escolhemos dar a ela o nome de Yanai, que significa “Deus responderá.” Escolhemos esse nome para ser um lembrete constante de que Deus responderá às nossas orações e que não devemos perder a esperança ao passarmos por tempos sombrios na vida.
Eu não sei acerca das suas lutas internas, mas Deus sabe. Apresente a Ele tudo em oração!
Richard McNeil
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=754
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli