Reavivados por Sua Palavra


SALMO 36 by jquimelli
9 de março de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/36

Nesta passagem, Davi parece preocupado. Ele descreve os ímpios quase como se ele próprio fosse imoral. Acredito que muitos de nós lutamos diariamente para permanecer enraizados em Cristo e não enfraquecer na fé. Meu maior medo é me encontrar novamente caindo na pressão dos colegas, priorizando a popularidade e rejeitando a verdade.

Eu experimentei a maldade que Davi descreve no Salmo 36 e é um lugar aterrador. Lembro-me de chorar porque não conseguia mais ouvir a doce voz do Espírito Santo me dizendo o que estava errado. O egoísmo obteve controle sobre a minha vida e me arrastou para o fundo da crueldade deste mundo. Ao relembrar o passado, me surpreendo com o quanto Deus me protegeu. Como Davi, também agradeço a Deus por Sua misericórdia, fidelidade e benevolência. Davi é um lembrete de que não estamos sozinhos em nosso risco de cair espiritualmente.

Muitos têm medo de que o orgulho e a iniquidade os afastem do Senhor. Uma maneira de evitar isso é procurar a Deus diariamente e pedir que Ele habite em nosso coração. Deus está sempre pronto a nos ajudar, mas para isso precisa que O escolhamos como Senhor de nossa vida.

Claudia Fano
Capelã e Diretora de Desenvolvimento e Vida Espiritual
Southwestern Adventist University, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=760
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



SALMO 36 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
9 de março de 2020, 0:55
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SALMO 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by jquimelli
9 de março de 2020, 0:45
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SALMO 36 – Há contraste gritante entre a pecaminosidade humana e a santidade divina; entre a imoralidade humana e a moralidade divina – talvez, por isso, muitos ficam distantes de Deus para não deixar mais evidente sua podridão de alma.

O salmo em apreço nos revela…

  • …as características do pecador sem juízo (vs. 1-4);
  • …as características do soberano Deus do juízo (vs. 5-9);
  • …as características do pecador que procura e se compromete com o amoroso Deus do juízo (vs. 10-12).

Por mais terrível que seja nossa situação, Deus tem a solução para nossos problemas. Ele não quer que estejamos algemados nas grossas e fortes correntes do mal. Seu amor é indescritível, Seu desígnio é sempre bom e, Suas ações sempre visam nossa salvação.

“Língua nenhuma é capaz de expressar de modo pleno a imensidão do amor de Deus, e mente nenhuma é capaz de compreendê-lo: ele ‘excede todo entendimento’ (Ef 3:19). As ideias mais grandiosas concebidas pela mente finita acerca do amor divino ficam infinitamente aquém da sua verdadeira natureza. O céu não dista tanto da terra quanto a bondade de Deus está longe dos conceitos mais sublimes que somos capazes de formar a seu respeito. É um oceano que se eleva acima de todas as montanhas de oposição naqueles que são objeto desse amor. É uma fonte da qual jorra todo bem necessário para todos os que se interessam por ele” (John Brine).

Os rebeldes que expressam palavras ferinas e atos violentos vivem a vida que não merecem, sujeitos pela graciosa graça divina, dependendo da misericórdia do Deus do juízo até para respirar; até o dia do acerto de contas.

“‘Deus é amor’. Sua natureza, Sua lei, são amor. Assim sempre foi; assim sempre será”, destacou Ellen G. White. Mas, e quanto à destruição dos perversos e do mal? “A história do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo em que a princípio se iniciou no Céu até à derrocada final da rebelião e extirpação total do pecado, é também uma demonstração do imutável amor de Deus”.

Com um amor tão grande… só vai se perder quem não tiver coração receptivo para acolher o amor oferecido por Deus!
Deus quer transformar nossa vida e alterar nosso destino. Vamos permitir tal operação? – Heber Toth Armí.



SALMO 36 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de março de 2020, 0:30
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“Continua a Tua benignidade aos que Te conhecem, e a Tua justiça, aos retos de coração” (v.10).

Amigos, parentes, cônjuges, filhos, geralmente são aqueles que podemos dizer que conhecemos. Alguns, de forma superficial, outros, mais intimamente, como aqueles com quem convivemos mais de perto. Entretanto, de certa forma, o nosso conhecimento se limita ao que podemos ver e ouvir. E, muitas vezes, a depender da situação, alguém que julgamos conhecer revela atitudes que jamais poderíamos imaginar. Daí surgem as decepções e até a ruptura de relacionamentos.

Está escrito que o pecado fez separação entre nós e Deus (Is.59:2). Houve um rompimento no relacionamento entre o homem e o Criador, de forma que passamos a necessitar de uma ponte de ligação com o Céu. Jesus Cristo é essa ponte. Os sacrifícios da antiga aliança apontavam para esta verdade. A Jacó foi dada esta revelação através de um sonho (Gn.28:12) e o próprio Jesus a confirmou com vistas à Sua segunda vinda: “Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (Jo.1:51).

Em nosso coração há um grande conflito que se intensifica a cada instante. Quando rejeitamos Aquele que veio para restabelecer o nosso relacionamento com o alto, somos dominados pelo engano e pela corrupção inerente à nossa natureza carnal (Jr.17:9). A descrição feita por Davi acerca da malícia humana em contraste com a bondade divina revela a nossa constante necessidade de Deus e de Sua atuação em nossa vida. Como “trapo da imundícia” (Is.64:6) são nossas ações sem Deus, ainda que aparentem piedade. Mas é onde ninguém consegue conhecer e perscrutar que o Senhor nos vê e nos sonda.

O que temos permitido entrar em nosso coração? Ao deitar, são os nossos pensamentos perversos, ou, como Paulo, podemos afirmar: “Nós, porém, temos a mente de Cristo” (1Co.2:16)? Nunca houve um tempo onde houvesse tanta necessidade do homem estabelecer um relacionamento tão íntimo com Deus como hoje, em que o virtual tomou o lugar do presencial. Conhecer a Deus e o Seu amor leal materializado em Cristo Jesus, mantendo uma comunhão pessoal e diária com Ele é o conhecimento que salva. Disse Jesus: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3).

Estamos às portas de contemplar o maior evento de todos os tempos: a gloriosa aparição de Cristo, a segunda vinda de nosso Senhor e Salvador. Veremos o cumprimento final do sonho de Jacó, mas também se cumprirá a profecia do salmista: “Tombaram os obreiros da iniquidade; estão derruídos e já não podem levantar-se” (v.12). Como também está escrito: “quando do céu Se manifestar o Senhor Jesus, com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus” (2Ts.1:8). Meus irmãos e minhas irmãs, como diz o pastor Alejandro Bullön: “Conhecer Jesus é tudo!” NEle “está o manancial da vida” (v.9). Portanto, aceitemos, agora, o Seu benigno convite: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Vigiemos e oremos!

Bom dia, “retos de coração” (v.10)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 36 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
9 de março de 2020, 0:10
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SALMO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
9 de março de 2020, 0:05
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662 palavras

No Salmo 36, o salmista celebra a misericórdia divina a a contrasta com a depravação do ímpio. … O pecado nasce no coração (v. 1, 2), é expresso pela língua, na fala (v. 3), e se materializa pela atitude (v. 4). É uma análise progressiva da impiedade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 807.

1 Porque os ímpios não temem a Deus, nada os restringe de pecar. Eles seguem em frente se nada acontecer com eles. Mas Deus é justo e está apenas adiando Sua punição. Este conhecimento nos restringe de pecar. Deixe que o temor de Deus faça seu trabalho em impedi-lo de pecar. em sua gratidão pelo amor de Deus, não ignore Sua justiça. Life Application Study Bible Kingsway.

Paulo cita a segunda frase do Salmo 36:1 para fundamentar sua tese sobre a depravação do ímpio (Rm 3:18). CBASD, vol. 3, p. 808.

a transgressão o lisonjeia (ARA; NVI: “Ele se acha tão importante”).

abjurou o discernimento (ARA; NVI: “abandonou o bom senso”). Os v. 3 e 4 apresentam a progressão do mal: o pecador deixa de fazer o bem, medita no que é mal, determina-se a fazer o mal e faz o mal sem que sua consciência o condene. CBASD, vol. 3, p. 808.

não se despega do mal (ARA; NVI: “ele nunca rejeita o mal”). Para o pecador depravado e sem esperança, a malignidade do pecado não é empecilho para a ação. Ele não percebe a imoralidade do ato pecaminoso. CBASD, vol. 3, p. 808.

A Tua benignidade (ARA; “O Teu amor”). Do heb. chesed (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 3, p. 808.

aos céus. O salmista parece elevar-se de repente, acima da depravação humana, ao espaço infinito onde Deus reside. CBASD, vol. 3, p. 808.

os teus juízos [são] como um abismo profundo (ARA; NVI: “as tuas decisões [são] insondáveis como o grande mar”).  O salmista retrata os juízos de Deus como inesgotáveis e insondáveis. CBASD, vol. 3, p. 808.

preservas os homens e os animais. Desde o ser humano, coroa da criação, até o animal selvagem, Deus cuida de todas as criaturas (ver Sl 145:9). … Em vista disso, é preciso tratar os animais com bondade (ver PP, 443). CBASD, vol. 3, p. 808.

a Tua benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed, traduzido como misericórdia, no v. 5 (ARC; ver Nota Adicional [CBASD] a este salmo). CBASD, vol. 3, p. 808.

Fartam-se de abundância. Do heb. rawah, literalmente, “beber até saciar-se”. O que Deus dá ao ser humano o satisfaz, pois ele encontra em Deus o que precisa, e em abundância (ver Ef 3:20; cf. Lc 6:38). Deus é o bom anfitrião (Sl 23:5). CBASD, vol. 3, p. 808.

torrente. A metáfora era expressiva para o habitante da Palestina, onde a água é escassa. CBASD, vol. 3, p. 808.

das tuas delícias. As delícias de Deus, não as que o ser humano considera como delícias. Albert Barnes encontra neste versículo as seguintes verdades: (1) Deus é feliz; (2) A religião faz o ser humano feliz; (3) essa felicidade é de natureza divina; (4) satisfaz a necessidade da alma; (5) não deixa de satisfazer nenhuma delas; e (6) está estreitamente relacionada com a adoração na casa de Deus (ver PP, 413). CBASD, vol. 3, p. 808.

o manancial da vida. Deus não é apenas fonte de vida, mas de tudo que dá sentido à vida (ver Sl 34:12; Jo 1:4; 4:10; 5:26; Ed 97, 198; ver com.de Pv 9:11). CBASD, vol. 3, p. 808.

na Tua luz. Visto que Deus é a fonte de luz, somente nEle se pode ver luz. … Nossa oração deveria ser: “Ilumina o que é escuro em mim” (ver Jo 3:19, 20; 1Jo 1:5-7; 1Pe 2:9). CBASD, vol. 3, p. 808.

10 benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed. É a terceira ocorrência deste termo (ver com. do v. 7; cf v. 5). CBASD, vol. 3, p. 809.

11 nem me repila a mão dos ímpios (ARA; NVI: “Não permitas … que a mão do ímpio me faça recuar”). O salmista pede que não seja pisado pelo insolente, nem afastado do lugar onde Deus o estabeleceu. CBASD, vol. 3, p. 809.

12 O salmista vê a resposta à sua oração e chama a atenção para a revelação da justiça divina na completa destruição dos ímpios. O salmo começa com tristeza e termina com triunfo. CBASD, vol. 3, p. 809.




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