Reavivados por Sua Palavra


SALMO 33 by Jeferson Quimelli
6 de março de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/33

Este Salmo se inicia lembrando como é adequado louvar ao Senhor com cânticos e música, porque tudo que Ele faz é bom e certo. Pela palavra do Senhor os céus e a terra foram feitos porque Ele falou e tudo foi feito. Ele ordenou e logo tudo apareceu.

O primeiro capítulo de Gênesis é a narrativa majestosa do Criador e da criação de seus novos filhos. Cada dia termina com a modelo verbal hebraico: “Passaram-se a tarde e a manhã” (NVI), perfazendo um período de 24 horas de tempo. A sequência dos seis dias da criação começou com a criação de luz, então a atmosfera, solos e vegetação, o sol e o sistema solar, os peixes para as águas e os pássaros para o ar e, em seguida, os animais terrestres. Culminando a semana, cria uma nova ordem de seres, homem e mulher, cuja combinação é a própria imagem do próprio Criador. Na verdade, tudo era “muito bom”.

Deus poderia ter terminado ali, uma semana de seis dias. Por que não? Em um jardim perfeito e com corpos perfeitos ninguém fica cansado. Mas o Criador escolheu encerrar a semana de seis dias acrescentando mais um dia, um dia de descanso chamado o Sábado, como um dia de presente divino. Por quê? Pense nisso: qual é o presente mais perfeito que qualquer pai amoroso pode dar a seu filho ou filha? É um tempo ininterrupto, sem pressa, para estarem juntos.

Meu pai era um pastor e enquanto vivíamos como missionários no Japão, ele estava implantando uma igreja em uma cidade grande, que tinha pouquíssimos cristãos. Isso significava que ele estava ocupado dia e noite. Uma noite, ele chegou em casa e compartilhou conosco o que estava pensando. Ele decidiu folgar toda terça-feira para poder passar tempo com a família. Uma vez que estávamos sendo educados em casa, não havia nenhum problema em tirar um dia de folga. Poderíamos fazer piqueniques, passar um tempo na praia ou escalar montanhas. Que dia glorioso!

Agora que meu pai está morto, eu olho para trás ao longo dos anos e percebo que ele nos deu o melhor presente de todos. Não dinheiro, pois não tinha muito, mas o presente do tempo ininterrupto, sem pressa, com ele. O mesmo presente nosso Pai Criador deu a você e a mim a cada sete dias.

Por que alguém iria querer se livrar do sábado do sétimo dia ?

Extraído de “O Escolhido”, de Dwight Nelson, pp 104, 105.

Dwight Nelson
Pastor Sênior, Pioneer Memorial Church
Andrews University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=757 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/12/03/salmo-33-2/
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



SALMO 33 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de março de 2020, 0:55
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SALMO 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de março de 2020, 0:45
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SALMO 33 – A música é um instrumento poderoso para elevar nossa alma a um nobre louvor ao Criador do Universo.

O filósofo ex-ateu C. S. Lewis declarou que “louvar é o crente se encontrar com a beleza do caráter de Deus”. Johann Sebastian Bach destacou que, “o único fim, o único objetivo de toda música, é o louvor a Deus e a recriação da alma. Quando isso se perde de vista, não pode mais haver verdadeira música”.

Deus é um grande Artista. Dante Alighiere disse que “a natureza é a arte de Deus”. Observando esta arte, Davi compôs o Salmo 33 para louvar ao Senhor pela beleza de Sua criação:

1. O louvor não é para qualquer pecador, mas para aquele que foi liberto, perdoado e justificado de seus pecados; quanto mais se deixar moldar por Deus, melhor será o louvor. Francis A. Schaeffer observou que “a busca pela excelência também é uma maneira de louvar a Deus” (v. 1).
2. O louvor não é realizado apenas com a voz ou com a vida, é possível usar instrumentos musicais para expressar-se melhor no louvor ao Criador (vs. 3-4).
3. O louvor a Deus deve ter foco, objetivo e clareza. Devemos louvar ao Criador da natureza por Sua…
a) Bondade (vs. 4-5);
b) Poder criador (vs. 6-9);
c) Soberania (vs. 10-12);
d) Onisciência (vs. 13-15);
e) Onipotência (vs. 16-17):
f) Assistência (vs. 18-22).

O verdadeiro louvor brota da alegria por um Salvador, parte do reconhecimento que Ele é o poderoso e amoroso Criador e, resulta numa satisfação indescritível que inunda nosso coração.

O caráter de Deus convida-nos à adoração. Seu amor imensurável motiva-nos a louvar com entusiasmo. Além disso, a fidelidade de Deus e a veracidade de Sua Palavra oferecem certeza neste mundo incerto.

O salmista avança revelando o amor de Deus pela justiça e o juízo, a habilidade divina de criar o espaço sideral sem usar as mãos, a capacidade de executar planos neste mundo, de observar-nos e proteger aos que O temem; dando-nos muitas razões para louvar!

Corretamente empregada, a música é “um dom precioso de Deus, destinada a erguer os pensamentos a coisas altas e nobres, a inspirar e elevar a alma” (Ellen G. White). Adoremos! – Heber Toth Armí.



SALMO 33 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de março de 2020, 0:30
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“Os céus por Sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de Sua boca, o exército deles” (v.6).

Ao longo da história, o criacionismo tem sido questionado e a existência do Criador negada. Com o surgimento do Darwinismo, a ciência humana assumiu a postura de senhora da razão incutindo, desde a infância, suas teorias e descobertas como sendo uma fonte segura e inquestionável. Assegurados em seus milhões e milhões de anos, “mudaram a verdade de Deus em mentira” (Rm.1:25), datando o nascimento da humanidade e o surgimento de todas as coisas como eventos ocasionais, frios e esquisitos. “Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm.1:20).

Após seis dias literais de ação criativa divina, um dia foi estabelecido, um memorial foi erguido, um sinal no tempo, que sempre lembraria a humanidade de sua origem edênica. Ali naquele jardim, plantado como um templo natural em louvor ao Criador, Adão e Eva desfrutaram do descanso, da bênção e da santificação do sábado inaugural. Tão intimamente estavam ligados a Deus que nada ali, por mais perfeito que fosse, poderia superar o dom da presença divina. Seu primeiro dia na Terra também foi o dia em que o Criador escolheu passar com eles todas as vinte e quatro horas.

Ao libertar o Seu povo da escravidão do Egito, o Senhor cuidou em declarar-lhe a Sua Lei moral, a mais perfeita expressão de Seu imutável, santo e amoroso caráter. Dentre os mandamentos, no centro deles, encontra-se a lembrança de um primeiro amor há tanto esquecido: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Êx.20:8). O Criador estava convidando o Seu povo a desfrutar novamente das bênçãos oferecidas a nossos primeiros pais. O quarto mandamento é o único que declara o Senhor como Criador e confirma a Sua jurisdição: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:11).

Então, Jesus pisou neste mundo escuro e nos deixou exemplo de perfeita obediência, declarando a verdade que a maioria tenta abafar: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18). Ensinando, pregando e  curando, Cristo nos deixou em registro sagrado o ministério sabático. E até na morte, descansou neste dia, tornando-o também um memorial da redenção.

O sábado surge a cada semana como um presente do Criador, e sinal perpétuo de Sua aliança de amor com a humanidade. Em guardá-lo, encontramos descanso, bênção e santificação; o nosso coração é guardado da incredulidade e nos tornamos o alvo da contemplação divina (v.18). O sábado não é uma imposição, o sábado é o convite semanal do Criador: “Tema ao Senhor toda a Terra, temam-No todos os habitantes do mundo” (v.8). Aceitemos, hoje, este convite de graça, e dentro em breve estaremos todos adorando ao Criador na eternidade, “de um sábado a outro” (Is.66:23).  Vigiemos e oremos!

Bom dia, tementes ao Criador!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 33 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de março de 2020, 0:10
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SALMO 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – RAZÕES PARA LOUVAR by Jeferson Quimelli
6 de março de 2020, 0:05
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426 palavras

O Salmo 33 é um hino de celebração, que louva Yahweh como criador, supremo soberano e provedor fiel daqueles que O temem.

Exultai. Do heb. naman, “dar um vibrante grito de júbilo”. Os v. 1 a 3 são a introdução do salmo e um convite aos justos para louvar a Yahweh com instrumentos musicais.

fica bem. Do heb. na’wah, ‘apropriado”, “conveniente”. O dom da gratidão é próprio dos justos.

harpa. Do heb. kinnor, literal “lira” [raiz da palavra Kinnereth, outro nome do mar ou lago da Galiléia, que tem a forma aproximada de uma lira].

saltério. Do heb. nebel, um instrumento como a harpa. … Somente o melhor é o suficiente para a adoração a Yahweh.

novo cântico. Novas bênçãos requerem novo agradecimento e novos hinos de louvor (ver Sal 40:3; 96:1). Não se deve limitar a usar sempre o que tem sido usado. Circunstâncias diferentes requerem uma expressão adequada e oportuna em palavras de adoração e louvor.

a palavra do SENHOR é reta. Os v. 4 a 21 expõem as razões para louvar a Yahweh. Dentre elas está o fato de que Yahweh é justo e misericordioso (v. 4, 5, 18; ver Sl 25:10; 26:3; 36:5,6).

por Sua palavra. A segunda razão para louvar é que Yahweh é o criador de tudo o que existe. Jesus é o “Verbo” (Jo 1:1) que fez “todas as coisas” (Jo 1:3).

o exército deles. Os corpos celestes, conforme indica a estrutura paralela do versículo.

Ele falou, e tudo se fez. Ou, simplesmente “Ele falou, e era”, suprimindo a palavra “fez”; ou ainda “Ele falou, e passou a ser”. […] Deus é apresentado como criador, em contraste com qualquer deus que [se] pretenda ser capaz de criar. A excelência da linguagem usada para descrever os atos criativos de Deus não tem paralelo na literatura (ver Gn 1:3, 6, 9, 11, 14, 20, 24, 26).

10 o Senhor frustra. A soberania de Yahweh (v. 10, 11) é a terceira razão para o louvor.

12 feliz. Este trecho antecipa os v. 18 a 20, introduzindo a ideia da relação especial entre Deus e Israel.

13 olha dos céus. A quarta razão para louvar é a onipresença e a onisciência de Yahweh.

16 não há rei que se salve. A quinta razão para louvar é a onipotência de Yahweh. Ao se referir à relativa impotência de governantes, homens fortes e cavalaria, o salmista deixa subentendido que somente Yahweh é onipotente. Esse é um recurso poético extraordinário, cujo significado subjacente é percebido apelas pelo leitor mais atento.

18 os olhos do Senhor. A sexta razão para louvar é que se pode confiar em Yahweh para proteger o povo escolhido.

Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 798, 799.



SALMO 32 by Jeferson Quimelli
5 de março de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/32

Davi foi uma pessoa que falhou com o Senhor várias vezes, como todos nós. Nós somos humanos; nós nascemos em pecado. A Bíblia diz que um homem que diz que está sem pecado é um mentiroso. Todos nós ficamos aquém da glória de Deus.

O pecado é pesado e às vezes começa a nos arrastar para baixo. Pensamos que, porque ele não é um “grande pecado”, devemos ficar bem. Mas se mantivermos uma caneta pequena ou um livro por muito tempo, nossos braços começarão a ficar cansados e cansados. É da mesma maneira com o nosso espírito. Não importa o tamanho ou a quantidade de pecado que temos, ele começará a ficar pesado. Quando confessamos nossos pecados a Deus, nos tornamos uma nova criatura em Cristo. O pesado fardo de culpa é levantado. Nascemos de novo, um filho de Deus.

Ser perdoado por nossos pecados nos torna novas pessoas. Nossas famílias e amigos percebem a diferença! Eu pessoalmente me tornei uma pessoa mais feliz quando isto aconteceu na minha vida. O perdão de Cristo mudou minha vida completamente. É claro que o pecado está sempre presente, mas servimos a um Deus que sempre perdoará quando confessarmos e abandonarmos o pecado. Ele nunca nos deixará nem nos abandonará. Jesus pagou o preço final para todos. Ele lança nossos pecados no mar e não se lembra mais deles. Ele realmente perdoa e esquece.

Heather Chirinos

Estudente, Southwestern Adventist University, Texas EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=756
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



SALMO 32 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
5 de março de 2020, 0:55
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SALMO 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de março de 2020, 0:45
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SALMO 32 – Pastores, papas, bispos, presbíteros, prostitutas, ladrões, empresários, desempregados, funcionários, etc. todos são pecadores. Toda raça humana está contaminada com pecados.

“Evidências da iniquidade de nossa raça estão em todo lugar. Estão publicadas nas manchetes dos jornais; são exibidas nos noticiários da televisão; e estão escritas por toda a história humana. Ninguém entre nossos conhecidos está livre de pecados. Além disso, se formos sinceros, as provas mais cabais de nossa depravação nos são mostradas por nossa própria consciência” (John MacArthur).

Embora o segundo rei de Israel fosse o homem segundo o coração de Deus, caiu em pecados hediondos. Ele, que venceu um grande gigante, caiu em pecado sexual e, assassinato. Davi sentiu e expressou o peso da culpa e a alegria da libertação operada pelo perdão divino.

Seu filho Salomão deve ter aprendido observando os devaneios do pai, por isso escreveu em Provérbios 28:13 as seguintes palavras:

“Não dá para encobrir os pecados e ir vivendo com eles;
mas, quando você os reconhece e abandona, encontra misericórdia”.

Observe, agora, o testemunho de Davi, que falou por experiência própria, mais do que por teoria:

• O pecador perdoado introduz sua fala, canção ou oração com alegria e gratidão (vs. 1-2);
• Davi relata que não existe alegria verdadeira no coração daqueles que não confessam com sinceridade a Deus todos os seus pecados (vs. 3-4);
• Davi declara que a tristeza deprimente só vai embora para dar espaço à alegria quando o culpado confessa e deixa seu pecado para obter o perdão divino (vs. 5-8);
• O pecador perdoado que conta seu testemunho apela para que os pecadores se alegrem no Senhor como ele (vs. 10-11).

Fábio de Melo fez esta observação: “Uma coisa é a gente se arrepender do que fez! Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpa nos paralisam. Arrependimentos não! Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos”.

O verso 9 é um forte apelo para nós, independente de nossa situação: “Não sejas teimoso como o cavalo ou a mula que precisam de freio e rédea para se manter no caminho”.

• Por que não reconhecer e abandonar nossos pecados?
• Que vantagem tem apegar-se aos pecados sendo que apegar-se a Deus é bem melhor?

Jesus morreu para libertar-nos da culpa! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



SALMO 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de março de 2020, 0:30
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“Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo” (v.2).

O perdão é um dos mais preciosos dons de Deus. Não temos o perdão. Ele é um atributo divino que o Senhor nos oferece mediante genuíno arrependimento. Deus tanto nos concede o perdão pelos nossos pecados, quanto nos habilita a perdoar o nosso semelhante. Esta bem-aventurança, no entanto, precisa funcionar nos dois sentidos. Não há perdão verdadeiro quando ele fica apenas na esfera entre criatura e Criador. Cristo foi bem claro quando afirmou no Pai Nosso que o perdão só será concedido de forma vertical se também estivermos dispostos a praticá-lo de forma horizontal (Mt.6:14,15).

Davi, por ser um homem de guerra, possuía muitos inimigos, mas os piores surgiram de onde ele menos imaginava. Quando teve que fugir de Saul, por exemplo, não fugiu com rancor em seu coração, mas com o coração aflito pois não conseguia compreender a razão de tanta ira. Imagino a angústia de Davi ao questionar: “Que fiz eu? Qual é a minha culpa? E qual é o meu pecado…?” (1Sm.20:1). Com sinceridade, Davi gostaria de se retratar se preciso fosse. Se ele tinha tanto interesse em se redimir diante de alguém que lhe perseguia sem causa, imagina diante de Deus.

Sabemos que não havia dolo da parte de Davi para com Saul. Porém, Saul, possuído por um espírito maligno (1Sm.19:9), infeliz pela bênção de Deus na vida de Davi, “continuamente foi seu inimigo” (1Sm.18:29). Ele escolheu aquela situação, e não Davi.

Amados, a bem-aventurança de hoje só pode ser concedida aqueles que, como Davi, estão dispostos a ter o coração governado pelo Espírito de Deus, e não por um espírito maligno. Por isso que “muito sofrimento terá de curtir o ímpio” (v.10), pois enquanto os pecados são calados (v.3) e o coração endurecido, como no caso de Saul, a aparência pode até ser de um rei e representante de Deus, mas a ausência de confissão o consome dia após dia (v.3). Quando confessamos os nossos pecados a Deus e entendemos a essência do perdão divino, a consequência natural é perdoar aqueles que nos ofendem. Ainda que eles sejam como Saul, que o Senhor nos dote da atitude de Davi. Pois só assim Deus nos preservará da tribulação, nos cercará “de alegres cantos de livramento” (v.7), nos instruirá e ensinará o caminho que devemos seguir (v.8).

“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm.12:21). Não permita que o teu coração se feche para o perdão! Lembre que você também não é merecedor do perdão e da graça divina. Mas Jesus escolheu te amar primeiro e tomar sobre Si os teus pecados. Confie no Senhor, e “a misericórdia o assistirá” (v.10). Portanto, “aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (1Jo.4:21) e o Senhor perdoará os nossos pecados, “assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt.6:12). Vigiemos e oremos!

Bom dia, “retos de coração” (v.11)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100