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“Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1).
As sanções penais instituídas em Israel correspondiam à correções respectivas à sua rebeldia. Chicotadas, amputação, exposição vexatória e até pena de morte faziam parte dos dispositivos legais a fim de provocar no povo aversão ao mal e à injustiça. O propósito de Deus era que ficasse muito claro que o resultado do pecado é ruína e morte. Estas leis limitavam o senso de justiça dos próprios filhos de Israel, que poderia ser aumentado, causando mortes ou punições infundadas, ou ignorado, resultando em libertinagem.
A questão do casamento e da procriação era tão importante aos olhos do Senhor, que Ele suscitou a lei do levirato, a fim de dar continuidade à família, além de lidar com firmeza quanto à mulher comprometer a integridade física do homem ao “pegar pelas suas vergonhas” (v.11), na tentativa de apartar uma briga. Além de ser um ato público imoral, também colocava em risco a fertilidade masculina.
Outra questão fundamental tratada neste capítulo é a honestidade nos negócios. Dois pesos e duas medidas, ou seja, negociar com injustiça, “é abominação ao Senhor” (v.16). Ser justo e honesto ainda que no meio de um mundo onde o lucro é o mais importante, é um dever do cristão em todos os negócios da vida. Desde uma simples atividade do lar até o mais promissor acordo financeiro devem ser realizados sob o prisma da justiça e da transparência.
A injustiça e a ameaça de violência sem causa são atitudes perigosas e contaminantes. Por sua atitude egoísta e perversa, Amaleque levou todo o seu povo à destruição. Por outro lado, sua liderança ímpia e corrupta também revelava o caráter perverso de seus liderados. Certamente, Deus faria justiça ao destruir os inimigos de Seu povo, antes que estes atentassem contra Israel.
Amados, um dia o nosso Salvador foi exposto à grande situação vexatória, foi açoitado e entregue à morte mais injusta de todos os tempos para que fôssemos nEle justificados. O Inocente deu a vida pelo culpado. Cada sanção sofrida, deveria causar no coração dos filhos de Israel dor maior do que a dor física, a dor de ferir o Senhor com os seus pecados. O santuário deveria lembrá-los constantemente de que o Substituto logo tomaria o lugar do culpado, assumindo uma culpa que não era Sua.
Muito em breve Jesus voltará não mais como servo sofredor, mas como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap.19:16), “justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1). Jesus pagou um alto preço para que você e eu possamos receber a Sua justiça e a Sua recompensa eterna. Aceite, agora, a graça que ainda está à sua disposição! Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio25 #RPSP
1 Comentário so far
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Graça e paz… muito linda a reflexão da palavra, atualmente enquanto leio estamos vivendo a pandemia da Covid 19 e tenho pensado muito no sofrimento de Jesus.
Comentário por Rose Tomaz 24 de dezembro de 2020 @ 10:35Em meio a tantas divisões, “com mascara, sem máscara”, ” tomar vacina, não tomar vacina”… penso que os mesmos cristãos daquela época estão hoje aqui.
Devemos refletir e tomar posição, como servos do Deus altíssimo, não fazer publicidade pro mal, evitar todo tipo de conflito.
Breve Jesus voltará. Devemos estar preparados como se fosse hoje.
…
Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito?
Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor.
Salmos 116:12,13
O Senhor te abençoe e guarde Rosana.
Abs…
de sua
Irmã m Cristo.. Rose