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ATOS 26 – O evangelho nos educa, nos eleva e nos faz mais corteses que os homens da corte. O cristão não representa Cristo apenas com palavras, mas também com sua conduta.
Paulo, algemado, mancando e arrastando grossas correntes, posicionou-se perante a nobre multidão, levantou a mão e fez uma introdução breve, mas cortês (vs. 1-3).
Observando isso, Charles R. Swindoll escreve: “Que introdução graciosa e apaziguadora! Nenhuma palavra de condenação saiu dos lábios de Paulo. Esse não era o seu estilo. Cortesmente afirmou que considerava aquela provação um privilégio. Podemos aprender, aqui, uma lição de nosso herói Paulo. Quando Deus nos concede a rara oportunidade de ficar diante de pessoas de prestígio e autoridades governamentais superiores, é melhor demonstrar cortesia e graça. Seja qual for o estilo de vida delas, fale com respeito. Sem levar em conta a política ou o mundo particular, dê um exemplo de graça. Mostre classe”.
Swindoll acrescenta: “Apresentar-se como um marginal seria certamente uma ofensa, e a porta de oportunidade se fecharia. Paulo não berrou com a audiência, embora vivessem de maneira completamente diversa da que aprovaria. Apesar de suas cadeias e diferenças, dirigiu-se a eles com bondade e respeito”.
O discurso continuou, e Paulo nos deixou mais lições de vida:
1. É importante ser transparente, sincero e cativante no testemunho. Paulo não esconde que no passado fora um fariseu rigoroso, fanático perseguidor dos cristãos, até que tornou-se um apóstolo de Cristo e servo submisso dEle (vs. 4-23).
2. Nem a mais transparente sinceridade e o mais cativante testemunho num belo e elaborado discurso polido alcança o mais nobre objetivo do evangelho:
• A reação de Festo foi chamar Paulo de louco, alegando que as muitas letras o levaram a delirar (v. 24);
• Paulo se defende diante da reação incoerente e hipócrita de Festo (vs. 25-26), mas sem resultados aparentes.
• Paulo, como réu, encurralou o rei Agripa, mas ele desconversa e joga fora a decisão mais importante de sua vida, apesar do apelo insistente de Paulo (vs. 27-30).
• Os juízes apenas reconhecem a inocência de Paulo (v. 31).
• Agripa diz ao governador Festo que Paulo poderia ser solto, caso não tivesse apelado a César (v. 32).
E você, como reage à mensagem de arrependimento e fé pregada por Paulo?Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“E, agora, estou sendo julgado por causa da esperança da promessa que por Deus foi feita a nossos pais” (v.6).
A defesa pessoal de Paulo, com a devida permissão do rei Agripa, redundou em reações diversas. O início de seu discurso revela um Paulo feliz e culto. A serenidade de sua fisionomia misturava-se com o olhar penetrante de quem sabia o que estava falando. Cheio de santa convicção, apresentou aos seus ouvintes o testemunho de sua vida antes e depois de Cristo. A esperança que lhe arrebatava o coração de alegria, era o motivo pelo qual foi feito prisioneiro.
De perseguidor a perseguido, Paulo não omitiu seus “crimes religiosos”, de modo que, além de prender cristãos, também consentia com a morte deles. Sua severa formação religiosa o tornou insensível e irremediavelmente comprometido em proteger a igreja de Deus daqueles “hereges”. Mas na hora mais clara do dia, seus olhos se tornaram em escuridão. Caindo em si, se deu conta de que sempre estivera cego. As palavras de Jesus lhe causaram grande temor e profundo arrependimento. Creio que foi ainda ali, na estrada de Damasco, que Paulo aceitou a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida.
Imagine que você vivesse no tempo do holocausto, e que Adolf Hitler, de repente, aparecesse em um palanque declarando que havia se arrependido do que fez e que amava os judeus. Qual era o judeu, em sã consciência, que acreditaria nisso? Foi uma situação semelhante a esta que Paulo teve de enfrentar tanto em Damasco como em Jerusalém. No começo, os cristãos pensaram que Paulo estivesse blefando, até que perceberam o poder atuante do Espírito Santo em sua vida. Não é fácil lidar com mudanças e, principalmente, quando se trata de transformação de vidas.
Ninguém que tenha experimentado a pessoa de Jesus Cristo pode permanecer do mesmo modo. As curas e milagres que Ele realizou definem bem esta ideia. Os leprosos eram purificados, os coxos passavam a andar, aos cegos devolvia a visão, aos mudos fazia ouvir. Ou seja, ninguém ia até Jesus para sair de Sua presença da mesma forma. Aqueles que conheciam a Paulo desde a infância, percebiam nitidamente a sua mudança. O Saulo de Tarso ficou para trás e deu lugar ao Paulo de Jesus Cristo; ao apóstolo totalmente comprometido a dar testemunho, “nada dizendo, senão o que os profetas e Moisés disseram haver de acontecer” (v.22).
Interrompido de maneira abrupta, foi chamado de louco pelo governador, quando na verdade era o mais são dentre todos os que ali estavam. Com “palavras de verdade e de bom senso” (v.25), Paulo simplesmente falou “com franqueza” (v.26) as coisas que já lhes eram notórias. Os apóstolos não pregavam uma mensagem estranha, mas, em Jesus, confirmavam o que já estava escrito na Lei e nos Profetas. O povo, portanto, não rejeitava uma mensagem nova, mas as verdades da Palavra de Deus. E ainda que convencidos da verdade, muitos, como Agripa, não estão dispostos a negar o próprio eu em detrimento de Cristo. Até simpatizam e defendem os pregadores da justiça, mas não tomam uma decisão genuína de fazer parte deste povo.
Jesus está às portas! Não desperdicemos o tempo da oportunidade que se chama hoje: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:15), nem “o tempo sobremodo oportuno” (2Co 6:2), que se chama agora. O Espírito Santo nos chama e “intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis” (Rm 8:26). “Ó terra, terra, terra! Ouve a palavra do Senhor!” (Jr 22:29), este é o Seu constante apelo. Por favor, não te demores a aceitar este chamado de Deus. Pode ser a tua última chamada para entrar na embarcação de Cristo rumo à vida eterna.
Feliz semana, tripulantes da embarcação de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Atos26 #RPSP
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1081 palavras
1 Estendendo a mão. A menção a este gesto espontâneo sugere que Lucas pode ter sido uma testemunha ocular. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 470.
Defender-se. Isto é, fez sua defesa. Ao se defender perante Agripa, Paulo se dirigiu a alguém que era nominalmente judeu, embora não parecesse hostil a ele. Confiante de que seria mais bem compreendido, falou com mais liberdade e talvez com mais detalhes do que nas audiências anteriores diante de Félix e Festo. CBASD, vol. 6, p. 470.
23,3 A Apologia Pro Vita Sua é o clímax dos discursos de Paulo em Atos. Começa com a costumeira introdução retórica (captatio benevolente) perante um juiz. Há fortes indicações que Lucas estava presente. Bíblia Shedd.
3 Mormente. Esta palavra provavelmente se refere à felicidade de Paulo de contar tudo a Agripa, não por Agripa ser superior a todos os judeus preeminentes e bem informados. CBASD, vol. 6, p. 470.
Versado em todos os costumes e questões … entre os judeus. Como bisneto de Herodes, o Grande, e filho de Herodes Agripa I, que tinha perseguido a igreja (12.1-3), Herodes Agripa II (27-100 d.C.) conhecia intimamente as questões judaicas, pois tinha autoridade política para designar o sumo sacerdote. Agripa II não era popular entre os judeus por causa de sua relação incestuosa com sua irmã Berenice (25.13, nota). Bíblia de Genebra.
5 Seita. A palavra pode significar “heresia” ou “seita”. Neste caso, designa os fariseus como uma seita. CBASD, vol. 6, p. 471.
vivi fariseu … seita mais severa. Conhecendo o passado de Agripa, Paulo enfatizou sua dependência no Deus de seus pais (cf 24.14) e seu vínculo com os fariseus (Fp 3.5-6), para mostrar a legitimidade de seu judaísmo. Paulo argumentou que Deus havia prometido a ressurreição do corpo. Embora esta fosse a crença dos judeus em geral e dos fariseus em particular, estava sendo usada como base das acusações contra ele. Bíblia de Genebra.
6 Os fariseus, partido popular dos judeus, aceitavam a plena inspiração dos livros proféticos (do AT). O cerne da mensagem profética é a esperança do messias e a ressurreição dos mortos. Bíblia Shedd.
10,11 Santos. Nome preferido de Paulo para os crentes (9.13). Dn 7 usa este nome para os verdadeiros israelitas. Aqui percebemos que a perseguição inicial (At 8.1-4) foi muito séria, com outros mártires além de Estêvão. Bíblia Shedd.
Blasfemar. Dizer “Anátema Jesus” seria equivalente a negá-lo publicamente (cf 1Co 12.3). Bíblia Shedd.
Cidades estranhas. Cidades fora da Palestina. Bíblia Shedd.
14 Recalcitrares contra os aguilhões [ARA; NVI: “Resistir ao aguilhão só lhe trará dor!”. Provérbio grego, “Não vale a pena resistir; senão sofrerá”. Bíblia Shedd.
Você está somente machucando a si próprio!”. Life Application Study Bible.
Parece que este era um provérbio grego bem conhecido, que devia ser comum em meio a qualquer povo agrícola, até entre os judeus. A imagem é extraída do costume dos camponeses orientais de usar um aguiIhão de ferro para apressar o ritmo lento dos bois. É possível que esta cena estivesse ocorrendo de verdade junto à estrada de Damasco e que o Senhor a tenha usado como uma ilustração útil de Sua mensagem ao perseguidor. CBASD, vol. 6, p. 473.
19 A visão celestial. Não foi um sonho. Saulo literalmente encontrou o Senhor na estrada de Damasco e O conheceu pessoalmente, em certo sentido, de maneira ainda mais pessoal do que aqueles que O conheceram em carne. Para Paulo, essa visão se manteve como uma realidade viva. Ele sabia em quem cria (2Tm 1:12). CBASD, vol. 6, p. 474.
20 praticando obras dignas. Não salvam; expressam o caráter mudado pelo Espírito Santo. Bíblia Shedd.
22 Socorro de Deus. Aos olhos humanos, foram Lísias e seus soldados que resgataram Paulo, mas ele sabia que Deus enviara a ajuda (At 23:11). CBASD, vol. 6, p. 475.
23 Cristo devia padecer … ressurreição dos mortos. Os judeus tinham dificuldade para aceitar a ideia de que o Messias iria sofrer e morrer. Jesus e Seus discípulos ensinaram esta doutrina a partir das Escrituras (17.2-3; Lc 24.27; 1Co 15.3-4) e ainda assim os judeus a rejeitaram, prenderam Paulo e queriam matá-lo. Bíblia de Genebra.
24 louco. Não pretende ofender. Pensava-se na antiguidade, que [o louco] era inspirado de espíritos misteriosos (16.16; Mc 3.21; Jo 10.20). Bíblia Shedd.
Paulo estava arriscando sua vida por uma mensagem que era ofensiva aos judeus e inacreditável aos gentios. Jesus recebeu a mesma resposta à Sua mensagem (Mc 3:21; Jo 10:20). Life Application Study Bible.
É provável que Félix acreditasse com sinceridade que a obsessão de Paulo com temas celestiais havia afetado sua mente. Aquilo que Agripa tinha condições de entender estava muito além do alcance do romano Festo. CBASD, vol. 6, p. 476.
27 Acreditas, ó rei Agripa, nos profetas? Agripa estava diante de um dilema; se dissesse não, iria enraivecer os judeus; se dissesse sim, iria perder prestígio, porque Paulo pediria a ele que cresse no evangelho. Bíblia de Genebra.
28 Por pouco me persuades a me fazer cristão [ARA; NVI: “em tão pouco tempo pode convencer-me a tornar-me cristão?”]. O contexto indica que Agripa falou com ironia talvez em forma de pergunta. Paulo não estaria pensando que logo converteria um rei, que na realidade tem outros interesses na vida. Bíblia Shedd.
O rei estava usando uma tática para retardar, argumentando que um discurso de meia hora era insuficiente para torná-lo um cristão. No século I, “cristão” (cf 11.26) era provavelmente um termo de desprezo (1Pe 4.16). Biblia de Genebra.
29 Deus permitisse… No original refere-se a uma oração que Paulo fez em favor da conversão de Agripa. Bíblia Shedd.
Por pouco ou por muito. Fazendo um jogo de palavras “Com poucas palavras ou muitas” ou “Com facilidade ou com dificuldade…” Transparece o zelo cristão de Paulo. Bíblia Shedd.
O coração de Paulo se revela aqui nestas palavras: ele estava mais preocupado com a salvação daqueles estrangeiros do que em remover suas próprias algemas. Peça a Deus que lhe dê um desejo ardente de ver outros vindo a Cristo – um desejo tão forte que sobrepuje os seus problemas. Life Application Study Bible.
Estas algemas. Paulo ainda estava acorrentado como prisioneiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30, 31. Agripa, Berenice e os altos funcionários se retiraram sem desejarem se comprometer com Cristo. Agripa acrescentou sua valiosa opinião à de Festo e Félix afirmando categoricamente a inocência de Paulo (cf Lc 23.14, 15). Bíblia Shedd.
30 Levantou-se o rei. A audiência terminou sem resultados visíveis após a apresentação breve e competente de Paulo e seu apelo fervoroso. Só podemos imaginar a decepção que o apóstolo deve ter sentido. CBASD, vol. 6, p. 477.
31 Nada tem feito passível de morte. Paulo podia ser “louco”, mas não era perigoso. Parece que Festo e Agripa estavam dispostos a admitir que o prisioneiro era sincero, esclarecido e cheio de zelo e fervor por Deus. CBASD, vol. 6, p. 477.
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“Porém, confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas“. Atos 24:14.
Em Atos, Paulo repetidamente reivindica que ele tem sido fiel ao judaísmo (25:8; 26:22; 28:17), enquanto seus críticos ou inimigos fazem o contrário (21:21, 28-29). Paulo provavelmente não faria estas reivindicações se tivesse estado a ensinar os gentios a abandonar o sábado, como muitos afirmam. Andrews Study Bible.
“Paulo, porém, defendendo-se, proferiu as seguintes palavras: Nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César.” Atos 25:8.
Talvez os líderes judeus soubessem do ensino de Paulo de que a circuncisão não passava de um ato simbólico (ver Rm 2:23-29) e retrataram isso como uma tentativa de transgressão da lei. Eles haviam feito a mesma acusação contra Jesus (ver com. de Mt 5:17; Mc 2:16; 7:1-5 [em CBASD, vol. 5]). Os judeus nunca confrontaram a Paulo a respeito do sábado, como fizeram com Cristo (Jo 5:16-18). CBASD, vol. 6, p. 464.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/atos/atos-capitulo-25/
Comentário devocional:
Paulo tinha sido mantido sob custódia por dois anos quando o governador Félix foi sucedido por Festo.
Em sua primeira semana no ofício, os Judeus procuraram a Festo com acusações falsas contra Paulo exigindo que fosse morto. Ele lhes respondeu que se quisessem prestar queixa contra o prisioneiro, deveriam ir até Cesaréia (v. 4, 5).
Festo percebeu que as acusações trazidas contra Paulo eram falsas. Mas tentou um acordo, perguntando a Paulo se ele estaria disposto a ser julgado em Jerusalém pelo Sinédrio. Paulo sabia que esta seria sua sentença de morte. Então, como um cidadão romano, Paulo apelou para César.
Se um cidadão romano sentisse que não estava recebendo justiça em um tribunal provincial, ele poderia apelar para que o próprio imperador ouvisse o seu caso. Festo acatou o pedido de Paulo. Isso deve ter frustrado profundamente os inimigos de Paulo. Eles não conseguiam entender por que não conseguiam matar a esse homem. Eles falharam em Jerusalém e diante do governador anterior. Agora falharam novamente. Obviamente, Deus ainda tinha trabalho para Paulo fazer.
Se você estiver atravessando por alguma dificuldade pequena ou grande, pergunte a Deus qual o propósito que Ele tem para você cumprir neste mundo!
Ron E. M. Clouzet
Pastor Ministerial
Divisão Norte Asia-Pacífico
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1289
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados19-05-2018.mp3
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ATOS 25 – Religiosos que não têm relacionamento com Jesus são causadores de confusão. Nem bem tinha chegado Porcio Festo de Cesaria em Jerusalém e os judeus já se aproximaram para levar seus problemas.
Por outro lado, religiosos que mantêm relacionamento com Cristo, fazendo Sua vontade e proclamando Seu evangelho a tempo e fora de tempo, estão constantemente tentando manter a paz. Mesmo acusado falsamente, não perde a cabeça; mesmo preso, suas atitudes são nobres e atraem pessoas de renome na sociedade.
Paulo é um grande exemplo de cristão para todos os tempos. Quem dera aprendêssemos de seu extraordinário exemplo e pudéssemos deixar um legado tão importante para a humanidade como ele deixou.
Analise o capítulo em pauta. Depois, continue a leitura:
• Festo teve Paulo em seu poder, mas agiu de forma frouxa tanto quanto Félix (vs. 1-9).
• Paulo desafiou o procurador em relação à verdade sobre sua pessoa, devido à fraqueza do seu governo (vs. 10-12).
• Festo, desejando esclarecimento do caso “Paulo”, solicitou a ajuda de Agripa (vs. 13-27). “A audiência no belo salão do pretório foi um evento emocionante”, analisa Merrill F. Unger.
Paulo não temia a morte (v. 11), ele aproveitava sua prisão para pregar Jesus àqueles que, talvez, nunca teriam oportunidade de ouvir o evangelho (v. 23). Precisamos, como Paulo, estar bem preparados para testemunhar de nossa fé perante os Agripas, Festos e Césares dos dias atuais com poder e coragem.
“O que a igreja necessita nestes dias de perigo é de um exército de obreiros que, como Paulo, se tenha educado para a utilidade, que tenham uma profunda experiência nas coisas de Deus, e que sejam cheios de fervor e zelo em Seu serviço. Necessita-se de homens preparados, refinados, santificados e abnegados; homens que não se esquivem a provas e responsabilidades, mas que ergam os fardos onde que sejam encontrados; homens que sejam corajosos e fieis, homens que tenham a Cristo formado dentro de si, e que, com lábios tocados pelo fogo sagrado, ‘preguem a palavra’ em meio aos milhares que estão pregando fábulas. Por falta de tais obreiros, a causa de Deus definha, e erros fatais, como veneno mortal, pervertem a moral e minam as esperanças de grande parte da raça humana” (Ellen G. White).
Portanto, reavivemo-nos! Preparemo-nos! Testemunhemos! – Heber Toth Armí.
