Reavivados por Sua Palavra


ATOS 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de maio de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

ATOS 26 – O evangelho nos educa, nos eleva e nos faz mais corteses que os homens da corte. O cristão não representa Cristo apenas com palavras, mas também com sua conduta.

Paulo, algemado, mancando e arrastando grossas correntes, posicionou-se perante a nobre multidão, levantou a mão e fez uma introdução breve, mas cortês (vs. 1-3).

Observando isso, Charles R. Swindoll escreve: “Que introdução graciosa e apaziguadora! Nenhuma palavra de condenação saiu dos lábios de Paulo. Esse não era o seu estilo. Cortesmente afirmou que considerava aquela provação um privilégio. Podemos aprender, aqui, uma lição de nosso herói Paulo. Quando Deus nos concede a rara oportunidade de ficar diante de pessoas de prestígio e autoridades governamentais superiores, é melhor demonstrar cortesia e graça. Seja qual for o estilo de vida delas, fale com respeito. Sem levar em conta a política ou o mundo particular, dê um exemplo de graça. Mostre classe”.

Swindoll acrescenta: “Apresentar-se como um marginal seria certamente uma ofensa, e a porta de oportunidade se fecharia. Paulo não berrou com a audiência, embora vivessem de maneira completamente diversa da que aprovaria. Apesar de suas cadeias e diferenças, dirigiu-se a eles com bondade e respeito”.

O discurso continuou, e Paulo nos deixou mais lições de vida:

1. É importante ser transparente, sincero e cativante no testemunho. Paulo não esconde que no passado fora um fariseu rigoroso, fanático perseguidor dos cristãos, até que tornou-se um apóstolo de Cristo e servo submisso dEle (vs. 4-23).
2. Nem a mais transparente sinceridade e o mais cativante testemunho num belo e elaborado discurso polido alcança o mais nobre objetivo do evangelho:
• A reação de Festo foi chamar Paulo de louco, alegando que as muitas letras o levaram a delirar (v. 24);
• Paulo se defende diante da reação incoerente e hipócrita de Festo (vs. 25-26), mas sem resultados aparentes.
• Paulo, como réu, encurralou o rei Agripa, mas ele desconversa e joga fora a decisão mais importante de sua vida, apesar do apelo insistente de Paulo (vs. 27-30).
• Os juízes apenas reconhecem a inocência de Paulo (v. 31).
• Agripa diz ao governador Festo que Paulo poderia ser solto, caso não tivesse apelado a César (v. 32).

E você, como reage à mensagem de arrependimento e fé pregada por Paulo?Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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