Filed under: Sem categoria
3426 palavras
1 nenhuma condenação. Pelo Espírito somos libertados da prisão do pecado. Bíblia Shedd.
Mesmo que sucumbamos ao pecado, vez ou outra. Andrews Study Bible.
“Inocente; libertem-no!” O que estas palavras significariam pra você se estivesse na cela dos condenados? O fato é que toda a raça humana está condenada – por quebrar repetidamente a santa lei de Deus. Sem Jesus não teríamos qualquer esperança. Mas graças a Deus! Ele nos declarou inocentes e nos ofereceu liberdade do pecado e poder para fazer a Sua vontade. Life Application Study Bible.
A boa notícia do evangelho é que Cristo veio para condenar o pecado, não os pecadores (Jo 3:17; Rm 8:3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 615.
Em Cristo Jesus. Esta frequente expressão do NT sugere a proximidade da relação pessoal entre o cristão e Cristo. Isso significa mais do que ser dependente de Deus ou simplesmente ser Seu seguidor ou discípulo. Inclui uma união viva e diária com Cristo (Jo 14:20; 15:4-7). … Jesus enfatizou a proximidade dessa união na parábola da videira e dos ramos (Jo 15:1-7). CBASD, vol. 6, p. 615.
2 O Espírito de vida é o Espírito Santo. Ele estava presente na criação do mundo (Gn 1:2) e é o poder por trás do renascimento de cada cristão. Ele nos dá o poder que precisamos para viver a vida cristã. Life Application Study Bible.
3 incapaz de fazer. A lei não tinha a capacidade de vencer o pecado. Podia ressaltar, condenar e até mesmo estimular o pecado, mas não podia eliminá-lo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo não está criticando a lei moral, mas observa uma vez mais que, por causa da pecaminosidade da humanidade, a lei não pode dar a salvação ao ser humano. Bíblia de Genebra.
no tocante ao pecado (ARA). Como uma oferta pelo pecado [NVI]. Denota a transferência de pecado do pecador para a oferenda sacrificial. Andrews Study Bible.
oferta pelo pecado (NVI). Jesus ofereceu-Se como um sacrifício (“oferta pelo pecado”) por nossos pecados. Nos tempos do Antigo Testamento, sacrifícios animais eram continuamente oferecidos no templo. Os sacrifícios mostravam aos israelitas a seriedade do pecado: sangue deveria ser derramado antes que os pecados pudessem ser perdoados (ver Lv 17:11). Mas o sangue dos animais não realmente removiam pecados (Hb 10:4). Os sacrifícios podiam somente apontar para o sacrifício de Jesus, que pagou a penalidade de todos os pecados. Life Application Study Bible.
4 justas exigências da lei. A lei continua desempenhado um papel na vida do crente – não, porém, como meio de salvação, mas como orientação ética e moral, obedecida por amor a Deus, mediante o poder que o Espírito outorga. Esse é o cumprimento de Jr 31.33, 34. Bíblia de Estudo NVI Vida.
segundo o Espírito. De acordo com os novos desejos criados [em nós] pelo Espírito. Andrews Study Bible.
5-8 Duas mentalidades são apresentadas aqui: a da natureza pecaminosa e a do Espírito. Aquela leva à morte, e esta à vida e paz. A natureza pecaminosa está vinculada à morte (v. 6), à hostilidade contra Deus (v. 7), à insubordinação (v. 7) e à inaceitabilidade diante de Deus (v. 8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
5,6 Paulo divide as pessoas em duas categorias – aquelas que se deixam controlar por suas naturezas pecaminosas e aquelas que seguem o Espírito. Todos nós estaríamos na primeira categoria se Jesus não nos tivesse oferecido uma saída. Uma vez que dissemos sim a Jesus, desejaremos continuar seguindo-O porque este caminho nos traz vida e paz. Diariamente devemos conscientemente escolher centrar nossas vidas em Deus. Use a Bíblia para descobrir as orientações e, então, as siga.Em cada situação de perplexidade pergunte a si mesmo: “O que Jesus quer que eu faça?” Quando o Espírito Santo lhe mostrar o que é o correto, faça isto sem duvidar. Life Application Study Bible.
5 Segundo a carne. Inclinar-se “segundo a carne” significa a carne como princípio governante do ser. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 618.
6 Vida e paz. Ter a mente voltada para as coisas do Espírito e os pensamentos e desejos regidos pelo Espírito resulta naquela harmonia saudável e vivificante de todas as funções espirituais e é uma garantia e é uma garantia e antecipação da vida futura (cf. Ef 1:13, 14). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 619.
7 inimizade contra Deus. Pura hostilidade contra Deus, incapaz de outra atitude qualquer, é a real atitude mental de todos aqueles que ainda não foram renovados pelo Espírito (3.9-18). A pessoa natural considera Deus como inimigo. Bíblia de Genebra.
Nem mesmo pode estar. A mente carnal é incapaz de se submeter à lei de Deus. Unicamente mediante o poder transformador do Espírito Santo a obediência é possível novamente.CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 619.
9 habita. Se refere ao corpo como um lugar de habitação do Espírito Santo. Ver 1Co 6:19. Andrews Study Bible.
Você já se preocupou se você é ou não realmente um cristão? Um cristão é alguém que tem o Espírito Santo vivendo nele. Se você sinceramente confiou em Jesus pela sua salvação e o reconheceu como Senhor, então o Espírito Santo veio à sua vida e você é um cristão. Não é a presença de determinado sentimento que faz você saber que o Espírito Santo chegou; você sabe isso porque Jesus prometeu que Ele viria. Quando o Espírito Santo está trabalhando em você, você acreditará que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que a vida eterna vem através dEle (1Jo 5:5); você começará a agir como Cristo mandou (Rm 8:5; Gl 5:22, 23); você encontrará auxílio nos seus problemas diários e em suas orações (Rm 8:26, 27); você receberá poder para servir a Deus e fazer a Sua vontade (At 1:8; Rm 12:6ss); e você se tornará parte do plano de Deus para edificar a Sua igreja (Ef 4:12, 13). Life Application Study Bible.
11 Um relato trinitariano da realização da salvação, pressupondo a unidade entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo, em Seu ser essencial, da mesma maneira que eles estão unidos na complexa obra da redenção. Bíblia de Genebra.
A garantia da nossa ressurreição é a habitação do Espírito dentro de nós (Ef 1.13, 14; 2Co 5.5). Bíblia Shedd.
O Espírito Santo é a promessa ou garantia de Deus da vida eterna a todos que acreditam nEle. Life Application Study Bible.
14-17 A ideia de adoção não aparece no sistema legal do Antigo Testamento, e Paulo parece ter tomado por empréstimo esse conceito próprio da lei romana, preenchendo-o com a teologia bíblica da paternidade de Deus sobre o seu povo. Bíblia de Genebra.
Paulo usa a adoção ou “filiação” para ilustrar a nova relação do crente com Deus. Na cultura romana, as pessoas adotadas perdiam todos os seus direitos na antiga família e ganhava todos os direitos de um filho legítimo em sua nova família. Ele se tornava um herdeiro pleno dos bens de seus pais. De semelhante modo, quando alguém se torna um cristão, ele ou ela ganham todos os privilégios e responsabilidades de um filho na família de Deus. Um destes enormes privilégios é ser guiado pelo Espírito (ver Gl 4:5, 6). Pode ser que não nos sintamos sempre como filhos d Deus, mas o Espírito Santo é nossa testemunha. Sua presença interior nos lembra quem nós somos e nos encoraja com o amor de Deus (5:5). Life Application Study Bible.
14 guiados pelo Espírito. O Espírito se torna a força dominante na vida, que agora exibe os frutos do Espírito. Ver Gl 5:22. Andrews Study Bible.
Esse caminho de santidade é agora mais completamente descrito como a orientação pelo Espírito, sendo especificada como uma das marcas dos filhos de Deus. Bíblia de Genebra.
filhos de Deus. Deus é o Pai de todos, no sentido de que criou a todos, sendo Seu amor e cuidados providenciais outorgados a todos (ver Mt 5:45). Nem todos, porém, são Seus filhos. … (Jo 8.44). As pessoas passam a ser filhos de Deus mediante a fé no Filho unigênito (e incomparável) de Deus (ver Jo 1.12, 13), e ser guiado pelo Espírito de Deus e´a marca registrada desse relacionamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Aba, Pai. “Abba” expressa um senso de afeto e profundo respeito e significa “papai” em aramaico, a língua de Jesus. Jesus usou “Abba” em Suas orações para Se dirigir a Deus (Mc 14:36). Andrews Study Bible.
Os cristãos são filhos adotados mediante a graça; Cristo, no entanto, é Filho de Deus por natureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não somos mais escravos servis e temerosos; em vez disso, somos filhos do Mestre. Que privilégio! Porque somos filhos de Deus, compartilhamos como co-herdeiros nos Seus grande tesouros. Deus tem nos dado Suas melhores dádivas: Seu Filho, perdão e vida eterna; e Ele nos encoraja a Lhe pedir tudo o que precisarmos. Life Application Study Bible.
16 a segurança do cristão reside no que o Espírito faz por nós e o que Ele testifica em nós, como indicado aqui e em 1Jo 5:10-13. ver tb Rm 8:31-39. Andrews Study Bible.
17 Existe um preço por se identificar com Jesus. Junto com os grandes tesouros, Paulo menciona os sofrimentos que os cristãos devem enfrentar. … Para os cristãos do primeiro século, havia a perseguição econômica e social e alguns enfrentaram a morte. Nós também pagamos um preço por seguir a Jesus. em muitas partes do mundo, hoje, onde o cristianismo é tolerado ou encorajado, não desvem se tornar complacentes com o mundo ao redor. Viver como Jesus viveu – servindo, abrir mão de seus próprios direitos, resistir a pressões para ser igual aos demais – sempre tem um preço. Nada que sofremos, no entanto, pode se comparar ao grande preço que Jesus pagou para nos salvar. Life Application Study Bible.
19 aguarda a revelação dos filhos de Deus. A futura ressurreição dos crentes. Andrews Study Bible.
20 vaidade (ARA; NVI: inutilidade; NKJV: futilidade). Vazio de existência. Andrews Study Bible.
22 dores de parto (NVI; ARA: angústias). Turbulência na natureza, como terremotos, furacões, fome e outras catástrofes. Andrews Study Bible.
A atual condição da criação não é sua condição final; é antes como uma mãe que geme com as dores de parto. A criação inteira tem um destino planejado por Deus, e deseja ardentemente que seja cumprido, tal como se sucede com os próprios crentes (vs 23, 26). Bíblia de Genebra.
23 primeiros frutos do Espírito. Seremos ressuscitados com corpos glorificados como o corpo que Jesus agora tem no Céu (ver 1Co 15:25-28). Nos temos os “primeiros frutos” [ARA: primícias]), a primeira parcela ou pagamento, o dom do Espírito Santo como uma garantia de nossa vida ressurreta (ver 2Co 1:22; 5:5; Ef 1:14). Life Application Study Bible.
24, 25 Em Romanos, Paulo apresenta a ideia da salvação de processando no passado, no presente e no futuro. É passada porque somos salvos no momento em que cremos em Jesus Cristo como Salvador (3:21-26; 5:1-11; 6:1-11, 22, 23); nossa nova vida (vida eterna) se inicia neste momento. E é presente porque nós estamos sendo salvos; este é o processo da santificação. Mas, ao mesmo tempo, nós não recebemos ainda todos os benefícios e bênçãos da salvação que serão nossos quando o novo reino de Cristo se estabelecer. Esta é a nossa salvação futura, para a qual olhamos à frente com esperança e confiança que mudará nossos corpos e personalidades, quando seremos como Cristo (1Jo 3:2). Life Application Study Bible.
26, 27 Como crente, você não foi deixado a lutar com seus próprios recursos, sozinho, com os problemas.mesmo quando você não sabe as palavras adequadas para orar, o Espírito Santo ora com e por você e Deus responde. Com o próprio Deus ajudando você a orar, você não precisa temer se achegar perante Ele. Peça ao Espírito Santo que interceda por você “de acordo com a vontade de Deus”. Então, quando você trouxer seus pedidos a Deus, creia que Ele sempre fará o que é melhor. Life Application Study Bible.
26 o Espírito … nos assiste. O Espírito Santo nos fortalece em nosso estado de fraqueza, do que somos constantemente cônscios. Bíblia de Genebra.
“assistência contra toda oposição”. Bíblia Shedd.
28 Todas as coisas. Paulo deseja que essa afirmação seja entendida no sentido mais amplo possível, incluindo tudo que é mencionado nos v. 35, 38 e 39. Mas ele pode estar se referindo especialmente aos “sofrimentos do tempo presente” (v. 18). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 630.
Deus opera em “todas as coisas” – não somente em incidentes isolados – para o nosso bem. Isto não significa que tudo que acontecer conosco será bom. O mal prevalece em nosso mundo caído, mas Deus é hábil em mudar todas as circunstâncias ao nosso redor para o nosso bem. Note que Deus não está operando para nos fazer felizes, mas para cumprir o Seu propósito. Note também que esta promessa não é para todos. Ela pode ser reclamada somente por aqueles que amam a Deus e são chamados de acordo com o Seu propósito…. Tais pessoas tem uma nova perspectiva na vida, uma nova mentalidade. Eles confiam em Deus, não em tesouros terrenos; eles buscam a segurança no Céu, não na terra; eles aprendem a suportar, não a se ressentir com a perseguição porque Deus está com eles. Life Application Study Bible.
Para o bem. Nada pode tocar o cristão sem a permissão do Senhor (ver Jó 1:12; 2-6), … Se Deus permite que o sofrimento e a perplexidade caiam sobre o cristão, não é para o destruir, mas para o refinar e santificar … Os problemas e decepções tiram a afeição do mundo e levam a olhar para o Céu, para o lar. eles ensinam a verdade sobre a condição frágil e mortal e levam a confiar em Deus em busca de apoio e salvação.Também formam um espírito mais humilde e manso, com disposição mais paciente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 630, 631.
Daqueles que amam a Deus. No texto grego, esta frase é enfatizada. As palavras descrevem os verdadeiros seguidores de Deus, os que tem fé e confiam na direção divina. Seu amor a Deus é uma resposta ao amor de Deus a eles e à Sua obra divina para a salvação. Antes que a pessoa, por sua vez, ame a Deus, o amor de Deus deve estar em seu coração (1Jo 4:19), assim como o Espírito Santo deve primeiro esclarecer a pessoa para que saiba orar como convém (Rm 8:26).CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 631.
Propósito. É propósito eterno de Deus (Ef 3:11) salvar os pecadores pela graça (2Tm 1:9). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 631.
29 Conhecer subentende uma relação pessoal íntima, e não meramente a consciência de fatos e circunstâncias (Gn 4.1; Am 3.2; Mt 1.25). Bíblia de Genebra.
O objetivo final de Deus é nos fazer semelhantes a Cristo (1Jo3:2). Ao nos tornarmos mais e mais como Ele, descobriremos nossa própria essência, as pessoas que deveríamos ser. Como podemos nos transformados à semelhança de Jesus? Lendo e ouvindo a Palavra, estudando a Sua vida nos Evangelhos, sendo cheios com o Espírito e fazendo a Sua vontade neste mundo. Life Application Study Bible.
29, 30 O propósito de Deus para o Seu povo não foi um pensamento determinado a posteriori. Ele foi determinado desde antes da criação do mundo. As pessoas deveriam servir e honrar a Deus. Se você crê em Jesus, você pode se alegrar com o fato de que Deus sempre te conheceu. O amor de Deus é eterno. Sua sabedoria e poder são supremos. Ele te guiará e te protegerá até o dia em que você estiver na Sua presença. Life Application Study Bible.
29 Predestinou. Para usar a linguagem humana, visto que Deus previa e, portanto, conhecia de antemão cada geração que viria ao palco da ação deste mundo, Ele ligou com Sua presciência a decisão de predestinar todos eles para serem salvos. … Ele “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2:4), “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (2Pe 3:9). … A salvação é oferecida a todos. Mas nem todos aceitam o convite do evangelho… “Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt 22:14; cf. Mt 20:16). A salvação não é imposta contra a vontade. Quem opta por resistir ao propósito de Deus estará perdido. A presciência e predestinação divinas de modo algum excluem a liberdade [e responsabilidade] humana. Paulo, ou qualquer outro escritor bíblico, não sugere que Deus predestinou alguns para serem salvos e outros para se prederem, independente de sua própria escolha. O objetivo deste versículo parece ser prático. Paulo tenta confortar o aflito povo de Deus, mostrando que a salvação está nas mãos divinas e em processo de ser executada segundo o propósito eterno e imutável do Céu. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 632, 633.
30 “Chamado” significa convocado ou convidado. Life Application Study Bible.
O fato de alguém amar a Deus (v. 28) é o resultado da ação divina. Bíblia Shedd.
31-34 Você já chegou a pensar que pelo fato de que você não é bom o suficiente para Deus, que Ele não te salvará? Você já sentiu que a salvação é para qualquer outro, menos para você? Então estes versos são especialmente para você. Se Deus deu o Seu Filho para você, iria Ele reter o dom [dádiva, presente] da salvação? Se Cristo deu a Sua vida por você, Ele não voltará atrás e te condenará. Ele não reterá nada que você precise para viver para Ele. O livro de Romanos é mais que uma explanação da graça redentora de Deus – é uma carta de conforto e confiança endereçada a você. Life Application Study Bible.
31 Que diremos, pois, á vista destas coisas. “Estas coisas” é uma frase que abarca a inteira exibição da graça divina gratuita, estendida a pecadores perdidos, nesta epístola, até este ponto. Bíblia de Genebra.
Se Deus é por nós. No original não se trata de expressão condicional, mas é como se Paulo dissesse “Uma vez que Deus é por nós…”, com aspecto causal (porque”). Bíblia de Estudo NVI Vida.
quem será contra nós. Certamente alguém se oporá a nós, mas Paulo salienta que a essa oposição faltará a capacidade de destruir a fé. Bíblia de Genebra.
32 Aquele que não poupou o seu próprio filho. As palavras de Paulo são uma eficaz reverberação do que se lê na Septuaginta (tradução do Antigo Testamento para o grego), em Gn 22.12. Bíblia de Genebra.
por todos nós. O argumento (do maior para o menor) aqui é semelhante ao de 5.9, 10. Já que Deus deu a dádiva suprema de Seu Filho para nos salvar, certamente nos dará também todo o necessário para levar a cabo a obra iniciada na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O fato que Deus nos deu o Filho, para que morresse por nós, foi o dom supremo, garantindo o dom subsequente de tudo o mais que precisamos quanto à nossa glória plena e final (v. 30). Bíblia de Genebra.
34 intercede. Ministério do Sumo Sacerdote. Ver Ef 1:20; Cl 3:1; Hb 1:3.
Paulo diz que Jesus está intercedendo por nós no Céu. Deus nos absolveu e removeu os nosso pecados e culpa. Então, é Satanás – não Deus – quem nos acusa. Quando ele assim o faz, Jesus, nosso advogado de defesa, permanece à direita de Deus para apresentar nosso caso. Life Application Study Bible.
36 O Salmo 44.22 é citado para demonstrar que o sofrimento sempre fazia parte da experiência do povo de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35-39 No judaísmo, o sofrimento era sempre visto como a representar uma maldição divina, um sinal da rejeição de Deus (ver Dt 28-29). Paulo reitera a posição que ele estabeleceu em Rm 8:1: não há condenação para os que estão em Cristo, mesmo quando eles sofrem. Andrews Study Bible.
Estes versos contém uma das mais confortantes promessas em toda a Escritura. Crentes tem sempre enfrentado dificuldades em várias formas: perseguição, doenças, aprisionamento e até mesmo a morte. Estas coisas poderiam fazê-los temer que haviam sido abandonados por Deus. Mas Paulo exclama ser impossível sermos separados de Cristo. Sua morte por nós é a prova deste amor irreprimível. Nada pode impedir a constante presença de Cristo conosco. Deus nos diz quão grande é o Seu amor para que tenhamos total segurança nEle. Se acreditarmos nestas esmagadoras certezas, não temeremos medo. Life Application Study Bible.
Paulo queria demonstrar a seus leitores que o sofrimento não faz separação entre os crentes e Cristo, mas, na realidade, os conduz em direção ao alvo final. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35, 36 Estas palavras foram escritas a uma igreja que logo iria sofrer terrível perseguição. Em poucos anos, a situação hipotética de Paulo se tornaria em dolorosa realidade. Esta passagem reafirma o profundo amor de Deus por Seu povo. Não interessa o que acontece conosco, nunca poderemos nos perder deste amor. O sofrimento não nos afastará de Deus, mas nos ajudará a nos identificar mais com Ele ainda mais e permitirá que o Seu amor nos alcance e nos cure. Life Application Study Bible.
37 mais que vencedores. (gr hupernikomen). Somos super vencedores. Bíblia Shedd.
que nos amou. Referindo-se especialmente à morte de Cristo na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-7/
Este capítulo é uma continuação das declarações anteriores de Paulo, onde ele concluiu que nós somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Suas intenções neste capítulo são muitas vezes mal compreendidas e mal aplicadas por causa de sua descrição do que é ser um escravo do pecado.
Nos versículos 19-23, Paulo descreve a luta de saber o que é certo e ainda assim permanecer cativo às seduções do pecado (vs. 19-23). Então Paulo faz seu grito desesperado: “Miserável homem que eu sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?”(vs. 24 NVI). A palavra “miserável” é a palavra grega talaiporos e só é encontrada em outro lugar no Novo Testamento em Ap 3:17, na mensagem à igreja de Laodiceia. Nós somos a igreja de Laodiceia em que muitos estão cegamente seguindo ao pecado. Cristo quer nos libertar desta escravidão, e veremos como ele faz isso no próximo capítulo.
Graças a Deus pela libertação do pecado que Cristo quer e pode fazer por nós (v. 25)!
Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1299
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Também disponível em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/rom/6
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados29-05-2018.mp3
Este texto em áudio (locução Valesca Conty):
Filed under: Sem categoria
ROMANOS 7 – Deixar de pecar não é tão simples como parece. A luta é árdua e sobrenatural. É importante que interpretemos corretamente esta luta porque isto nos encherá a alma de leveza e esperança.
Estude, medite e ore…
• O transgressor, réu de morte, condenado pela Lei, ao morrer com Cristo, morre para a Lei. Antes, pecador, sujeito à condenação pela penalidade da Lei; agora convertido, assim como a morte desfaz o laço matrimonial, a morte para o pecado desfaz o laço que nos prendia ao jugo da lei, liberando o transgressor para um novo relacionamento: com Cristo (vs. 1-6).
• A liberdade experimentada após a morte para o pecado não libera infringir a Lei; liberta para servirmos a Cristo em novidade de vida. Pois, ser livre da Lei, conforme o texto, não significa ser livre da obediência a ela, mas da sua penalidade. A Lei, na verdade, é santa, justa e boa, serve para a santificação do cristão, uma vez que o Espírito Santo quer imprimi-la e moldar nossas atitudes conforme sua regência (Romanos 3:31; 7:12, 16, 22; ver Jeremias 31:33; Ezequiel 36:26-27).
• A Lei não pode ser incorretamente interpretada para que sua função não seja mal compreendida. Entender o real propósito da Lei não nos fará desprezá-la, mas valorizá-la; pois, na Lei criada pelo Soberano do Universo não existem erros. Somos nós, pecadores, que estamos errados; portanto, pela Lei somos condenados. O problema não está na Lei, está em nosso pecado. A Lei tem função de revelar pecados. O problema do ladrão não é a Lei, mas sua má conduta. Se nosso inimigo for a Lei divina, estaremos combatendo a Deus, em vez de combater ao pecado (vs. 6-14).
• Mesmo após possuir convicção de pecado e reconhecer a importância da Lei de Deus, o pecado habita no coração humano; desta convicção resulta uma luta constante, pois a lei do pecado está constantemente guerreando contra a nossa consciência despertada para a justiça da Lei (vs. 15-22).
• Ao reconhecer a miserabilidade humana e entender o que Cristo fez, iremos agradecer pelo dom da salvação, apesar da luta diária a enfrentar entre desejos da carne e a consciência da justiça da Lei (vs. 24-25).
Profundo, não? Mergulhe mais profundamente neste capítulo e assimile seu conteúdo à tua vida! Busque a Jesus, então acharás felicidade! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (v.19).
Fazendo uma analogia com o casamento, Paulo procurou atrair a atenção dos romanos à aliança renovada através de Cristo. Ainda escravos das tradições e do regime da lei, os novos conversos precisavam compreender a verdadeira função da lei. Empenhados em segui-la com zelo, ergueram-na em um pedestal sobre o qual não convinha estar. A lei que deveria ser um instrumento de justiça, tornou-se-lhes uma pedra de tropeço pela sua observância com a intenção de obter a salvação. A obediência à lei de Deus tornou-se um fardo, não um prazer.
De fato, a lei aponta para a inevitável verdade de que somos pecadores e, por isso, condenados à morte; que ninguém, por mais que se esforce, pode alcançar mérito algum por intermédio da lei. Quando Jesus ampliou a extensão dos mandamentos no sermão do monte, atingiu em cheio o coração de Seus ouvintes no sentido de que a simples intenção de adulterar, por exemplo, diante de Deus, já qualifica o pecador como adúltero e, portanto, morto pela quebra do sétimo mandamento do Decálogo. As nossas iniquidades, porém, não descaracterizam em nada o caráter da lei do Senhor, pois “a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (v.12).
Por meio da lei, ou seja, “por meio de uma coisa boa”, conseguimos enxergar a verdadeira face do pecado, que é “sobremaneira maligno” (v.13). Através de um instrumento espiritual, a nossa carnalidade é evidenciada e percebemos o quanto o pecado nos escraviza (v.14). Inicia-se, então, um grande conflito entre o bem e o mal. Porque quanto mais nos aproximamos de Deus, quanto mais buscamos a Sua presença e o Seu conhecimento, mais evidente se torna a nossa débil condição. Por diversas vezes, Paulo expõe a sua luta interior pelas seguintes confissões: “o pecado que habita em mim” (v.17); “na minha carne, não habita bem nenhum” (v.18); “o mal que não quero, esse faço” (v.19); “o pecado que habita em mim” (v.20); “prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros” (v.23); “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (v.24).
Se naquela época houvesse a tecnologia que temos hoje, imagino o quanto seria viralizada nas redes sociais a “publicação” de Paulo. Um homem que abriu mão de tudo para pregar o evangelho; que por tantas vezes correu risco de morte; um homem cujas mãos eram instrumentos de cura; que não dava um passo sequer sem a permissão do Espírito Santo. Agora, expondo a sua fragilidade, de um ser humano passível de erros como qualquer outro, que apesar de desejar com todas as forças fazer apenas a vontade de Deus, acaba fazendo o mal que sua consciência condena. Paulo simplesmente indicou, através de sua experiência, o endereço do pecado: “o mal reside em mim” (v.21).
Um dos maiores enganos de Satanás é o de nos fazer pensar que já fomos derrotados e que não temos mais jeito. Que acreditemos no ditado de que ‘pau que nasce torto, morre torto’, aprisionando-nos à “lei do pecado” (v.23). Cuidado com a aplicação desta expressão, pois ela não tem nada a ver com a lei dos mandamentos. Paulo usa a expressão “lei” referindo-se, em diferentes casos, à lei dos mandamentos, à lei das ordenanças (ou lei cerimonial) e à lei do pecado. Mas o que seria um discurso desprovido de esperança e totalmente desanimador, termina com a bendita esperança: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (v.25).
O supremo amor de Deus pela raça caída rompe as barreiras do pecado que reside em nós, através da graça de Cristo, e nos transforma em “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19). Eis um mistério inexplicável. É por isso que “esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo 5:4). Que, pela fé, nos apeguemos à maravilhosa promessa da salvação em Cristo Jesus e que a nossa obediência seja tão-somente o resultado de nossa entrega.
Bom dia, vitoriosos pela fé em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Romanos7 #RPSP
Filed under: Sem categoria
1687 palavras
1-6 Em 7.1-6, a liberdade da lei é ilustrada em termos da relação entre a esposa e seu marido. A comparação é simples: assim como a morte dissolve o vínculo entre o marido e esposa, a morte do crente com Cristo rompe o jugo da lei. ele está livre para unir-se com Cristo. Bíblia Shedd.
Nós agora servimos não pela obediência a um conjunto de regras, mas a partir de corações renovados e mentes que transbordam com o amor de Deus. Life Application Study Bible.
2,3 A morte altera decisivamente o relacionamento que a pessoa tem com a lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 corpo de Cristo. A referência aqui é à morte física de Jesus Cristo. Bíblia de Genebra.
5 A tendência do homem é desejar o proibido. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 “Espírito” refere-se às novas relações e forças produzidas em Cristo pelo Espírito Santo. Bíblia Shedd.
em novidade de espírito. Algumas pessoas tentam ganhar acesso a Deus pela observância de um conjunto de regras (obedecer aos Dez Mandamentos, servir à igreja fielmente, fazendo boas obras), mas tudo o que conseguem com seus esforços é frustração e desânimo. Contudo, por causa do sacrifício de Cristo, o acesso a Deus já está aberto e podemos nos tornar Seus filhos simplesmente como colocarmos nEle a nossa fé. Não mais tentando alcançar a Deus através da observância de regras, nós nos tornamos mais e mais semelhantes a Jesus à medida que vivermos com Ele, dia após dia. Permita que o Espírito Santo mova a sua atenção de sua performance para Jesus. Ele te libertará para que você possa servi-Lo com amor e gratidão. Isto é o que significa viver “em novidade de espírito”. Life Application Study Bible.
não na caducidade da letra. Literalmente, na velhice da letra”. Isso descreve a obediência legalista dos que tentam assegura r a salvação pelas obras da lei. Era assim o serviço dos fariseus, que tinham o cuidado de “dar o dízimo da hortelã , do endro e do cominho”, mas, ao mesmo tempo, omitiam as coisas mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé” (ver com. de Mt 23:23). Essas “coisas mais importantes” eram os assuntos do coração e do espírito. O serviço “na caducidade da letra” só pode conduzir ao pecado e à morte (Rm 7:5). Mas o evangelho traz o oferecimento de Deus para capacitar as pessoas a prestar serviço espiritual de coração. O novo nascimento do Espírito Santo significa a criação de um coração puro e a renovação de um espírito reto (ver SI 51:10), de modo que, a partir de então, o crente não mais serve a Deus por um sentimento de escravidão legal e por medo, mas em um novo espírito de liberdade e amor (cf. Jo 4:23; 6:63; 2Co 3:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 5, p. 602.
7-25 É melhor tomar esta passagem como uma autobiografia, ainda que seja a biografia de todo homem. Ainda que Paulo pudesse afirmar que era “irrepreensível quanto à justiça que há na lei” (Fp 3.6) na sua vida antes de conhecer o Senhor, sem dúvida ele se refere aos atos externos e não á cobiça. … Pior ainda, a própria proibição do mandamento aumentou o desejo (vv 8-11). Bíblia Shedd.
estava morto. Permanecia escondido, como uma serpente adormecida. Andrews Study Bible.
9 reviveu o pecado. Na verdade, o pecado tinha estado sem oposição no controle de sua vida (v. 5). Mas a vinda do “mandamento” desafiou a presença do pecado e de seu direito de controlar a vida. Então, o pecado se ergueu para manter sua autoridade contestada. Em toda a sua malignidade e força, ele surgiu em seu verdadeiro caráter, como um enganador, inimigo e assassino. CBASD, vol 5, p. 605.
morri. Paulo veio a reconhecer que estava condenado à morte, porque a lei revela o pecado, e o salário do pecado é a morte (6.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
11, 12 o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou. O pecado nos parece atraente exatamente porque Deus nos falou para não o fazermos. Em vez de prestarmos atenção às Suas advertências, nós as usamos como uma lista “a fazer”. Quando formos tentados a sermos rebeldes, devemos olhar para a lei de uma perspectiva mais ampla – à luz da graça e da misericórdia de Deus. S focarmos o Seu grande amor por nós, entenderemos que Ele apenas nos restringe de ações e atitudes que, na verdade, nos trariam dano. Life Application Study Bible.
12 a Lei é santa. A despeito do uso desprezível que o pecado fazia da lei, a lei não era culpada disso. A lei é de Deus e, por isso mesmo, é santa, justa e boa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 acaso o bom se me tornou em morte? A resposta de Paulo à sua própria pergunta é um “não”. O pecado em mim foi que se tornou a causa de minha morte espiritual, impelindo-me a quebrar a boa lei de Deus. O pecado, pois, é visto como “sobremaneira iníquo”. Bíblia de Genebra.
O pecado usou uma coisa santa (a lei) para uma finalidade ímpia (a morte). Esse fato revela quão desprezível é o pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não foi a lei que causou o pecado e sim ao pecado. Andrews Study Bible.
14 a lei é espiritual em sua origem, pois foi dada por Deus, e “Deus é espírito” (Jo 4:24). É de natureza espiritual, no sentido de que é “santa, e justa e boa”, e na medida em que exige obediência que pode ser prestada apenas por aqueles que são espirituais e têm o fruto do Espírito (Mt 22:37-39; Jo 15:2; Rm 13:8, 10; Gl 5:22, 23 ; Ef 3:9). CBASD, vol 5, p. 609.
fui vendido como escravo ao pecado. Forma vívida de mostrar o fracasso dos próprios cristãos diante das exigências éticas e morais do evangelho. Até mesmo ressalta a natureza persistente do pecado.13 O pecado usou uma coisa santa (a lei) para uma finalidade ímpia (a morte). Esse fato revela quão desprezível é o pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Não entendo. A luta no íntimo cria tensão, ambivalência e confusão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Isto é mais do que o grito de um homem desesperado – descreve a experiência de todo cristão a lutar contra o pecado ou tentando agradar a Deus observando regras e leis seu o auxílio do Espírito. Nunca devemos subestimar o poder do pecado. Nunca devemos tentar lutar com nossas próprias forças. Temos um inimigo diligente e, por outro lado, temos uma surpreendente capacidade de apresentar desculpas.Em vez de tentar vencer o pecado com o poder humano, devemos nos apropriar do tremendo poder de Cristo que está disponível a nós. Esta é a provisão de Deus para a vitória sobre o pecado: Ele envia o Espírito Santo para morar em nós e nos dar poder. E quando caímos, Ele se achega amorosamente e nos ajuda a levantar. Life Application Study Bible.
16 admito que a Lei é boa. Mesmo quando Paulo é rebelde e desobediente, o Espírito Santo lhe revela a essencial bondade da lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 não sou mais eu quem o faz. Não uma tentativa de escapar da responsabilidade moral, mas uma declaração do forte controle que o pecado pode manter sobre a vida do cristão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo, na verdade estava descrevendo um profundo conflito que todo crente encontra inerente em sua vida em Cristo. Cristo habita nele (Gl 2.20) e, no entanto, o pecado também habita nele (vs. 17, 20). Uma perfeita conformidade com a vontade de Deus, no presente, estava fora de seu alcance. Bíblia de Genebra.
em minha carne. Nos meus membros infectados com o pecado. Andrews Study Bible.
20 O cristão vive em dois mundo ao mesmo tempo. Esta é a razão por que a carne “milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si” (Gl 5.17). A vitória contra este inimigo (o pecado que reside em nós) não vem sem luta ou num minuto. Graças a deus a vitória virá por Cristo! Bíblia Shedd.
23-35 A luta interna contra o pecado era tão real para Paulo o quanto é para nós. De Paulo aprendemos como tratar disto. Sempre que paulo se sentia perdido, ele retornava ao início de sua vida espiritual, lembrando que ele já havia sido liberto por Jesus Cristo. Quando você se sentir confuso e esmagado pela sedução do pecado, siga o exemplo de Paulo: agradeça a Deus pela liberdade através de Jesus Cristo. Deixe a realidade do poder de Cristo levar você à real vitória sobre o pecado. Life Application Study Bible.
24 Quem me livrará. Esse não é um grito de desespero, porquanto Paulo sabe a resposta e a fornece no versículo seguinte. Bíblia de Genebra.
do corpo sujeito a esta morte? Expressão figurada do corpo do pecado (6.6), que pesava sobre ele como um cadáver e do qual não conseguia libertar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. O livramento vem, não esforço legalístico, mas mediante Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O que a lei, a consciência e a força humana desajudada não podem fazer, pode ser feito pelo plano do evangelho. A libertação completa está disponível por meio de Jesus Cristo e por meio dEle apenas (comparar com “graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo ” [1Co 15:57]). Este é o clímax para o qual aponta o raciocínio de Paulo neste capítulo. Não é suficiente ser convencido da excelência da lei ou reconhecer a sabedoria e a justiça de suas reivindicações. Não é suficiente consentir que ela é boa ou até mesmo deliciar-se com seus preceitos. Nenhum esforço sério de obediência vale contra a lei do pecado nos membros, até que o pecador em batalha se entregue à fé em Cristo. Então, a entrega a uma Pessoa toma o lugar da obediência legalista a uma lei. E visto que é um a submissão a uma Pessoa muito amada, ela é percebida com o perfeita liberdade (ver CC, 19; CBV, 131; DTN, 466). CBASD, vol. 6, p. 613.
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-6/
Romanos 6 é um dos grandes capítulos da Escritura, onde Paulo chega a uma magistral descrição do poder do evangelho. Os cinco primeiros capítulos mostraram a necessidade que todos temos da graça de Deus, graça que é maior que o nosso pecado. No entanto, aqui Paulo deixa muito claro que a graça de Deus não nos dá licença para continuarmos em pecado. De fato, ele mostra que, quando somos justificados pela fé estamos mortos para o pecado e não mais vivemos pecando (vs. 1, 2).
Ele nos mostra que assim como Jesus foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, também nós somos ressuscitados para viver uma nova vida de fé.
Paulo mostra que a morte não tem mais domínio sobre Cristo, e que enquanto permanecermos submissos a Ele, Cristo, o pecado não tem mais domínio sobre nós (vs. 8-15). O capítulo termina mostrando que somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Quando obedecemos ao velho homem do pecado, somos escravos do feitor que se chama pecado. Quando somos escravos da justiça obedecemos a Deus. Aqui está envolvida uma escolha. A quem você escolhe servir?
Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1298
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Também disponível em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/rom/6
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados28-05-2018.mp3
Este texto em áudio: