Reavivados por Sua Palavra


Jeremias 44:17 – A Rainha dos Céus by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2014, 15:35
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"Esta deusa é normalmente identificada com a Ishtar assírio-babilônica. Dado que havia cerimônias imorais ligadas a essa adoração, ela despertou calorosa indignação em Jeremias, particularmente porque isso parece ter sido uma parte preeminente da idolatria então praticada. A Ishtar assírio-babilônica, a deusa-mãe, era equivalente à divindade conhecida pelos hebreus como Astarote e pelos cananeus como Astarte, cujas estatuetas são encontradas na Palestina. Esta deusa da fertilidade, da maternidade, do amor sexual e da guerra, era adorada em ritos extremamente degradantes e imorais. Era a mesma deusa adorada com muitos nomes e, em vários aspectos, como a mãe-terra, a mãe virgem e é identificada em sentido geral com Atagartis, a "Grande Mãe" da Ásia Menor, Artemis (Diana) dos efésios, Vênus e outras. Vários nomes aplicados à deusa-mãe virgem contém um elemento que significa "senhora" ou "dona", como Nana, Innini, Irnini, Beltis. Algumas das designações eram Belti, "minha senhora" (o equivalente exato do italiano Madonna), Belit-ni, "nossa senhora" e "rainha do céu", o nome com o qual Ishtar era adorada nos telhados como estrela matutina ou vespertina, com uma oferta de bolos, vinhos e incenso. Ishtar também era conhecida como a mãe misericordiosa que intercedia junto aos deuses em favor de seus adoradores. Alguns desses nomes e atributos são aplicados hoje à virgem Maria, e acredita-se que muitos aspectos da devoção dos cultos à virgem Maria no catolicismo sejam vestígios modernos da antiga adoração a essa deusa-mãe do mundo pagão." Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 546.



Jeremias 45 by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus, coragem, testemunho, verdade | Tags: ,

Comentário devocional:

O capítulo anterior (Jer. 44) tratava de acontecimentos ocorridos dez anos após a destruição de Jerusalém pela Babilônia (586-576 a.C.). Este capítulo (Jer. 45) está fora de sequência e complementa o capítulo 36, que é um registro da mensagem de Deus que Jeremias deveria entregar ao rei Joaquim de Judá anos antes, em 604 aC. Por alguma razão, Jeremias não pôde ir, então ele pede que Baruque leia a mensagem de Deus ao rei impenitente e aos seus servos. 

Jeremias 45:3 deixa claro que Baruque tinha um medo terrível de executar seu dever: “Ai de mim! O Senhor acrescentou tristeza ao meu sofrimento. Estou exausto de tanto gemer, e não encontro descanso.” (NVI). Baruque deve ter desejado alguma palavra de Deus assegurando-lhe Sua proteção contra o ímpio rei Joaquim.

Há pelo menos quatro pontos que Deus deixa claro. Em primeiro lugar, Deus iria permitir a destruição de Jerusalém (Jer 36:29). Em segundo lugar, Deus também se sentia triste por destruir o que Ele mesmo tinha construído, e arrancar o que Ele mesmo havia plantado (Jer 45:4). Em terceiro lugar, Baruque não deveria esperar bons resultados nesta tarefa (v. 4, 5). Por fim, Deus garantia a segurança da vida de Baruque após a entrega desta mensagem (v. 5).

De fato, o rei Joaquim queimou o rolo que Baruque escreveu (Jer 36:23) e ordenou aos seus servos que prendessem Baruque e Jeremias, mas Deus os escondeu dos olhos do rei e dos seus servos (Jer 36:26). Após Joaquim queimar o livro, Deus ordenou a Baruque que reescrevesse a mesma mensagem em um novo rolo (Jer 36:28, 32).

Após este incidente, o etíope Ebede-Meleque recebeu uma mensagem divina de incentivo (Jer 39:16-18), assim como Baruque também recebeu (Jer 45:4,5).

O que podemos aprender com este capítulo? “O Senhor não dá lugar na Sua obra aos que têm maior desejo de alcançar a coroa do que de transportar a cruz. Deseja homens que pensem mais em cumprir o dever do que em receber recompensas — homens que sejam mais amantes dos princípios do que de promoção” (A Ciência do Bom Viver, 476.2)

Precisamos orar para sermos como Jeremias e Baruque, cumprindo o nosso dever independente das circunstâncias, sem esperar recompensa.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/45/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 45 



Jeremias 44 by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2014, 0:00
Filed under: correção, idolatria, pecado | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Os judeus que se mudaram para o Egito se estabeleceram em quatro lugares: Migdol e Tafnes, na fronteira, Mênfis (Baixo Egito) e Patros (Alto Egito). A última mensagem profética de Jeremias para este povo deixava claro que o motivo dos problemas que enfrentavam, entre eles a fome e a destruição de Jerusalém, era a sua adoração de ídolos e por servirem a outros deuses (v. 2-10). Mesmo após a destruição de Jerusalém eles não haviam se arrependido e voltado para Deus.

A mensagem de Deus entregue ao povo de Judá, no Egito, foi uma mensagem de punição. Ali eles não viveriam ilesos como pensavam que seria (v. 11-14).

Mesmo que a mensagem de Deus possa parecer apenas uma mensagem negativa, devemos entender que toda a mensagem de punição é condicional. Por exemplo, a mensagem de Deus ao povo de Nínive era negativa (Jonas 3:4). No entanto, quando o povo se arrependeu, a cidade não foi destruída (Jonas 3:10). Também a mensagem dada a Ezequiel era negativa (Ezequiel 3:18); no entanto, se o ímpio se arrependesse, sua vida poderia ser prolongada (Ezequiel 3:21).

O povo de Judá no Egito respondeu a Jeremias e disse: “É certo que faremos tudo o que dissemos que faríamos — queimaremos incenso à Rainha dos Céus e derramaremos ofertas de bebidas para ela, tal como fazíamos, nós e nossos antepassados … . Naquela época tínhamos fartura de comida, éramos prósperos e nada sofríamos. Mas, desde que paramos de queimar incenso à Rainha dos Céus e de derramar ofertas de bebidas a ela, nada temos tido e temos perecido pela espada e pela fome” (v. 17, 18 NVI).” 

Jeremias lhes respondeu, dizendo que o que eles e seus antepassados tinham feito era errado e que era por causa deste mau comportamento que eles sofriam e a terra estava desolada (v. 22, 23). Disse-lhes também: “os judeus no Egito perecerão pela espada e pela fome até que sejam todos destruídos… Serão poucos os que escaparão da espada e voltarão do Egito para a terra de Judá” (v. 27, 28).

O nome “Rainha do Céu” é outro nome da deusa assíria relacionada com o planeta Vênus. Em outros lugares da Bíblia ela é chamada Astarote e Anate. Os crentes desta religião adúltera haviam praticado a cerimônia de fertilidade oficiada pelas prostitutas femininas e prostitutos masculinos de seus templos.

O povo de Judá teimosamente afirmou que não iria mais servir a Deus, e violou dois dos mandamentos de Deus: a adoração de ídolos e o adultério. Que tragédia para o povo de Deus cometer tal maldade! Que lição para nós hoje!  

Querido Deus, quando enviares mensagens de advertência e reprovação, mantenha o meu coração sensível a Teus apelos e minha mente disposta a fazer a Tua vontade. Amém.

Yoshitaka Kobayashi
Japão         

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/44/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Jeremias 44 



Jeremias 43 by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Aliança, caráter de Deus, confiança em Deus, profecias, verdade | Tags: ,

Comentário devocional:

Quando o profeta Jeremias acabou de apresentar as palavras de Deus, os capitães dos judeus lhe disseram: “Você está mentindo! O Senhor não lhe mandou dizer que não fôssemos residir no Egito. Mas é Baruque, filho de Nerias, que o está instigando contra nós para que sejamos entregues nas mãos dos babilônios, a fim de que nos matem ou nos levem para o exílio na Babilônia” (v. 2 NVI). 

Joanã e outros capitães de campo não acreditaram nas palavras de Jeremias. Eles tinham que admitir que Jeremias havia predito corretamente a destruição de Jerusalém e do reino de Judá, mas era difícil para eles acreditarem numa invasão do exército babilônico ao Egito.

Na história do Antigo Oriente Próximo nenhum exército da Mesopotâmia jamais havia viajado mais de 1600 km a pé, através do Crescente Fértil, para atacar o Egito. Então Joanã e os outros capitães de campo, tomaram todas as pessoas que estavam com eles, incluindo Jeremias e seu secretário Baruque, e rumaram para Tafnes, a leste do Delta do Nilo, no Egito. Sua mudança para o Egito era um “memorial da estultícia [loucura] de deixar os conselhos de Jeová pela sabedoria humana” (Profetas e Reis 461).

Então, Deus ordenou a Jeremias que profetizasse contra o povo de Judá com uma ação simbólica de enterrar grandes pedras na calçada de tijolos quadrangulares em frente da casa real egípcia. As pedras escondidas em frente da casa real egípcia simbolizavam os capitães dos judeus e o povo de Judá que vieram buscar refúgio sob a proteção do rei egípcio. 

Jeremias, então, transmitiu ao povo o que o Senhor lhe dissera a respeito da destruição que o rei Nabucodonosor da Babilônia faria contra eles e os egípcios. Nabucodonosor iria ferir a terra do Egito, matar uma parte deles e levar algum deles para o cativeiro na Babilônia. Ele também iria quebrar as imagens dos ídolos no Egito.

“Um texto fragmentário que agora pertence ao Museu Britânico de Londres declara que Nabucodonosor levou a efeito uma expedição punitiva ao Egito no seu 37º ano (568-567 a.C.), durante o reinado do Faraó Amásis (v. Ez 29.17-20).” Comentários da Bíblia NVI Vida [nt].

O que podemos aprender com este capítulo? Desde o momento em que Deus fez um pacto com o povo de Israel, Ele sempre foi fiel ao Seu povo tentando resgatar a Si os infiéis, não desistindo facilmente deles. Ele sempre tentou manter o relacionamento com eles. Somos gratos porque Ele ainda manifesta este comportamento conosco, hoje.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/43/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 43 



Jeremias 42 by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2014, 0:00
Filed under: fidelidade | Tags: , ,

Comentário devocional:

Joanã e outros capitães militares resgataram com sucesso as pessoas que tinham sido capturadas por Ismael. Então, em vez de voltarem para Mispa, Joanã, os capitães e as pessoas, temendo a vingança dos caldeus da Babilônia, decidiram fugir para o Egito e chegaram a uma estalagem em Gerute-Quimã perto de Belém, ao sul de Jerusalém (Jer 41:17).

Os capitães militares e as pessoas resgatadas queriam uma viagem segura para o Egito. Jeremias estava entre essas pessoas em Gerute-Quimã. Eles sabiam que a profecia de Jeremias acerca da destruição de Jerusalém pelos caldeus tinha se cumprido integralmente. Por isso queriam ouvir da boca de Jeremias qual a orientação de Deus a respeito, a fim de garantir a proteção divina em sua fuga para o Egito. Eles ocultaram a firme determinação de fugirem para o Egito fingindo ser humildes, e disseram a Jeremias: “Quer seja favorável ou não, obedeceremos ao Senhor, o nosso Deus” (Jer 42:6, NVI). 

Jeremias lhes garantiu que bênçãos divinas seriam derramadas sobre eles se aceitassem ficar em Judá (42:7-19), mas se fugissem para o Egito, perderiam suas vidas. Deus conhecia os corações deles e que estavam determinados a fugir para o Egito. Então Jeremias acusou-os, dizendo: “Eu lhes disse, hoje mesmo, o que o Senhor, o seu Deus, me mandou dizer a vocês, mas vocês não lhe estão obedecendo. Agora, porém, estejam certos de que vocês morrerão pela guerra, pela fome e pela peste, no lugar em que vocês desejam residir” (Jer 42:21-22, NVI).

Quando procuraram a Jeremias para ouvirem a Palavra do Senhor eles haviam jurado solenemente: “Que o Senhor seja uma testemunha verdadeira e fiel contra nós, se não mantivermos o nosso juramento! Juramos que faremos tudo o que o Senhor teu Deus te mandar dizer-nos “(Jeremias 42:5 New English Bible – NEB). Eles enganosamente juraram em nome do Senhor. Eles quebraram o mandamento encontrado em Levítico 19:12 “Não jurem em meu nome com a intenção de enganar profanando assim o nome do vosso Deus” (NEB).

Toda forma de engano é pecado contra Deus. Precisamos ser cristãos verdadeiros, pessoas sinceras, sem engano, que não profanam o nome de Deus.

Nesse relato percebemos o imenso amor de Deus para com seu povo. Após a destruição de Jerusalém, sob circunstâncias nada favoráveis, Deus amorosamente promete proteção aos restantes que haviam ficado na terra, caso eles confiassem em Sua Palavra e aceitassem permanecer em Judá. Infelizmente os líderes decidiram ir para o Egito e o povo os seguiu. Mais uma vez os planos bondosos de Deus foram impedidos de se cumprirem na vida do seu povo devido à incredulidade e desobediência. 

Oremos para que Deus nos dê um coração disposto a aceitar e obedecer a todas as suas orientações.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/42/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Jeremias 42 



Jeremias 41 by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2014, 0:00
Filed under: consequências, correção, profecias | Tags: ,

Comentário devocional:

Ismael e os outros dez altos funcionários do último rei Zedequias foram, aparentemente de forma pacífica, comer com Gedalias, em Mispá, e traiçoeiramente o mataram (v. 1,2). Mataram também os judeus e os soldados caldeus que estavam com ele (v. 3). Mostrou-se correto o relatório de Joanã a Gedalias que o alertava do plano de Ismael para matá-lo. No dia seguinte, Ismael matou também 70 das 80 pessoas que vinham de Siquém, Siló e Samaria trazer oferendas ao templo de Deus. Ismael e seus companheiros jogaram os corpos em uma cisterna, feita para resistir em tempos de guerra, de tal forma que a cisterna ficou totalmente cheia de corpos (v. 4-9).

Ismael, então, se retirou em direção à terra dos amonitas, levando “como prisioneiros todo o restante do povo que estava em Mispá” (v. 10 NVI). Quando chegaram ao açude de Gibeom, Joanã e seus homens os alcançaram, mas Ismael e oito de seus homens ainda conseguiram escapar para Amom (v. 11-15). Joanã e os demais capitães dos judeus então decidiram fugir para o Egito, porque temiam a reação dos babilônios por causa do assassinato de Gedalias, a quem os babilônios tinham deixado como governador da terra. E pararam perto de Belém, a caminho do Egito.

Isso tudo aconteceu porque Gedalias não consultou Jeremias, o profeta de Deus, para saber se era verdadeira a advertência, feita por Joanã, de que Ismael planejava assassinar o governador. Isto nos lembra a história de Josias, que fez muitas coisas boas para Deus por muitos anos, mas morreu porque não consultou Deus se deveria realmente lutar contra o exército egípcio (2 Crônicas 35:20-24).

O líder do povo de Deus deve ser sempre um homem piedoso, que busque a orientação de Deus. Este capítulo está repleto de acontecimentos terríveis que poderiam ter sido evitados se o líder Gedalias fosse um homem de oração ou mesmo um homem de coração humilde que consultasse a Deus, através de Jeremias, sobre o que deveria fazer. Se Gedalias tivesse orado e consultado o profeta sobre o que fazer, Deus teria lhe mostrado e protegido.

Senhor, impressiona-nos a sempre conhecer mais sobre a Tua vontade. Que estejamos prontos a seguir Tua vontade quaisquer que sejam as circunstâncias.

Yoshitaka Kobayashi,
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/41/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Jeremias 41 



Jeremias 40 by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Israel | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Nebuzaradã, o capitão da guarda babilônica levou Jeremias preso em correntes até Ramá, provavelmente em Naftali, após a destruição de Jerusalém. Jeremias 40:1-6 é uma explicação do resumo em Jeremias 39:11-14.

O rei Nabucodonosor mandou Nebuzaradã não fazer mal a Jeremias, mas que cuidasse bem dele e que concedesse qualquer pedido seu. Nebuzaradã, então, deu a Jeremias liberdade para ir a qualquer lugar que quisesse. Jeremias decidiu viver perto de Gedalias, em Mispa de Benjamim, a quem Nabucodonosor nomeou como governador de Judá. Deus concedeu ao novo governador ajuda através da presença do profeta Jeremias com ele. Jeremias poderia consultar a vontade do Senhor sempre que o governador pedisse.

Gedalias foi um bom governador do ponto de vista humano. Ele procurou a bondade e a felicidade do povo de Judá (Ver Jeremias 40:9-10).

Havia capitães do exército de Judá, do lado de fora de Jerusalém, que não foram capturados pelos babilônios. Eles foram a Gedalias e lhe disseram que havia um plano para matá-lo através de Ismael, a mando de Baalis, o rei dos amonitas. Gedalias não acreditou no relatório de Joanã e dos capitães do exército da Judéia. Mas Joanã estava preocupado e propôs um plano para matar Ismael antes que ele matasse o governador. Joanã sabia que o pequeno povo remanescente de Judá se dispersaria caso o governador Gedalias fosse assassinado por esses assassinos pró-egípcios. No entanto, o governador foi complacente para com os assassinos ao não acreditar no relatório. Ele ordenou a Joanã, “Não faça uma coisa dessas. O que você está dizendo sobre Ismael não é verdade. Você não deve matar Ismael. Porque você fala falsamente a respeito de Ismael” (v. 16 NVI).

Faltava algo para Gedalias, aliás, a coisa mais importante na vida de qualquer ser humano. Antes de sua decisão final ordenada a Joanã, Gedalias deveria ter consultado o profeta Jeremias, que estava com ele, se este rumor de assassinato era verdadeiro. Se o profeta dissesse: “É verdade”, ele então poderia perguntar a Jeremias o que deveria fazer.

Gedalias era um homem de boa vontade, que amava as pessoas, mas neste momento importante de decisão, ele não fez a coisa mais importante: consultar a Deus através do profeta Jeremias. Deus quer ser consultado.

Senhor, ajuda-nos a evitar o terrível erro de Gedalias. Nos momentos decisivos de nossa vida, ajuda-nos a consultar a Ti ao invés de confiarmos em nosso julgamento.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/40/

 Traduzido por JAQ/JDS

 Texto bíblico: Jeremias 40 



Jeremias 39 by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Israel | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Os primeiros versos deste capítulo mencionam a invasão de Jerusalém por Nabucodonosor e o que ele fez a Zedequias e ao povo de Judá. O rei Zedequias defendeu sua cidade por mais de dois anos, mas no décimo primeiro ano do seu reinado uma parte do muro foi derrubada. Depois de ver os chefes babilônicos entrarem na cidade, Zedequias e seus soldados fugiram de Jerusalém secretamente no meio da noite. Eles queriam fugir pela campina do Jordão, mas foram capturados perto de Jericó. Então, foram levados ao rei Nabucodonosor em Ribla, na terra de Hamate, na Síria.

Nabucodonosor matou os filhos de Zedequias e os nobres de Judá, cegou os olhos de Zedequias, prendeu-o com cadeias de bronze e o levou cativo para Babilônia. Nesse meio tempo os caldeus queimaram o palácio do rei e as casas dos judeus e derrubaram os muros de Jerusalém. Então Nebuzaradã, o capitão babilônico da guarda, deportou o resto do povo de Judá, para a Babilônia, exceto os agricultores pobres da Judéia.

Enquanto Jeremias ainda estava encarcerado no pátio da guarda, veio a ele a mensagem de Deus para que dissesse a Ebede-Meleque, que havia anteriormente salvo Jeremias de sua prisão no poço de lama, de que não morreria na invasão da cidade. Deus garantiu a sua vida.

Este capítulo contrasta três tipos de pessoas. Em primeiro lugar, os oficiais do rei que confiavam no Egito e odiavam Jeremias. Eles eram maus e se opuseram a Deus. Em contraste, Ebede-Meleque salvou a vida de Jeremias e, pelas informações que dispomos, era um homem de caráter, que confiava em Deus.

O rei Zedequias, no entanto, não pertence a nenhum desses dois grupos. Ele foi sensível o suficiente para salvar Jeremias das mãos dos príncipes, mas não aceitou a sugestão de Jeremias de se render ao rei de Babilônia, porque confiava na força do exército egípcio contra os babilônios. O resultado de sua descrença em Deus foi a destruição de Jerusalém e o fim do reino de Judá. 

Jeremias 39:1-8 descreve o miserável fim da vida de Zedequias. Ele poderia ter evitado tal desgraça se tivesse acreditado plenamente e obedecido a mensagem de Deus através de Jeremias.

Como podemos evitar ser como o rei Zedequias e os seus oficiais? Ouvindo e obedecendo de boa vontade a voz de Deus através de Seus mensageiros ao invés de julgar cada situação de acordo com os padrões do mundo.

Yoshitaka Kobayashi, 

Japão

 

Texto bíblico: Jeremias 39 



Jeremias 38 by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2014, 1:12
Filed under: correção, escolhas | Tags: , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo, vemos os últimos apelos de Jeremias aos líderes e ao último rei de Judá, Zedequias, no 11º ano do seu governo, imediatamente antes da queda de Jerusalém perante os babilônios (Jer 39). 

Alguns príncipes (v. 1) ouviram Jeremias transmitir a mensagem do Senhor a todo o povo que o visitava no pátio da guarda: “Aquele que permanecer nesta cidade morrerá …; mas aquele que se render aos babilônios …viverá.” (v. 2 NVI). Sendo esta mensagem contrária aos interesses destes líderes (para que mantivessem suas posições de destaque) e céticos com relação à Palavra de Deus pregada por Jeremias, pediram ao rei que o condenasse à morte (v. 4) como se ele fosse o inimigo público número um, por enfraquecer os ânimos do povo para a guerra.

Zedequias adotou a abordagem de Pôncio Pilatos e deixou que esses líderes decidissem o destino do profeta (v. 5). Jeremias foi, então, lançado por eles no poço sem água existente no pátio da prisão para ali morrer de fome. O poço tinha muita lama no fundo e Jeremias afundou nela (v. 6).  Foi aqui, provavelmente, que nasceu Lamentações 3: “Cercou-me de muros, e não posso escapar; atou-me a pesadas correntes.” (Lam 3:7).

O Senhor, entretanto, não permitiu que Seu profeta ficasse naquela situação e moveu o coração de um compassivo oficial etíope (negro), chamado Ebede-Meleque (“Escravo do rei”, em hebraico), que, junto à porta de Benjamim contou ao rei do perigo pelo qual passava o profeta (v. 7, 8. Ver Jer. 37:13). O rei, temeroso de ser responsável pela morte de um profeta de Deus, voltou atrás e ordenou que o oficial etíope levasse consigo três homens (NVI) sob seu comando e libertasse Jeremias do poço, o que foi feito cuidadosamente utilizando cordas e trapos velhos colocados debaixo dos braços do profeta.

A pedido do rei, Jeremias se encontrou com Zedequias na terceira entrada do templo (provavelmente uma entrada particular do palácio para o templo). O rei, então, lhe perguntou se havia alguma palavra do Senhor para ele (v. 14) e secretamente jurou que não o mataria qualquer que fosse a mensagem (v. 15, 16). O rei demonstra aqui a sua fraqueza: apesar de acreditar que Jeremias tinha realmente a Palavra de Deus, teve medo de enfrentar abertamente a vontade e influência dos príncipes. Ele, os líderes e toda Jerusalém sofreram terrivelmente por esta hesitação.

Jeremias, então, repetiu a mesma mensagem que pregara ao povo e aos príncipes: resistir significaria condenação. Esta foi a última pregação de Jeremias a Zedequias. O rei temeu mais aos homens, líderes e desertores, que a Deus e Deus o entregou e ao povo ao único amargo remédio a que sua rebeldia os levara: o cativeiro babilônico.  

O rei tomou providências para que Jeremias ficasse fora do alcance das mãos dos que queriam matá-lo, desde que mantivesse silêncio quanto a suas últimas advertências (v. 24, 25). O profeta ficou no pátio da casa da guarda, até o dia em que Jerusalém foi capturada (v. 28).

Que triste destino de um rei e de um povo que não deram crédito às solenes advertências de Deus! Estamos nós, hoje, atentos à voz da Palavra de Deus, através do Espírito Santo, corrigindo nosso caminho e cultivando a comunhão com Deus?

“Querido Deus, quando a Sua Palavra causar um impacto em nós, ajuda-nos a agir de acordo com Suas exigências e não tentarmos modificar ou negar o papel contemporâneo da Sua Palavra para nossas vidas. Amém.”

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/38/

Traduzido por JDS/JAQ/GASQ

Texto bíblico: Jeremias 38 



Jeremias 37 by Jeferson Quimelli
7 de junho de 2014, 0:00
Filed under: consequências, correção, discernimento, profecias

Comentário devocional:

Jeremias neste capítulo lida com Zedequias, o último rei de Judá, no nono ano do seu reinado de 11 anos. Ele próprio havia sido nomeado como rei de Judá por Nabucodonosor (v. 1). Nesta época, porém, os babilônios cercavam Jerusalém porque Zedequias deixara de lhes pagar tributo, confiante na aliança que havia feito com o Egito. Nem ele, Zedequias, “nem seus conselheiros, nem o povo da terra deram atenção às palavras que o Senhor tinha falado por meio do profeta Jeremias” (v. 2 NVI). Quando as pessoas estão doentes e não querem usar o medicamento oferecido para a cura, muito pouco o médico pode fazer.

Nesses dias, o rei Zedequias mandou dois homens, Jeucal e Sofonias (filho de um sacerdote) pedir a Jeremias: “Ore ao Senhor, ao nosso Deus, em nosso favor” (v. 3 NVI). Faraó com o seu exército haviam saído do Egito para combater Nabucodonosor. Este, então, levantou o cerco ao redor de Jerusalém por um tempo para enfrentar a nova ameaça (v. 5) que vinha do sudoeste.

Zedequias tinha a falsa esperança de vitória sobre os babilônios, mas Deus lhe disse, através de Jeremias, que os egípcios abandonariam seu acordo de proteção pelo qual os judeus pagavam e voltariam para a sua terra (v. 7). Zedequias e seu povo ainda não tinha aprendido que não se deve colocar suas esperanças em homens, mas sim em Deus, que conhece o fim desde o começo.

O “assim diz o Senhor” para Zedequias contrariou suas expectativas: os babilônios voltariam e queimariam Jerusalém (v. 8). Nenhum homem poderia mudar esta realidade (v. 9-10).

Quando os babilônios se retiraram, Jeremias se dispôs a ir a Anatote, tomar posse da propriedade que havia adquirido lá (v. 12. Ver Jer. 32). Ao passar pela porta de Benjamim, em Jerusalém, o capitão da guarda o acusou de estar desertando em favor dos babilônios (v. 13). Levou-o, então, aos líderes da cidade que, acreditando na acusação, “furiosos com Jeremias, espancaram-no e o pren­deram” injustamente (v. 15 NVI) por muitos dias (v. 16).

Quando o rei Zedequias mandou que trouxessem Zedequias ao palácio, perguntou-lhe em voz baixa se havia uma palavra do Senhor. Havia: “você será entregue nas mãos do rei da Babilônia.” (v. 17), disse o profeta ao rei. Jeremias então reclamou da injustiça que sofrera (v. 18). E lembrou que suas palavras haviam se cumprido e que os falsos profetas, que haviam dito que os babilônios nunca viriam, é que deviam estar sofrendo em seu lugar (v. 19).

Jeremias pede, então, ao rei para não colocá-lo de volta na prisão de onde viera, pois temia pela sua vida (v. 20). Nisto foi atendido, tendo sido deixado no pátio da guarda do rei  (v. 21).

Por um pequeno instante, o rei Zedequias pode ter pensado que se fosse benigno com um profeta do Senhor, talvez o Senhor fosse gentil para com ele. Mas seu curto período de paz iria em breve acabar pois não dera ouvidos às advertências para a vida do Senhor.

“Querido Deus, Teus apelos, através dos profetas, nos exortam diariamente a nos rendermos incondicionalmente à Tua vontade e ao Teu serviço. Para muitos, isto é pesado de se ouvir, assim como foi para Zedequias. Ajude-nos a nos render às Tuas instruções, antes que seja tarde demais. Amém”.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/37/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 37