Reavivados por Sua Palavra


Lucas 17 by Jeferson Quimelli
1 de janeiro de 2015, 1:00
Filed under: perdão, restauração, salvação | Tags: , ,

Comentário devocional:

Poucas passagens na Bíblia são mais visuais do que a advertência de Jesus aos seus discípulos em Lucas 17:1, 2: “É inevitável que aconteçam coisas que levem o povo a tropeçar, mas ai da pessoa por meio de quem elas acontecem. Seria melhor que ela fosse lançada no mar com uma pedra de moinho amarrada no pescoço, do que levar um desses pequeninos a pecar” (NVI).

Jesus também nos mostra como tratar aqueles cujo pecado nos ofende: “Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe.” (v 3 NVI). Esse é o Evangelho, a boa notícia: porque Jesus morreu por nossos pecados, podemos ser perdoados e ter a vida eterna. Quando perdoamos, até mesmo àqueles que pecaram ou tentaram outros ao pecado, estamos agindo como Jesus.

Jesus sugere que deveríamos ter mais medo de levar alguém a pecar, do que se nós mesmos pecássemos. A diferença entre as duas perspectivas pode ser sutil, mas é substancial. É possível que nossos esforços em não pecar possam ser egoístas quando nos concentramos somente em nós mesmos?

Jesus continua dizendo que, mesmo que alguém pecasse sete vezes contra nós em um dia e se arrependesse sete vezes, ainda assim teríamos que perdoá-lo (v 4). Perdoar alguém sete vezes em um dia para o mesmo pecado não é fácil, mas isso depende de nossa natureza, nossa atitude para com os outros. Colocar quaisquer limites sobre o perdão pode ser uma posição que tomamos por alguma conveniência pessoal. Se julgarmos ao invés de perdoar, não estamos agindo como Jesus. Satanás é o “acusador de nossos irmãos (cf. Zc 3:1, Ap 12:10). Só o perdão fornece uma maneira de curar e restaurar alguém.

E sobre a ordem de Jesus para repreender um pecador antes de perdoá-lo? Como podemos repreender sem provocar essa pessoa à ira? Em primeiro lugar, devemos lembrar que o propósito de uma repreensão é produzir arrependimento; o objetivo não é pronunciar julgamento. Além disso, a nossa repreensão deve ser motivada por nosso desejo de perdoar e restaurar um relacionamento.

Ao ler Lucas 17, pergunte a si mesmo como uma repreensão motivada por um espírito de perdão será diferente de uma repreensão efetuada em um espírito de justiça. Como você pode se tornar um embaixador do perdão e restauração aos pecadores mais ofensivos?

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/17/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Lucas 17 

Comentário em áudio 


Marcos 16 by Jobson Santos
15 de dezembro de 2014, 1:05
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Comentário devocional:
 
Neste capítulo, lemos que muito cedo no domingo de manhã algumas mulheres vieram para terminar sua tarefa de cuidar do corpo de Jesus. O que elas encontraram foi um anjo que lhes disse gentilmente: “Ele ressuscitou! Não está aqui” (Marcos 16: 6, NVI). Quando o anjo de Deus desceu do céu com a mensagem: “Filho de Deus, o teu Pai te chama!”, o Diabo, seus demônios e os soldados romanos não puderam mantê-lo no túmulo. Jesus é a Ressurreição e a Vida. N’Ele está ancorada nossa esperança, a nossa vida eterna.
 
Imagine comigo aquele momento, antes da morte de Jesus, em que Pedro estava se aquecendo ao lado do fogo próximo de onde Jesus estava sendo julgado. Para não ser identificado como um discípulo de Cristo, Pedro praguejou e negou diversas vezes ter qualquer ligação com o Mestre galileu. Com maldições ainda escapando de seus lábios, seus olhos se conectaram com os olhos de Jesus. O que ele viu? Nenhuma repreensão ou ódio por parte do Senhor; apenas uma suave tristeza. Aquele olhar cortou o coração não convertido de Pedro de tal maneira que ele saiu dali e chorou amargamente.
Após a ressurreição, o anjo entregou uma mensagem especial de Jesus: “Vão e digam aos discípulos dele e a Pedro: Ele está indo adiante de vocês para a Galileia. Lá vocês o verão, como ele disse” (Marcos 16:7, NVI). Em outras palavras Jesus estava dizendo: “Por favor, não esqueçam de dar este recado a Pedro! Eu sei que ele está envergonhado pela falha dele, mas Eu não o rejeitei, Eu o amo demais! Ele precisa aceitar o Meu perdão!”.
 
Amigo, essa mensagem é para você e para mim. Não importa o que você fez no passado, o que importa é a sua escolha hoje! Pedro escolheu a Jesus e tornou-se uma força poderosa para o bem.
A mesma vitória está a sua disposição! Ouça estas palavras: “Colaborando a vontade do homem com a de Deus, ela se torna onipotente. Tudo que deve ser feito a Seu mando pode ser cumprido por Seu poder. Todas as Suas ordens são promessas habilitadoras” (Parábolas de Jesus, página 176).
 
Entregue a sua vontade a Deus e Ele habitará em você. Quando o próprio Deus habita em alguém, Ele lhe capacita a realizar tudo o que Ele pede. Unido a Deus você se tornará um vencedor e você se habilita a se assentar com Ele, como um co-regente, em Seu trono quando Ele voltar pela segunda vez (Apocalipse 3:21).
 
Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista
 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/16/
 
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 16
Comentário em áudio


Marcos 2 by Jeferson Quimelli
1 de dezembro de 2014, 0:30
Filed under: milagres, missão, pecado, perdão | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10 NVI). Buscar os perdidos, vir atrás dos pecadores: esta era a missão terrena de Jesus, em destaque na nossa leitura de hoje, Marcos 2. Este capítulo começa com a história de alguns homens carregando seu amigo doente até  Jesus. Quando uma grande multidão impede o acesso a Jesus, eles resolvem o problema fazendo um buraco no telhado da casa onde Jesus está e baixam seu amigo até Ele. Que bela lição para nós! Nunca devemos deixar que outras pessoas, dentro ou fora da igreja, nos impeçam de trazer os nossos amigos a Jesus.

Quando Jesus se encontra com o paralítico, Ele perdoa seus pecados. Esta ação surpreende os mestres da lei, que questionam a autoridade de Jesus para perdoar pecados. Nada é mais importante do que isso, até mesmo a cura física. Quando Jesus curou fisicamente este homem, ele demonstrou também Sua autoridade para perdoar pecados. Isto inquietou os mestres da lei que sentiram sua própria autoridade ameaçada. Mas é encorajador para todos que vêm a Jesus buscando por perdão.

O chamado de Jesus a Mateus para segui-Lo e a Sua associação com publicanos e “outros pecadores” trouxe ainda mais críticas dos fariseus e mestres da lei. Jesus respondeu: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores”(v. 17 NVI).

Você está feliz por ter sido esta a missão de Jesus? Temos esperança como pecadores porque Jesus veio para nos salvar. Assim como o homem paralítico, Mateus e seus amigos confiaram no poder de Jesus para salvá-los, nós também podemos confiar em Sua maravilhosa graça e perdão.

David Smith 
Church University Collegedale, Tennessee, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Marcos 2 
Comentário em áudio 



Mateus 19 by Jeferson Quimelli
20 de novembro de 2014, 0:30
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Comentário devocional:

Nos versos 1 a 10, Jesus declara que o casamento deveria ser um compromisso de toda a vida. Se um casal está vivendo uma vida temente a Deus, nunca haverá a necessidade de divórcio. Todos os seus problemas interpessoais encontrarão soluções que sigam os ensinamentos de Jesus. Devido à natureza pecaminosa do homem, Deus fez uma provisão para o divórcio no contexto de adultério. Mas, mesmo nestas circunstâncias, a reconciliação é muitas vezes a melhor alternativa (Gn 1:27; 2:24; Dt. 24:1-4).

Mas não era apedrejamento o castigo para o adultério? Tecnicamente sim, mas as leis de Deus são cobertas de misericórdia e a pena de morte por apedrejamento raramente, ou nunca, ocorreu. A ameaça de apedrejamento destacava a seriedade de se cometer adultério, mas a dificuldade da execução dos procedimentos de estabelecimento da culpa tornavam quase impossível administrar a punição legalmente (Lv 20:10, Nm 5: 11-31, Dt 17: 6; 19:15; 22:13-30; Sl 51, Os 1: 2-3, Jo 8: 1-11, Hb 10:28). De acordo com a Mishnah, a pena de morte só podia ser infligida após um julgamento pelo Sinédrio, composto por 23 juízes. Além disso, as normas rigorosas para a qualificação jurídica das três testemunhas eram praticamente impossíveis de serem alcançadas. (The Jewish Religion de Louis Jacobs, p. 66, Capital Punishment).

Versos 11-12: Alguns cristãos escolhem a vida de solteiro, a fim de servir a Deus sem as distrações e as responsabilidades de uma família ou cônjuge. Para aqueles que podem aceitar este estilo de vida, não pode haver condição melhor para o serviço dedicado a outros. Para aqueles que não conseguem se manter solteiros existe o casamento (1 Cor 7: 1-7).

Versos 13-15: A inocência de crianças pequenas e bebês é tanta que eles estarão no céu, mesmo que seus pais não estejam lá. Somente quando “nascemos de novo” e nos tornamos um “filho de Deus” através da obra do Espírito Santo, é que nos será concedido o manto imaculado da justiça (Jeremias 31: 15-17, Mateus 2:18, EGW, ME2 260).

Nos versos 16-22, o jovem rico homem se ajoelha diante de Cristo (Mc 10:17-21) e faz a pergunta mais importante. Se fosse válida a crença de muitos cristãos de hoje, Jesus teria respondido: “Acredite, apenas acredite e você será salvo.” Em vez disso, o Salvador olha para este jovem com compaixão e diz-lhe para guardar os mandamentos, vender tudo o que tem, dar todo o resultado da venda aos pobres, e depois segui-Lo.

Simplesmente crer em Jesus não nos salva. Nossa fé Nele deve ser tal que a nossa maior prioridade seja servir a Deus. Uma das maneiras mais importantes e vitais pela qual O servimos é usar nossos meios – o nosso tempo, talento e tesouro – para espalhar o evangelho e para ministrar às necessidades dos outros (EGW FW 47, SR 289, GC 472-473, Our Father Cares p.68).

Versos 23-30: Por causa do conforto e contentamento que os ricos encontram na Terra é muito difícil para eles desistir do que têm para seguir os ensinamentos de Jesus. As bênçãos nos são concedidas acompanhadas pela obrigação de compartilhar e doar generosamente aos outros. Tudo pertence a Deus e nós somos apenas os guardiões temporários. Como mordomos da casa do tesouro de Deus, temos a solene responsabilidade de usar tudo que possuímos, seja pouco ou muito, para servir os outros. Se usarmos o que temos para ganho pessoal e prazer, privaremos outros dos benefícios da generosidade de Deus.

Leo Van Dolson, Jr.

Califórnia, E.U.A.



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/19/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: Mateus 19 
Comentário em áudio 



Oséias 1 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Ao tempo de Jeroboão II, em tempos de paz, o reino do norte prosperou e o território de Israel ampliou seu território a um tamanho quase igual àquele do tempo de Salomão (2 Reis 14:25). 

Neste tempo em que Elias e Eliseu trabalharam fielmente para Deus, Ele escolheu mais dois profetas, Amós e Oséias, para trabalhar em favor do Reino do Norte de Israel. Oséias foi o último profeta a falar com as pessoas de lá. A idólatra e corrompida adoração dos bezerros de ouro e Baal foram predominantes, e os males sociais se tornaram intoleráveis durante o período próspero de Jeroboão II (793-753 aC). Neste período, durante cerca de 30 anos, as mensagens de Oséias foram dadas ao norte de Israel (755-725 aC).

Perto do fim do longo reinado de Jeroboão II (793-753BC), Deus falou para Oséias tomar (de volta) a esposa adúltera (1, 2). Esta foi uma ilustração do amor de Deus para Israel. No início Israel era a pura esposa de Deus (2, 7), como, provavelmente, também era a esposa de Oséias. Deus queria ter Israel de volta, assim como Oséias aceitou de volta sua esposa. Deus aceitaria o retorno da arrependida esposa Israel (“Voltarei a estar com o meu marido como no início”, 2:7 NVI). Então Oséias deveria aceitar a esposa de volta e amá-la, assim como às crianças que dela nasceram

Deus disse a Oséias para dar a seu primeiro filho o nome Jezreel (1:4). Mais tarde, Jeú matou Jezabel, mulher de Acabe, e todos os que ficaram da casa de Acabe, em Jezreel (2 Rs 9: 30-37; 10:14). Assim, o nome do filho de Oséias, “Jezreel” [“Deus espalha”, NVI] representava um sinal de que Deus iria punir Israel, incluindo Jeú que não obedeceu a Deus nem se afastou dos pecados de Jeroboão (2 Reis 10:31). A filha de Oséias, lo’-ruhamah, significa “Desfavorecida” [Ou: “Não-amada”, NVI]. Isto profeticamente representava a destruição do reino do Norte de Israel pela Assíria. Aqueles que desobedecem a Deus são lo-ami, “Não meu povo”, o nome de outro filho de Oséias.

No entanto, Deus aceita com amor todos aqueles que estão dispostos a retornar para Ele, e, unidos como um só ao Seu povo, viver sob Sua proteção e prosperar (1:10-11).

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Oseias 1

Comentário em áudio 



Ezequiel 25 by Jeferson Quimelli
22 de julho de 2014, 0:00
Filed under: perdão, restauração | Tags: , ,

Comentário Devocional:

Quando alguém tem problemas de visão, necessita de textos escritos em letras grandes para poder ler. Judá apresentou tanta dificuldade para ouvir Jeremias em Jerusalém e Ezequiel na Babilônia, que estes profetas tiveram que gritar (Ez 1 a 23). 

Mas agora o inacreditável aconteceu e Jerusalém caiu. A noiva do Senhor está morta. Agora é o momento de mensagens de apoio e conforto para os sobreviventes (Ez 33 a 48).

Mas antes da restauração, a raiva e a revolta geralmente se manifestam. Raiva por todos aqueles que causaram sofrimento e dor (Ez 25 a 32). 

Os inimigos opositores de longa data são abordados em primeiro lugar. Amom e Moabe são parentes dos israelitas, descendentes de Ló. Edom e Seir também o são, da linhagem de Esaú. No entanto, muitas vezes, a animosidade entre parentes pode ser muito mais profunda do que entre meros conhecidos. E temos ainda, neste capítulo, os filisteus, que sempre foram inimigos.

Devo confessar minha sensação de desconforto com a intensidade deste capítulo. Não parece correto exigir tal derramamento de sangue. No entanto, certamente existe um lugar para sentir raiva daqueles que nos ferem e até mesmo para sentir alegria pela sua derrota. Nenhuma emoção é ruim em si mesma. Como você usa essas emoções é que conta.

“E o perdão?” Sim, o perdão é importante. Mas primeiro você tem que sentir a intensidade da ofensa recebida; não diga apenas que perdoa. O perdão não deve ser apenas desculpar o erro, sem encarar e superar a dor do que foi feito. O verdadeiro perdão  encara a mágoa indesculpável, mas apesar da dor sentida; perdoa. O Calvário demonstra o quanto custou caro o oferecimento do perdão divino. A doação da graça custou a sentença de morte. 

Muitas vezes temos pressa de que as pessoas cheguem a uma conclusão rapidamente. Ao abusado, ao quebrantado, deve ser permitido compreender a realidade da perda. O caminho da restauração não é ignorar a dor para, então, perdoar. É sentir a dor, reconhecer a dor e então perdoar e deixar a dor ir embora.

Neste capítulo, Ezequiel também retrata belas imagens de restauração, mas primeiro ele sente e expressa raiva das nações, com muita razão, aliás. Você não pode curar o que você não sente.

Senhor, conceda-nos, como parte de nossa cura, sentirmos a plenitude de nossa dor, assim  como nos mostrastes a autenticidade da Sua.

Ross Cole
Avondale College, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/25/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 25 

Comentário em áudio 



Provérbios 19 by Jeferson Quimelli
23 de janeiro de 2014, 0:00
Filed under: sabedoria | Tags: , ,

Comentário devocional:

Como todos os capítulos do livro de Provérbios, o capítulo 19 é incrivelmente rico. Não seria ótimo se pudéssemos examinar todos os conceitos expostos neste capítulo? Como simplesmente não temos tempo ou espaço para explorá-los profundamente, vamos focalizar somente o verso 11: “A sabedoria do homem lhe dá paciência; sua glória é ignorar as ofensas.” (NVI).

Como, porém, eu posso ignorar uma ofensa? Afinal de contas, fui eu quem foi ofendido. Isso não está certo. 
Eu deveria responder ao ofensor, não deveria? Sem dúvida, a tendência natural é de incendiar-se em raiva ou gastar tempo e energia tentando descobrir uma maneira de pagar, em dobro, a ofensa recebida. 
Afinal de contas, não é o pensamento natural que a pessoa ofensora mereça toda a retribuição?

Entretanto, conforme amadurecemos na vida cristã passamos a perceber a importância crucial de relevar uma ofensa, como recomendado por este provérbio.

Aos poucos, aprendi a pensar da seguinte maneira: se eu quero obedecer à ordem de 1 Pedro 1:15 para ser santo em minha conduta (como Deus é santo), então preciso ser como Deus. Miquéias 7:18, que descreve o caráter do Senhor e como Ele age, me incentiva nessa direção: “Quem é Deus semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade, e esqueces da transgressão do resto da Tua herança? Ele não retém a Sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia” (NVI).

Também sou incentivado a ser como Deus ao meditar em Salmo 103:8-14: “O Senhor é compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor. Não acusa sem cessar nem fica ressentido para sempre; não nos trata conforme os nossos pecados nem nos retribui conforme as nossas iniquidades. Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem; e como o Oriente está longe do Ocidente, assim ele afasta para longe de nós as nossas transgressões. Como um pai tem compaixão de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão dos que o temem; pois ele sabe do que somos formados; lembra-se de que somos pó” (NVI).

Senhor, não consigo relevar ofensas por minhas próprias forças. Enche-me com o Espírito Santo para que eu possa ter o fruto do Espírito. Só então, com o Seu amor pelos outros fluindo através de mim, poderei abençoar aqueles que me amaldiçoam. Amém.

David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/19/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Provérbios 19 



Salmo 130 by Jeferson Quimelli
15 de dezembro de 2013, 0:00
Filed under: Salmos | Tags: ,

Comentário devocional:

Você já se sentiu como se o seu pecado fosse tão grave que você não pudesse mais ser perdoado? Você tem um pecado que vive se repetindo em sua vida? Seu coração continua a lhe dizer que você já foi longe demais?

Se isso tem acontecido com você, então seus pensamentos se desviaram para o território do inimigo, onde o maligno espera extinguir qualquer sinal de esperança.

Este Salmo é para todos os que pecam, se entristecem por terem pecado e voltam a pecar. Mas o Espírito do Senhor ainda sussurra suavemente “há esperança.” 

E se você, como o salmista, conhece bem o seu Senhor, você sabe que com ele HÁ perdão dos pecados. Essa é a beleza deste Salmo tão apreciado.

Em Deus encontramos tudo o que precisamos. Em Deus encontramos esperança.

Ele nos oferece um amor que nunca falha, uma graça que se estende além de nossa mais profunda ferida, e uma vida que pode ser totalmente redimida, transbordante de redenção e segurança.

Cindy Nash
Estados Unidos

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/130/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 130



Salmo 109 by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2013, 0:00
Filed under: Salmos | Tags: ,

Salmo 109 – Comentário devocional:

Este Salmo é dirigido para “Deus, a quem louvo” (v. 1 NVI), e se encerra com o compromisso de louvá-Lo: “Muitas graças darei ao Senhor com os meus lábios.” (v. 30a NVI). Ele mostra Davi, o seu autor, cercado por inimigos que disparam calúnias contra ele, distorcendo qualquer senso de justiça: “Retribuem-me o bem com o mal, e a minha amizade com ódio” (v. 5 NVI).

Dos versos 6 ao 20 Davi deixa de se referir aos seus inimigos, no plural, e se expressa como se tivesse um só inimigo, abrindo as comportas de seus sentimentos amargos, pedindo que a maldade deste inimigo receba o justo castigo.

Em vários momentos deste Salmo somos atingidos pela violência da linguagem e queremos saber o que está acontecendo. As palavras são fortes o suficiente para serem citadas por Pedro em sua aplicação contundente a Judas: ” ‘Fique deserta a sua morada’; e ‘não haja quem nela habite’ ” (Atos 1:20 ARA, citando  Sl 109:8).

Algumas observações nos ajudarão a entender melhor essas passagens.

1) A severidade da linguagem deve ser entendida no contexto do tempo em que o salmo foi escrito. A vida não tinha valor algum e os homens e as mulheres eram brutalmente assassinados por nada. Em vez de depender de sua espada, Davi pede que Deus intervenha e pronuncie um julgamento sobre os malfeitores. Ele não se envolve em retaliação.

2) Palavras como “ímpios” ou “falsos” e “acusador ” (v. 2 e 6, NVI) nos fazem lembrar de Satanás, o inimigo original de Deus e de seus filhos, o iniciador do mal e do pecado no universo. Deus não é passivo quando confrontado pela injustiça e opressão. Por isso Seus filhos devem ter a mesma atitude para com o mal.

3) Ao mesmo tempo, este Salmo é uma lição prática de como devemos tratar com nossas emoções negativas, com a amargura que às vezes nos domina, mesmo que não nos demos conta disso. O grande autor cristão C. S. Lewis diz que devemos perdoar nosso irmão setenta vezes sete o mesmo erro e não 490 erros diferentes. Davi fala com Deus sobre suas emoções negativas e pede que Ele se manifeste e intervenha. Esta é a sua razão para voltar-se para Deus com toda a confiança: “Mas tu, Senhor Deus, age por mim, por amor do Teu nome; livra-me, porque é grande a Tua misericórdia.” (v. 21). 

Querido Deus,
Ajude-nos quando nos virmos cercados por inimigos ou quando nossas almas forem engolidas pela tristeza. Buscamos-Te em plena confiança de que estás ao lado “dos necessitados, para livrá-los daqueles que querem condená-los” (v. 31 NIV). Nossos corações louvam a Ti, somente. Amém .

Ioan Campian – Tatar
Romênia

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/109/ 

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 109 



Salmo 99 by Jeferson Quimelli
14 de novembro de 2013, 0:00
Filed under: Salmos | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

O rei do universo que está entronizado acima dos anjos, o santo e justo juiz é o mesmo que toma a iniciativa de buscar o homem onde ele está para restaura-lo segundo seu propósito original.

A majestade de Deus não impede que Ele ouça a minha voz e escute o meu clamor.

Desde o Éden, antes e depois da presença do pecado, é Deus quem toma a iniciativa para comunicar-se com o homem. Ele é quem busca, quem propõe uma aliança e estabelece um relacionamento.

Adorar o excelso Deus é manter viva essa comunicação. Os israelitas ouviam a Sua voz proclamada na coluna de nuvem, obedeciam a Sua lei.

Se não tenho tido sucesso na vida espiritual, se tento vencer a natureza pecaminosa pode ser que estou tentando obedecer sem ouvir, sem relacionar-me com Deus.

Não há adoração sem comunicação. Entre perguntas dos homens e respostas de Deus há uma relação de resgate. Ele é perdoador e Salvador. Eu preciso do perdão e da salvação.

Adorar é contemplar a misericórdia  de Deus exatamente como Moisés aprendeu ao pediu para ver a glória de Jeová (Ex. 33:18) e ouvir a suave resposta: “Você não poderá ver a minha face, mas Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti. (Ex. 33:19-20)

O rei do universo é um Pai perdoador.

Pr. Almir Marroni
Vice-presidente Divisão Sul Americana da IASD

Texto original em português gentilmente fornecido pelo autor

Texto no site mundial: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/99

Texto bíblico: Salmo 99