Reavivados por Sua Palavra


Mateus 19 by jquimelli
20 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: divórcio, salvação | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Nos versos 1 a 10, Jesus declara que o casamento deveria ser um compromisso de toda a vida. Se um casal está vivendo uma vida temente a Deus, nunca haverá a necessidade de divórcio. Todos os seus problemas interpessoais encontrarão soluções que sigam os ensinamentos de Jesus. Devido à natureza pecaminosa do homem, Deus fez uma provisão para o divórcio no contexto de adultério. Mas, mesmo nestas circunstâncias, a reconciliação é muitas vezes a melhor alternativa (Gn 1:27; 2:24; Dt. 24:1-4).

Mas não era apedrejamento o castigo para o adultério? Tecnicamente sim, mas as leis de Deus são cobertas de misericórdia e a pena de morte por apedrejamento raramente, ou nunca, ocorreu. A ameaça de apedrejamento destacava a seriedade de se cometer adultério, mas a dificuldade da execução dos procedimentos de estabelecimento da culpa tornavam quase impossível administrar a punição legalmente (Lv 20:10, Nm 5: 11-31, Dt 17: 6; 19:15; 22:13-30; Sl 51, Os 1: 2-3, Jo 8: 1-11, Hb 10:28). De acordo com a Mishnah, a pena de morte só podia ser infligida após um julgamento pelo Sinédrio, composto por 23 juízes. Além disso, as normas rigorosas para a qualificação jurídica das três testemunhas eram praticamente impossíveis de serem alcançadas. (The Jewish Religion de Louis Jacobs, p. 66, Capital Punishment).

Versos 11-12: Alguns cristãos escolhem a vida de solteiro, a fim de servir a Deus sem as distrações e as responsabilidades de uma família ou cônjuge. Para aqueles que podem aceitar este estilo de vida, não pode haver condição melhor para o serviço dedicado a outros. Para aqueles que não conseguem se manter solteiros existe o casamento (1 Cor 7: 1-7).

Versos 13-15: A inocência de crianças pequenas e bebês é tanta que eles estarão no céu, mesmo que seus pais não estejam lá. Somente quando “nascemos de novo” e nos tornamos um “filho de Deus” através da obra do Espírito Santo, é que nos será concedido o manto imaculado da justiça (Jeremias 31: 15-17, Mateus 2:18, EGW, ME2 260).

Nos versos 16-22, o jovem rico homem se ajoelha diante de Cristo (Mc 10:17-21) e faz a pergunta mais importante. Se fosse válida a crença de muitos cristãos de hoje, Jesus teria respondido: “Acredite, apenas acredite e você será salvo.” Em vez disso, o Salvador olha para este jovem com compaixão e diz-lhe para guardar os mandamentos, vender tudo o que tem, dar todo o resultado da venda aos pobres, e depois segui-Lo.

Simplesmente crer em Jesus não nos salva. Nossa fé Nele deve ser tal que a nossa maior prioridade seja servir a Deus. Uma das maneiras mais importantes e vitais pela qual O servimos é usar nossos meios – o nosso tempo, talento e tesouro – para espalhar o evangelho e para ministrar às necessidades dos outros (EGW FW 47, SR 289, GC 472-473, Our Father Cares p.68).

Versos 23-30: Por causa do conforto e contentamento que os ricos encontram na Terra é muito difícil para eles desistir do que têm para seguir os ensinamentos de Jesus. As bênçãos nos são concedidas acompanhadas pela obrigação de compartilhar e doar generosamente aos outros. Tudo pertence a Deus e nós somos apenas os guardiões temporários. Como mordomos da casa do tesouro de Deus, temos a solene responsabilidade de usar tudo que possuímos, seja pouco ou muito, para servir os outros. Se usarmos o que temos para ganho pessoal e prazer, privaremos outros dos benefícios da generosidade de Deus.

Leo Van Dolson, Jr.

Califórnia, E.U.A.



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/19/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: Mateus 19 
Comentário em áudio 



Mateus 18 by jquimelli
19 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: perdão | Tags: ,

Comentário devocional:

Para muitos de nós a vida é muito ocupada, uma luta diária apressada. Temos muitas prioridades a considerar e muitas vezes temos que correr para alcançar nossos objetivos. Nos versos 1 a 5, Jesus nos exorta a voltar a um estilo de vida mais simples, não afetado, de confiança, inocência, conformidade e contentamento. Ele nos lembra da importância de confiar inteiramente na Sua bondade, cumprir a Sua vontade e encontrar contentamento nas muitas bênçãos recebidas do céu. 

Se pudermos desenvolver um modo de vida mais descomplicado, infantil até, seremos muito mais capazes de nos envolver com as coisas de Deus. Isto não é um apelo à infantilidade, mas um convite à simplicidade como a de Jesus, mais facilmente observada em crianças pequenas.

Nos versos 15 a 17 somos informados de que se um irmão pecar devemos adverti-lo; e em Lucas 17: 3 nos é dito para “repreendermos” o nosso irmão por seus pecados Essa é uma palavra forte. O conceito transmitido é realmente que somos também responsáveis pelo comportamento rebelde uns dos outros. Isso inclui apontar de forma gentil, pensada e com muito cuidado o comportamento pecaminoso daquela pessoa com o objetivo de que seja salva. A forma correta de admoestar os outros deve ser feito em espírito de oração e precisa ser concebido e aplicado de forma muito cuidadosa e sensível.

A lição nos versos 21-35 é dupla. Em primeiro lugar, somos lembrados de que a capacidade de Deus para o perdão é imensa. Como consequência temos a responsabilidade e o privilégio de compartilhar uma atitude de perdão para com os outros da mesma forma que fomos perdoados tantas e tantas vezes por nosso amoroso e compassivo Deus.

Quando Jesus falou de perdoar os outros “setenta vezes sete” Ele estava falando de uma contínua disposição para perdoar. Ao levarmos em consideração o número de vezes que Deus está disposto a nos perdoar, devemos demonstrar um espírito de perdão para com todas as pessoas.

Leo Van Dolson, Jr.,
Califórnia, E.U.A.


Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/18/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 18 
Comentário em áudio 




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