Reavivados por Sua Palavra


LAMENTAÇÕES 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2020, 0:40
Filed under: Sem categoria

LAMENTAÇÕES 1 – Uma visão míope da Bíblia interpreta-a como antiquada para povos não-judeus. Uma visão distorcida da Palavra de Deus corrompe o verdadeiro conceito do Criador e interpreta de forma limitada Suas revelações.

O livro de Lamentações, escrito por Jeremias, inspirado pelo Espírito Santo, complementa os 52 capítulos do livro de Jeremias. Ele é pequeno, mas tão importante quanto o livro grande. Este profetiza a destruição da cidade da paz (Jerusalém); aquele é uma demonstração dos sentimentos do profeta frente ao cumprimento das suas tristes profecias.

Cada capítulo de Lamentações “tem vinte e dois versículos, exceto o capítulo central, que tem exatamente três vezes esse número” (J. Sindlow Baxter). “O número de versículos em cada poema é divisível por 22, porque são poemas acrósticos: Cada versículo ou conjunto de versículos começa com uma letra diferente, entre as 22 consoantes do alfabeto hebraico” (Lawrence O. Richard).

A Septuaginta (LXX) oferece informações precisas do contexto do livro na introdução do texto: “E aconteceu que, depois que Israel foi feito cativo e Jerusalém desolada, Jeremias sentou chorando e lamentou com esta lamentação sobre Jerusalém, e disse…”

O Comentário Bíblico Adventista oferece-nos este esboço do primeiro capítulo para auxiliar-nos na interpretação e aplicação de seus princípios a nossa vida:
A triste condição da outrora orgulhosa Jerusalém (1:1-22):
• O lamentável estado da cidade (vs. 1-11);
• O lamento da cidade sobre sua própria condição (vs. 12-17);
• A confissão e oração da cidade (vs. 18-22).

Diz Matthew Henry que “uma vez que Salomão diz, ainda que contrarie o conceito habitual do mundo, com certeza é verdade que, ‘melhor é a tristeza do que o riso’. Que ‘melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete’. Nós devemos ler e considerar os capítulos melancólicos deste livro, não somente com a disposição, mas com a expectativa de que nos edificaremos com ele. E, para que possamos fazer isto, devemos nos investir de uma santa tristeza e devemos nos determinar a chorar com o profeta chorão”.

• As aflições devem ensinar-nos preciosas lições;
• O pecado rouba paz, alegria e saqueia bens materiais;
• Lamentos presentes são consequências de negligências espirituais no passado;
• O choro pode auxiliar-nos a compreender onde erramos;
• Situações lamentáveis devem reavivar nossas orações moribundas.

Vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.



Amanhã começamos a ler LAMENTAÇÕES! – Vídeo Pr. Marcos Bonfim by Jeferson Quimelli
17 de dezembro de 2020, 20:15
Filed under: Sem categoria



JEREMIAS 52 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de dezembro de 2020, 1:10
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 52 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 52 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JEREMIAS 52 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



JEREMIAS 52 by Jobson Santos
17 de dezembro de 2020, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/52

O final do capítulo 51 diz: “Aqui terminam as palavras de Jeremias” (Jeremias 51:64). Então, quem escreveu o capítulo 52? Jeremias começou seu ministério profético por volta de 625 AC. Ele provavelmente não estava vivo na época em que o rei Nabucodonosor morreu e Evil-Merodaque se tornou o rei da Babilônia em 562 a. C. Além disso, o capítulo 52 é quase idêntico à última parte de 2 Reis (24:18-25:30). Portanto, esta parte pode ter sido adicionada por algum escriba que considerou ser necessário colocá-la no final do livro de Jeremias como uma nota de confirmação adicional da queda de Jerusalém.

Este capítulo descreve o reinado de Zedequias, a derrota de Judá pelos Caldeus e o fim desastroso da família real e dos oficiais de Judá. A razão pela qual Deus lançou Jerusalém e Judá para longe dos Seus olhos foi por causa das más ações de Zedequias e Jeoiaquim diante do Senhor.

Como é triste ler sobre a destruição de Jerusalém, o incêndio e a pilhagem do Templo de Deus. O povo de Judá poderia ter prosperado se tivesse obedecido a Deus.

Oração: Senhor, eu Te louvo porque és justo e bondoso. Ajuda-me a ser fiel a Ti a fim de que as bênçãos que desejas para mim possam se realizar de modo completo. Amém.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=992
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JEREMIAS 52 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de dezembro de 2020, 0:50
Filed under: Sem categoria

794 palavras

Epílogo histórico, baseado em 2Rs 24:18-25:30. … Existem algumas discrepâncias de números entre os dois relatos, que podem ser explicadas como erros de cópia ou por diferentes sistemas de contagem (ver v.12, 22, 28, 29, 31). Bíblia de Estudo Andrews.

Possivelmente este capítulo tenha sido acrescentado para mostrar o completo cumprimento histórico das profecias de Jeremias com relação à queda de Judá. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 587.

1 Vinte e um anos. Na época da maior crise em sua história, Judá teve o infortúnio de ter sua liderança nas mãos de um rei jovem, inexperiente e indeciso. CBASD, vol. 4, p. 587.

3 Ira do SENHOR. Esta declaração não deve ser entendida como significando que a rebelião de Zedequias contra a Babilônia era obra de um Deus irado que desejava destruir a Judá. O destino do rei judeu foi sua escolha pessoal. CBASD, vol. 4, p. 587.

4 Nono ano. Possivelmente o cerco a Jerusalém tenha começado em 15 de janeiro de 588 a.C. … e durado até 18 de julho de 586 a.C., um período de dois anos e meio. No entanto, a cidade não esteve sob ataque contínuo durante todo o tempo. Em algum momento durante a campanha, o exército de Ápries, rei do Egito (Faraó-Hofra, Jr 44:30), avançou para a Palestina, e os babilônios temporariamente se retiraram de Jerusalém (ver Jr 37:5-11). CBASD, vol. 4, p. 588.

Contra Jerusalém. Este cerco diferiu das invasões anteriores porque a intenção de Nabucodonosor era destruir a nação. CBASD, vol. 4, p. 588.

tranqueiras. … torres de batalha. Bíblia Shedd.

6 fome. Uma característica devastadora do cerco de Jerusalém, que durou 18 meses (ver 14:2; 38:2, 9). Bíblia de Estudo Andrews.

7 Arrombada. Isto é, foi feita uma brecha no muro. O contexto parece indicar que a resistência sucumbiu por causa da fome. CBASD, vol. 4, p. 588.

8 Jericó. Zedequias pode ter fugido na direção do vale do Jordão, com a intenção de escapar pela Transjordânia, onde se localizavam os moabitas e amonitas. No início de seu reinado, estas nações procuraram a aliança de Zedequias numa coalisão contra os babilônios (ver Jr 27:3). CBASD, vol. 4, p. 588.

Lm 4.19ss pode referir-se a esse acontecimento. Bíblia Shedd.

11 Vazou os olhos. Os prisioneiros normalmente eram cegados pela perfuração do globo ocular com a ponta de uma lança. Além de suportar a tortura envolvida na perda da visão, Zedequias sofreu a angústia de ter que relembrar por toda a sua vida, como a última coisa que contemplou, a terrível visão da execução de seus filhos. CBASD, vol. 4, p. 588.

Çarcere. A LXX diz “moinho”, indicação de uma possível tradição que diz que Zedequias passou seus últimos dias moendo grão, à semelhança de Sansão. Bíblia Shedd.

12 Ano décimo novo. A mudança nos dados, introduzida neste versículo, de um cálculo em termos do reinado de Zedequias a um cálculo em harmonia com o reinado de nabucodonosor, é uma admissão tácita de que a regência passou da Judeia ao rei babilônio. CBASD, vol. 4, p. 588.

13 Queimou a casa. A destruição do templo e de outros edifícios públicos não foi resultado do cerco, mas um ato deliberado dos babilônios, realizado um mês depois da queda da cidade. CBASD, vol. 4, p. 588.

17-23 O saque dos magníficos móveis do templo (ver 1Rs 7:15-37; sobre sua restauração, ver Ed 1:7-11). Bíblia de Estudo Andrews.

21 dezoito côvados. Cerca de 8 m. doze côvados. Cerca de 5,4 m. Bíblia de Estudo Andrews.

24-27 Dos líderes de Judá, alguns foram executados , outros levados para o cativeiro. O motivo para a escolha não é apresentado, mas os executados deveriam ser considerados especialmente responsáveis pela resistência aos babilônios. Bíblia de Estudo Andrews.

24 O sumo sacerdote. Não apenas os líderes políticos, mas também os chefes religiosos da nação foram eliminados. Pouco tempo antes disso, Sofonias, o segundo sacerdote, ouviu Jeremias predizer a morte dos líderes de Jerusalém (Jr 21:1, 7). CBASD, vol. 4, p. 589.

29, 30 O número de exilados é difícil de se calcular. O total mencionado (“as pessoas são quatro mil e seiscentas”) pode incluir apenas chefes de família. Bíblia de Estudo Andrews.

31 Acredita-se que Joaquim era considerado rei legítimo pelos judeus no exílio. … A presença desse material prova que a edição dessa porção foi feita depois de 560 a.C., que é o trigésimo sétimo ano. Bíblia Shedd.

34 Aos olhos do mundo, Jeremias parecia totalmente malsucedido. ele não tinha nem dinheiro, nem família ou amigos. Ele profetizou a destruição da nação, da capital e do templo, mas os líderes políticos e religiosos não aceitaram nem seguiram suas advertências. Nenhum grupo gostava dele ou o escutava. Entretanto, ao olhar em retrospectiva, vemos que ele completou com sucesso o trabalho que Deus deu para ele fazer. O sucesso nunca deve ser medido por popularidade, fama ou fortuna, porque estas são medidas temporais. O rei Zedequias, por exemplo, perdeu tudo ao perseguir objetivos egoístas. Deus mede nosso sucesso por nossa obediência, fidelidade e retidão. Se você é fiel fazendo o trabalho que Deus te deu, você é bem sucedido aos Seus olhos. Life Application Study Bible Kingsway.



JEREMIAS 52 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de dezembro de 2020, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Assim, Judá foi levado cativo para fora de sua terra…” (v.28).

O último capítulo do livro de Jeremias relata um resumo das profecias quanto ao cativeiro babilônico. Desde os dias do rei Josias, Deus enviou o Seu profeta para alertar o povo acerca do que deveria fazer. Por muitos anos Jeremias pregou sobre a necessidade de arrependimento e conversão, mas também sobre juízo. Porém, um rei após outro fazia “o que era mau perante o Senhor” (v.2). O convite da graça foi rejeitado e pronunciada foi “a sentença” (v.9) sobre “todas as casas de Jerusalém” (v.13).

O rei Zedequias, dentre os demais, teve a oportunidade maior de dar ouvidos às palavras do Senhor. Estabelecido como rei a mando de Nabucodonosor (2Rs.24:17), ocupou o trono de seu sobrinho Joaquim, que foi levado cativo “no oitavo ano do seu reinado” (2Rs.24:12). “Zedequias, no início do seu reinado, desfrutou inteiramente a confiança do rei de Babilônia, e teve como experimentado conselheiro ao profeta Jeremias” (EGW, Profetas e Reis, p. 224). No entanto, recusou-se a seguir as orientações divinas e o último rei de Judá terminou seus dias sem honra alguma dentro de uma prisão.

Apesar de ter seguido os passos de seu pai (2Rs.24:9), o rei Joaquim teve um fim diferente. Recebeu honra maior do que os demais reis que se encontravam em Babilônia, comeu pão na presença do rei dos caldeus e ainda recebeu uma espécie de salário diário de natureza vitalícia “até ao dia da sua morte” (v.34). Ao que parece, Joaquim entendeu os propósitos de Deus e aprendeu “no exílio a lição da obediência tão necessária para sua futura felicidade” (EGW, Profetas e Reis, p. 242).

Quantos apelos o Espírito Santo vai ter que fazer até que possamos entender que já não nos resta muito tempo? Assim como Babilônia foi tomada e “apanhada de surpresa” (Jr.51:41), “à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt.24:44). “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37). O Espírito Santo já está sendo retirado deste mundo. Ele “não agirá para sempre no homem, pois este é carnal” (Gn.6:3).

Desde o princípio, o Espírito Santo tem agido em favor da humanidade. Da mesma forma em que trabalhou no coração dos ouvintes de Noé, tem agido em benefício de cada um que haverá de existir. A Sua função é a de nos unir em comunhão com Cristo e uns com os outros. E, para isso, precisamos estar dispostos a ouvi-Lo e a obedecê-Lo no tempo que se chama HOJE: ‘Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração‘” (Hb.3:15; Rosana Barros, O Último Chamado de Deus, p.18, 19).

Estamos vivendo no tempo em que o apóstolo Paulo chamou de “tempos difíceis” (2Tm.3:1), onde somos aconselhados a fugir de tudo e de todos os que recusam o governo divino: “Foge também destes” (Idem, v.5). Uma mente que não é guiada pelo Espírito de Deus torna-se uma arma letal nas mãos de Satanás. “Tendo forma de piedade” (Idem), agem com sutileza e cativam os que se deixam guiar pelas próprias paixões e que “jamais podem chegar ao conhecimento da verdade” (Idem, v.7).

Oh, amados, o verso final deste livro fantástico e sobremodo apaixonante nos deixa uma linda mensagem de esperança:

Mesmo ainda em solo estrangeiro; mesmo sabendo que o nosso lar não é aqui; mesmo conscientes de que o pecado ainda faz separação entre nós e nosso Deus; mesmo sofrendo perseguições, ameaças e por vezes, nos sentirmos sozinhos; o Senhor nunca nos abandonará! Dentro em breve Jesus virá sobre as nuvens do céu com poder e grande glória e, diante de todos, nos falará “benignamente” e nos dará “lugar de mais honra do que o dos reis” (v.32) que já pisaram nesta terra, e nos levará Consigo para a Casa de Seu Pai (Jo.14:1-3). Ele mudará as nossas “vestes do cárcere” em “uma vestidura branca” (Ap.6:11) e passaremos “a comer pão na Sua presença” (v.33) e a desfrutar dos doze frutos da árvore da vida (Ap.22:2), de onde receberemos uma “subsistência vitalícia, uma pensão… durante os dias” de nossa vida por toda a eternidade!

Quer você receber este dom gratuito? Então, prepara-te! Eis que o Rei do universo vem vindo. Vigiemos e oremos! 

Bom dia, estrangeiros à caminho de Casa!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jeremias52 #RPSP



JEREMIAS 52 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de dezembro de 2020, 0:40
Filed under: Sem categoria

JEREMIAS 52 – A profundidade da Palavra de Deus é incrível. Quando mais você se aprofunda mais você percebe o quanto tem para aprender.

Este último capítulo é um anexo histórico, uma retrospectiva da história do povo de Deus. Observe:

1. Com 21 anos Zedequias foi colocado por Nabucodonosor para reinar em Judá. Reinou 11 anos. Porém, por ser rebelde, mau, instável, e independente das mensagens proféticas, indignou-se e provocou rebelião contra o rei de Babilônia (vs. 1-3).

2. Consequentemente, Nabucodonosor ordenou seus exércitos cercarem Jerusalém – o que durou um ano e meio. Devido à falta de alimento e água, o Zedequias e seu exército fogem em direção ao Jordão (vs. 4-7).

3. Zedequias, fugindo, foi encontrado; Nabucodonosor assassinou seus filhos, depois furou os seus olhos e o levou cativo – ficando preso em Babilônia até morrer (vs. 8-11).

4. Em Jerusalém, logo em seguida, Nebuzaradã ateou fogo no templo, no palácio do rei e nas casas grandes da cidade, quebrou os muros, levaram os mais nobres ao exílio com os móveis do templo. E, os mais pobres foram estabelecidos para cuidar das plantações (vs. 12-27).

5. Os judeus foram deportados em fases (vs. 28-30):
• Em 605 a.C., no reinado de Joaquim, quando iniciou os 70 anos de exílio;
• Em 597 a.C., no reinado de Jeoaquim;
• Em 586 a.C., sob o governo de Zedequias;
• A campanha de deportação mais prolongada se deu de 581 a 582 a.C.

6. Exilado, o rei Joaquim, recebe privilégios, é liberto da prisão e come junto ao rei babilônico (vs. 31-34).

A graça de Deus suplanta a desgraça do pecado. Onde parecia que Satanás tinha vencido, Deus Se mostra no controle. As profecias referentes ao Messias não foram sufocadas com o pecado de Israel nem com a opressão de Babilônia.

(Para entender melhor a profecia dos setenta anos de cativeiro babilônico você precisa estudar o que escreveram os escritores de II Reis e II Crônicas e mais os livros de Ezequiel, Daniel, Esdras e Neemias inspirados pelo Espírito Santo).

Em Jeremias aprendemos, resumidamente, que:
• …a Palavra de Deus não caduca, ela se cumpre até quando é improvável seu cumprimento.
• …Deus permite a disciplina para educar Seu povo, mas jamais desiste de operar para salvar.
• …com Deus, sempre há esperança!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Conte-nos, o que te chamou a atenção ao passar quase dois meses estudando Jeremias:



JEREMIAS 51 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2020, 1:10
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 51 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 51 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JEREMIAS 51 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



JEREMIAS 51 by Jobson Santos
16 de dezembro de 2020, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/50

O simbolismo neste capítulo é incrível! A história da Babilônia literal é paralela em todos os aspectos ao destino da Babilônia espiritual. As pessoas se rebelaram contra Deus e buscaram independência dEle, desde o início dos tempos. Considere, por exemplo, a torre de Babel em Gênesis 12. E eles continuarão a se rebelar contra Ele até o fim dos tempos (Ap 14: 8; 18: 21.)

A rebelião começou no céu no coração de Lúcifer, mas terá um fim. Ao longo dos tempos, as pessoas se rebelaram contra Deus e tentaram estabelecer seu próprio caminho para o céu, mas falharam terrivelmente, assim como a tentativa de Saddam Hussein de reconstruir a Babilônia falhou. Da mesma forma, a Babilônia espiritual será derrotada.

Há duas razões pelas quais os cristãos podem se alegrar:
1) Haverá um fim para o pecado.
2) A morte é apenas um sono (João 11:11, 14, 43), mas o v. 39 neste capítulo nos diz que os ímpios “dormem e jamais acordam”. O pecado não surgirá uma segunda vez para atormentar os justos e perturbar a paz e a harmonia do Céu.

Nossa vida na terra é um tempo de provação, um tempo para escolher o caminho a seguir. Quanto a mim, servirei ao Senhor (Josué 24:15). E você? Escolherá servir a quem?

Val Smit
Dona de casa, Kadoma, Zimbábue

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=993
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JEREMIAS 51 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2020, 0:50
Filed under: Sem categoria

Jeremias 51 (v. 3-4) diz: ” Não poupem os seus [de Babilônia] jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército” (NVI). Ciro conquistou a Babilônia e matou o rei Belsazar, mas não destruiu a cidade de Babilônia e não matou o soldados.

A profecia de Deus é sempre condicional. Se o exército babilônico tivesse resistido e não se rendido aos medos, Ciro teria destruído todos os soldados babilônicos. A cidade da Babilônia continuou existindo até o tempo de Seleuco Nicator. Depois que ele construiu a cidade de Selêucia perto de Babilônia, seus habitantes se mudaram para Selêucia e a cidade de Babilônia se tornou afinal uma ruína como predito por Jeremias (v. 26, 29).

Uma das razões para a punição divina do reino da Babilônia foram as atrocidades desnecessárias cometidas contra Judá e a cidade de Jerusalém (v. 35). Deus usou os reis dos medos para lutar contra a Babilônia (v. 11). Esta mensagem é a repetição de Isaías 13:7. Deus permitiu que Babilônia punisse Judá, mas Babilônia não deveria cometer tamanha crueldade contra Judá, que continuava a ser o povo de Deus e seria perdoado por Ele (Jer 50:20). Eles oprimiram o povo de Judá e não os deixaram voltar à sua terra natal por 70 anos (Jer 50:33).

Outra razão foi o pecado cometido contra o Santo de Israel (v. 5). Os soldados babilônicos – que obviamente não eram sacerdotes – entraram nos lugares sagrados do templo de Deus em Jerusalém, e levaram muitos dos utensílios.

Nos versos 59 a 64 encerra-se a longa profecia contra Babilônia. No quarto ano do rei Zedequias, Jeremias confiou o livro (rolo) desta profecia contra a Babilônia ao sumo sacerdote (Jer 52:24) Seraías, pedindo-lhe que a lesse em voz alta quando todos estivessem na Babilônia, amarrasse nele uma pedra e o jogasse no rio Eufrates. Isso significava que Babilônia afundaria “para não mais se erguer” (v. 64 NVI).

Mesmo para Babilônia, a destruição da cidade foi adiada, pois o aviso era condicional. Da mesma forma Deus é clemente e misericordioso para conosco, esperando por nosso arrependimento para nos salvar de nossa condição pecaminosa.

Deus está sempre desejoso de nos conceder as Suas bênçãos. Existe algo em nós que O impeça de agir assim? Yoshitaka Kobayashi, Japão. Publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/21/