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Pouco tempo depois de abrir uma conta em uma grande rede social, há alguns anos, decidi postar dezenas de antigas fotos do ensino médio. Eu estava ansioso por compartilhar essas memórias na forma de fotos com outros colegas de classe que eu havia encontrado na Internet. E estava expectante para saber notícias deles e ouvir a respeito de suas recordações dos tempos de ensino médio.
Um ou dois dias depois da postagem, fiquei chocado ao descobrir que um colega havia escrito um comentário cheio de palavrões debaixo da imagem de um dos nossos antigos professores. Eu me senti envergonhado pelo professor, pelos amigos que podiam ter lido o comentário e envergonhado de mim mesmo por ter dado início à situação embaraçosa. Rapidamente apaguei aqueles comentários e esperando não ofender esse ex-colega, enviei-lhe uma mensagem alertando-o da impropriedade do que tinha feito.
Ele escreveu de volta: “Oh, eu não tive a intenção de ofender ninguém”. Mas ele não mencionou nada sobre estar envergonhado pelo que havia escrito. Embora ele e eu sejamos ambos filhos de missionários e tenhamos sido colegas no mesmo colégio cristão, pude perceber que ele não está mais interessado em Deus. Entendi o procedimento dele porque há alguns anos eu também não estava interessado em ter Deus em minha vida e não me sentia envergonhado pela minha linguagem de baixo calão e outros pecados menores.
Não sentir vergonha por nossos pecados é algo perigoso. Quando deixamos de fazer diferença entre o certo e o errado, corremos o risco de deixar de ouvir a suave voz do Espírito Santo que sempre nos exorta a proceder corretamente. Este é o triste estado a que chegaram os israelitas. Observe o versículo 12, quando o Senhor perguntou: “Ficaram eles envergonhados de sua conduta detestável? Não, eles não sentem vergonha, nem mesmo sabem corar” (NVI).
As consequências vieram rapidamente para os israelitas. Deus predisse a vinda de um julgamento divinamente imposto: “O que eu lhes dei será tomado deles” (v. 13).
Quando deixamos de ouvir a suave voz de Deus perdemos grandes privilégios e bênçãos.
Oração: “Querido Deus, mantenha a minha consciência sensível aos sussurros do Espírito Santo. Molda-me à Sua semelhança. Faz com que eu tenha aversão ao mal e ame a retidão e a boa conduta. Amém”.
Andrew McChesney
Editor da revista Adventist Mission
Postado originalmente em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/09/ e https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/08/02/
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/7
Um dos meus versos favoritos é Isaías 50:4, que diz: “Ele me acorda manhã após manhã, desperta meu ouvido para escutar como alguém que está sendo ensinado” (NVI). Eu gosto da ideia de que Deus gentilmente me desperta para que eu passe tempo com Ele e seja instruído.
Mas e se não quisermos ser instruídos? Deus reprovou os israelitas por se recusarem a passar tempo com ele. Ele disse em Jeremias 7:13: “vos falei, começando de madrugada, e não me ouvistes, chamei-vos, e não me respondestes” (ARA). E porque os israelitas persistiram em não ouvi-Lo e praticaram más ações, Deus disse que os lançaria fora de sua vista (v. 15).
Existe uma relação direta entre o tempo gasto com Deus e evitar o mal. Mais tempo com Deus significa menos tempo a considerar o pecado e estar em contato com o “inimigo”. O sono tem seus benefícios, mas o sono não é nada comparado ao tempo de qualidade na companhia do nosso Criador e Pai celestial.
“Querido Deus, acorde-me todas as manhãs para passar mais tempo conTigo. Posso estar com sono ou mal-humorado às vezes. Mas eu sei que alguns minutos extras conTigo logo mudarão isto e trarão bênçãos inimagináveis sobre o meu dia. Amém “.
Andrew McChesney
Editor da revista Adventist Mission
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1037
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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590 palavras
4 Templo do SENHOR. Essa frase, repetida três vezes, expressava o orgulho que as pessoas sentiam com a grandeza da instituição religiosa representada pelo templo. Era uma espécie de apego supersticioso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 416.
18 Para se fazerem bolos à Rainha dos Céus. A oferta de bolos sacrificiais era um elemento característico de uma série de cultos no oriente Médio. Essa prática pagã, mais tarde, encontrou seu caminho para o cristianismo. Epifânio (Contra Heresias, lxxviii.23;lxxix.1) declarou que algumas mulheres foram longe, a ponto de “oferecer bolos em nome e honra da bem-aventurada Virgem”. CBASD, vol. 4, p. 417.
Rainha dos Céus. Esta deusa é normalmente identificada com a Ishtar assírio-babilônica … , a deusa mãe, … equivalente à divindade conhecida pelos hebreus como Astarote e pelos cananeus como Astarte. … Era a mesma deusa adorada com muitos nomes e, em vários aspectos, como a mãe-terra, a mãe virgem e é identificada em sentido geral como Atargatis, a “Grande Mãe” da Ásia Menor, Artemis (Diana) dos efésios, Vênus e outras. Vários nomes aplicados á deusa-mãe virgem contém um elemento que significa “senhora” ou “dona”, como Nana, Innini, Irnini, Beltis. Algumas das designações eram Belti, “minha senhora” (o equivalente exato do italiano Madonna), belit-ni, “nossa senhora” e “rainha do céu”, o nome com a qual Ishtar era adorada nos telhados como estrela matutina ou vespertina, com uma oferta de bolos, vinho e incenso. Ishtar também era conhecida como a mãe misericordiosa que intercedia junto aos deuses em favor de seus adoradores. Alguns desses nomes e atributos são aplicados hoje à virgem Maria, e acredita-se que muitos aspectos dos cultos à virgem Maria no catolicismo sejam vestígios modernos da antiga adoração a essa deusa-mãe do mundo pagão. CBASD, vol. 4, p. 546 [com. de Jer 44:17].
22 Nada falei. O profeta não está negando a validade do sistema sacrificial, o que fica claro em outras declarações ditas por ele (Jr 17:26, 31:14; 33:11, 17-24). … A passagem enfatiza que a obediência à lei moral está acima da obediência a um sistema cerimonial (ver 1Sm 15:22; Sl 51:16, 17). As observâncias externas foram elaboradas para ajudar na preservação da obediência sincera (ver Dt 6:1-3), mas nunca para ser um substituto para a santidade de coração. CBASD, vol. 4, p. 417.
29 Corta os teus cabelos. A cidade é comparada a uma mulher que, na profunda dor pela perda dos filhos, corta os cabelos e vai lamentar nas montanhas (ver Jz 11:37; Lm 1:1-3). Cortar o cabelo era sinal de extrema tristeza (Jó 1:20; Is 15:2; Jr 16:6; 48:37; Mq 1:16). CBASD, vol. 4, p. 418.
31 Altos. Lugares estabelecidos para a adoração idólatra (ver 1Rs 11:7; 2Rs 17:9; Ez 16:16). CBASD, vol. 4, p. 418.
Tofete. Certo lugar no vale de Hinom, onde crianças eram sacrificadas a Moloque (2Rs 23:10) e a Baal (Jr 19:5, 6). CBASD, vol. 4, p. 418.
Hinom. Um vale a sudoeste de Jerusalém, hoje chamado Wadi er-Rababeh. … Durante o período dos reis de Judá, o vale foi associado à adoração a Moloque. Salomão foi o primeiro a introduzir esse ritual abominável (ver 1Rs 11:7; 2Rs 23:13). A adoração a Moloque se tornou particularmente importante nos dias de Acaz e Manassés (ver 2Cr 28:3; 33:6). Para pôr fim a essas abominações, Josias “profanou” o vale (2Rs 23:10, 14), tornando-o, segundo a tradição, o receptáculo de cadáveres e lixo. … O nome grego do NT, gehenna, é uma transliteração do heb. ge Hinnom, o nome desse vale. CBASD, vol. 4, p. 419.
Queimarem seus filhos. O sacrifício de crianças fazia parte da adoração idólatra dos fenícios, moabitas, amonitas e outros. … O salmista declarou que tais sacrifícios eram oferecidos “aos demônios” (Sl 106:37, 38). CBASD, vol. 4, p. 419.
32 Por não haver outro lugar. O pensamento parece ser que o abate seria tão grande que nenhuma sepultura seria deixada livre. CBASD, vol. 4, p. 419.
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“Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este” (v.4).
Você já ouviu a frase: “Placa de igreja não salva ninguém”? Pois é, ela está certa. Não salva mesmo. Porém, pode indicar o caminho. Eu explico: É como no trânsito. Quando estamos em uma estrada, as placas que indicam a velocidade máxima, as curvas sinuosas ou a possibilidade de haver animais na estrada não podem nos livrar de acidentes, mas podem nos indicar a forma mais segura de trafegar pelo caminho a fim de evitá-los.
O templo de Jerusalém era o orgulho da nação judaica. Sua magnífica estrutura denotava imponência e enchia o coração do povo de uma falsa segurança. Eles haviam perdido o foco. O templo indicava a salvação, ele não era a salvação. Trocaram o Senhor do templo pelo “templo do Senhor”. Seus corações se tornaram endurecidos por uma religião formal enquanto continuavam a praticar abominações (v.10). Seus delitos, porém, estavam diante dos olhos da Onisciência: “Eis que Eu, Eu mesmo, vi isto, diz o Senhor” (v.11).
Após censurar energicamente os escribas e os fariseus, “tendo Jesus saído do templo” (Mt.24:1), Seus discípulos se aproximaram para mostrar-Lhe não somente a beleza do templo visto de fora, mas também que ainda não haviam compreendido o que Ele acabara de declarar aos líderes judeus. Deslumbrados com as construções do templo receberam um verdadeiro “balde de água fria” com a resposta de Jesus: “Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada” (Mt.24:2).
Em 2017, um dos templos mais simbólicos do Iraque, a Mesquita Al Nuri, em Mossul, foi destruída, como alvo dos ataques do Estado Islâmico. Uma recente ilustração do que Jesus disse aos discípulos. Quando depositamos a nossa confiança no fato de fazermos parte de uma igreja e em participarmos ativamente de suas liturgias, pensando: “Estamos salvos” (v.10), direcionamos a nossa adoração para a edificação, e não para “o Arquiteto e Edificador” (Hb.11:10). A igreja deve ser um instrumento que liga o pecador a Deus e nos aponta para o que Ele deseja que façamos: “Dai ouvidos à Minha voz, e Eu serei o vosso Deus, e vós sereis o Meu povo; andai em todo o caminho que Eu vos ordeno, para que vos vá bem” (v.23).
Mas “Que é isso” (v.9) que acontece? Entrar em um lugar onde deveria reinar a verdadeira adoração, o amor e a união e transformá-lo num “covil de salteadores” (v.11) que não se preocupam com a presença de Deus, nem tampouco uns com os outros é, no mínimo, incoerente. Porque a vida de Jesus e Suas palavras incomodaram tanto os líderes religiosos da época? Porque Ele não veio com a missão de adulá-los, mas de salvá-los. E a maior barreira que impede a ação do Espírito Santo na vida de alguém não é apenas uma vida de pecados declarados, mas uma vida de pecados não confessados. Acredite: quem está fora da igreja e admite estar errado está em melhor condição do que o “crente” que está dentro da igreja com pecados acariciados. Como escreveu Ellen White: “Desprezamos o alcoólatra, e dizemos-lhe que o seu vício vai excluí-lo do Céu, enquanto o orgulho, o egoísmo e a cobiça geralmente não são condenados” (Caminho a Cristo, p.21).
O Senhor não foi insensível ao dizer ao profeta para não interceder pelo povo (v.16), nem tampouco estava desmerecendo a importância da oração intercessora. Ele estava apenas revelando, por Sua onisciência, a dureza do coração dos filhos de Judá. Enquanto continuassem confiando “em palavras falsas” (v.8), ao invés de confiar na palavra do Senhor por intermédio do Seu profeta, continuariam a transgredir a Sua lei “tranquilamente” sem sentir a sua urgente necessidade de atender “à voz do Senhor” (v.28).
Hoje, corremos o perigo de cair na mesma cilada maligna, vivendo uma religião de “faz de conta”, hipócrita e negando o chamado de Deus de andar “em todo o caminho” que Ele nos ordena para o nosso próprio bem (v.23). Oh, amados, é hora de despertarmos do “vale encantado” da sonolência e clamarmos pelo poder do Espírito Santo! O Senhor não instituiu a Sua igreja como um lugar de exposição de falsa piedade, mas como um centro de recuperação de pecadores. “Começando de madrugada” (v.13) Ele nos fala e nos chama para praticarmos a Sua justiça (v.5), que se resume em amá-Lo e amar o nosso próximo (v.6). Se nós O ouvirmos e atendermos ao Seu chamado, certamente não seremos “igrejeiros”, mas voluntários na obra de salvar vidas. E, dentro em breve, Ele nos levará para habitar em Sua Casa, “para sempre” (v.7). Vigiemos e oremos!
Bom dia, igreja do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 7 – Só existe final feliz na história de quem coloca Deus em primeiro lugar em sua vida.
Quem não se torna templo do Espírito Santo pode até ir ao templo, mas nunca para adorar ao Deus verdadeiro; pois, só vai ao templo adorar quem permite que seu corpo seja o Templo de Deus durante o tempo quando não há culto no templo.
Quem usa a religião para esconder sua perversão causa sua própria destruição; pois quem intenta usar a religião como máscara de sua perversidade não passa de um excelente hipócrita.
“Hipócritas procuram se relacionar com pessoas que os fazem parecer melhores do que são”, diz Brennan Menning; por isso, os hipócritas odeiam os verdadeiros servos de Deus, pois não os bajulam, mas falam o que precisam e não o que gostam de ouvir.
• Confiar em coisas, rituais, cerimônias, pompas e em si mesmo, em lugar de confiar em Deus, é perversão da religião, ofensa contra Deus e grande ilusão que só parece livrar da destruição (vs. 1-4).
• A única segurança para a vida presente e futura é arrebentar com a casca religiosa, é ser mais do que parecer, é ser mais do que fazer. Autoconfiança gera uma falsa segurança (vs. 5-15). “Jesus e Jeremias se expressavam de maneira semelhante acerca da religião exterior. Jesus usou as palavras do profeta no versículo 11, ao dizer que o templo era como ‘covil de salteadores’ quando purificou a casa de Seu Pai (Mt 28:13; Mc 11:17; Lc 19:46)” (William MacDonald).
• Rituais sem dependência de Deus são vazios de significados, são meras práticas, passadas de geração a geração que em nada contribuirão com a certeza da salvação (vs. 16-26).
• A negligência espiritual e o desvio religioso do povo de Deus para a emboscada do mal, faz o fiel pregador, o fiel líder espiritual e o verdadeiro profeta lamentar as consequências que sobrevirão pela depravação (vs. 27-34).
Usar amuletos, ou fazer da igreja (ou até mesmo da Bíblia) um amuleto, não garante segurança nenhuma frente às medonhas ameaças da vida. Para um destino melhor do que aquele que o pecado pode dar, só existe numa volta e retorno genuíno aos braços do Pai.
Arrependimento e conversão transformam o coração e geram mudanças visíveis nas ações comportamentais! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/6
Já aconteceu de você abrir a Bíblia e não sentir vontade de lê-la? Comigo isto já aconteceu. Eu particularmente me sinto assim quando estou lutando com um pecado voluntário na minha vida, mesmo que pequeno. Meu desejo natural é ficar o mais longe possível da Bíblia e seus ensinos. Eu sei que suas páginas estão cheias de conselhos, reprovação e correção. O problema é que eu não quero ser corrigido e repreendido.
Os israelitas devem ter sentido o mesmo desprazer pela Palavra de Deus. Deus perguntou a Jeremias no versículo 10: “Quem me escutará? Os ouvidos deles são obstinados, e eles não podem ouvir. A palavra do Senhor é para eles desprezível, não encontram nela motivo de prazer” (NVI).
Quando eu peco, não encontro prazer na leitura da Bíblia. Deus não quer que permaneçamos em nossos pecados. Ele quer nos tirar dessa situação.
Isto é o que o Senhor diz : “Assim diz o Senhor: … perguntem pelos caminhos antigos, perguntem pelo bom caminho. Sigam-no e acharão descanso.”(v. 16a). Por que nós ecoaríamos os israelitas ao dizer: ” “Não seguiremos!”? (v. 16b).
Ore comigo:
“Querido Deus, ajuda-me a me agarrar a Ti e não ao pecado que me afasta de Ti. Com Tua ajuda, eu quero ler a Bíblia todos os dias. Amém”.
Andrew McChesney
Editor da revista Adventist Mission
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1036
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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285 palavras
9 Diligentemente se rebuscarão. Nesta figura, as uvas são os judeus e os invasores babilônicos são os respigadores. O cativeiro e a destruição ocorreriam várias vezes e seriam rigorosos. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 408.
Os resíduos de Israel. O reino de Judá era tudo o que restava de Israel nos dias de Jeremias. As dez tribos haviam sido levadas pelos assírios (ver Is 24:13; Jr 49:9; Ob 5). CBASD, vol. 4, p. 408.
Paz. Heb. shalom, palavra frequentemente usada para abranger todas as coisas boas da vida. Shalom foi definida no sentido não apenas de “paz”, mas também de “completude”, “prosperidade”, “bem-estar”, “saúde”, “amizade”, etc. … Os falsos profetas dos dias de Jeremias encobriam os pecados da nação, e pintavam quadros agradáveis das perspectivas futuras de Judá (er Jr 8:11; 14:13; 23:17; cf. Mq 3:5). Por meio de seus ensinamentos agradáveis e enganosos, esses líderes infiéis embalavam os pecadores num sono fatal. Eles deveriam ter avisado sobre a calamidade iminente e a necessidade de arrependimento, mas, em vez disso, asseguraram que não havia nada a temer (ver Ez 13:22). Profetas que anunciam paz e segurança, apesar da transgressão, enquanto Deus declara que o pecado está prestes a recolher seu salário, estão repetindo a primeira mentira satânica falada no jardim do Éden: “É certo que não morrereis” (Gn 3:4). CBASD, vol. 4, p. 409.
16 Ponde-vos à margem do caminho. A metáfora é de um viajante que, tendo perdido o caminho, para na encruzilhada de várias estradas diferentes, considerando cuidadosamente e perguntando pelo caminho certo. CBASD, vol. 4, p. 409, 410.
Veredas antigas. O verdadeiro caminho era aquele em que andaram os piedosos antepassados de Judá. A observância dos princípios éticos e morais da aliança trariam as mais altas bênçãos espirituais para a nação e para os indivíduos (ver PR, 411). CBASD, vol. 4, p. 410.
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“Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos” (v.16).
Uma das piores coisas que pode acontecer a alguém, por pior que seja, não é uma doença terminal, nem tampouco a perda de bens materiais, mas o afastamento de Deus. Quem, propositadamente, se recusa a ouvir a voz do Senhor e a seguir os Seus mandamentos (v.19), corre o sério risco de entrar em estado de coma espiritual. Assim como um paciente em coma clínico fica incapaz de manifestar algum tipo de reação, uma pessoa que escolhe estar longe de Deus não reage ao tratamento oferecido pelo Médico dos médicos, pois “que a Palavra do Senhor é para eles coisa vergonhosa; não gostam dela” (v.10).
Mesmo diante de um povo onde eram “todos corruptores” (v.28), Deus enviou o Seu mensageiro com um apelo após o outro. Cometiam “abominação sem sentir por isso vergonha” (v.15). Fechavam os olhos para o bem enquanto praticavam o mal como se fosse algo natural. Se não se envergonhavam de seus atos, não havia arrependimento, e se não havia arrependimento, não poderia haver perdão, e, sem perdão, não há salvação. Deus enviou os Seus atalaias, mas, ainda assim, qual rebeldes insistiam: “Não escutaremos” (v.17).
A terrível obra de Satanás tem amortizado os sentidos da humanidade através da teoria de que não existe nada absoluto, tudo é relativo. Vivemos em uma geração onde tudo é “normal”. Casados que vivem uma vida de solteiros? Ah, é normal! Mídia que incita o sexo livre e a violência ao alcance de crianças? Ah, é normal! Meninas que querem ser meninos e vice e versa? Ah, é normal! Enquanto isso, líderes religiosos passam a mão na cabeça dos inconstantes, confundindo inclusão com abominação, e dizendo: “Paz, paz; quando não há paz” (v.14).
Eis que a Palavra do Senhor é a mesma e não muda! Porque “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Is.40:8). Ela nos chama a atenção para os abusos que muitos têm feito em nome de Deus. É muito bom e agradável aos ouvidos ouvir de paz, amor e prosperidade. Mas Deus não nos fala o que queremos ouvir, e sim o que precisamos ouvir. Se tão-somente nos colocarmos nem que seja à margem de ouvir a verdade sobre o “bom caminho” (v.16) e demonstrarmos algum interesse por ele, o nosso bom Pastor nos fará achar descanso. Ele nos convida a dEle aprender e nEle descansar: “Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt.11:29). Jesus Cristo é o bom Caminho (Jo.14:6). Andai por Ele (Is.30:21), é o apelo do Espírito Santo a todos nós.
Os atalaias de Deus continuam falando. Cada vez que abrimos a Bíblia com o objetivo de conhecer a Deus, a visão de que Ele é um Deus tirano e pronto a castigar é mudada para um Deus que é amor e pronto a salvar. O procedimento da nação que Ele escolheu como “a menina dos olhos” (Sl.17:8), não merecia qualquer tipo de piedade, porém o Senhor estava disposto a absolvê-la caso se voltasse para Ele. Ele não deseja sacrifícios e holocaustos vazios (v.20), mas a oferta de corações sinceros e convertidos. “Dá-Me, filho Meu, o teu coração…”, é um texto que tem sido extremamente distorcido pela teologia barata que diz que Deus só quer o nosso coração. De fato, o Senhor só pede o nosso coração, mas para que aconteça o que diz na conclusão do verso: “… e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26).
“Portanto, ouvi, ó nações… Ouve, tu, ó terra!” Não insistam em dizer: “Não andaremos” (v.16) e “Não escutaremos” (v.17). Porque o Dia do Senhor está chegando, onde “cairão pais e filhos juntamente” e onde “o vizinho e o seu companheiro perecerão” (v.21). Mas também será o tempo em que, “ao som da trombeta” (v.17) de Deus, “ouvida a voz do arcanjo”, o Senhor “descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17). “Informa-te, ó congregação” (v.18)! Estude a Palavra de Deus, “aceita a disciplina” (v.8) do Senhor e, “mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:5), “achareis descanso para a vossa alma” (v.16)! Vigiemos e oremos!
Feliz semana, os que amam a Palavra do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100