Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 34 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de novembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 34 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 34 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JEREMIAS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



JEREMIAS 34 by Jobson Santos
29 de novembro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/34

Ninguém gosta de receber más notícias. Mas deixe-me fazer uma pergunta? O que você prefere – uma boa notícia que é uma mentira ou uma má notícia que é uma verdade? O rei Zedequias recebeu más notícias do profeta Jeremias. Os exércitos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, destruiriam Jerusalém e o rei seria levado cativo.

Por que o Senhor dá notícias tão ruins ao Seu povo? A resposta é simples: ele quer que nos preparemos para os tempos difíceis que virão. A melhor preparação para adversidades ou perseguições é um relacionamento pessoal com Deus. Jesus disse aos Seus seguidores: “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo.” (João 16:33, NVI)

Não é de admirar que o apóstolo Paulo pudesse dar este agradável testemunho: “Nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Rom. 8: 38-39, NVI).

Derek J. Morris
Presidente da TV Hope Channel
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1010
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JEREMIAS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de novembro de 2020, 0:50
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476 palavras

1 Quando Nabucodonosor. Este capitulo começa relatando eventos que ocorreram no inicio do cerco final a Jerusalém, enquanto o profeta ainda estava em liberdade, porque a profecia enviada a Zedequias (v. 2, 3) foi mencionada pelo rei como o motivo para o aprisionamento de Jeremias (ver com. de Jr 32:2). CBASD, vol. 4, p. 518.

Não morrerás a espada. Esta garantia foi dada, provavelmente, a Zedequias para persuadi-lo a deixar de resistir aos babilônios e entrar em acordo com Nabucodonosor. Ainda que Zedequias fosse levado cativo a Babilônia, a submissão de sua parte lhe asseguraria uma vida pacifica e um enterro honroso. CBASD, vol. 4, p. 518.

Apregoar a liberdade. Enquanto a lei mosaica permitia que os israelitas fossem postos sob escravidão por tempo limitado (ver com. de Ex 21:2), muitos senhores excederam seus direitos … aplicaram a lei do endividamento a fim de escravizar grande quantidade de seus companheiros. Então, sob o perigo premente do ataque babilônico, Zedequias prometeu liberdade a todos os que eram escravos em Jerusalém a fim de assegurar o recebimento da ansiada cooperação serviçal dos homens livres em vez do forçado auxilio dos escravos … . CBASD, vol. 4, p. 519.

10 Obedeceram. Em vista da ameaça dos perigos externos e de que uma classe de pessoas oprimidas poderia se levantar para auxiliar um invasor (ver Ex 1:10), a ordem de Zedequias para libertar os escravos se adequou as tendências por parte dos príncipes e do povo. CBASD, vol. 4, p. 519.

11 Mas depois se arrependeram. Quando os caldeus temporariamente levantaram o cerco para enfrentar o exercito egípcio que estava se aproximando (ver v. 21; Jr 37:5), muitos dos habitantes de Jerusalém creram que o perigo das suas cidades havia passado, e eles novamente os sujeitaram por servos e servas”. CBASD, vol. 4, p. 519.

15 Feito perante Mim aliança. Este acordo para libertar os escravos foi solenemente celebrado pelo rei e por “todos os príncipes, e todo o povo (v. 10) no pátio do templo, e assim foi feito, em certo sentido, com o próprio Deus (ver Ne 5:8-13). Portanto,ao quebrar esta aliança, o povo transgrediu não apenas contra seus companheiros, mas também contra Deus. CBASD, vol. 4, p. 519.

17 Eu vos apregoo a liberdade. A liberdade ordenada por Deus (Lv 25:10) foi negada pelo povo a seus companheiros e tornada pelo juízo de Deus em “liberdade” que levaria os transgressores “a espada, a peste e a fome” e também ao cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 519.

18 Bezerros que cortaram. Os que estavam entrando em aliança deviam passar entre as duas metades, simbolicamente se comprometendo a uma obediência perpétua as provisões solenemente combinadas. A vida dos animais era a garantia da vida dos que participavam da aliança.  CBASD, vol. 1, p. 311, sobre Gn 15:0.

21 De vós. Isto mostra, como indicado antes (ver com. do v. 11), que os babilônios tinham levantado o cerco a Jerusalém, dando aos príncipes de Judá a falsa ideia de que o perigo tinha passado, e a falsa esperança de que o auxilio vinha do Egito (Jr 37:5-10). CBASD, vol. 4, p. 519.



JEREMIAS 34 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de novembro de 2020, 0:45
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“Ao fim de sete anos, libertareis cada um a seu irmão hebreu, que te for vendido a ti e te houver servido seis anos, e despedi-lo-ás forro; mas vossos pais não Me obedeceram, nem inclinaram os seus ouvidos a Mim” (v.14).

Após os seis dias da criação do mundo, a conclusão do conjunto harmônico de todas as coisas revelava uma verdade inquestionável: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gn.1:31). Tudo o que Deus havia criado era perfeito, mas veio o inimigo e semeou o mal (Mt.13:28). Cobiça, medo, acusação, homicídio, inauguraram os primeiros dias de pecado no planeta recém-criado. E o homem se tornou escravo da maldade, com uma natureza má e depravada.

A Israel foram dadas leis diversas a fim de educar o povo num caminho de retidão, ensinando-o a maneira correta de viver em santificação diante de Deus e diante das demais nações. Algumas dessas leis eram pré-existentes e são imutáveis e eternas, como a Lei moral dos dez mandamentos e as leis de saúde. Mas o Senhor também estabeleceu leis civis conforme a realidade cultural da época, onde a escravidão estava arraigada até mesmo entre o professo povo de Deus. Ao exigir dos filhos de Israel que tratassem seus servos com justiça e os deixassem livres após um período de seis anos, Deus declarou o Seu desejo pelo tempo em que não haveria mais escravos na nação que havia tirado “da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx.20:2).

Jeremias viveu no meio de uma apostasia sem limites, e, dentre os pecados dos quais eram culpados, os habitantes de Jerusalém praticavam a escravidão desconsiderando por completo as leis estabelecidas por Deus. Além de escravizar os “hebreus, seus irmãos” (v.9), sua atitude assemelhou-se a de Faraó quando deixou ir o povo, de forma que “se arrependeram, e fizeram voltar os servos e as servas que haviam despedido forros, e os sujeitaram por servos e servas” (v.11). A inclinação do coração de todos “os príncipes e todo o povo” (v.10) de Jerusalém pendia para o mal, de forma que sofreriam as consequências de suas próprias ações sendo eles mesmos levados como escravos de Babilônia.

Satanás é o maior comerciante de escravos de todos os tempos. Usando a mesma estratégia que no princípio fez cair nossos primeiros pais, ele “tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8), aprisionando multidões no cativeiro da Babilônia espiritual. E pior: ele tem feito tudo isso apontando para Deus como o causador de toda a maldade e sofrimento. Levando o homem a esquecer de seu Criador e a rejeitar a verdade de que Deus só criou o que era muito bom, Satanás avança em sua obra maligna de conquistar o máximo de escravos do pecado, enquanto os faz pensar que estão vivendo a liberdade.

Só há liberdade em Cristo Jesus! Ele mesmo afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo.14:6), “e, conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Em Cristo encontramos a liberdade que nos tira “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Em Cristo compreendemos que o serviço para Deus é nobre e justo e nos guia para a vida eterna, onde seremos príncipes e princesas no reino dos céus. Este planeta cativeiro está prestes a ser o palco do livramento dos servos de Deus e da destruição de Satanás e de seus escravos. “Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo” (Rm.8:23).

Deus nos chamou para apregoarmos “a liberdade, cada um a seu irmão e cada um ao seu próximo” (v.17), rompendo de muitas vidas as cadeias da iniquidade. Esta missão está quase em seu estágio final. Não deveríamos nós, como os primeiros discípulos, estar unidos em oração e súplicas pela derradeira chuva do Espírito, a fim de recebermos poder para testemunhar a um mundo que caminha a passos largos para a destruição? Eia, servos do Deus Altíssimo! Despertai, nação de verdadeiros adoradores! “Veio, pois, a palavra do Senhor a Jeremias, da parte do Senhor” (v.12) não apenas para o antigo Israel, mas também como uma mensagem de advertência e reavivamento para os nossos dias. Em breve, os filhos de Deus não lamentarão mais diante da morte de seus queridos, “dizendo: Ah, Senhor!” (v.5). Mas romperão em brados de triunfo ao verem seus amados sendo ressuscitados “para a vida eterna” (Dn.12:2). Quer você estar pronto para este dia? Escolha a verdade. Escolha a liberdade. Escolha Jesus. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, livres em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jeremias34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 34 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMI by Jeferson Quimelli
29 de novembro de 2020, 0:40
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JEREMIAS 34 – Quem não aprende a libertar, precisará aprender a fazê-lo quando estiver no cativeiro. Deus proclamou libertação aos escravos, os líderes do povo de Deus ignoraram esta proclamação.

• Leia com atenção!

Misericordiosamente Deus usa Seus mensageiros para advertir aos pecadores objetivando a salvação deles. Em Jeremias 34:1-7 o profeta exorta o rei Zedequias pedindo-lhe que se rendesse à Babilônia.

A rejeição à misericórdia de Deus resulta no desprezo às palavras de Seus mensageiros. Consequentemente, as atitudes de um líder desobediente são vistas na opressão de seus semelhantes. Zedequias oprime israelitas, escravizando-os (Jeremias 34:8-16). Além de pecar contra seu próprio povo, o rei do povo de Deus peca contra a própria palavra divina, revelada em Êxodo 21:1-11.

Quem não tem interesse pelas elevadas instruções e sábias revelações divinas, certamente agirá conforme seus próprios interesses, que são egoístas, mesquinhos e resultam em problemas com as pessoas e com Deus. Quando Nabucodonosor cercava a cidade de Jerusalém, Zedequias concordou em libertar os escravos. Ao se retirar o exército babilônico, Zedequias achou conveniente sujeitar a escravidão novamente ao seu próprio povo. Assim, o nome de Deus foi profanado, então, as consequências horrendas seriam inevitáveis (Jeremias 34:17-22).

Reflita:
• Quando a Palavra de Deus é desonrada, as atitudes em relação ao próximo se tornam erradas.
• Quando a misericórdia de Deus é ignorada, as consequências das atitudes erradas chegarão como forte enxurrada.
• Quando não se valoriza a Palavra de Deus automaticamente não prioriza as orientações que apontam para bênçãos, paz e felicidade; então, terá que aprender a importância de ouvir a Palavra de Deus nos exílios da vida.
• Quando se age pela conveniência pessoal, pela lógica humana ou pelo que parece óbvio em vez de consultar a Deus e a Sua Palavra, a sociedade vira um caos, a opressão surge de onde deveria existir libertação, e a opressão invade a vida de todos.
• Quando se rejeita oportunidades de arrependimento, as pessoas se arrependerão de não ter-se arrependido; pois, as consequências não perdoam aos inconsequentes.

A liberdade dada por Deus deve ser usada para demonstrar nossa lealdade a Ele e a Sua Palavra.

Se assim fizermos nossa atitude será nobre em relação ao próximo, viveremos o padrão divino em um ambiente humano. Nossa sociedade perceberá que somos diferentes e assim testemunharemos alegremente de nosso Deus! – Heber Toth Armí.




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