Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de novembro de 2020, 0:50
Filed under: Sem categoria

476 palavras

1 Quando Nabucodonosor. Este capitulo começa relatando eventos que ocorreram no inicio do cerco final a Jerusalém, enquanto o profeta ainda estava em liberdade, porque a profecia enviada a Zedequias (v. 2, 3) foi mencionada pelo rei como o motivo para o aprisionamento de Jeremias (ver com. de Jr 32:2). CBASD, vol. 4, p. 518.

Não morrerás a espada. Esta garantia foi dada, provavelmente, a Zedequias para persuadi-lo a deixar de resistir aos babilônios e entrar em acordo com Nabucodonosor. Ainda que Zedequias fosse levado cativo a Babilônia, a submissão de sua parte lhe asseguraria uma vida pacifica e um enterro honroso. CBASD, vol. 4, p. 518.

Apregoar a liberdade. Enquanto a lei mosaica permitia que os israelitas fossem postos sob escravidão por tempo limitado (ver com. de Ex 21:2), muitos senhores excederam seus direitos … aplicaram a lei do endividamento a fim de escravizar grande quantidade de seus companheiros. Então, sob o perigo premente do ataque babilônico, Zedequias prometeu liberdade a todos os que eram escravos em Jerusalém a fim de assegurar o recebimento da ansiada cooperação serviçal dos homens livres em vez do forçado auxilio dos escravos … . CBASD, vol. 4, p. 519.

10 Obedeceram. Em vista da ameaça dos perigos externos e de que uma classe de pessoas oprimidas poderia se levantar para auxiliar um invasor (ver Ex 1:10), a ordem de Zedequias para libertar os escravos se adequou as tendências por parte dos príncipes e do povo. CBASD, vol. 4, p. 519.

11 Mas depois se arrependeram. Quando os caldeus temporariamente levantaram o cerco para enfrentar o exercito egípcio que estava se aproximando (ver v. 21; Jr 37:5), muitos dos habitantes de Jerusalém creram que o perigo das suas cidades havia passado, e eles novamente os sujeitaram por servos e servas”. CBASD, vol. 4, p. 519.

15 Feito perante Mim aliança. Este acordo para libertar os escravos foi solenemente celebrado pelo rei e por “todos os príncipes, e todo o povo (v. 10) no pátio do templo, e assim foi feito, em certo sentido, com o próprio Deus (ver Ne 5:8-13). Portanto,ao quebrar esta aliança, o povo transgrediu não apenas contra seus companheiros, mas também contra Deus. CBASD, vol. 4, p. 519.

17 Eu vos apregoo a liberdade. A liberdade ordenada por Deus (Lv 25:10) foi negada pelo povo a seus companheiros e tornada pelo juízo de Deus em “liberdade” que levaria os transgressores “a espada, a peste e a fome” e também ao cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 519.

18 Bezerros que cortaram. Os que estavam entrando em aliança deviam passar entre as duas metades, simbolicamente se comprometendo a uma obediência perpétua as provisões solenemente combinadas. A vida dos animais era a garantia da vida dos que participavam da aliança.  CBASD, vol. 1, p. 311, sobre Gn 15:0.

21 De vós. Isto mostra, como indicado antes (ver com. do v. 11), que os babilônios tinham levantado o cerco a Jerusalém, dando aos príncipes de Judá a falsa ideia de que o perigo tinha passado, e a falsa esperança de que o auxilio vinha do Egito (Jr 37:5-10). CBASD, vol. 4, p. 519.


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