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1 Ouvi-me, terras do mar. Deus fala às “terras do mar”, ou nacoes gentias que ficavam às margens do Mediterraneo. Este versiculo da inicio a uma seção importante do livro de Isaias (Is 49-53), nas qual o “servo” do Senhor é basicamente Cristo. CBASD – Comentário Biblico Adventista do Setimo Dia, vol. 4, p. 292.
Pode significar “nações remotas”, ou o estrangeiro em geral. Bíblia Shedd.
Desde o ventre de Minha mãe fez menção do Meu nome. Jesus recebeu Seu nome antes de nascer. Bíblia Shedd.
Desde o momento da concepção, Cristo foi separado para um propósito: trazer salvação para a humanidade (Mt 1:20, 21). O quadro profético do Messias em Sua obra é inigualável. CBASD, vol. 4, p. 292.
2 Como uma espada aguda. Isto e, a mensagem do Messias seria eficaz. A espada é um símbolo apropriado do poder cortante, penetrante da Palavra de Deus (ver Os 6:5/ Ef 6:17; 2Ts 2:8; Hb 4:12; Ap 1:16; 19:15, 21). CBASD, vol. 4, p. 292.
Flecha. Outro símbolo do poder penetrante das palavras de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 292.
3 És Israel. O versículo que os judeus usam para dizer que estas profecias dizem respeito à descendencia natural de Israel; não deve ser assim interpretado, pois é a definição do verdadeiro Israel de Deus, que revela a gloria de Deus, para proclamar as virtudes do seu Salvador (1Pe 2.9-10). Bíblia Shedd.
4 Debalde tenho trabalhado. Foi verdade que Cristo, às vezes, sentiu que Seu ministério em prol da humanidade era pouco apreciado. CBASD, vol. 4, p. 292.
5 Para reunir Israel a Ele. Cristo veio para trazer Israel de volta a Deus (ver Ez 34:11-16; Mt 15:24). CBASD, vol. 4, p. 292.
6 Luz para os gentios. Ele [Cristo] veio para ser o Salvador, não só de Israel, mas do mundo (Jo 3:16). Barreiras nacionais seriam derrubadas (Ef 2:14), e Sua mensagem de esperanca chegaria aos confins da Terra (Mt 24:14; sobre a missão de Israel no mundo, ver p. 12-25). CBASD, vol. 4, p. 292.
7-12 Agora Deus é Quem fala sobre a gloria do Seu Servo desprezado, o qual virá a ser mediador da aliança e Redentor do seu povo. Bíblia Shedd.
7 Os reis O verão. Comparar com Is 52:15. O Messias viria como “servo” (Is 49:15; 52:13; ver com. de Is 41:8) e seria desprezado (Is 52:14; 53: 2, 3), mas chegaria o tempo em que os mais honrados da terra se ajoelhariam diante dEle e O adorariam (ver Sl 72:10, 11; ver com. de Is 45:23; 52:13-15; ver também p. 15-17). Ninguém foi tão odiado como Ele, e ninguém é mais amado do que Ele. CBASD, vol. 4, p. 292.
8 No tempo aceitável. Literalmente, “num tempo de favor [divino], referindo-se à vida e ao ministério de Cristo (vr Is 61:2; cf Lc 4:19). CBASD, vol. 4, p. 292.
As herdades assoladas. Uma expressão figurada. O Messias traria a Seu povo o cumprimento das promessas feitas aos pais. … A terra estava desolada e arida espiritualmente, como resultado do pecado (ver DTN, 36, 37); mas, quando chegou a hora, Deus enviou Seu Filho ao mundo (Gl 4:4), e por meio dEle derramou “um diluvio de graca vivificadora, o qual nunca seria impedido nem retido enquanto o plano da salvacao se houvesse consumado” (DTN, 37). CBASD, vol. 4, p. 292, 293.
9 Em trevas. Isto é, as trevas da ignorância e do pecado. Cristo veio à Terra como a Luz do mundo, para tirar a humanidade das trevas para a gloriosa e salvadora luz do evangelho. CBASD, vol. 4, p. 293.
Pastarão nos caminhos. Representa-se um rebanho aos cuidados de um pastor amoroso, que não lhe deixa faltar pasto nem água (ver Sl 23; Jo 10:11, 14). CBASD, vol. 4, p. 293.
Voltariam em paz para suas casas, ate tirando proveito dos obstáculos. Bíblia Shedd.
12 De longe. Os exilados de Israel voltariam de todas as partes à sua terra natal, e dos confins da Terra caminhariam para a verdadeira luz (ver com. do v. 11; ver Is 56:6-8). CBASD, vol. 4, p. 293.
Sinim. Provavelmente uma terra distante ao sul ou a leste de Judá, visto que o norte e o oeste já foram mencionados [hipóteses propostas pelos teólogos: China, Assuã, Persia]. CBASD, vol. 4, p. 293.
Pode ser Assuã, no Nilo, onde se desenvolveu uma colonia israelita. Bíblia Shedd.
14 Mas Sião diz. Deus tinha grandes planos para Seu povo, mas este pensava que o Senhor o havia esquecido (ver com. de Is 40:27; 54:6, 7; cf Sl 137:1-4). CBASD, vol. 4, p. 293.
15 Pode uma mulher …? O amor mais forte que o ser humano conhece é o de uma mãe por seu filho, e Deus usa esse amor para ilustrar o Seu amor por Israel. CBASD, vol. 4, p. 293.
16 Nas palmas das Minhas mãos te gravei. Ou “inscrevi”, “te esculpi”. Israel temia que Deus tivesse Se esquecido das promessas da aliança feitas a seus pais (ver com. do v. 14). A situação de Israel na época de Isaias podia sugerir tal esquecimento. No entanto, Deus declarou que eles nao tinham ideia da profundidade e durabilidade de Seu amor por eles como um povo (ver Dt 7:7, 8). Por toda a eternidade, as marcas dos pregos nas maos de Cristo serao um lembrete de Seu amor pelos pecadores (ver Jo 15:13). CBASD, vol. 4, p. 293.
Teus muros. Isto é, os muros de Sião, símbolo de força e do bem estar da nação. CBASD, vol. 4, p. 293.
17 Teus filhos. Isto é, os judeus do exílio, que voltariam para reconstruir os muros de Jerusalém, apos a destruição de Nabucodonosor (2Rs 25:10). CBASD, vol. 4, p. 294.
Teus destruidores. Os assírios e, principalmente, os babilônios. Os destruidores de Jerusalém seriam destruídos. CBASD, vol. 4, p. 294.
18 Todos estes. Isto é, os exilados que retornariam (ver Is 60:4, 5), e que junto com os prosélitos gentios, reergueriam os muro de Siao (Is 60:3, 4, 10; ver p. 15, 16). CBASD, vol. 4, p. 294.
De todos estes te vestirás. Representa-se Sião vestida com seus habitantes como uma noiva elegantemente adornada. Os exilados e os prosélitos seriam para ela como ornamento de graça e beleza (ver Is 62:3; Ml 3:17). CBASD, vol. 4, p. 294.
A gloria, a formosura e o atavio de uma mulher israelita era ter a sua família ao seu redor. Jerusalém, agora triste, é convidada a receber, com júbilo, seus filhos que voltam. Bíblia Shedd.
19 Estreita demais. Judá seria restaurada e repovoada. Se a nacao restaurada tivesse sido fiel, o territorio original se tornaria pequeno demais para o aumento da população (ver Is 54:2, 3; Zc 10:10). CBASD, vol. 4, p. 294.
21 Quem me gerou … ? Sião, ao se considerar abandonada e desolada (ver com. do v. 14), se enriquece com sua situação (ver Is 54:1). CBASD, vol. 4, p. 294.
Em exílio. Antecipando-se ao cativeiro babilônico, Isaias, sob inspiração divina, ouve o Israel cativo falar do que lhe sucederia “às margens dos rios da Babilonia” (Sl 137:1). CBASD, vol. 4, p. 294.
22 As nações. As nações ajudariam os judeus à retornar à sua terra natal e a restaurar Sião após o cativeiro (ver com. de Ed 7:15; 8:25-27; ver p. 16-19). CBASD, vol. 4, p. 294.
23. Reis serão os teus aios. Os governantes da terra ajudariam os judeus a retornar à sua pátria e a reconstruir Siao. CBASD, vol. 4, p. 294.
Lamberão o pó. Expressão oriental que descreve a humilhação dos súditos ou dos povos conquistados perante seus superiores ou conquistadores (cf. Mq 7.17; Sl 72.9). Bíblia Shedd.
24 Tirar-se-ia a presa ao valente? Uma pergunta retórica, cuja resposta esta nos v. 25 e 26. CBASD, vol. 4, p. 294.
Jesus é o Redentor que tira a presa de Satanás. Bíblia Shedd.
25 Os presos. Refere-se, primeiramente, aos hebreus cativos, os que foram levados pelos assírios e os que seriam levados por Nabucodonosor, e depois, de modo figurado, a todos os feitos cativos por Satanás. CBASD, vol. 4, p. 294.
Salvarei. A resposta é enfatica: Deus pode e irá salvar. Seu povo nada tem a temer. Eles não devem concentrar a atencao na forca de seus opressores, mas no poder de seu grande Libertador. CBASD, vol. 4, p. 294.
Teus filhos. Isto é, os filhos de Sião (ver v. 14-22). Isaias se refere em particular aos exilados hebreus espalhados por terras estrangeiras. … É privilegio dos pais reivindicar para seus filhos a promessa feita ao antigo Israel, pois os pequeninos sao objeto do amor divino. CBASD, vol. 4, p. 294.
26 Com sua própria carne. Cf 9.20. É o castigo que o zelo do Senhor faria cair sobre os opressores vencidos. Bíblia Shedd.
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“… Eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos… Todo homem saberá que Eu sou o Senhor, o teu Salvador e o teu Redentor, o Poderoso de Jacó” (v.25 e 26).
O maior desafio do Senhor com relação à humanidade sempre foi no que diz respeito à confiança. Se Adão e Eva tivessem confiado na palavra de Deus não teriam caído na armadilha do inimigo. Se Sara tivesse confiado na providência divina não teria oferecido a sua serva a Abraão. Se Jacó confiasse que Deus cumpriria a Sua promessa não teria enganado seu pai. Se Israel tivesse confiado no Senhor não teria passado quarenta anos peregrinando no deserto. As consequências da incredulidade são desastrosas e, muitas vezes, irreversíveis. Porém, o convite de Deus continua sendo o mesmo: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Sl.37:5).
Com um amor insistente e uma graça superabundante, Deus tem chamado todos os povos a dar ouvidos à Sua Palavra (v.1). Israel rejeitou vez após outra o chamado de ser o povo que manifestaria a glória de Deus (v.3) e que seria luz para as demais nações (v.6). Ao invés de ser um transmissor da verdade, tornava-se um receptor da maldade. Facilmente, Israel trocava os princípios dados por Deus pela cultura das nações circunvizinhas, deixando de cumprir com os propósitos divinos. Eram essas ações negativas que levavam o povo a perder, paulatinamente, a relação de confiança com o Senhor, e, por conseguinte, a percepção quanto à Sua Palavra. Mas “o Redentor e Santo de Israel” (v.7) veio à Terra “como luz para os gentios” (v.6), revelando e iluminando o mundo com a glória do Pai. Porém, Israel não reconheceu em Jesus o cumprimento das profecias.
Como na lei da física toda ação produz uma reação, as más ações traziam maus resultados, e era aí que o povo caía em si e clamava pelo socorro do seu Criador. E diante das amargas consequências, com pesaroso espanto dizia: “O Senhor me desamparou, o Senhor Se esqueceu de mim” (v.14). Mas a resposta de Deus lança por terra toda e qualquer possibilidade de abandono: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não Me esquecerei de ti” (v.15). Você e eu estamos gravados nas palmas das mãos do nosso Criador (v.16). Tão certo como Ele vive (v.18), os que nEle esperam “não serão envergonhados” (v.23). Muito em breve “os que te devoravam estarão longe de ti” (v.19). Deus nos livrará dos destruidores e assoladores (v.17) e nos vestirá com Sua justiça (v.18). Precisamos confiar em Suas promessas e com firmeza embraçar “o escudo da fé”, com o qual podemos “apagar todos os dardos inflamados do Maligno” (Ef.6:16).
Hoje é o “tempo aceitável”, o “dia da salvação” (v.8)! “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). A oportunidade que o Senhor nos estende hoje, agora, é completamente plena de um amor que supera a forma humana mais sublime de amar. Ele nos convida a uma experiência pessoal e diária com Ele para que então possamos saber que Ele é o Senhor e que não irá nos decepcionar. Se o Senhor prometeu que vai contender com os que contendem conosco e que vai salvar os nossos filhos (v.25), é porque Ele vai! Qual é a nossa parte então? Confiar! Acredite que não tardará, e o Senhor que te formou “desde o ventre para ser Seu servo” (v.5), te guiará e te conduzirá “aos mananciais das águas” (v.10) e todos saberão que o Senhor é “o teu Salvador e o teu Redentor” (v.26). “Cantai, ó céus, alegra-te, ó terra, e vós, montes, rompei em cânticos, porque o Senhor consolou o Seu povo e dos Seus aflitos Se compadece” (v.13). Vigiemos e oremos!
Bom dia, servos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías49 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 49 – Incrédulos experimentam as promessas de Deus. A graça divina alcança a todos os que não a merecem; do contrário, não seria graça – a qual visa beneficiar aos indignos do favor divino.
Nas seguintes profecias, “a atenção dos exilados é desviada da sua situação infeliz na Babilônia e dirigida para a terra natal, e em particular para a cidade-mãe. Como era fato inegável, Jerusalém estava em ruínas durante o período do exílio; mas o profeta está confiante ao olhar para o futuro e ver a restauração e suas glórias futuras” (David F. Payne).
As muitas promessas de restauração são excessivamente boas para serem acreditadas. “O povo não acreditava nessas promessas (49:24), porém Deus garante que cumprirá todas elas. Os opressores serão derrotados, e todo homem saberá que eu sou o Senhor, o teu Salvador (49:25-26). Deus será, de fato, glorificado em Seu povo (49:3)” (Edouard Kitoko Nsiku).
O propósito de Deus é sempre salvar o pecador perdido, desprovido de solução para seu caso. A estratégia divina é a graça, mediante Seu servo. Observe os detalhes deste capítulo:
1. Deus chamou Israel desde o princípio (ventre) e trabalha preparando-o para uma obra especial na terra (vs. 1-2).
2. Como servo, em vez de glorificar a Deus, Israel foi uma tremenda decepção, não atingiu as expectativas divinas (vs. 3-4).
3. Porém, surge outro servo, que também é chamado do ventre materno, e fará a obra de Deus de forma plena (vs. 5-6):
a) Vai restaurar Israel;
b) Vai ser luz para os gentios.
4. Deus conforta Seu povo espalhado pelo mundo (v. 13). Para deixar isso claro, Ele o faz usando a figura de…
a) Uma mãe que não decepciona Seus filhos. Seu cuidado, proteção e guia trarão tão grande sucesso ao mundo que muitos estrangeiros se unirão ao Senhor (vs. 14-23).
b) Um valente guerreiro que enfrenta qualquer gigante que se opõe ao Seu povo. Como bom guerreiro Deus arranca das mãos de inimigos ferozes os que nEle esperam (vs. 24-25).
Deus grava nossos nomes nas palmas de Suas mãos, Seu terno amor ultrapassa ao amor de uma boa mãe. Deus quer restaurar tudo o que o pecado arruinou em nós e em nosso planeta. Apenas precisamos aprender a confiar nEle!
“Senhor, reaviva-nos! Amém! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 48 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 48 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/48
Quando os exércitos de Nabucodonosor descessem sobre Judá, aquele povo não poderia reclamar que Deus os havia deixado sem proteção. Há muito tempo Ele havia dito a eles o que aconteceria e por quê. Ele até mesmo lhes disse como lidar com a invasão (Jeremias 27:6-11). Deve ter sido uma grande decepção para o Senhor: “Tu nem as ouviste, nem as conheceste, nem tampouco antecipadamente se te abriram os ouvidos” (v. 8a, ARA).
Nada é mais mortal para a alma do que a teimosa recusa em ouvir a Deus e ceder à Sua vontade. “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos!” diz Deus: “Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar.” (v. 18, ARA).
Quantas vezes renunciamos a paz interior disponível porque respondemos mais prontamente às ruidosas vozes das circunstâncias ao nosso redor, em vez da voz segura do Senhor. Temos que admitir que confiar em Deus não é algo natural para nós. Enquanto estivermos nesta terra, sempre precisaremos escolher acreditar no que Deus diz ao invés de acreditar no que sentimos. Mas todo o céu está do nosso lado (v. 16)!
Ron E M Clouzet
Diretor da Associação Ministerial
Divisão Ásia-Pacífico Norte
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=973
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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663 palavras
1 Ouvi isto. Isaías se dirige aos hipócritas de Israel, aqueles que professavam servir a Deus, mas na verdade faziam o que queriam (ver com. de Mt 6:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 288.
2 Da santa cidade tomam o nome. Esses traidores professavam ser cidadãos de Sião, mas o eram apenas no nome … Eles buscavam os benefícios que resultavam da lealdade a Deus, mas não estavam dispostos a pagar o preço da obediência (ver com. de M7 7:21-27). Queriam todos os privilégios do discipulado, mas se recusavam a assumir as responsabilidades. CBASD, vol. 4, p. 288.
3 As primeiras coisas … anunciei. Não os pagãos, mas o infiel povo de Judá é chamado a reconhecer a presciência de Deus. CBASD, vol. 4, p. 288.
De repente. Deus predisse esses eventos, mas os hipócritas infiéis foram pegos de surpresa (ver Mt 24:39). Em Tessalonicenses 5:1 a 8, há um conselho semelhante para os que aguardam a vinda do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 288.
5 O meu ídolo fez estas coisas. Israel tinha acabado de sair do Egito quando atribuiu sua libertação a um ídolo (Êx 32:4). CBASD, vol. 4, p. 288.
8 Eu sabia que procederias mui perfidamente. Deus conhecia o caráter perverso dos israelitas e sabia que não queriam acreditar e que, até o fim, tentariam justificar sua rebeldia. A seguir, ele apresenta uma série de predições incomuns, incluindo o cativeiro por vir, a missão de Ciro um século antes de sua época, a libertação do jugo babilônico e outros eventos que culminariam com a vinda do Messias. CBASD, vol. 4, p. 288, 289.
9 Por amor ao Meu nome. Por causa da perversidade …, o povo de Judá não merecia a misericórdia ou o favor de Deus. Sua queda, porém, traria opróbrio sobre seu santo nome, pois O considerariam caprichoso, vingativo e incapaz de cumprir seus próprios planos. O nome de Deus representa Seu caráter: um Deus “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx 34:6). CBASD, vol. 4, p. 289.
11 Por amor de Mim. Se não tivesse redimido Israel, o nome do Senhor teria sido profanado entre os pagãos. Deus restauraria os filhos de Israel, não por mérito deles, mas por Sua misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 289.
16 Agora, o SENHOR Deus Me enviou a Mim e o Seu Espírito. De acordo com o contexto … Cristo é Quem fala. Foi Deus Quem enviou Jesus em Sua missão. Jesus tem estado com o Pai desde o início (Jo 1:1-3); mas, quando o Pai Lhe deu uma obra a realizar neste mundo de pecado, Ele deixou o Céu para cumpri-la (Jo 1;14; 3:34; 6:29, 57; 17:3, 4). Quando Jesus veio ao mundo como o Messias, Deus enviou o Espírito Santo para estar sobre Ele (Is 11:2; 42:1; 61:1-3; Mt 3:16; Lc 4:18-21; Jo 1:32, 33; At 10:38). Aqui são mencionados os três membros da Divindade (ver com. de Is 42:1). CBASD, vol. 4, p. 289.
17 Que te ensina o que é útil. Cristo veio para ensinar à humanidade os segredos da paz e das bênçãos … e guiá-la no caminho da vida eterna. CBASD, vol. 4, p. 289.
18 Ah! Se tivesses dado ouvido aos Meus mandamentos! Os mandamentos de Deus foram dados para guiar a humanidade nos caminhos da paz e da justiça (Sl 119:1, 2, 6, 9, 165; Pv 3:1, 2). Todas as leis de Deus são para o bem do ser humano, para guiá-lo no caminho da retidão e protegê-lo do pecado e do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 290.
19 Os teus descendente, como a areia. ver Gn 22:17; 32:12. A obediências resultaria numa descendência numerosa; mas a desobediência causaria extinção. CBASD, vol. 4, p. 290.
20 Saí da Babilônia. Esta é uma antecipação do tempo quando Deus chamaria Seu povo para sair de Babilônia [literal], a fim de não ter o mesmo destino dela (jr 50:8; 51:6, 45). Nos últimos dias, faz-se o mesmo convite urgente ao povo de Deus; contudo, com respeito à Babilônia espiritual (Ap 18:4). CBASD, vol. 4, p. 290.
22 Não há paz. Paz é o resultado seguro da justiça (ver com. de Is 32:17), e é completamente inatingível para os que andam nos caminhos do mal. No v. 18, a paz está associada à obediência aos mandamentos de Deus. Embora o ser humano busque a paz com sinceridade, não pode assegurá-la a não ser pelos meios instituídos por Deus. CBASD, vol. 4, p. 290.
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“Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deve andar” (v.17).
Desconfiando da promessa divina de que nunca mais o mundo seria destruído pelo dilúvio (Gn.9:15), homens vis decidiram fundar uma cidade e construir uma torre cujo topo atingisse os céus (Gn.11:4), havendo assim a necessidade da intervenção de Deus para dar um fim àquele despropósito. Divididos em grupos conforme o idioma de cada um, os descendentes de Noé foram dispersados por toda a Terra (Gn.11:9). Somente várias gerações depois, da descendência de Sem, surgiu Abrão, a quem Deus chamou para ser o pai de “uma grande nação” e por meio de quem seriam “benditas todas as famílias da Terra” (Gn.12:2 e 3). A mudança de seu nome para Abraão (pai de uma multidão) e o milagroso nascimento de Isaque fortaleceu-lhe a fé, pela qual foi justificado (Gn.15:6).
Ao separar um povo para Si, e passar a ser conhecido como o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Senhor desejava ensinar a Israel e às demais nações que o Deus Todo-Poderoso, que “fundou a terra” e “estendeu os céus” (v.13) também é Deus pessoal, que ama e chama Suas criaturas para um relacionamento de amizade com Ele. Não foi sem razão que de Abraão Ele declarou: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8). E esse relacionamento de amizade deve estar fundamentado na fidelidade e na confiança. Foi por acreditar que “Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb.11:19), que, “pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque” e “estava mesmo para sacrificar o seu unigênito” (Hb.11:17). Foi por fé e obediência que Abraão conheceu o Senhor e a alegria em servi-Lo.
Vendo a necessidade vital de que Seus discípulos compreendessem o que Abraão compreendeu, Jesus declarou: “Vós sois Meus amigos, se fazeis o que Eu vos mando” (Jo.15:14). Aquele que nos ensinou por preceito e por exemplo a obediência que provém da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), reforçou o apelo dado a Israel: “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos Meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar” (v.18). Os mandamentos de Deus e os princípios celestes contidos em Sua Palavra permanecem “para sempre” (Sl.119:152). O Senhor declara: “Eu sou O mesmo, sou o primeiro e também o último” (v.12).
Amados, antes da volta de Jesus, será “revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição… ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2Ts.2:3 e 4), e este tempo está bem diante de nós. Satanás imitará o retorno de Cristo, operando sinais e maravilhas à vista de todos, se declarando como sendo o próprio Senhor e apresentando muitos de seus anjos caídos como pessoas que foram ressuscitadas. Estamos prontos para resistir a este engano final? Lembremos da advertência de Paulo: “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça” (2Co.11:14-15). Lembremos de que o apóstolo João, mesmo tendo contemplado Jesus em Sua glória, curvou-se diante de um anjo por duas vezes e por duas vezes foi repreendido (Ap.19:10 e 22:9).
A nossa segurança está em perseverar e crescer em nosso relacionamento com Deus, fortalecendo a fé pela Sua Palavra, que nos ensina o que é útil e nos guia pelo caminho em que devemos andar. E o Caminho é Cristo (Jo.14:6)! Ele é o nosso porto seguro, a nossa torre forte e fortaleza na qual estaremos amparados no “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1). O Senhor não nos falou “em segredo desde o princípio” (v.16). Tudo o que necessitamos saber nos está revelado. Como amigos de Deus, precisamos confiar em Sua Escritura, proclamando-a “até ao fim da Terra” (v.20). “Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v.14): “Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus e anunciai isto com voz de júbilo” (v.20). “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará; todavia, o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:37-38). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías48 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 48 – Ser negligente espiritual, relaxado na religião, morno na prática da fé, relapso no cumprimento da missão significa estar enredado nas teias do mal pensando que tudo está bem.
Os judeus se acomodaram em Babilônia, afrouxaram no propósito divino para eles e perderam o foco espiritual, que era a vinda do Messias. A única forma de resolver nossa apatia espiritual, nossa letargia religiosa e nossa indisposição para cumprir a missão resume-se em ouvindo a Palavra de Deus.
O capítulo em pauta foi divido por John N. Oswalt da seguinte forma:
ESCUTA AO SENHOR:
1. A palavra de Deus:
a) Coisas do passado (vs. 1-5).
b) Coisas novas (vs. 6-11).
2. Escuta-me:
a) O Senhor da eternidade e do tempo (vs. 12-16).
b) Se houvesses atendido (vs. 17-22).
“Seria de se pensar que os judeus estivessem ansiosos para deixar sua ‘prisão’ e voltar para sua terra, a fim de ver Deus fazer coisas novas e grandiosas por eles. Porém, haviam se acostumado com a segurança do cativeiro e se esquecido dos desafios da liberdade. Não é difícil para a igreja de hoje se acomodar com seu conforto e fartura. Deus pode nos colocar na fornalha [assim como enviou os judeus para o exílio] para nos lembrar de que estamos aqui para ser servos e não consumidores ou espectadores” (Warren W. Wiersbe).
Neste maravilhoso texto, “o Senhor se apresenta como Deus absoluto e eterno (o primeiro e também o último), o criador e sustentador do universo, o organizador de sua história, o Deus da profecia, e anuncia que suscitará alguém a quem ele ama (Ciro) para derrotar os babilônios e libertar o povo de Israel. Observe as três pessoas da Trindade no versículo 16: O Senhor Deus, Seu Espírito e a mim (i.e., Cristo). Aqui ocorre uma transição quase imperceptível de Ciro para seu antítipo, o Senhor Jesus Cristo” (William MacDonald).
Deus não nos quer estagnados numa forma exterior de religiosidade (v. 1) nem desviados da religião verdadeira (v. 5). Por isso, bondosamente, Ele oferece graça e anseia que abandonemos a Babilônia espiritual, isto é, os princípios, filosofias e práticas que não Lhe agradam (Apocalipse 18).
A obediência a Deus promove tudo o que a desobediência roubou. Paz e alegria são proporcionais à obediência. Obedeceremos? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 47 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/47
Babilônia, o instrumento que Deus usou para disciplinar Israel, não demonstrou misericórdia, nem mesmo para com os idosos. Consequentemente, Deus os informa que não poupará ninguém. Deus não tem misericórdia daqueles que não mostram misericórdia.
Os babilônios viviam pelo lema “Eu sou, e não há outro além de mim”. Acostumados a não prestarem contas a ninguém, eles acreditavam que poderiam escapar impunes mesmo continuando com sua injustiça e maldade, destruição e assassinato. Eles estavam fatalmente errados.
Nosso Deus que tudo vê está ciente de todos os motivos, pensamentos e sentimentos humanos. Ele vê as razões por trás de cada ação. Ele desvenda o que está escondido e desenterra o que está enterrado. Ele expõe para curar. Não há nada que você tenha feito, pensado ou sentido que Deus não esteja ciente.
O conceito de um Deus que tudo vê é assustador para os impiedosos, assassinos e autoindulgentes. Um dia, expostos diante do Soberano do Céu, eles implorarão às pedras para cobri-los, assim como Adão e Eva envergonhados se esconderam nos arbustos do Éden.
No entanto, para aqueles de coração transformado, o olhar onisciente de Deus não é angustiante. Em vez disso, é o olhar íntimo de um Pai compassivo, que vê, mas ama. O conhecimento absoluto que Deus possui do nosso coração, é o maior presente que já recebemos. Aquele que nos conhece muito bem nos ama mais do que ninguém!
Lori Engel
Capelã, atualmente com necessidades especiais
Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=972
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara