Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 63 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 63 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 63 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 63 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COMENTÁRIO ALETA BAINBRIDGE (Associação Geral – rodada anterior)

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



ISAÍAS 63 by Jobson Santos
23 de outubro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/63

Justiça e misericórdia. Duas faces da mesma moeda chamada Amor. Isaías fala muito a respeito dessas virtudes. Neste mundo pecaminoso, muitas vezes passamos por um ciclo: Amamos a Deus e somos muito felizes. Ficamos maravilhados com o Seu poder e abençoados por Sua paz. Não conseguimos pensar em nada melhor do que estar com Deus e O louvamos continuamente por Suas bênçãos.

Mas então vem o desastre. Começamos a não dar valor às coisas e achamos que nada irá mudar. Negligenciamos a devoção diária. Antes costumávamos louvar a Deus pelas bênçãos, mas agora começamos a achar que o mérito é nosso. Começamos a pensar que nossa paz é resultado de um excelente autocontrole. Que as bênçãos que nos cercam são certamente o resultado de nosso próprio trabalho árduo. Quando surgem problemas, decidimos que podemos lidar com eles – certamente isso não é algo grande o suficiente para incomodarmos a Deus!

Em pouco tempo, a rebelião aberta se instala. Decidimos que somos autossuficientes. Em momentos como estes, Deus freqüentemente permite que colhamos os resultados do nosso egoísmo. Então percebemos que a falsa paz e a falsa “liberdade” não produzem a verdadeira felicidade e alegria que tínhamos quando sob os Seus cuidados.

Vamos começar agora mesmo a lembrar as coisas incríveis que Deus tem feito. Com a ajuda dEle, podemos retornar àquela paz que excede todo o entendimento.

Lisa Ward
Escriturária da Igreja Adventista do Sétimo Dia Country Life, Cleburne, Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=988
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ISAÍAS 63 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2020, 0:50
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615 palavras

1 Edom. Neste versículo, Edom representa os inimigos de Deus e de Seu povo… Os edomitas eram descendentes de Esaú. … Adotaram atitude de persistente hostilidade para com Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 344.

Bozra. Cidade importante de Edom. CBASD, vol. 4, p. 344.

Lagar. Antigamente colocavam-se as uvas em grande tanques, onde pessoas as pisavam para extrair o suco. CBASD, vol. 4, p. 344.

Sozinho. Quando o Messias veio, passou sozinho pela amarga agonia do Getsêmani. … Na cruz, rodeado por multidão sobrenatural, sentiu-Se ainda mais sozinho (Mt 27:46; DTN, 754). CBASD, vol. 4, p. 344.

Admirei-Me. Do heb shamam, traduzido por “espantava-me”, em Daniel 8:27. CBASD, vol. 4, p. 345.

Pisei. Os ímpios são representados como uvas a serem pisadas no lagar da ira de Deus. CBASD, vol. 4, p. 345.

Embriaguei-os. …bebendo o cálice da ira derramado pelo Senhor. CBASD, vol. 4, p. 345.

Celebrarei. Este versículo dá início a uma nova seção, que se estende até o fim do cap. 64. Trata-se de uma oração de louvor e gratidão. Sião se lembra do eterno amor e das misericórdias de Deus recebidos apesar da ingratidão e da rebelião. O poema se inicia com a atitude de se meditar na bondade de Deus e tornar conhecida a outras Sua misericórdia (cf. Sl 89). CBASD, vol. 4, p. 345.

Mentirão. Certamente Israel desejaria manter a aliança com Deus. Seria pouco provável que o povo fosse tão tolo a ponto de quebrar finalmente os termos de tal aliança, perdendo assim as bênçãos prometidas. CBASD, vol. 4, p. 345.

Salvador. Cristo é o Salvador de Seu povo tanto no AT quanto no NT (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.

O Anjo da Sua presença. Este era o anjo pelo qual se manifestava a presença de Deus [citações omitidas], e era o próprio Cristo (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.

10 Pelo que Se lhes tornou em inimigo. Isto é, parecia ser um inimigo. De fato, os juízos que caíram sobre o povo tinham um objetivo misericordioso. Deus tinha em mente a salvação final deles. CBASD, vol. 4, p. 346.

11 Onde está aquele … ? Moisés, Arão e outros líderes importantes. CBASD, vol. 4, p. 346.

15 Atenta para o ceú e olha. Esta é uma oração de  clamor e ajuda. CBASD, vol. 4, p. 346.

16 Mas. Do heb. ki, “pois”. Visto que Deus era o Pai de Israel, o povo poderia estar certo de Sua ajuda e orientação. CBASD, vol. 4, p. 346.

17 Por que nos fazes desviar … ? Na linguagem bíblica, Deus é representado como autor daquilo que Ele não impede. … A pergunta deve ser interpretada da seguinte forma: “Senhor, por que permitistes que nos desviássemos?” CBASD, vol. 4, p. 346, 347.

18 Só por breve tempo. Deus prometeu a Abraão que a terra de Canaã seria dada a ele e à sua descendência como herança eterna (Gn 13:14, 15; 17:8). em comparação com a eternidade, o período entre Josué e Isaías não passava de  “breve tempo”. CBASD, vol. 4, p. 347.

Pisaram o Teu santuário. O templo ainda estava em pé quando Isaías proferiu estas palavras. Contudo, ele vislumbrava profeticamente o dia em que o edifício não mais existiria (ver Is 64:11; ver vol. 1, p.3). … Um século depois, os babilônios, sob o comando de Nabucodonosor, puseram fim à nação de Judá e destruíram Jerusalém, bem como o templo e os muros (2Rs 25:8-16). CBASD, vol. 4, p. 347.

19 Tornamo-nos como aqueles. O clamor dos judeus se baseia no fato de que tinham se rebaixado ao nível dos pagãos, que não conheciam a Deus. … A confissão de Isaías em favor do povo (ver com. de Is 59:12, 13) alcança a mais profunda angústia. Eles se sentiam profundamente humilhados com o fato de que Deus aparentemente os tivesse rejeitado, e com humildade rogaram que não fossem de todo abandonados. É esse espírito de completo desalento e desespero que faz com que levantem os olhos aos céus com a oração que introduz o capítulo seguinte. CBASD, vol. 4, p. 347.



ISAÍAS 63 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de outubro de 2020, 0:45
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“Porque o dia da vingança Me estava no coração, e o ano dos Meus redimidos é chegado” (v.4).

Irmão gêmeo de Jacó, Esaú tomou um caminho totalmente contrário ao de seu irmão. Ainda que igualmente amado por Deus e tendo como direito a primogenitura, Esaú escolheu o caminho da desobediência unindo-se aos impenitentes e dando origem a um povo (Edom) que simboliza a inimizade para com Deus e Seus redimidos. Numa linguagem simbólica e cheia de significado, o capítulo de hoje oferece um vislumbre do juízo final: dia de destruição para os ímpios e dia de salvação para os remidos do Senhor. Mas também nos dá a exata compreensão acerca de como Jesus espera encontrar o Seu povo: em constante oração e vigilância.

A figura do Senhor com vestes tingidas de vermelho pisando “uvas no lagar” (v.2) era bastante familiar para Israel. Comparada a uma videira bem cuidada e amada por Deus, tudo cooperava para que Israel “desse uvas boas, mas deu uvas bravas” (Is.5:2). A história de Israel simboliza a história da humanidade e o desejo do Criador em salvar Suas criaturas. Mas onde a Sua Lei é pisada não pode haver salvação. Enquanto há relutante oposição ao santo regimento que revela o Seu caráter e amor imaculados, há uma inevitável repetição dos dias da antiguidade: “Mas eles foram rebeldes e contristaram o Seu Espírito Santo” (v.10).

A figura do Senhor pisando sozinho o lagar (v.3) é tão única em direito adquirido quanto o ato da cruz. Assim como o plano da redenção é “sem auxílio de mãos” (Dn.2:45), “o dia da vingança” (v.4) também será exercido somente por Cristo, “no grande lagar da cólera de Deus” (Ap.14:19). Assim como a Bíblia relata a última oração de Isaías, haverá na Terra a última oração do remanescente de Deus, a última intercessão e o último apelo. Diante de um mundo em ebulição, pelo desprezo aberto à vontade divina e ao apelo final do Espírito Santo, os redimidos pelo sangue do Cordeiro, assaltados pela derradeira fúria de um inimigo derrotado, erguerão o seu último clamor: “Volta, por amor dos Teus servos e das tribos da Tua herança” (v.17).

Assim como Asafe olhou para o santuário e viu o perfeito exercício do juízo de Deus (Sl.73:17), com fé viva, olhemos para o Santíssimo e contemplemos Aquele que “pelo Seu amor e pela Sua compaixão” (v.9) nos remiu e nos prometeu a vida eterna. Foi olhando o resultado final da obra do santuário, que Isaías ergueu ao Céu uma oração de adoração e louvor, confissão e súplica. É no momento mais escuro da Terra, que ficará evidente a luz do conhecimento de Deus e de Jesus na vida dos redimidos. “A dispensação em que vivemos”, reforça Ellen White, “deve ser, para os que pedem, a dispensação do Espírito Santo. Pedi-Lhe a bênção. É tempo de sermos mais dedicados em nossa devoção. É-nos confiado o trabalho árduo, mas feliz e glorioso, de revelar Cristo aos que se acham em trevas. Somos chamados para proclamar as verdades especiais para este tempo. Para tudo isto, é essencial o derramamento do Espírito Santo” (E Recebereis Poder, p.304).

Clamemos pelo batismo com o Espírito Santo. Façamos disso um compromisso diário e indispensável, confiando nas fiéis e infalíveis promessas de Deus. Pois, “Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lc.18:7). “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” (Lc.21:36). Vigiemos e oremos!

Bom dia, redimidos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías63 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 63 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 63 – O autor do livro em análise “é o maior dos profetas e oradores hebreus. O esplendor da linguagem, a vivacidade das figuras de linguagem, além da versatilidade e beleza do estilo de seu texto são inigualáveis. É justificado ter recebido o título de ‘príncipe dos profetas do Antigo Testamento’”, expressou-se Merril F. Unger.

Jesus virá segunda vez. Não como um bebê dependente de pais humanos, mas como Rei dos reis e Senhor dos senhores a fim de resgatar deste mundo aos que foram resgatados do pecado. Os perversos, arrogantes e imorais que rejeitarem ao plano da redenção divino não suportarão a glória de Cristo e morrerão enquanto os salvos forem elevados às moradas celestiais.

A linguagem dos seis primeiros versículos deste capítulo de Isaías coincide com a linguagem escatológica de João em Apocalipse 14:17-20. Vale a pena conferir os dois textos. Eles revelam um caráter simétrico nos dois Testamentos: Justiça e amor. Deus oferecendo salvação aos que se inclinam para aceitá-la, mas punição aos amantes dos diversos tipo de pecados.

Os versos 7-19 é uma magnífica prece. “Assim como a oração em Dn 9 ela começa falando sobre o relacionamento de aliança entre Deus e Seu povo. A lealdade do Senhor à aliança é mencionada em primeiro lugar e, logo em seguida, os louvores a Ele devidos. A oração propriamente dita, em forma de pedidos, entra em foco do v. 15 até o fim do capítulo”, (John MacArthur).

Do capítulo em apreço destacamos algumas preciosas lições:
• Jesus vencerá a batalha do Armagedom. Está profetizado! Assim será! Quem faz aliança com Ele e permanece fiel, será salvo no dia da vingança (ver Joel 3:13; Apocalipse 19:11-21).
• As figuras utilizadas por Isaías como “lagar”, “pisar”, etc. mostram que Jesus eliminará radicalmente o mal, para que prevaleça somente o bem. Essa é promessa positiva e devemos aguardá-la, para que o sacrifício de Cristo valha a pena para nós.
• Devemos alegrar, jamais entristecer ao Espírito Santo. Ele é essencial para transformar-nos!
• Precisamos orar para preparar-nos para esse dia. Devemos olhar ao passado na história sagrada e ver como Deus foi Pai bondoso, misericordioso e paciente para, então, erguer nossos esperançosos olhos ao futuro – com confiança!

Ao compreendermos melhor a Deus, clamaremos mais por Sua intervenção! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 63 – COMENTÁRIO ALETA BAINBRIDGE (rodada anterior/Associação Geral) by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2020, 0:30
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O primeiro verso deste capítulo ressoa com poder e esplendor imponente. Aqui vemos a figura majestosa de um Guerreiro vitorioso que venceu seus inimigos (aqui representados por Edom e Bozra) que ao longo dos tempos têm sido persistente e cruelmente hostis e destrutivos para com Ele e os assuntos de Seu reino.

Quase imediatamente, no entanto, o tom muda. Nossa admiração se alterna para uma preocupação de parar o coração. Esta não foi uma vitória fácil. As roupas do Guerreiro estão encharcadas de sangue e há uma sensação de terrível tristeza quando Ele pronuncia as palavras: “O lagar, eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo” (v. 2, ARA) A vitória é aparentemente amarga.

“Eu choro e meus olhos se enchem de lágrimas. Ninguém está perto para me consolar” (Lam 1:15). Não houve nenhum conforto para este guerreiro divino no Getsêmani ou na cruz, na hora da Sua maior necessidade. Ele foi abandonado por seus amigos mais próximos e, ao que Lhe parecia, até mesmo por Seu Pai. Este é um pálido vislumbre do que custou a Jesus trazer o Reino de Graça para toda a humanidade (Is 61).

Mas existe uma parte que comumente não prestamos atenção no capítulo 63: “Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado” (v. 4 ARA). Será que o nosso Messias-Guerreiro foi ao Getsêmani e à cruz para trazer a salvação para a humanidade ou para vingar-se dos ímpios? Em Isaías 61 também lemos que o Messias-Servo viria proclamar o ano do favor do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2, NVI). É o nosso Deus vingativo? Certamente que não. A morte, mesmo do ímpio, é um ato estranho à natureza amorosa de Deus. Isaías 28:21,22 mostra que Deus viu que não havia ninguém para ajudá-lo a “realizar a sua obra, a sua obra estranha… determinada sobre toda a terra” (ARA).

Não podemos separar a Redenção da destruição de maldade. Deus odeia a iniquidade e tomou as medidas necessárias para eliminá-la. Jesus sofreu a fúria de seu Pai contra a maldade. Seu sangue vital foi derramado no chão para que milhões a perecer pudessem ganhar a vida eterna (v. 3). Não havia outra maneira pela qual pudéssemos ser resgatados.

Ambos, redenção e vingança contra o mal, são “benignidades do SENHOR.” Ele é digno de ser louvado por Sua  “grande bondade para com a casa de Israel, bondade que usou para com eles, segundo as suas misericórdias e segundo a multidão das suas benignidades” (v. 7, ARA).

Embora estranha e difícil, a obra de exterminar a maldade é componente indispensável do plano da salvação. Isaías 53:11 nos diz que Jesus verá o resultado do seu trabalho e ficará satisfeito. Todos os que aceitarem os méritos do Seu sacrifício viverão eternamente em paz e harmonia, livres de qualquer maldade.

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

Publicado originalmente em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/28




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