Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 47 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de outubro de 2020, 0:45
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“Assenta-te calada e entra nas trevas, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada senhora de reinos” (v.5).

Os juízos de Deus têm sido derramados sobre a Terra desde que a mancha do pecado a corrompeu. A expulsão de Adão e Eva do Éden, a exclusão de Caim, o dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra, a morte de Nadabe e Abiú, as pragas no Egito, os quarenta anos de peregrinação israelita no deserto, o cativeiro babilônico, a queda de reinos, tudo aponta para o fim do pecado de uma vez por todas pelo reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44), um reino que “jamais será destruído” (Dn.7:14). Mas antes de cada juízo, houve um apelo, um tempo de oportunidade e uma orientação segura; sendo alguns deles mais uma forma divina de alcançar os impenitentes.

A nossos primeiros pais foi dada clara advertência: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn.2:16-17). A Caim foi feito o apelo: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito?” (Gn.4:7). Aos antediluvianos foi-lhes dada uma voz profética por 120 anos. A Sodoma e Gomorra séculos de oportunidade foram dados para que se arrependessem de sua “soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade”, pois que nunca amparavam “o pobre e o necessitado” (Ez.16:49). A Nadabe e Abiú foi-lhes conferida a responsabilidade sacerdotal e o privilégio de contemplar os objetos que apontavam para a redenção do mundo, mas levaram “fogo estranho perante a face do Senhor, o que não lhes ordenara” (Lv.10:1).

Também, antes mesmo da primeira praga, Faraó foi advertido quanto ao desfecho de sua rebeldia: “Digo-te, pois: deixa ir Meu filho, para que Me sirva; mas, se recusares deixá-lo ir, eis que Eu matarei teu filho, teu primogênito” (Êx.4:23). A Israel foram dadas provas mais do que suficientes de que o Senhor cumpriria a Sua promessa de fazê-los entrar e possuir Canaã, mas preferiram se unir aos espias murmuradores, de forma que diziam: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (Nm.14:4). O profeta Jeremias percorreu o reino de Judá com o apelo do Céu para livrá-lo do jugo babilônico: “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4). Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma, as nações da Europa e todas as nações foram e têm sido igualmente advertidas por profecias que se cumprem com precisão cirúrgica. E aproxima-se o dia em que o Senhor tomará “vingança e não poupará homem algum” (v.3), que não se apartou dos pecados da Babilônia espiritual.

Examinai e dai ouvidos à voz profética de Apocalipse 14:6-12! Logo os juízos de Deus cairão sobre os ímpios, “num momento, no mesmo dia” (v.9)! “Quanto ao nosso Redentor, o Senhor dos Exércitos é o Seu nome, o Santo de Israel” (v.4). Ele virá “com poder e muita glória” para reunir “os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:30-31). De que lado estaremos? Se “até agora não tomaste a sério estas coisas” (v.7), agora é o tempo de entender que “ninguém te salvará” (v.15) se não atenderes ao apelo final: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). “Ouve isto” (v.8), “lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap.2:5).

Consideremos com temor e tremor o que escreveu Ellen White: “Meus irmãos, lede o livro do Apocalipse do começo ao fim, e perguntai a vós mesmos se não seria melhor gastar menos tempo em discussões e contendas, e começar a pensar em quão depressa estamos nos aproximando da última grande crise. Aqueles que procuram dar a impressão de que não há nenhuma significação especial nos juízos que o Senhor agora está enviando sobre a Terra, logo se verão obrigados a reconhecer o que agora eles preferem não perceber” (E Recebereis Poder, p.288). Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos da misericórdia divina!

* Oremos [e trabalhemos] por nossos familiares e amigos que ainda não tomaram uma firme decisão ao lado de Cristo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías47 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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