Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – em atualização by jquimelli
26 de setembro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

Abriu um dos sete selos. Assim como as mensagens às sete igrejas, as cenas reveladas quando os selo são abertos podem receber tanto uma aplicação específica quanto geral (ver com. de Ap. 1:11). As cenas podem ser interpretadas como episódios significativos nas etapas sucessivas da história na Terra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 858.

Um cavalo branco. Um grupo [de comentaristas] entende que este símbolo representa a igreja da era apostólica (c. 31-100 d.C.), quando a pureza de sua fé (sugerida pela cor branca) a impulsionou a fazer uma das maiores conquistas espirituais da história cristã. É provável que nenhum século desde o primeiro da era cristã tenha testemunhado uma expansão tão ampla do reino de Deus. O arco na mão do cavaleiro simbolizaria conquista e a coroa (stephanos; ver com. de Ap 2:10), vitória. O evangelho foi propagado com tal rapidez que, ao escrever para os colossenses por volta de 62 d.C., Paulo afirmou que as boas-novas haviam sido pregadas “a toda criatura debaixo do céu”(Cl 1:23; cf. AA, 4, 578). CBASD, vol. 7, p. 858.

Segundo ser vivente. Sucessivamente, cada um dos seres viventes anuncia um dos quatro cavaleiros. CBASD, vol. 7, p. 859.

Vermelho. O simbolismo do segundo cavaleiro retrata as condições nas quais a igreja se encontrava em cerca de 100 a 313 d.C. (ver com. de Ap 2:10). As perseguições violentas que sofreu nas mãos dos césares são bem caracterizadas por um cavaleiro que carrega uma “grande espada”e tem poder para “tirar a paz da terra”. Se o branco representa pureza de fé (ver com. de Ap 6:2), então o vermelho pode ser interpretado como uma corrupção da fé por meio da introdução de heresias. CBASD, vol. 7, p. 859.

Um cavalo preto. Se o cavalo branco sugere vitória, e sua cor, pureza (ver com. do v. 2), pode-se pensar no cavalo preto como u indício de derrota, e sua cor, de mais corrupção da fé. CBASD, vol. 7, p. 859.

Uma balança. Pode-se entender que este símbolo caracteriza a condição espiritual da igreja após a legalização do cristianismo no 4o. século, quando igreja e estado se uniram. Após essa reunião, grande parte da preocupação da igreja se voltou para questões seculares e, em muitos casos, seguiu-se uma carência de espiritualidade (sobre a história desse período, ver p. 4-11). Essa balança também pode ser interpretada como símbolo de preocupação indevida comas necessidades da vida. A batalha n!ao mais resulta em vitória, … mas agora tem um resultado temível: a fome. CBASD, vol. 7, p. 859. CBASD, vol. 7, p. 859.

Um denário. O denário romano representava o salário de um dia do trabalhador comum (ver Mt 20:2). Logo, a porção diária de trigo por um dia de trabalho mal representava o alimento suficiente para um trabalhador e sua família. … Quando aplicadas ao período da história da igreja cristã posterior à legalização do cristianismo, por volta de 313-538 d.C. (cf. p. 832, 833), as palavras do interlocutor anônimo podem ser interpretadas como um indicativo da preocupação geral com as coisas materiais. CBASD, vol. 7, p. 859, 860.

Cevada. A cevada era a comida comum dos pobres e era também usada para alimentar animais (er com. de Jo 6:9). CBASD, vol. 7, p. 860.

O azeite e o vinho. Estes eram os dois líquidos comuns usados como alimentos no mundo antigo. Alguns os interpretam como símbolos de fé e de amor, que deveriam ser preservados diante do materialismo que dominou a igreja após sua legalização no 4o. século. CBASD, vol. 7, p. 860.

Amarelo. A cor do medo e da morte. Com o cavalo amarelo, o tempo de aflição chega a um terrível clímax. CBASD, vol. 7, p. 860.

Espada. A série – espada, fome, morte (ou peste) e bestas – pode ser interpretada como a representação da deterioração progressiva da civilização que se segue à guerra. A devastação da espada, matando pessoas e destruindo plantações, produz fome; a fome resulta no colapso da saúde, causando peste; e quando a peste cobra seu preço, a sociedade humana se enfraquece tanto que não consegue se proteger dos ataques de bestas selvagens. Quando aplicado a um período específico da história cristã, o quarto cavaleiro parece representar uma situação característica do período de 538  1517, o período de dominação de Roma papal (cf. p. 832-834; ver com. de Ap 2:18). CBASD, vol. 7, p. 860.

Altar. O altar representado na visão devia lembrar o altar de bronze do santuário hebraico, e os mártires podem ser entendidos como sacrifícios oferecidos a Deus. Assim, como o sangue dos animais era derramado na base desse altar (ver Lv 4:7) e “a vida [LXX, psyche, “alma”] da carne está no sangue”(Lv 17:11), pode-se entender que a vida dos mártires se encontra debaixo do altar. CBASD, vol. 7, p. 860.

Almas. O simbolismo do quinto selo foi apresentado para encorajar aqueles que enfrentaram martírio e morte, com a certeza de que, apesar do aparente triunfo do inimigo, chegaria a hora da vindicação. Tal incentivo seria particularmente animador para os que viveram nos tempos terríveis de perseguição do fim da Idade Média, sobretudo durante a época da Reforma e depois dela (c. 1517-1755; ver p. 27-52; ver com. do v. 12). Para eles, deve ter parecido que o longo período de opressão nunca chegaria ao fim. A mensagem do quinto selo era uma garantia de que a causa de Deus triunfaria afinal. O mesmo encorajamento virá àqueles que enfrentarem o último grande conflito (ver T5, 451). Qualquer tentativa de identificar essas “almas” como espíritos desencarnados dos mártires mortos viola as regras de interpretação das profecias simbólicas. João não teve uma visão do Céu como ele é de fato. Lá não há cavalos nas cores branca, vermelha, preta e de igual modo, não há “almas” debaixo de um altar no Céu. Toda a cena consiste em uma representação pictórica e simbólica, cujo objetivo é ensinar as li;óes espirituais destacadas acima. CBASD, vol. 7, p. 861.

Daqueles que tinham sido mortos. O foco da revelação …passa a descrever a condição dos santos em si. CBASD, vol. 7, p. 861.

10 Clamaram. Isto é, na representação pictórica (ver com. do v. 9). Figurativamente, ouvem-se as “almas” falando. CBASD, vol. 7, p. 861.

Vingas. Os mártires não buscam vingança para si; em vez disso, procuram vindicar o nome de Deus (ver Rm 12:19; ver com. de Ap 5:13). CBASD, vol. 7, p. 861.

 

 


Deixe um comentário so far
Deixe um comentário



Comente:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: