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Comentário devocional:
Este Salmo é dirigido para “Deus, a quem louvo” (v. 1 NVI), e se encerra com o compromisso de louvá-Lo: “Muitas graças darei ao Senhor com os meus lábios.” (v. 30a NVI). Ele mostra Davi, o seu autor, cercado por inimigos que disparam calúnias contra ele, distorcendo qualquer senso de justiça (v. 5).
Este Salmo é uma lição prática de como devemos tratar com nossas emoções negativas, com a amargura que às vezes nos domina, mesmo que não nos demos conta disso. Davi fala com Deus sobre suas emoções negativas e pede que Ele se manifeste e intervenha. Esta é a sua razão para voltar-se para Deus com toda a confiança: “Mas tu, Senhor Deus, age por mim, por amor do Teu nome; livra-me, porque é grande a Tua misericórdia.” (v. 21). Somente desta forma, nós podemos entrar no estado de espírito necessário para louvar a Deus.
Querido Deus,
Ajude-nos quando nos virmos cercados por inimigos ou quando nossas almas forem engolidas pela tristeza. Buscamos-Te em plena confiança de que estás ao lado “dos necessitados, para livrá-los daqueles que querem condená-los” (v. 31 NIV). Nossos corações louvam a Ti, somente. Amém.
Pr Ioan Campian–Tatar
Romênia
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/109 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/109/
Texto anterior expandido: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/11/24/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 109 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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SALMO 109 – Você já foi despedido do emprego por uma armação estratégica de alguém? Você sofreu punição porque alguém te acusou injustamente? Você já fez o bem e recebeu o mal como recompensa? Você já foi tratado com inveja, raiva e ódio por pessoas problemáticas?
Davi sofreu terrivelmente nas mãos de inconsequentes. Por isso ele fez orações em prol de justiça divina contra tais indivíduos. Antes de avançar, considere o sentimento de…
• …uma jovem que preserva sua pureza virginal para o casamento sendo estuprada por jovens frios e imorais, bêbados e drogados.
• …filhos que assistem ao assassinato de seus pais por delinquentes cruéis.
• …um pai que descobre que seus filhos estão sendo violentados sexualmente por amigos da família.
• …um membro da igreja que fica sabendo que seu líder religioso explora financeiramente os membros para adquirir drogas.
Davi indigna-se por coisas não tão ruins quanto estas. Observe o tipo de indivíduos que Davi tem em mente ao escrever esse salmo imprecatório (lista extraída da Bíblia de Estudo Andrews). Eles…
• Pervertem a verdade;
• Mentem;
• Acusam falsamente;
• Usam de má-fé na amizade;
• Odeiam;
• Atacam sem causa;
• Pagam o bem com o mal;
• Exploram os que lhes apresentam solicitações;
• São cruéis;
• Assassinam;
• Não ajudam aos necessitados;
• Menosprezam as pessoas;
• Abusam; e,
• Amaldiçoam o tempo todo.
Os cristãos não têm sangue de barata; contudo, não fazem justiça com as próprias mãos. Eles usam o recurso da oração. Observe…
1. O clamor do sofredor (vs. 1-5);
2. A intolerância à injustiça e ao pecado (vs. 6-20);
3. O anseio por justiça (vs. 21-29);
4. A aclamação ao Supremo Juiz (vs. 30-31).
Alguns pensam que salmos imprecatórios não são inspirados; outros, que eles estão ultrapassados aos cristãos, mas não aos judeus. Existem evangélicos que creem que eles sejam de natureza profética, não imprecatória; ainda outros alegam que eles devem ser entendidos figuradamente como sendo os sentimentos divinos no indivíduo que ora.
Entretanto, nenhum dos salmos perdeu sua relevância com a morte de Cristo. Sua morte ajuda-nos a ver relevância nas imprecações inspiradas. Revelando o que o pecado tem feito com um Ser puro, bondoso e santo ficamos ainda mais indignados, com mais aversão ao pecado.
Ao inclinarmos para falar de nossos sentimentos ao justo Juiz, levantaremos para, então, O exaltar. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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“…eu, porém, oro” (v. 4).
De todo este Salmo, esta é a expressão mais impactante e mais poderosa: “eu, porém, oro”. Davi faz menção de seus inimigos e da grande angústia que sofreu por causa de suas investidas malignas. Entretanto, em nenhum momento, ele fala em fazer justiça com as próprias mãos. Muito pelo contrário, o salmista descreve os juízos que recairão DA PARTE DE DEUS sobre todo aquele que “amou a maldição… e não quis a bênção” (v. 17).
“Ó Deus do meu louvor, não Te cales!” (v. 1), não foi um protesto contra o silêncio de Deus, e sim um clamor de um filho cujo coração confiava apenas na ação divina (v. 21).
Os Salmos são repletos de profecias, lembram? O verso oito não se refere apenas aos adversários de Davi, mas se cumpriu na vida de Judas, que trocou a bênção pela maldição: “Os seus dias sejam poucos, e tome outro o seu encargo”. Essas palavras são repetidas em Atos 1:20, quando os discípulos se unem com o propósito de eleger o décimo segundo discípulo para ocupar o lugar do traidor. Também no verso vinte e cinco encontramos outra profecia, esta cumprida na vida de nosso Salvador: “Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me veem, meneiam a cabeça”. Enquanto Cristo padecia na cruz do Calvário, “os que iam passando blasfemavam dEle, meneando a cabeça” (Mateus 27:39).
Diante disso tudo, percebemos que neste mundo sempre existiram e sempre existirão apenas DUAS CLASSES. Os que escolhem o caminho da bênção e os que escolhem o caminho da maldição. Os perseguidores e os perseguidos. O joio e o trigo (Vide Mateus 13:30). Não há e nunca haverá uma terceira opção. Então, só temos duas alternativas, duas escolhas a fazer: ou seguimos a Deus e a Sua Palavra, ou seguimos o que a multidão diz ser a vontade de Deus. Atentem bem para isso, amados, mas atentem de verdade: CUIDADO COM AS MULTIDÕES! Lembrem de Noé, de Elias, de João Batista, dos três amigos de Daniel, dos próprios discípulos, em que todos eles andaram na contramão de sua época e foram vitoriosos pela ação de Deus.
Se, HOJE, assumirmos a postura de Davi tendo uma vida de oração e confiando na justiça divina, como ele, muitas graças daremos ao SENHOR com os nossos lábios e a nossa vida será um louvor a Deus “no meio da multidão” (v. 30). Fazemos parte da geração dos últimos dias deste mundo, e o que estamos fazendo com a oportunidade que o SENHOR colocou em nossas mãos? Estamos no nono dia de nosso propósito de reavivamento. Estamos, de fato, aproveitando este tempo sobremodo oportuno? Podemos afirmar, como o salmista: “eu, porém, oro”? Uma vida de oração não consegue ficar presa a quatro paredes. Ela é um louvor a Deus em meio às multidões! Uma vida de oração não é uma vida estagnada e presa ao conceito de ser feliz neste mundo. Uma vida de oração é um alto clamor para o mundo e compreende que felicidade de verdade só no Céu.
Você está sendo perseguido e lhe devolvem o bem com o mal (v. 5)? Alegra-te, servo do Deus vivo (v. 28)! Pois Cristo te diz hoje: “Bem-aventurados, sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguindo, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mateus 5:11-12).
Meus queridos irmãos, a nossa redenção de aproxima, e, com ela, um tempo de angústia “qual nunca houve… mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo” (Daniel 12:1).
Só venceremos se fizermos do SENHOR a nossa defesa. Lembrem-se de que enquanto meneavam a cabeça para o nosso Salvador, Ele orava, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34). Eis a decisão que o SENHOR espera de Seu remanescente: “eu, porém, oro”!
Bom dia, homens e mulheres de oração!
Desafio do dia: Que esta seja a nossa oração de hoje e de cada dia de nossa vida até que venha o fim: “SENHOR, ajuda-me a ser uma fiel testemunha Tua e de Teu amor. E que, com minhas atitudes neste grande conflito, eu não me coloque fora de Tua santa proteção”.
http://www.adventistas.org/10dias
*Leiam #Salmo109
Rosana Garcia Barros