Filed under: Sem categoria
Comentário devocional:
Depois de completar a estrutura da tenda e seus revestimentos exteriores, os artistas passaram a trabalhar no mobiliário interior.
Êxodo 37 começa com Bezalel construindo a Arca da Aliança. Aqui encontramos uma descrição da forma da Arca, suas medidas, a tampa, e os querubins que se olhavam. Bezalel assumiu a responsabilidade pessoal em fazer a Arca, porque representava o trono de Deus e era a peça mais importante do mobiliário. Ele fez os dois querubins, de ouro batido, para serem colocados em cima da tampa da arca (propiciatório). Isto significa que eram peças de ouro maciço, esculpidas (moldadas) pelo artista, batendo o metal macio com o martelo.
Quando querubins são mencionados na Bíblia eles representam guardiões da santidade, frequentemente associados com o trono de Deus, sendo as criaturas mais próximas de Sua presença (Ez 28:14). Em Gênesis lemos que por causa do pecado, querubins protegeram a entrada oriental do Jardim do Éden (Gn 3:24). Nessa passagem, sua tarefa é guardar e separar a santidade da não-santidade, o sagrado do profano. Em Apocalipse 4:8 vemos novamente um querubim, preparando o julgamento final e a restauração do reino de Deus ao proclamar Sua santidade, enquanto o Senhor se assenta no trono celeste do reino de Deus. A presença de querubins no tabernáculo representava o trono de Deus e o tribunal onde Ele iria perdoar pecados e restauraria Seu reino na Terra.
Êxodo 37 fala da construção de outras mobílias, mas o nome de Bezalel não está diretamente relacionado com sua realização, como esteve com a Arca. Talvez Bezalel estivesse envolvido, mas dependia da assistência de outros artistas. Esses itens incluíam a mesa, o candelabro e o altar do incenso. Todos os móveis eram importantes porque cada um era símbolo da aliança redentora de Deus.
Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/37
Texto original: http://www.revivalandreformationorg/bhp/en/bible/exo/37 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/37/
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 37
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.13
Filed under: Sem categoria
Ao Deus que faz até o impossível para nosso bem devemos, no mínimo, fazer nosso máximo possível para Ele. Deus tirou Seu povo do Egito e o levou ao deserto a fim de revelar-lhe verdades gloriosas; Deus usou Moisés para escrever estas verdades e transmiti-las a nós cerca de 3.500 depois.
Muitos são escravos de trabalho, pecado, tempo, dinheiro, vícios, etc. pensam que assim vivem uma vida de liberdade e prazeres – até perceberem que passam a vida vegetando: Existem, mas não usufruem da existência; estão vivos, mas não vivem a vida…
Deus intervém para libertar estas pessoas!
No deserto os israelitas tiveram coração disposto a entregar recursos à obra de Deus. Ali eles se envolveram com a construção do projeto de Deus para alcançar o mundo ao construírem o tabernáculo e suas mobílias. O deserto pode ser a perca do emprego, o falir de uma empresa, o fracasso de um relacionamento ou o roubo de algo importante.
O Santuário fala de redenção. Deus liberta-nos da escravidão do pecado e leva-nos à Sua Palavra onde encontramos a revelação da nossa redenção.
Os construtores fizeram…
1. A arca (vs. 1-5), conforme Deus apresentou em Êxodo 25:10-15.
2. O propiciatório (vs. 6-9), conforme Deus apresentou Êxodo 25:17-22.
3. A mesa (vs. 10-16), conforme Deus apresentou Êxodo 25:23-30.
4. O candelabro (vs. 17-24), conforme Deus apresentou Êxodo 25:31-39.
5. O altar de incenso (vs. 25-28), conforme Deus apresentou Êxodo 30:1-10.
6. O óleo da unção (v. 29), conforme Deus apresentou Êxodo 30:22-38.
Este texto deve ser lido (entendido) com cuidado. Não podemos alegorizar e fazê-lo dizer o que Deus não que ele diga. Uma interpretação alegórica por ser interessante, mas não verdadeira. Enxergar significados ocultos “em cada mobiliário, tecido, corrediças e cores, em vez de exegético, não passa de especulação” – declara Victor P. Hamilton.
Aparece neste capítulo o verbo FAZER no pretérito perfeito do indicativo (“FEZ”) quase 25 vezes referindo-se a Bezalel/Beseleel. Ele foi para Deus Seu mestre de obras; o artista escultor, artesão e construtor do Santuário. Além de tantas coisas, ele fez a arca da aliança – o móvel mais sagrado do Santuário.
Deus contou com as habilidades de Bezalel/Beseleel no passado para obras importantes neste mundo de pecado. Ele pode contar com você agora? – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
1 Fez também Bezalel. Este capítulo registra a execução das instruções registradas em Êxodo 25:10-39; 30:1-5, 23-25, 34 e 35 (ver os comentários dessas passagens). Bezalel encarregou outros a fazer a maior parte da obra e reservou para si a construção da arca, dos querubins e do propiciatório. Sem dúvida ele fez assim porque a arca era a mobília mais importante do santuário, como o lugar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 736.
a arca. É o lugar no qual Deus Se encontra com o homem, uma sombra do encontro mais completo efetuado pela encarnação e paixão de Jesus Cristo; junto com o Propiciatório [tampa da arca] era o único móvel no Santo dos Santos. Os demais móveis podiam ser vistos pelos sacerdotes no decurso normal dos seus deveres. Bíblia Shedd.
A arca (também chamada de arca do Testemunho ou arca da Aliança) foi construída para conter os Dez Mandamentos. Simbolizava a aliança de Deus com Seu povo. Os dois anjos chamados querubim [cherub = singular; cherubim = plural] foram colocados na sua parte superior. A arca era o objeto mais sagrado de Israel e foi colocado no lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos] do tabernáculo. Somente uma vez por ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos para aspergir sangue no topo da arca (também chamado propiciatório ou tampa da expiação) para expiar os pecados de toda a nação. Life Application Study Bible.
6 Cristo é o propiciatório de Deus, Rm 3.25, a habitação da plenitude da divindade, Cl 2.9. Só por intermédio dele o homem pode se aproximar da glória divina sem ser condenado (Jo 3.36); por isso é que só no propiciatório pode existir uma representação da glória de Deus, na forma de dois querubins esculpidos, que antes serviam para guardar o caminho da árvore da vida (Gn 3.24) mas que no Santo dos Santos guardam a santidade de Deus. Bíblia Shedd.
10 mesa. Era para expor os doze pães, que representavam o cuidado de Deus em providenciar alimento natural e espiritual para cada membro do Seu povo (o número doze … doze tribos). Bíblia Shedd.
17 candelabro. Lembra-nos de Cristo, a Luz do Mundo (Jo 1.4; 3.19; 8.12). Bíblia Shedd.
23 espevitadeiras. Tal como as lâmpadas precisavam de cuidado, especialmente na renovação dos pavios, os crentes e as igrejas que eles compõem precisam de uma atenção não menos cuidadosa para que a luz de Cristo continue brilhando neste mundo de trevas (Mt 5.14-16; Ap. 2.5) pelo enchimento do Espírito Santo (cf Rm 15.14; Cl 1.28; 1Ts 5.19). A rejeição da disciplina é seríssima (Jo 15.6). Bíblia Shedd.
29 incenso aromático (cf Êx 30.34 para a composição do incenso que era usado exclusivamente para a adoração). O incenso era oferta de grande valor nos tempos do AT e, também quase exclusivamente oferenda em reconhecimento à divindade (cf Ml 1.11 e Êx 30.37). Somente aos sacerdotes foi permitido oferecer incenso. As instruções sobre seu uso são relatadas em Lv 16.12-13. Na Bíblia, o incenso simboliza a oração (exemplos Sl 141.2; Ap 8.3-4). É de se notar que o incenso foi incluído nas ofertas trazidas a Jesus, o que significa um possível reconhecimento da divindade da Criança recém nascida (Mt 2.11). Bíblia Shedd.
Filed under: Sem categoria
Comentário devocional:
Deus proveu os artistas de materiais, à medida que o povo o trouxe – e mais do que necessário, movidos pelo Espírito de Deus.
As dimensões e planos para as cortinas, que deveriam cobrir e embelezar o tabernáculo, foram feitas seguindo as especificações de Deus. Nisto aprendemos que Deus é um Deus de ordem e detalhe. Devemos confiar nos planos de Deus e segui-los, não fazendo a nossa própria vontade, mas fazendo a Sua vontade.
Aqui temos um exemplo perfeito da inspiração divina trabalhando através de agentes humanos, exatamente como Ele fez através dos escritores bíblicos. Aos artistas foram dadas especificações detalhadas. Contudo, ainda restaram muitas decisões a serem tomadas no acabamento do trabalho dos artistas; estas foram executadas através da sabedoria dada por Deus.
Assim é na vida. Obtemos princípios bíblicos para nossas vidas através da Sua Palavra. A Bíblia é nosso guia, mas ainda precisamos da sabedoria e do Espírito de Deus para executar seus planos diariamente. O processo de santificação é uma combinação do trabalho de Deus em nossa vida e nossas decisões sobre como iremos executar essas instruções, a cada dia.
Não há nenhuma alegria maior do que participar, com Deus, da criação de algo cheio de propósito e significado para a raça humana.
Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/36
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/36 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/36/
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 36
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 13
Filed under: Sem categoria
Tem quem dá o melhor para o mundo e o pior para Deus esperando algo bom do mundo e o melhor de Deus. Para muitos, a filosofia é investir no mundo e esperar muito de Deus!
Que hipocrisia, você não acha? Ser relaxado nas coisas de Deus e empenhado nas coisas do mundo não é o verdadeiro segredo do sucesso, mas da ignorância e hipocrisia que levam ao fracasso e à perdição total da salvação.
Fracasso total resulta de uma entrega parcial a Deus. Portanto, precisamos ser coerentes conosco mesmos se quisermos ser servos autênticos do verdadeiro Deus.
Bezalel e Aolibe são exemplos de pessoas que Deus quer usar em Sua obra neste mundo carcomido pelo pecado. O santuário foi realizado conforme a planta arquitetada por Deus:
• As cortinas de linho (vs. 8-13) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:1-6.
• As cortinas de pelos de cabras (vs. 14-18) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:7.
• As coberturas de peles de carneiro (v. 19) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:14.
• As placas (vs. 20-23) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:15.
• As bases de prata (vs. 24-30) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:19.
• As barras (vs. 31-33) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:26.
• A cobertura de ouro (v. 34) foi feita conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:29.
• O véu interno e o externo (vs. 35-38) foram feitos conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:31, 36.
Pelo fato da iniciativa ser na medida exata e no modelo apresentado por Deus, o coração do povo foi tão generoso que foi necessário limitar sua generosidade, pois sobravam materiais necessários para a obra de Deus, de tanto que o povo trazia (vs. 1-7).
Quando as pessoas entendem e aceitam os propósitos e os planos de Deus, a liberalidade se torna prioridade. Pessoas focadas nos planos divinos são dedicadas, empenhadas e generosas!
Fazer o melhor para Deus é a melhor coisa que podemos fazer na vida. Hoje, foque em Deus! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
3 todas as ofertas. A liberalidade dos israelitas era de fato surpreendente. Eles deram tanto que o excedente de materiais atrapalhou o progresso da obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 734.
2-7 Vários textos do NT descrevem um generoso espírito na igreja primitiva como resposta à preciosa mensagem do evangelho (Mt 10:8; At 2:44-45; 2Co 8:1-7). Andrews Study Bible.
4 homens sábios. São aqueles que fazem a obra de Deus, e esta é a verdadeira definição da sabedoria. Meditar na vontade divina e po-la em prática, segundo a plenitude da Sua capacidade. Bíblia Shedd.
5 muito mais. Bem-aventurados são aqueles que, generosamente, dão para a obra de Deus, antes de proclamado não haver mais tempo (Jo 9.4-5). Bíblia Shedd.
8-19 A ordem de ação parece também se mover da parte de fora do tabernáculo para a parte de dentro.
A maneira progressiva em que o tabernáculo foi levantado, primeiramente suas estruturas, depois as cortinas externas e internas e por último as tábuas, travessas e véus, demonstra a obra da santificação na experiência do crente. CBASD, vol. 1, p. 735.
A repetição longa e precisa, na parte final deste livro, dos detalhes da construção do tabernáculo devia ter propósito definido. Mostra a importância do santuário e de todas as suas partes no plano da salvação. Também enfatiza a necessidade da obediência exata e estrita às ordens divinas. Se fosse concedido a alguém o privilégio de mudar em algum detalhe as instruções divinas, esse seria Moisés; porém tal prerrogativa não lhe foi concedida. A exata correspondência de cada detalhe nos ensina a lição de que as ordens de Deus devem ser estritamente observadas. Os cinco últimos capítulos do livro de Êxodo enfatizam a exatidão com que Moisés e seus liderados acataram as instruções dadas por Deus. Se a ordem era fazer “cinquenta laçadas” (Êx 26:6), “cinquenta laçadas” eram feitas (36:13). … O mesmo espírito foi refletido por nosso Senhor em Seu ministério (Jo 4:34; 17:4). Deus desaprova qualquer alteração de Seus mandamentos, qualquer desvio deles seja para a direita ou para a esquerda, qualquer redução ou acréscimo. Não se deve acrescentar ou diminuir nada do evangelho ou da palavra de Deus (Dt 4:1, 2; 12:32; Pv 30:5, 6). CBASD, vol. 1, p. 734, 735.
Filed under: Sem categoria
Comentário devocional:
Israel contribuiu para o tabernáculo de Deus manifestando espírito de boa vontade. A ideia de doar com um espírito voluntário é repetida cinco vezes (versos 5, 21, 22, 26, 29).
Apesar do estabelecimento da importância da obediência à Sua lei, a adoração de Deus é baseada na liberdade de escolha. Um espírito voluntário é fruto de um coração agradecido e este é o verdadeiro espírito de adoração, estabelecido na construção do tabernáculo. Os presentes trazidos pelo povo eram o fruto da condição de seu coração. A beleza das doações preciosas de ouro, bronze, pedras raras, deveria agradar aos olhos, apenas como um lembrete da beleza da relação entre Deus e seu povo. O simbolismo implícito dentro do tabernáculo deveria caracterizar a relação de Deus não só com Israel, mas com toda a raça humana.
Questões para reflexão: A beleza do santuário de Deus e das obras ali construídas contradizem com o mandamento dado em Êxodo 20:4? Como é diferente? Como pode o contexto apropriado dar novo entendimento ao significado das imagens?
Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/35
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/35 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/35/
Tradução: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 35
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 13
Filed under: Sem categoria
Planos elaborados precisam ser executados. O segredo do sucesso é sair do mundo das ideias à ação. Nada seria feito se não fosse a prontidão para agir.
Nos capítulos anteriores Deus apresenta Seu plano. A partir de agora o executará. O Santuário projetado será executado. O plano se tornará realidade. Como Deus, o maior estrategista, projetista e arquiteto executará Seus planos na Terra?
1. Primeiro, reuniu Seu povo através de Moisés dizendo que o trabalho deveria ser feito em seis dias e interrompido no sétimo. Deveria haver descanso programado para o sábado (vs. 1-3);
2. Segundo, Deus solicitou por meio de Moisés que o povo trouxesse materiais para a construção (vs. 4-9); duas particularidades saltam do texto. O povo…
• deveria trazer do que tivesse consigo – Deus não pede o que Seu povo não têm;
• não deveria ser pressionado, nem se sentir obrigado a doar – Deus espera doação de pessoas voluntárias, com coração disposto a entregar o que têm.
3. Terceiro, Moisés convocou para a obra homens hábeis para fazer tudo o que Deus ordenou – A obra para Deus não deve ser realizada relaxadamente (vs. 10-19);
4. Quarto, Moisés esperou resultado após solicitação ao povo. O espírito de generosidade inflamou no coração do povo, o qual trouxe tudo o que precisava, inclusive vieram pessoas com as habilidades solicitadas (vs. 20-29);
5. Quinto, Deus habilitou alguns com dons especiais para fazer o que exige mais atenção a fim de que Sua obra ficasse como Ele havia planejado. Deus chama individualmente alguns pelo nome e dá a capacidade que eles não têm para realizar algo extraordinário (vs. 30-35).
Para Deus, tudo deve ser o melhor. As bandas de músicas diabólicas ensaiam tanto antes de se apresentar para pessoas, mas, infelizmente muitos que atualmente fazem alguma coisa para Deus não se empenham tanto quanto elas.
Para alguns, trabalho e estudo exigem o máximo de seu tempo e habilidade; mas, consideram que, para Deus, qualquer coisa serve; dando a Ele o seu mínimo quando deveriam dar-Lhe o máximo.
Hoje, Deus quer pessoas de coração generoso a fim de fazer progredir Seus planos no mundo. Deus precisa de voluntários que deem o seu máximo para usar com habilidade os dons recebidos do Espírito Santo… Quem se dispõe?
Reavivemo-nos!– Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
1 toda a congregação. Os israelitas estavam prontos para começar a planejada construção do tabernáculo (Êx 25-31) adiada por causa da apostasia (Êx 32; PP, 343) e pela necessidade de renovação da aliança (Êx 33, 34). Visto que esse era um projeto no qual todos do povo estavam interessados e envolvidos em razão de suas ofertas (25:2-7) e de seu trabalho (ver Êx 28:3; 35:10, 25, 36:4; 39:42), Moisés os reuniu para dar as primeiras instruções. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 732.
1-3 A obra do tabernáculo começa com uma admoestação para se guardar o sábado, da mesma maneira que as instruções para a obra tinham sido concluídas com tal exortação. Bíblia de Genebra.
2 seis dias. Os hebreus estavam envolvidos num empreendimento sagrado e podiam pensar que isso seria desculpa para trabalhar no sábado. No entanto, não deviam permitir que a natureza sagrada do trabalho os enganasse, levando-os a negligenciar a observância desse dia. Essa é uma lição para os ministros e outros que fazem o trabalho de Deus no Seu dia. A construção do tabernáculo, com as diferentes habilidades e os materiais requeridos, era trabalho material, e, portanto, não constituía uma ocupação apropriada para o santo dia do Senhor. CBASD, vol. 1, p. 732.
3 Não acendereis fogo. Antigamente, acender fogo requeria esforço considerável. O clima relativamente quente da região do Sinai tornava desnecessário o aquecimento artificial, e o fogo seria usado apenas para cozinhar. … Esta ordem ainda é obedecida de forma rigorosa, mesmo em lugares de clima frio, pelos judeus caraítas, que não permitem fogo nem luz em seus lares no dia de sábado. Contudo, muitos dos judeus consideram que a ordem era de caráter transitório e usam tanto fogo quanto luz, mesmo na Palestina. Contudo, judeus estritamente ortodoxos não cozinham aos sábados. CBASD, vol. 1, p. 732.
Deus quer tirar até a tentação de fazer vários tipos de trabalho; o único fogo, aqui que queima no sábado, é o fogo dos altares do templo de Deus. Bíblia Shedd.
35:4 – 39:43 Esta seção inteira baseia-se nos capítulos 25-31, mas segue uma ordem diferente. Enquanto os capítulos 25-31 deram as instruções para o tabernáculo, esta seção descreve a sua construção. Bíblia de Genebra.
Semelhante repetição era uma característica da literatura do antigo Oriente Médio e tinha o propósito de fixar na mente do leitor os pormenores de uma narrativa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11-19 Um resumo dos objetos sagrados descritos nos capítulos 25 até 30. Bíblia Shedd.
21 Todos aqueles cujos corações foram movidos deram alegremente para a Tenda do Encontro (também chamada de tabernáculo). Com grande entusiasmo eles deram porque sabiam quão importante sua oferta era para a construção da casa de Deus. Pilotos de avião e operadores de computadores podem pressionar botões de teste para verificar se seus equipamentos estão funcionando apropriadamente. Deus tem um botão rápido de teste para verificar nosso nível de comprometimento – nossas carteiras. Life Application Study Bible NVI.
22 fivelas, pendentes, anéis. As pequenas economias do povo nômade sempre se constituíram de joias e enfeites. Mesmo quando os atavios não eram mais usados (33.6), eram guardados como dinheiro. Bíblia Shedd.
25 mulheres hábeis traziam o que … tinham fiado. Fiar era uma arte comum entre as mulheres dessa época, ricas ou pobres. Havia trabalho para todos na construção do tabernáculo e de sua mobília. CBASD, vol. 1, p. 732.
26 pelos de cabra. O método mais comum de fazer material para tendas; era o ofício do apóstolo Paulo, que lhe dava o sustento durante as viagens missionárias (At 18.3). Até hoje se fabricam tendas desse tipo no Oriente. Bíblia Shedd.
Todas que fiavam roupas fizeram uma linda contribuição para o tabernáculo. Bom trabalhadores se orgulham da qualidade e beleza de seu trabalho. Deus se interessa coma qualidade e beleza do que você faz. Seja você um executivo de negócios ou um caixa de loja, seu trabalho deveria refletir as habilidades criativas que Deus lhe deu. Life Application Study Bible NVI.
27 príncipes. Não no sentido de filhos de família real, mas líderes entre o povo, talvez os chefes de mil (18.25). Bíblia Shedd.
29 oferta voluntária. Generosidade e fidelidade são o que torna nosso serviço aceitável a Deus (PJ, 402), e Ele nos recompensa segundo Sua generosidade (PJ, 397). CBASD, vol. 1, p. 732.
Filed under: Sem categoria
Comentário devocional:
Deus proíbe novamente a feitura de feitas imagens de fundição e ordena que os altares e imagens sejam destruídos e os bosques onde estes ídolos eram adorados sejam cortados. Infelizmente, essas medidas não foram sempre seguidas. Houve um tempo em que ídolos foram colocados no templo de Jerusalém pelo rei Manassés de Judá no século VII a.C. O culto de adoração a “Asherah” era muito difundido na época, de acordo com o registro arqueológico da descoberta de centenas de deusas de barro. Certamente Deus sabia a tentação que essas imagens seriam para Israel.
E quanto às nossas vidas, hoje? Se o tempo demorasse, o que os arqueólogos diriam de nós, milhares de anos à frente, ao escavarem nossas casas? Como interpretariam as negras telas de TV situadas nas paredes de nossas salas de estar e quartos, com assentos posicionados estrategicamente de frente para elas? Será que as interpretariam como objetos de adoração? Quanto tempo passamos com a Palavra de Deus todos os dias, em comparação com as outras distrações da vida?
As palavras de Deus encontradas neste capítulo ainda são verdadeiras para nós: “Porque o SENHOR, cujo nome é Zeloso, é Deus zeloso.” Ele deseja ser o nosso tudo em todos!
Michael Hasel
Escola de Religião
Southern Adventist University
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/34
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/34 ehttp://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/34/
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 34
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12 http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/col/11-12