Reavivados por Sua Palavra


Levítico 21 by jquimelli
30 de outubro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Quando alguém morria, era costume entre os judeus rasgar suas vestes pelo sofrimento. No entanto, esta prática não era permitida para o sumo sacerdote. Ele representava Jesus Cristo, e deveria vestir roupas inteiras, limpas, sem mancha e sem defeito, assim como Cristo não tem defeito. O sumo sacerdote que se atrevesse a comparecer diante de Deus com vestes rasgadas indicava, por este ato, que ele tinha se separado do próprio Deus.

Este capítulo nos apresenta um quadro solene da responsabilidade sagrada dos “líderes na casa de Deus” (Ez 9:6). Como pastores do rebanho e exemplos para as pessoas, é ainda mais vital que eles busquem pureza de Coração, porque eles tocam as coisas sagradas de Deus!

No fim dos tempos, aqueles que não ensinaram a verdade às suas congregações assumirão a responsabilidade por isso.

Oremos para que Deus nos mostre como sustentar os braços daqueles que estão na liderança espiritual, através da oração e da nossa própria transformação do coração.

Melodious Echo Mason
Ministério A.R.M.E. de Acampamentos Bíblicos
EUA

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/21 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/21 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/21/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 21
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps.16-17



Levítico 21 – Comentários pr Heber by jquimelli
30 de outubro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

LEVÍTICO 21 – Quem não lê e medita nas Sagradas Escrituras todos os dias nunca saiu da superficialidade/mediocridade da fé. Quem nunca saiu da superficialidade/mediocridade da fé apenas raspa na periferia da santidade; todavia, vive no subúrbio da perversidade, imoralidade e promiscuidade.

Santidade não brota do coração corrompido pelo pecado. Nosso coração é corrupto demais para produzir qualquer santidade. Santificação é impossível por mais que apliquemos inúmeras práticas religiosas. Santidade é um atributo que Deus nos outorga.

Torna-se santo somente quem permite que Deus santifique.

Os sacerdotes deveriam ser santos antes de servir no Santuário. Hoje, os cristãos deveriam ser santos para servir a Deus na comunidade. Este capítulo apresenta-nos os seguintes pontos revelados pelo Deus santo:

1. A santidade restringe questões em relação a defuntos: Com exceção de alguns parentes bem próximos, os sacerdotes não deveriam tocar cadáveres humanos para não contaminar-se (vs. 1-4);

2. A santidade restringe questões relacionadas à aparência: Nenhuma atitude deveria dar margens a que pessoas pensem sacerdotes praticam algo pagão (vs. 5-6);

3. A santidade restringe questões relacionadas a matrimônio: O casamento é santo, mas práticas pecaminosas podem pervertê-lo. Casar com prostitutas, ainda que cultuais, é afrontar ao Autor do matrimônio. Se a filha de um sacerdote prostituísse deveria ser queimada (vs. 7-9).

Nestes versículos o autor inspirado tratou das restrições dos sacerdotes. A partir do versículo 10 o texto será específico ao Sumo Sacerdote:

4. O Sumo Sacerdote não deveria ter cabelos despenteados, mostrando-se descuidado; nem usar roupas rasgadas, revelando desprezo às coisas sagradas; e, nem entrar onde houvesse cadáveres. Ele deveria consagrar-se sem nunca contaminar-se (vs. 10-12);

5. O Sumo Sacerdote poderia casar-se, mas nunca com viúva, divorciada, prostituta, jugo desigual… para não contaminar-se (vs. 13-15);

6. O Sumo Sacerdote não deveria ter nenhum defeito físico, deveria ser perfeito para oferecer ofertas perfeitas a Deus (vs. 16-24).

Tudo que Deus pedia visava santificação. Ele abomina determinantemente a corrupção. Com toda eloquência, Deus almejava bloquear a cultura pagã no território de Seu povo… O texto revela Deus exigindo mais dos líderes pela influência que estes exercem sobre outros.

Imundícia é natural; pureza, é sobrenatural! Santidade não se conquista, se aceita. É Deus Quem santifica. Por outro lado, a santidade se perde com práticas imorais.

“Santíssimo Deus, santifica-nos… Amém!” – Heber Toth Armí.



Levítico 21 – Comentários selecionados by jquimelli
30 de outubro de 2015, 0:30
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1-24 Nestes versículos são registradas as regras de pureza específicas aos sacerdotes. Bíblia de Genebra.

A mensagem de Levítico 21 é para os sacerdotes e suas famílias. Eles deviam se proteger de qualquer tipo de contaminação. O povo devia fazer certas coisas proibidas aos sacerdotes. Por sua vez, os sacerdotes comuns tinham mais liberdade do que o sumo sacerdote. Havia uma gradação de conduta que se tornava mais rígida conforme a posição da pessoa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 862.

O sacerdote não se contaminará (ARA; NVI: “não poderá tornar-se impuro”). Tornar-se cerimonialmente impuro “por causa de um morto” significa tocar um cadáver. Life Application Study Bible.

A santidade (vida) e a morte são incompatíveis entre si. Bíblia de Genebra.

salvo por seu parente mais chegado. Um cadáver, fosse por um santo ou pecador, era considerado impuro. CBASD, vol. 1, p. 862.

homem principal. O sacerdote não podia seguir o costume normal de chorar pelos mortos, mas sempre manter a dignidade do ofício sacerdotal. CBASD, vol. 1, p. 862.

Não farão calva na sua cabeça (ARA; NVI: “não raparão a cabeça”). [Juntamente com o corte das extremidades da barba e o ferir a carne,] São sinais de luto, empregados pelos pagãos. Um sacerdote que revelava sinais externos de desespero não estaria em condições de preencher seu lugar apontado no culto do Templo. Bíblia Shedd.

Costumes de luto envolvendo a desfiguração do corpo também foram banidos, pois os sacerdotes, na qualidade de homens santos, tinham de ter corpos íntegros (Dt 14.1, nota). Bíblia de Genebra.

Santos serão. Embora Deus não tenha dois padrões de conduta para Seu povo, Ele espera que os ministros deem exemplo à igreja por meio de uma vida santa. O serviço de Deus sempre exige o melhor. Há três coisas enfatizadas neste capítulo sobre as qualificações para o sacerdócio: 1. Condição física. … A perfeição física representava a perfeição de caráter pela qual todos deviam lutar. 2. Santidade. Sua vida devia ser sem mancha e a família, sem reprovação. Uma igreja pode ser acertadamente julgada pela vida de seus membros, e talvez o teste mais preciso seja o padrão de santidade manifestado na vida do ministro. 3. Consagração. Os sacerdotes não podiam permitir que algo interferisse no serviço a Deus. O sumo sacerdote não devia chorar a perda de um ente querido, ou assistir aos funerais de um familiar (ver v. 10, 11). Coisa alguma deveria afetar a obra de Deus. CBASD, vol. 1, p. 862.

ou desonrada (ARA;NVI: “que tenha perdido a virgindade”).

Se a filha de um sacerdote se desonra, prostituindo-se, profana a seu pai; será queimada (ARA; NVI: “Se a filha de um sacerdote se corromper, tornando-se prostituta, desonra seu pai; deverá morrer queimada”). [A filha de um sacerdote nunca poderia argumentar que se prostituía por condições de pobreza, pois os sacerdotes e suas famílias deveriam ser mantidos pelas ofertas do povo. Outro agravante era que a prostituição cultual estava associada a muitas religiões dos povos de Canaã.]

10 O sumo sacerdote. Embora as regras fossem rigorosas para um sacerdote, havia ainda mais rigor para o sumo sacerdote. … Ele não… podia rasgar as vestes, … chegar perto de um morto, nem que fosse seu pai ou sua mãe. As palavras de Cristo aos discípulos refletem esse ideal (Mt 8:22). CBASD, vol. 1, p. 862-863.

11 Não se chegará a cadáver algum (ARA; NVI: “Não entrará onde houver um cadáver”).

12 Não sairá do santuário. Os sacerdotes comuns serviam apenas por um curto período a cada ano; o sumo sacerdote permanecia sempre no seu posto. Ele deveria estar sempre disponível, por isso não poderia se ausentar em viagem. Um sacerdote poderia substituir o outro em caso de emergência, mas ninguém podia oficiar no lugar do sumo sacerdote. Em tempos posteriores ele passou a ter um substituto. CBASD, vol. 1, p. 863.

14 Tanto o sacerdote ofertante como o animal oferecido deviam estar isento de qualquer mancha ou defeito, para satisfazerem às exigências de Deus. Só Cristo cumpriu plenamente estas exigências, sendo em Si mesmo sem defeito ou mancha de pecado, e tendo feito do Seu corpo um sacrifício perfeito, como ofertante e como Vítima, 2 Co 5.21; 1 Pe 1.19; Hb 7.26-28; Ml 1.8.

15 E não profanará a sua descendência. Os filhos das uniões mencionadas no v. 14 desqualificavam o sucessor do pai no ofício sagrado, assim como ele se desqualificava ao violar a lei que proibia esses casamentos. Essas regras foram dadas para preservar o sacerdócio como uma ordem santa. Os sacerdotes deveriam ser puros em todos os aspectos, para que pudessem merecer o respeito do povo. CBASD, vol. 1, p. 863.

17 em quem houver algum defeito. Os portadores de defeitos podiam servir em deveres menores, mas jamais podiam subir ao altar (v. 21). … acender o fogo ou remover as cinzas. Podiam examinar os leprosos, cuidar das portas e manter o pátio em ordem; porém, não podiam desempenhar qualquer função estritamente sacerdotal (v. 23). Eles não eram privados da renda regular dos sacerdotes e podiam comer das ofertas dadas a eles. CBASD, vol. 1, p. 863.

para oferecer o pão de seu Deus (ARA; NVI: “para trazer a seu Deus ofertas de alimento”). Bíblia Shedd.

18 de rosto mutilado. Ou seja, com defeito na face. CBASD, vol. 1, p. 863.

ou desproporcionado. Literalmente, ter “algum membro fora dos padrões normais”. Tudo o que tem a ver com a adoração a Deus deve ser perfeito. CBASD, vol. 1, p. 863.




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