Reavivados por Sua Palavra


Levítico 5 – Comentários pr Heber by jquimelli
14 de outubro de 2015, 12:43
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LEVÍTICO 5 – Geralmente o ser humano tem um lugar na memória que não compartilha com ninguém, guarda exclusivamente para si. É possível que alguns desses segredos sejam situações vergonhosas, humilhantes; ou, podem ser pecados secretos, acariciados mas escondidos.

Escondido das pessoas, mas não de Deus. Não dá para esconder nada dEle. Ações corretas com intenções equivocadas estão abertas diante de Deus; todavia, Deus mesmo oferece uma saída para estes pecados ocultos.

1. Quem não confessar um pecado visto por alguém, levará na alma o peso da culpa (v. 1);

2. Quem tocar, sem que ninguém veja, em algo imundo, será culpado e carregará a imundície em si daquilo em que tocou (vs. 2-3);

3. Quem ocultar verdades será culpado de pecado (v. 4).

Para estes pecados ocultos tem um procedimento para obter perdão divino; o qual resulta em reconciliação com Deus. A oferta pelo pecado revela que o pecado é terrível, e o pecador merece ser punido; contudo, Deus tem um plano para que o culpado seja absolvido (vs. 5-13). Deus leva em consideração cada situação: aqui, a situação financeira determinará a oferta do pecador.

Ainda é possível pecar por ignorância em relação às coisas sagradas (vs. 14-16) ou desobedecer mandamentos de Deus sem saber (vs. 17-19). Pecar por ignorância é pecado que exige a morte; contudo, Deus providenciou um mediador e um sacrifício para reparar o erro e eliminar a culpa. Baseado na Sua misericórdia e graça, Deus dá oportunidade do transgressor livrar-se da desgraça causada por ele.

O sacerdote mediador e o sacrifício apontam para Cristo em Sua missão de salvar o transgressor e culpado diante de Deus. A obra de Cristo é salvar aquele que merece a morte. A função da revelação visa convencer de nossa terrível situação e mostrar que ao reconhecer nossa miséria diante de Deus obteremos dEle misericórdia e salvação.

Se você passar a 80km por hora onde deveria ter passado a 50km por hora e um guarda de trânsito te parar para dizer que uma lei de trânsito foi infringida e você alegar não ter visto a placa (embora estivesse lá), esse argumento não te livrará da multa.

Ignorância não justifica pecados. Ser ignorante não é solução, é a perdição. Portanto, conheça a Cristo e Seu plano de salvação! – Heber Toth Armí.



Levítico 5 by jquimelli
14 de outubro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Em Levítico 4, as ofertas pelo pecado cobriam pecados não intencionais, aqueles cometidos sem que se tenha consciência deles.

Levítico 5:1-13 estende a cobertura para quem intencionalmente não se apresentasse como testemunha de um crime (v. 1) ou deixasse de passar pela purificação ou de cumprir um juramento (versos 2-4).

Quando uma pessoa (homem ou mulher) reconhecia que havia pecado, o indivíduo carregava culpa suscetível de punição, até que a confessasse a Deus (não a um sacerdote), e oferecesse uma oferta pelo pecado. Então Deus (não o sacerdote), que é quem sabe quando o arrependimento é genuíno, escolhe perdoar.

Em Levítico 5:14 a 6:7, as ofertas de transgressão expiam os pecados graves de sacrilégio: mau uso de algo santo que pertence a Deus (como o dízimo), ou deliberadamente abusar do santo nome de Deus em um juramento falso, para enganar outra pessoa. Como tais pecados traziam benefício econômico ilícito, o pecador devia restaurar o valor devido a Deus ou à outra pessoa, acrescentando uma multa de 20%, antes de trazer uma oferta pela culpa (compare Mat. 5:23-24).

Mesmo quando endireitamos as coisas da melhor maneira que podemos, ainda precisamos do sacrifício de Cristo.

Quando sentimos nossa culpa mas não podemos identificar o nosso pecado (Lv 5:17-19), podemos deixar o nosso fardo com Jesus!

Roy Gane
Andrews University
Estados Unidos

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/5 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformationorg/bhp/en/bible/lev/5 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/5/
Tradução/adaptação: JQuimelli/Gquimelli
Texto bíblico: Levítico 5
Comentário em áudio
Leituras da próxima semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.14



Levítico 5 – Comentários selecionados by jquimelli
14 de outubro de 2015, 1:00
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1-6 Estes versículos tratam dos pecados de omissão, de inadvertência e de precipitação. Os casos em vista são: (a) o pecado de negligenciar testemunho (v. 1). (b) o pecado do contato com qualquer coisa imunda (vs. 2-3); (c) o pecado de fazer juramentos precipitados (v. 4). Bíblia de Genebra.

1 a voz da imprecação. Ou seja “uma imprecação pública”. O cenário é uma cena judicial em que testemunhas são chamadas a depor. Alguém se recusa a testemunhar e é declarado culpado. às vezes, há deveres desagradáveis que se prefere evitar, mas que devem ser cumpridos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 792.

quando alguém tocar alguma coisa imunda. As pessoas dos tempos antigos não tinham o conhecimento médico e sanitário disponível hoje. Não havia como saber que, ao ter contado com certas doenças, podia-se contrai-las e contaminar outros. Assim, o único princípio seguro era evitar tudo o que fosse suspeito. Transgredi-lo podia levar a uma epidemia. Como medida preventiva, esse princípio ainda é válido. CBASD, vol. 1, p. 793.

4 quando alguém jurar temerariamente. Isso não se refere à conversação, mas à solene confirmação de uma promessa a ser cumprida ou para refrear-se de fazer certas coisas. … Se uma das partes contratantes se esquecesse da promessa feita pelo juramento, ou se a repudiasse, quando mais tarde de conscientizasse da quebra do acordo, então seria culpado. Quebrar a palavra é um pecado flagrante do nosso tempo e parece aumentar cada vez mais. Os cristãos devem se precaver disso. CBASD, vol. 1, p. 793.

Você, alguma vez, já efetuou um juramento de fazer ou não fazer algo e então percebeu o quão insensata sua promessa foi?O povo de Deus é chamado a manter sua palavra, mesmo que tenha feito promessas difíceis de cumprir. Jesus advertiu contra juramentos (no sentido de fazer votos ou promessas) quando Ele disse: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do maligno” (Mt 5.37, NVI). Nossa palavra deveria ser suficiente. Se achamos que temos que reforçá-la com um juramento, algo está errado com nossa sinceridade. A única promessa que estamos desobrigados a cumprir são promessas que levam ao pecado. Uma pessoa sábia e auto controlada evita fazer promessas precipitadas. Life Application Study Bible.

5 confessará. O ofertante tinha de confessar a Deus o seu pecado para receber o perdão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O inteiro sistema de sacrifícios não poderia auxiliar o pecador a não ser que ele trouxesse o seu sacrifício com  uma atitude de arrependimento e um desejo de confessar o pecado. Hoje, por causa do sacrifício de Cristo na cruz, não temos que fazer sacrifícios de animais. Mas é ainda vital que confessemos o pecado, porque a confissão mostra reconhecimento da realização do pecado, percepção da santidade de Deus, humildade perante Deus e desejo de se afastar do pecado (Sl 51.16, 17). Mesmo a morte de Jesus será de pouco valor para nós se não nos arrependermos e O seguirmos. É como a vacina contra uma perigosa doença – não nos será útil se não entrar em nossa corrente sanguínea. Life Application Study Bible.

11 um jarro da melhor farinha como oferta pelo pecado. Esse ritual para uma pessoa que não poderia oferecer nem mesmo um par de pássaros era uma oferta de purificação que substituía o sacrifício de um animal (compare Hb 9:22 – “quase todas as coisas são purificadas com sangue” (NVI). Não era uma simples “oferta de grãos” (Lv 2). Andrews Study Bible.

Ele não devia por azeite ou incenso sobre a oferta, pois se tornaria uma oferta de cereais. Sem esse elemento, era uma oferta pelo pecado. … Aqui há uma situação incomum: uma oferta pelo pecado sem sangue derramado. Mas, há também outra coisa surpreendente: ofertas pelo pecado nunca eram colocadas sobre o altar. Por uma questão de ênfase, Deus repete: “é oferta pelo pecado”. Como explicar a diferença no ritual que Deus permite aqui? De acordo com Hebreus 9:22, “sem derramamento de sangue não há remissão” do pecado. Essa é a regra. Levítico 5:11-13 apresenta uma exceção à regra geral. Nem todas as coisas, mas “quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue” (Hb 9:22). O fato é que, neste caso, uma oferta pelo pecado sem sangue efetuava a expiação, e isso provavelmente explique o “quase”. … jamais pode haver real remissão do pecado fora do sangue de Cristo. Se assim fosse, Sua morte seria em vão; porém, no tipo [modelo] havia casos em que a remissão e a purificação se efetuavam sem o imediato derramamento de sangue. CBASD, vol. 1, p. 794.

15 ofensa. Heb. ma’al, “engano”, “infidelidade”, “quebra da Lei”. Aqui se aplica a pecados públicos, danos cujo valor podia ser calculado. Bíblia Shedd.

nas coisas sagradas do Senhor. As “coisas sagradas do Senhor” são as primícias, os dízimos, as ofertas e o que mais pertencesse ao Seu serviço. A transgressão aqui considerada envolvia reter ou diminuir, ou seja, pagar menos do que era devido. CBASD, vol. 1, p. 794.

16 oferta pela culpa. Em heb, é uma palavra só: ‘asham, que quer dizer “culpa” no sentido de danos e estragos, e também é o nome técnico do tipo de sacrifício que a culpa requer. Cristo é o único que cumpre completa e satisfatoriamente tudo aquilo que é previsto nesta oferta, imputando-nos Sua justiça, cf 2 Co 5.21, onde a palavra “pecado” tem exatamente o sentido de ‘asham. A profecia de Isaías usa a mesma palavra para a obra de Cristo, Isa 53.10. Bíblia Shedd.

17-19 Conforme indica a frase “ainda que não o soubesse” (v. 17), esses versículos concernem à pessoa que suspeite ter transgredido a lei divina, ou à pessoa que não tenha certeza a esse respeito. É um remédio sacrifical para aqueles que tem uma consciência inquieta. Nesse caso, não há qualquer exigência de reparação, pois a natureza do delito é incerta. Bíblia de Genebra.

17-19 e fizer contra algum de todos os mandamentos. A segunda situação é muito parecida com a primeira (v. 14-16), mas diz respeito à prática de coisas proibidas. Tais coisas, embora não especificamente mencionadas, provocavam o desagrado de Deus. CBASD, vol. 1, p. 794.




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