Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 32 – Comentários adicionais by jquimelli
1 de outubro de 2015, 22:52
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A pedido, incluímos mais comentários que detalham melhor a atuação de Moisés no episódio do bezerro de ouro:

1 faze-nos deuses. “Deuses”, nesta passagem devia ser traduzido como “um deus”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 716.

que vão adiante de nós. Cansados de esperar no Sinai e desejosos de continuar a jornada rumo à terra prometida, os israelitas exigiam ser liderados por um deus visível, que lhes inspirasse confiança e coragem (ver 1Sm 4:3-8). Teria sido bom se tivessem usado esse tempo de espera para meditar na lei de Deus e assim preparado o coração para receber nmais revelações dEle. Se tivessem feito isso, seriam capazes de resistir a essa tentação. Em grande medida, o espírito de apostasia foi gerado pelo “misto de gente” que se uniu aos israelitas para escapar das pragas do Egito. Essas pessoas foram um constante estorvo e uma armadilha para Israel (Êx 12:38; Nm 11:4). Podem ser comparados aos “homens maus” de Atos 17:5. CBASD, vol. 1, p. 716, 717.

2 tirai. Alarmado pela loucura desenfreada do povo e por sua atitude ameaçadora, ao mesmo tempo temendo por sua própria segurança, Arão se rendeu às exigências damultidão, em vez de defender a honra de Deus com toda nobreza e valor (ver Êx 23:2). Na esperança de que se recusassem a entregar suas apreciadas posses, ordenou que reunissem “argolas de ouro” e lhe trouxessem. ele, porém, estava equivocado. Após ter dado o primeiro passo, não pôde voltar atrás. CBASD, vol. 1, p. 717.

5 apregoou. Sentindo a aprovação popular, Arão se envolveu ainda mais com essa apostasia ao anunciar uma “festa”, a qual devia ser ao Senhor. Esse espírito de condescendência, o esforço para harmonizar o culto ao Senhor com o culto aos ídolos, não foi manifestado por Israel apenas nesse caso; também iria motivar grande parte da idolatria que acometeria Israel no futuro (1Rs 12:26-33; 2Rs 17:32, 33; Zc 1:5). CBASD, vol. 1, p. 717.

6 madrugaram. O povo estava tão entusiasmado e cheio de fervor com sua nova religião que se levantou bem cedo para começar o culto. CBASD, vol. 1, p. 717.

assentou-se para comer e beber.Em geral, eram queimadas apenas algumas porções dos sacrifícios. O restante era comido pelos ofertantes. CBASD, vol. 1, p. 717.

levantou-se para divertir-se (ARA; NVI: levantou-se para se entregar à farra). Esta diversão foi sensual. As festas religiosas pagãs terminavam em orgias (Nm 25:1-9; 1Co 10:7, 8). Este episódio ilustra a luta constante da natureza humana entre a carne e o Espírito (Rm 7:23; 8:1-13). Desde o momento em que deixaram o Egito, os israelitas tinham levado uma vida espiritual de dependência do Deus invisível e repousado sob Sua proteção. Contudo, com o tempo, quando ficaram sem a influência do exemplo e da direçã ode Moisés, o mal prevaleceu. Eles se voltaram à idolatria e à licenciosidade que estava ligada ao culto pagão. O prazer sensual se passava por religião (2Tm 3:4, 5). Tal religião é tão agradável às multidões hoje quanto nos dias de Israel. CBASD, vol. 1, p. 717.

Paulo cita essa expressão como um exemplo vívido da tendência de Israel em direção à idolatria (v. 1Co 10.7). O verbo hebraico traduzido por “entregar-se à farra” muitas vezes tem conotações sexuais (v., e.g., “acariciando”, Gn 26.8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 Moisés suplicou. O primeiro argumento de Moisés foi que Deus não podia fazer aquilo [destruir todo o povo] pelo bem de Seu próprio nome. … As acusações dos egípcios de que, em vez de levar o povo ao deserto para oferecer sacrifícios (Êx 5:1-3), Ele os tinha levado para serem sacrificados (10:20) se provariam verdadeiras. O segundo argumento de Moisés foi evitar o triunfo dos pagãos sobre Israel…. O terceiro argumento foi fazer com que Deus Se lembrasse das promessas a Abraão, Isaque e Jacó [citações omitidas]. Até, então, essas promessas tinham sido cumpridas apenas em parte e certamente Deus não falharia em cumprir Sua palavra. CBASD, vol. 1, p. 718.

14 Então, Se arrependeu o Senhor. Uma tentativa débil de expresar a vontade divina em linguagem humana. Na verdade, Deus não pode mudar de propósito, pois conhece o fim desde o princípio (1Sm 15:29; Is 46:9, 10; 55:11). No entanto, quando pecadores abandonam o pecado e se voltam para Ele, quando Seus filhos suplicam por misericórdia e perdão, Ele não se “arrepende”. ele muda da ira para a misericórdia, do juízo para o perdão (Sl 106:44, 45; Jr 18:5-10; 26:3; Jl 2:12-14; Jn 3:9, 10; 4:2). CBASD, vol. 1, p. 718.

19 Logo que se aproximou. As cerimônias religiosas da maioria das nações da Antiguidade incluíam danças. Entre os hebreus eram algumas vezes solenes e dignas, como as de Davi (2Sm 6:14), outras vezes festivas e alegres (ver com. de Êx 15:20). Porém, entre os pagãos, e principalmente entre as nações orientais, tais danças tinham um caráter lascivo. Os dançarinos egípcios eram profissionais do tipo mais degradante, e sua dança era sensual e indecente. Na Síria, Ásia Menor e babilônia, a dança era uma orgia selvagem. Era a esse tipo de dança que os israelitas tinham se entregado, fato que explica a grande ira de Moisés. Era idolatria do pior tipo. Não é estranho que tenha jogado as duas tábuas de forma violenta ao chão e as quebrado. Com esse ato indicava que como haviam quebrado sua aliança com Deus, Ele havia quebrado Sua aliança com eles (Dt 9:17; PP, 320). CBASD, vol. 1, p. 718.

24 e saiu este bezerro. Para justifica ainda mais sua conduta, Arão insinuou que um milagre tinha ocorrido, que um poder sobrenatural tinha convertido o ouro lançado no fogo naquele bezerro. … Arão teria sido destruído pelo pecado, se não fosse a fervorosa intercessão de Moisés em seu favor (Dt 9:20). Devido à sua posição de líder na ausência de Moisés, a iniquidade de Arão era tanto mais condenável. Àquele a quem muito foi dado, muito será exigido (Lc 12:48). CBASD, vol. 1, p. 719.

25 estava desenfreado. Isto é, o povo dava rédeas soltas às paixões desenfreadas. Todo freio moral tinha sido abandonado, os israelitas estavam praticamente amotinados, tendo chegado a um frenesi total. Tinham se tornado uma turba incontrolável. Arão foi responsável pela orgia, pois ele tinha feito o bezerro e proclamado a festa. CBASD, vol. 1, p. 719.

26 pôs-se em pé. Incapaz de deter o vil espetáculo e, percebendo que algo devia ser feito, Moisés pôs-se em pé “à entrada do arraial” e reuniu a todos que quisessem se unir a ele para aquietar o tumulto. Na guerra entre o bem e o mal, não há campo neutro. Ou se está do lado de Deus ou do lado de Satanás. … A determinação se revela na capacidade de resistir à influência da multidão. É preciso coragem para ser diferente (ver Dn 3:14-18). Sozinhos entre seus irmãos, os “filhos de Levi” se colocaram ao lado do Senhor. Eles não participaram do culto idólatra. CBASD, vol. 1, p. 719.

Todos os levitas. Generalização, pois Dt 33.9 subentende que alguns dos levitas também foram mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 cada um cinja a espada. Os levitas deviam matar à espada todos os que ainda persistissem em tomar parte dos ritos licenciosos, ignorando laços de família ou de amizade (Dt 33:8, 9; Ez 9:6). Necessitava-se de ação resoluta para pacificar a rebelião. … O lugar da festa se tornou lugar de mortandade. A execução sumária dos que tinham levado o povo à idolatria era necessária para mostrar às nações vizinhas o ódio com que Deus considerava o culto pagão. O Senhor tinha que mostrar a Seu próprio povo que tamanha iniquidade não seria tolerada. Se Deus deixasse a ofensa sem punição severa, no futuro os judeus teriam cedido mais facilmente às tentações da idolatria. Como o amoroso protetor de Israel, Deus removeu do meio deles os que estavam determinados a seguir em sua conduta à ruína. Algumas vezes, em Sua misericórdia Deus permite que alguns pereçam a fim de salvar a muitos. Além disso, se o pecado tivesse persistido, Deus não poderia ter continuado a protegê-los, e teriam caído, indefesos diante de seus inimigos. CBASD, vol. 1, p. 719, 720.

28 Fizeram os levitas conforme Moisés ordenou. Seu zelo pelo Senhor é posteriormente repetido pelo neto de Arão, Finéias, o que resultou numa aliança perpétua do sacerdócio (v. Nm 25.7-13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 consagrai-vos. Moisés pronuncia o favor dos Céus sobre os levitas que haviam se unido a ele para punir os idólatras. A palavra heb. para “consagração” tem a ideia de ser ordenado para um serviço sagrado. Nesse caso, indica também a “bênção” especial que Deus tinha guardado aos levitas: a honra de serem escolhidos para servir no santuário (Nm 3:5-9; 18:1-7; Dt 10:8). CBASD, vol. 1, p. 720.

30 No dia seguinte disse Moisés ao povo. Isto sugere que o povo tinha por fim percebido sua grande culpa e estava aterrorizado, imaginando que todos os culpados seriam mortos. O amor e a misericórdia de Moisés para com o povo o levaram a interceder por ele novamente. Eis uma importante lição sobre a qual os ministros do evangelho deveriam refletir. Como pastores do rebanho, devem amar suas ovelhas e conduzi-las para mais perto de Deus, porém, não devem falhar em mostrar ao povo as suas transgressões (Is 58:1). Ao mesmo tempo, devem rogar a Deus pelo perdão do pecado por meio da misericórdia de Cristo. CBASD, vol. 1, p. 720.

32 risca-me. O amor de Moisés por seus irmãos pecadores era tão grande que, se não pudesse evitar a destruição deles, não queria vê-la (Nm 11:15). Ele estava disposto a não estar entre os “inscritos para a vida” (ver Is 4:3). CBASD, vol. 1, p. 720.

do livro que escreveste. Isto se refere ao “livro da vida”, no qual estão registrados os nomes de todos que professam ser filhos de Deus (Sl 69:28; Dn 12:1; Fp 4:3; Ap 3:5; 13:8; 17:8; 20:12, 15; 21:27). Aqueles que se afastam de Deus e os que devido à sua indisposição para abandonar o pecado se tornam endurecidos para a influência do Espírito Santo (Gn 6:3; Ef 4:30; Hb 10:29; 1Ts 5:19) terão seus nomes riscados do livro da vida e serão destruídos. CBASD, vol. 1, p. 720.

33 Riscarei do Meu livro todo aquele que pecar. A Bíblia ensina que todos devem carregar seu próprio castigo (Dt 24:16; 2Rs 14:6; Sl 49:7, 8; Jr 31:29, 30; Ez 18:20). Há apenas uma expiação aceita pela Palavra de Deus como substitutiva, a expiação de Jesus Cristo, que, não tendo pecado, foi punido pelos pecados de outros (Js 53:5, 6; Jo 1:29; 1Co 15:3; Hb 9:28; 1Pe 2:24). Ao interceder por Israel, Moisés tipificou a intercessão de Cristo pelo pecadores. Contudo, ele não podia, como fez nosso Senhor, carregar a culpa dos transgressores. CBASD, vol. 1, p. 720, 721.

34 Agora vá, guie o povo. Foi assim que Moisés recebeu a garantia de que o Senhor continuaria sua aliança com o Israel obstinado e cumpriria a sua promessa a respeito da terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 feriu, pois, o Senhor. Após a morte de três mil (v. 28) houve uma praga no acampamento. Até mesmo isso foi uma evidência da misericórdia divina para enfatizar o perigo de ceder ao pecado. Embora Deus estivesse disposto a perdoar, se o perdão fosse obtido com facilidade, eles seriam mais ousados para pecar novamente. … No trato de Deus com o ser humano, devemos estudar e refletir a fim de entender o propósito divino e aprender as lições que Ele deseja nos ensinar. É assim que Ele opera para desenvolver e fortalecer o caráter. CBASD, vol. 1, p. 721.



Êxodo 32 – Comentários pr Heber by jquimelli
1 de outubro de 2015, 7:12
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Após grandes manifestações de Deus, depois de o povo ver Suas magníficas operações, o povo descambou rumo à apostasia. Não muito depois de superar obstáculos insuperáveis e testemunhar que nenhum Deus é como Aquele que libertou a nação escrava da maior potência do mundo daquela época.

Atenção: É muito fácil perverter a religião verdadeira. A fé pode facilmente ser adulterada. Por conseguinte, a apostasia torna-se corriqueira. Apostasia não é ateísmo, é desvio da fé: Ilusão com a fé falsa.

Fique alerta!

• Quem se deixa guiar pela impaciência despenca pelo desfiladeiro da imprudência espiritual. Ao considerar que Moisés demorava, o povo de Deus projetou uma nova perspectiva religiosa. Impaciência resulta em corrupção teológica (v. 1);

• A voz do povo não é a voz de Deus; na história do pecado, a maioria sempre esteve equivocada/enganada/perdida/iludida (v. 1);

• Nem todo fervor, entusiasmo, dedicação, generosidade e disposição de madrugar para festejar ao Senhor é verdadeiro reavivamento espiritual, muito menos verdadeira reforma. O povo arrancou adornos e ofertou, depois levantou-se de madrugada para adorar um bezerro de ouro (vs. 3-6);

• Nem todo líder religioso serve a Deus, uns servem ao povo. Ao fazer o que é conveniente às pessoas líderes se tornam indiferentes e desobedientes a Deus, como exemplificado por Arão (vs. 2, 4-5);

• Deus vê a perversão humana, e não “cruza os braços”. Ele toma iniciativa para impedir o avanço da megalomaníaca corrupção humana (vs. 6-10);

• Embora haja líderes que se corrompam e favoreçam à depravação da fé do povo de Deus como fez Arão, ainda há verdadeiros líderes religiosos que intercedem pelo povo apostatado, como fez Moisés (vs. 11-14, 30-34);

• A desobediência significa quebrar os santos Mandamentos de Deus; ao quebrar as recém feitas tábuas de pedras, Moisés deixou essa verdade bem nítida para todos nós (vs. 15-19);

• Líderes relapsos diante da pressão do povo têm dificuldades de assumir culpas e reconhecer suas fragilidades; eles justificam-se com desculpas esfarrapadas ou transferem a culpa a outros, como fez Arão quando confrontado por Moisés (vs. 20-23);

• O pecado, por mais prazeroso, sempre tem consequências desastrosas (vs. 24-29, 35); entretanto, na corrupção em massa ainda existem remanescentes fieis, representados pelos levitas.

Não importa a sinceridade… idolatria é uma afronta ao verdadeiro Deus, resultante da apostasia do coração. Fique alerta! – Heber Toth Armí.



Êxodo 32 by jquimelli
1 de outubro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Os hebreus saíram do Egito, onde a natureza era adorada através de centenas de deuses, numa religião espiritualista e complexa. Eles haviam sido resgatados de um mundo e visão de mundo mergulhado em enganos de Satanás. Agora que Deus os havia libertado e lhes provido todas as suas necessidades, era também necessário a eles passarem pelo mesmo processo de reeducação que Moisés atravessou nos últimos 40 anos, em seu exílio no deserto.
 
O bezerro de ouro poderia estar representando várias divindades egípcias. O touro Ápis foi adorado em Memphis como Ptah, o deus da vida. Hathor, a deusa vaca, era adorada em Tebas como deusa da maternidade, beleza, alegria e amor. Em Êxodo 32 o povo “se levantou para se divertir”, o que mostra claras conotações sexuais e pode ser relacionado à deusa Hathor.
Aarão, seu líder espiritual, cedeu aos pedidos e para justificar sua adoração anunciou uma “festa ao Senhor.” Este culto misto levou Deus a renegar os hebreus como “o Seu povo. “
Mas, quando Deus rejeita as pessoas que escolheram o bezerro em vez de a Ele, Moisés se adianta e pede que seu nome seja apagado do livro da vida. Tão grande era o amor de Moisés para seu povo que ele ofereceu sua vida pelas deles. Mas, há apenas uma morte substitutiva aceitável a Deus, a de Seu Filho Jesus.
 
Já aconteceu de você ter comprometido o seu culto a Deus com as práticas do mundo? Aqui nós vemos as consequências de tal ação. Deus deveria ter um povo fiel a Ele, só a Ele, mesmo que o céu caia (Educação, 57).

 

Michael Hasel
Escola de Religião
Southern Adventist University

 

Também disponível em: <ahref=”http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/32″>http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/32
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/32 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/32/
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 32
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12

 



Êxodo 32 – Comentários selecionados by jquimelli
1 de outubro de 2015, 0:30
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5 Um bom exemplo de mistura de verdade com erro. Celebrar uma festa ao Senhor diante do bezerro de ouro não iria validar a ação errada (Andrews Study Bible).

6 divertir-se. Este aspecto da celebração se assemelha a outras festas religiosas que frequentemente incluiam danças ruidosas e interações sexuais. O verso 25 também sugere celebrações descontroladas (Andrews Study Bible).

7 teu povo. Em contraste gritante com “Meu povo” em 3:10. A quebra da aliança tem repercussões de longo alcance (Andrews Study Bible).

13 Lembra-Te. Não era Moisés que tinha de suscitar a misericórdia de Deus (14), mas sim, o próprio Deus que, graciosamente, dera a Moisés a oportunidade de tomar parte na bem aventurada obra da intercessão, em condições ideais, nas quais não estava irado e fora de si (Bíblia Shedd).

20 A destruição do bezerro de ouro é completa (queimado, triturado, diluído em água) e é similar à destruição de uma divindade como citado em um texto canaanita (Andrews Study Bible).

queimou-o. Talvez o bezerro tenha sido de madeira folheada a ouro. (Bíblia de Genebra).

24 Saiu este bezerro. Era uma desculpa ridícula, como se o bezerro tivesse fabricado a si mesmo. Mas, pelo contrário, no mundo espiritual, quem dá ouvidos às dúvidas, às tentações e às forças que destroem sua consciência, verá, com espanto, que seu pecado, pesado e bem forjado, já se tornou uma realidade concreta em sua vida (Bíblia Shedd).

26 entrada. Termo equivalente a “porta”, que era o lugar do juízo na cultura israelita (Andrews Study Bible).

32 Risca-me. Moisés se identificou de tal maneira com o povo que Deus havia confiado aos seus cuidados pastorais, que se tornou semelhante a Cristo (Hb 2.17; Jo 15.12-15; Sl 77.20) (Bíblia Shedd).




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