Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 37 by jquimelli
6 de outubro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Depois de completar a estrutura da tenda e seus revestimentos exteriores, os artistas passaram a trabalhar no mobiliário interior.

Êxodo 37 começa com Bezalel construindo a Arca da Aliança. Aqui encontramos uma descrição da forma da Arca, suas medidas, a tampa, e os querubins que se olhavam. Bezalel assumiu a responsabilidade pessoal em fazer a Arca, porque representava o trono de Deus e era a peça mais importante do mobiliário. Ele fez os dois querubins, de ouro batido, para serem colocados em cima da tampa da arca (propiciatório). Isto significa que eram peças de ouro maciço, esculpidas (moldadas) pelo artista, batendo o metal macio com o martelo.

Quando querubins são mencionados na Bíblia eles representam guardiões da santidade, frequentemente associados com o trono de Deus, sendo as criaturas mais próximas de Sua presença (Ez 28:14). Em Gênesis lemos que por causa do pecado, querubins protegeram a entrada oriental do Jardim do Éden (Gn 3:24). Nessa passagem, sua tarefa é guardar e separar a santidade da não-santidade, o sagrado do profano. Em Apocalipse 4:8 vemos novamente um querubim, preparando o julgamento final e a restauração do reino de Deus ao proclamar Sua santidade, enquanto o Senhor se assenta no trono celeste do reino de Deus. A presença de querubins no tabernáculo representava o trono de Deus e o tribunal onde Ele iria perdoar pecados e restauraria Seu reino na Terra.

Êxodo 37 fala da construção de outras mobílias, mas o nome de Bezalel não está diretamente relacionado com sua realização, como esteve com a Arca. Talvez Bezalel estivesse envolvido, mas dependia da assistência de outros artistas. Esses itens incluíam a mesa, o candelabro e o altar do incenso. Todos os móveis eram importantes porque cada um era símbolo da aliança redentora de Deus.

Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/37
Texto original: http://www.revivalandreformationorg/bhp/en/bible/exo/37 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/37/
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 37
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.13



Êxodo 37 – Comentários pr Heber by jquimelli
6 de outubro de 2015, 0:45
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Ao Deus que faz até o impossível para nosso bem devemos, no mínimo, fazer nosso máximo possível para Ele. Deus tirou Seu povo do Egito e o levou ao deserto a fim de revelar-lhe verdades gloriosas; Deus usou Moisés para escrever estas verdades e transmiti-las a nós cerca de 3.500 depois.

Muitos são escravos de trabalho, pecado, tempo, dinheiro, vícios, etc. pensam que assim vivem uma vida de liberdade e prazeres – até perceberem que passam a vida vegetando: Existem, mas não usufruem da existência; estão vivos, mas não vivem a vida…

Deus intervém para libertar estas pessoas!

No deserto os israelitas tiveram coração disposto a entregar recursos à obra de Deus. Ali eles se envolveram com a construção do projeto de Deus para alcançar o mundo ao construírem o tabernáculo e suas mobílias. O deserto pode ser a perca do emprego, o falir de uma empresa, o fracasso de um relacionamento ou o roubo de algo importante.

O Santuário fala de redenção. Deus liberta-nos da escravidão do pecado e leva-nos à Sua Palavra onde encontramos a revelação da nossa redenção.

Os construtores fizeram…

1. A arca (vs. 1-5), conforme Deus apresentou em Êxodo 25:10-15.
2. O propiciatório (vs. 6-9), conforme Deus apresentou Êxodo 25:17-22.
3. A mesa (vs. 10-16), conforme Deus apresentou Êxodo 25:23-30.
4. O candelabro (vs. 17-24), conforme Deus apresentou Êxodo 25:31-39.
5. O altar de incenso (vs. 25-28), conforme Deus apresentou Êxodo 30:1-10.
6. O óleo da unção (v. 29), conforme Deus apresentou Êxodo 30:22-38.

Este texto deve ser lido (entendido) com cuidado. Não podemos alegorizar e fazê-lo dizer o que Deus não que ele diga. Uma interpretação alegórica por ser interessante, mas não verdadeira. Enxergar significados ocultos “em cada mobiliário, tecido, corrediças e cores, em vez de exegético, não passa de especulação” – declara Victor P. Hamilton.

Aparece neste capítulo o verbo FAZER no pretérito perfeito do indicativo (“FEZ”) quase 25 vezes referindo-se a Bezalel/Beseleel. Ele foi para Deus Seu mestre de obras; o artista escultor, artesão e construtor do Santuário. Além de tantas coisas, ele fez a arca da aliança – o móvel mais sagrado do Santuário.

Deus contou com as habilidades de Bezalel/Beseleel no passado para obras importantes neste mundo de pecado. Ele pode contar com você agora? – Heber Toth Armí.



Êxodo 37 – Comentários selecionados by jquimelli
6 de outubro de 2015, 0:30
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Fez também Bezalel. Este capítulo registra a execução das instruções registradas em Êxodo 25:10-39; 30:1-5, 23-25, 34 e 35 (ver os comentários dessas passagens). Bezalel encarregou outros a fazer a maior parte da obra e reservou para si a construção da arca, dos querubins e do propiciatório. Sem dúvida ele fez assim porque a arca era a mobília mais importante do santuário, como o lugar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 736.

a arca. É o lugar no qual Deus Se encontra com o homem, uma sombra do encontro mais completo efetuado pela encarnação e paixão de Jesus Cristo; junto com o Propiciatório [tampa da arca] era o único móvel no Santo dos Santos. Os demais móveis podiam ser vistos pelos sacerdotes no decurso normal dos seus deveres. Bíblia Shedd.

A arca (também chamada de arca do Testemunho ou arca da Aliança) foi construída para conter os Dez Mandamentos. Simbolizava a aliança de Deus com Seu povo. Os dois anjos chamados querubim [cherub = singular; cherubim = plural] foram colocados na sua parte superior. A arca era o objeto mais sagrado de Israel e foi colocado no lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos] do tabernáculo. Somente uma vez por ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos para aspergir sangue no topo da arca (também chamado propiciatório ou tampa da expiação) para expiar os pecados de toda a nação. Life Application Study Bible.

6 Cristo é o propiciatório de Deus, Rm 3.25, a habitação da plenitude da divindade, Cl 2.9. Só por intermédio dele o homem pode se aproximar da glória divina sem ser condenado (Jo 3.36); por isso é que só no propiciatório pode existir uma representação da glória de Deus, na forma de dois querubins esculpidos, que antes serviam para guardar o caminho da árvore da vida (Gn 3.24) mas que no Santo dos Santos guardam a santidade de Deus. Bíblia Shedd.

10 mesa. Era para expor os doze pães, que representavam o cuidado de Deus em providenciar alimento natural e espiritual para cada membro do Seu povo (o número doze … doze tribos). Bíblia Shedd.

17 candelabro. Lembra-nos de Cristo, a Luz do Mundo (Jo 1.4; 3.19; 8.12). Bíblia Shedd.

23 espevitadeiras. Tal como as lâmpadas precisavam de cuidado, especialmente na renovação dos pavios, os crentes e as igrejas que eles compõem precisam de uma atenção não menos cuidadosa para que a luz de Cristo continue brilhando neste mundo de trevas (Mt 5.14-16; Ap. 2.5) pelo enchimento do Espírito Santo (cf Rm 15.14; Cl 1.28; 1Ts 5.19). A rejeição da disciplina é seríssima (Jo 15.6). Bíblia Shedd.

29 incenso aromático (cf Êx 30.34 para a composição do incenso que era usado exclusivamente para a adoração). O incenso era oferta de grande valor nos tempos do AT e, também quase exclusivamente oferenda em reconhecimento à divindade (cf Ml 1.11 e Êx 30.37). Somente aos sacerdotes foi permitido oferecer incenso. As instruções sobre seu uso são relatadas em Lv 16.12-13. Na Bíblia, o incenso simboliza a oração (exemplos Sl 141.2; Ap 8.3-4). É de se notar que o incenso foi incluído nas ofertas trazidas a Jesus, o que significa um possível reconhecimento da divindade da Criança recém nascida (Mt 2.11). Bíblia Shedd.




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